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@pucky há 1 ano
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Fanfic - Esquadrão suicida - Pov Harley A casa de Boomy era literalmente um quartinho junto com sala e cozinha. Um ambiente escuro e frio mesmo não tendo tanta ventilação. Ele estava usando um moletom azul escuro e calça preta rasgada, com certeza ele não comprou ela assim. -Sabe o que dizem sobre quem gosta de boomerangs, não é? Ele para de brincar com eles, o segura e me encara. -Não. O que dizem? Me levanto do sofá, cruzando calmamente meus braços até ficar perto da parede, sem o olhar, apenas encarando a pintura mal feita. -Problemas com desapego. Ele ri nasalmente. -Eu nem tenho bens materiais. -Nem bens no geral. Digo. -O que quer dizer com isso, garota? Ele parecia incomodado. -Que você tem tanto medo de perder que prefere não ter. Boomy dá uma risadinha debochada. -Eu não quero ninguém me enchendo o saco, só isso. Eu dei uma risadinha. -"Ninguém me enchendo o saco" também conhecido como "prefiro o vazio de não ter do que o vazio de ter". Sinto ele segurar meu braço, me fazendo virar e o encarar. -Não me faça perder a pouca paciência que eu tenho, garota. -Por que? Vai me matar? Eu sorri debochada fazendo ele bufar e me soltar. -Você analisa todo mundo mas não tem o mínimo de noção para fazer isso consigo mesma e depois fica chorando que seu puddinzinho encantado não vêm te salvar! Ele disse com tanta raiva como se tivesse se segurado por tanto tempo que eu simplesmente prendo minha respiração. Boomy percebe o que disse e fica de costas para mim. -Eu não vou pedir desculpas por isso, você precisa... -Eu sei. -Sabe é? Por que esse seu romance com o pistoleiro parece mais para chamar a atenção de alguém em específico. Eu suspiro debochada. -Você tá aprendendo muito sobre análise para alguém que não suporta nenhum tipo de médico. Esbarro de propósito nele e sento no sofá. Ele respira fundo. -Harley, eu odeio falar isso mas precisamos... -Transar? -Engraçadinha. Ele realmente ficou desconcertado. -Que foi gatinho? Eu comi sua língua? -Não, eu só esqueci o que ia dizer... Ele quase sussurra, me fazendo rir. Ele balança a cabeça. -Eu ia dizer que precisamos nos unir se quisermos acabar mesmo com a Waller. -Você lembra rápido, hein? É só isso que você faz assim com toda essa agilidade?! -Se concentra, Harley. Era o pistoleiro. -Uuhh tá fazendo a voz do Batman, gatinho?! Miaw eu posso ser a catwoman! Digo enquanto fico de quatro no sofá e balanço levemente o meu bumbum enquanto minha mão imita um arranhado de gato. -Maluca. Disse Boomy rindo enquanto cruzava os braços. -Seguinte... Pistoleiro ergue sua mão e me ajuda a levantar. Fico em pé e o encaro. -Perfeito. Ele diz me olhando de cima para baixo. -Ai obrigada, fofinho! Digo juntando minhas mãos em uma pose fofa. Ele vai até o corredor e trás uma mala enorme e a joga no chão. -Uuh você é forte, faz comigo?! -Harley! Disse Boomy. -Que é?! Digo ofendida. -Aqui estão nossas armas e já combinei com os outros cada função para o evento, porém... Ele abre a grande bolsa e tira um vestido vermelho incrível com detalhes que formavam rosas. -Harley será nossa arma secreta. Eu dou um gritinho de felicidade. -Tamo fudido... Disse Boomy colocando a mão no rosto. -Ai obrigada, gatinho pistoleiro! Eu o abraço de lado e dou muitos beijos em seu rosto. -Eu não sei se você sabe mas... Eu adoro ser o centro das atenções! -Jura? Eu nem notei. Ele me entrega o vestido, eu o coloco na frente do meu corpo e começo a rodopiar e cantarolar. Os dois se aproximam. -Tem certeza que vai dar certo? Pergunta Boomy. -Vai ter que dá. -Vou ter que parar de ser ateu. Pistoleiro ri. -Eu tô ouvindo! Digo de maneira agressiva. -Ta tudo bem, gatinha. Continua rodopiando ae e aproveita que sua função é ser a gostosa do grupo. Reviro os olhos e me aproximo dele. -Eu sou muito mais que um rostinho bonito e muito mais do que meus cinco diagnósticos! Ele ri e cruza os braços. -Isso foi muito específico, mas eu acredito em você. Ele toca meu queixo. -Reunião de emergência. Disse pistoleiro. -Onde? -Você não vai gostar. -Não me diga que é... -É sim. Fico irritada e cruzo os braços em volta do vestido. -Eu não volto para aquele buraco! -Harley... -Não adianta! -Se você ir Boomy aceita ter um encontro romântico com você. -Pera, o que? -Romântico em que nível? -Nível Harley. -Ok, eu topo! Coloco o vestido no sofá e pego meu taco de beisebol. -Porra...Por que eu? Disse Boomy. -Eu não tenho tempo para isso. Pistoleiro da de ombros. -E você acha que eu tenho?! -Vocês vem ou não sabem o que significa a palavra emergência?! Digo ajeitando meu shortinho bicolor. -Ok, talvez não seja ruim. Disse Boomy.
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@pucky há 1 ano
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Fanfic-V-Devil May Cry 5- Diário -Eu não tô achando! Eu não tô achando! V se aproxima, com aquela expressão que não sei dizer se é deboche ou ele me achando fofa, de qualquer forma isso é irritante. -O que foi, minha princesa das trevas? -Sem tempo pra isso, V, tô ocupada. Digo revirando a van de cabeça pra baixo -Procurando algo, bruxinha fofa? Eu o encarei com tanta raiva que se meus olhos tivessem lazer ele teria evaporado. -Eu tô procurando a merda do meu diário e eu não tô com paciência pra você agora, V! Ele quase sorri. -Você é realmente uma gracinha irritada e com vontade de me matar... Reviro meus olhos, bufando de raiva, eu estava pronta pra sair da Van. -"Joguei todos os monstros pela janela da cozinha, pulei em seguida". Eu congelei. -"Ó grande mar de rosas vermelhas no tom de sangue, seus espinhos entrando na minha veia me fazem arrepiar..." Eu prendi minha respiração por uns segundos. -V... -Sim, princesa? -Devolve o meu diário. Digo calmamente sem me virar. -"Por que a tão bela rosa se despedaça ao ver um cravo desinteressante mas que a elogia com o mínimo que ela merece...?" Eu engulo em seco. -Por favor...É pessoal demais pra ser lido em voz alta por outra pessoa... Eu quase chorando, sinto V muito perto de mim, ele coloca sua mão em meu ombro. -"Me mate, me mate meu amor, pois não tenho coragem de eu mesma cortar me a vida pois não o verei novamente." -Por que você tá fazendo isso comigo, V? Digo quase inaudível. -Não sou eu. É você que mexe comigo...Na verdade com todos. "Por que esconde sua bela trança, Rapunzel? Não é você que sonha em ser salva?" Então eu estou te fazendo a mesma pergunta...Por que você se esconde? Eu já te encontrei, princesa.
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@palavras_e_espadas há 1 ano
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Krakenburgo O polvo se estendia por milhares de quilômetros, habitado por gente aos milhões, com rodovias, ruas e ferrovias pelos seus tentáculos. Nas ventosas, havia um transporte público mais rápido, um trem-bala que ia por dentro, saindo por outra ventosa. Na cabeça ficavam os prédios e as casas, escritórios, teatros, shoppings, cinemas e boates. Tudo parecia ir às mil maravilhas! No entanto, na estação chuvosa, o mar transbordava e a besta despertava do seu longo sono, agitando seus tentáculos, destruindo as vias, derrubando residências e comércios e inundando suas ventosas, provocando a cada ocasião centenas de afogados e soterrados. Os trens ficavam encharcados e alguns enferrujavam. Era preciso aguardar o fim da tempestade, quando o gigante voltava a dormir, para que os sobreviventes dessem início à reconstrução. Já na estação seca, o calor era tão forte que as águas embaixo evaporavam e o polvo se esparramava pela areia, deixando a poeira subir. Tiveram que construir filtros e telhas, o que mesmo assim não adiantava muito. O pior de tudo que, durante um período prolongado de seca, o grande molusco morreu. Muitos comemoraram, inconsequentes e ingênuos, pois acreditaram que afinal haveria tranquilidade com o retorno das águas, porém o polvo, morto, não teve como resistir quando estas chegaram. Foi, portanto, tragado pelo dilúvio, junto com aqueles que o parasitavam.
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@palavras_e_espadas há 1 ano
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CATEDRAL Elevo-me para rasgar o céu Um órgão cuja música se petrifica. Paredes que ascendem Abrangem Não cedem. Teatros em rocha e sombra; Sonhos de eternidade abrindo-se em êxtase.
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@palavras_e_espadas há 1 ano
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SAMSARA Brilha a cidade Tudo parece girar Vêm os ventos Carregados de poeira Que se imiscui às rodas. Atropelamentos. A cidade envelhece Para depois se renovar No deslize do sangue Que retorna.
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@pucky há 1 ano
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-Eu não sou exagerada! “Até nas coisas mais banais, para mim é tudo ou nunca mais.” Nunca concordei e discordei tanto com uma música. -Sabe o que realmente foi um exagero?! Foram todas as vezes que te dei uma segunda chance, todas as vezes que pensei que estava tudo bem quando não estava, todas as vezes que pensei que algo absurdo fosse amor, um amor incompreendido justificado por traumas que não querem se curar. Engulo minhas lágrimas com minha raiva, sorrio o encarando e me aproximo, sentando em seu colo enquanto coloco a ponta da minha faca afiada levemente em sua bochecha, graças a Deus eu consegui amarrá-lo e o amordaçá-lo, era eu ou ele. -Mas fica tranquilo meu amor, reconhecerão seu corpo, afinal, não quero mais ninguém brincando com meu coração. Arranco a fita adesiva de seus lábios que sangrando recebem meu último beijo apaixonado por uma ilusão que um dia tive certeza ser real, pude senti-lo arrepiar quando a faca entrou em seu estômago e girou com tanta precisão que poderiam jurar que não foi minha primeira vez, mas gosto de imaginar que foi ele se despedindo para nunca mais foder meu psicológico. -Descanse em paz, meu amor. Seu sangue escorre pelo meu corpo. Caminhando para fora do porão a cinere fica cada vez mais alta. -Que bom, receberam minha ligação! Digo estendo meus pulsos enquanto sorrio. -Por favor, na primeira página do jornal não me pintem como vítima, eu não pertenço mais a esse lugar. Meu sorrio se esvai como o sangue derramado que um dia eu lhe dei de presente.
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@yass-N6etz · há 1 ano
Eita, eu não esperava por esse final, chocante.
@yass-N6etz · há 1 ano
Ameiii. Na minha opinião é assim que deveríamos tratar quem machuca nosso coração e nosso psicológico junto
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@pucky há 1 ano
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Eu sinto Eu sinto muito Sinto por que te deixei pra trás quando eu mais precisava de alguém por perto Eu sinto muito por mim Que te deixei ao meu lado quando eu menos precisava ser puxada pra baixo E eu sinto muito por não sentir mais nada
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@beatrizkath há 1 ano
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[CONTO GRATUITO] ✨ Quando Nossa Música se Afogou no Rio ✨ Um humano e uma sereia se apaixonam durante o verão e passam a se encontrar à beira de um rio. Porém, em uma tarde, o humano se depara com a sereia esperando por ele enquanto observa de forma melancólica a caixinha de música que ele lhe deu de presente em seu último encontro. Ele se aproxima com um mau pressentimento sobre a conversa que o espera. ❝— Você está correndo atrás da felicidade — disse ela —, e eu também. Mas se continuássemos seguindo pelo mesmo caminho, só um de nós a encontraria.❞ "Quando Nossa Música se Afogou no Rio" é um conto de fantasia e drama, originalmente escrito para a edição de 2024 do Concurso Literário Aline Alencar — que trouxe como tema "o som do amor".
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Publicação Literunico
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Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
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@JuNaiane · há 1 ano
Muito linda a ilustração, gostei do seu conto, fez meu coraçãozinho romântico doer 🩵🩷
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@beatrizkath há 1 ano
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Olá a todos e muito prazer! Meu nome é Beatriz, uma nutricionista recém-formada e apaixonada por arte — principalmente literatura e ilustração. Crio personagens e histórias de fantasia, quase sempre com doses generosas de drama, um poucos de mistério e muitos elfos ✨ Atualmente, tenho um conto publicado de forma gratuita — "Quando Nossa Música se Afogou no Rio" — e um livro em processo de escrita, além de meia dúzia de ideias para futuras histórias. Neste perfil, pretendo publicar alguns contos, textos, possíveis poemas e outras peças curtas de ficção, além de atualizações e novidades sobre meus outros projetos. Caso decida me acompanhar nesta jornada, seja muito bem-vindo(a) e espero que goste! 💖
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@novidadesliterunico há 1 ano
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António Reis foi poeta e cineasta português, conhecido por sua obra sensível, ligada à cultura popular e à vida rural. Com filmes como Trás-os-Montes e versos marcados por lirismo contido, ele deixou uma marca única na arte portuguesa do século XX. Crônicas da vida privada: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1104">Aqui!</a> #literunico #cinemapoético #AntónioReis
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 223 *Criado mudo* No criado mudo, a luz no meu abajur se tornou testemunha da minha falha. Sonhando acordada, repassando cada palavra detalhada… Querendo o impossível, distante. Não podendo dar-se ao prazer… relutante. Enquanto tudo me faz pensar em você… A cada instante. MarU
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@tibianchini · há 1 ano
Se o seu criado mudo não fosse mudo, Te diria que nada é impossível... (Como ele não fala, eu mesmo digo 😜) Adoro seus poemas introspectivos... 🙃
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@rafaelaraujoescritor há 1 ano
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Sei que nunca vai me olhar como o dono do seu sonho. Nem tampouco me amar, como ama o tal estranho. Vivo em conto encantado, que sozinho imaginei. Nele, ao fim, de seu lado, feliz para sempre fiquei. Eu já te amei sem medida, e sempre vou te amar. Mesmo em outra partida, não deixarei de lembrar. Nem tempo, nem distância, farão meu amor sumir. É chama em perseverança, que insiste em não cair. Ninguém vai compreender o motivo desse ardor. Nasceu sem eu perceber, transformando-se em amor. Eu te amei, vou amar, mas guardo tudo em segredo. Se um dia me procurar, verá só silêncio e medo. Sei que nunca vai me ver como o dono dos seus sonhos. Mesmo se fosse me ter, não seria em tom risonho.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 234 Disseram “calma”, entendi “alma”: fui tempestade. Quando rogaram “espere”, eu já tinha partido. A solidão, às vezes, me foi amante mais fiel que qualquer corpo quente. E ainda assim, meus desejos não pedem licença. Cr💞s Ribeiro
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@luizapassini há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/vFUVhWAuh00XZDIu2luMNWQyPUkso5D9OAot0lwF.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/64' target='_blank'><strong>A moça que escapou pelas palavras</strong></a></p></div>
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@luizapassini há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/GDY20k7ZlCvhOjhmCMoHrmrdKX4YtQGpTrirGe07.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/65' target='_blank'><strong>Para quem nunca cresceu inteiro</strong></a></p></div>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Guillaume Apollinaire foi um dos poetas mais inovadores do século XX. Nascido em 1880, ele rompeu com as convenções formais da poesia tradicional e tornou-se uma figura essencial do movimento modernista europeu. Autor de obras como Alcools (1913) e Calligrammes (1918), Apollinaire foi pioneiro nos poemas visuais, misturando texto e imagem em composições que desafiavam a linearidade da leitura. Joaquim Nabuco: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1090">Aqui!</a> #literunico #MartinAmis #LiteraturaModerna
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@AnneCFreitas há 1 ano
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A sinopse e a capa do meu novo conto: Lilian é uma bruxa discriminada pelo sua magia rara, um dom natural para as trevas, portanto, seus feitiços normalmente provocam acidentes e por isso, ninguém quer fazer amizade com ela. Mateus é um bruxo que por mais dedicado e esforçado que seja, ainda não entende o tipo de magia que possui, podendo desde criar chamas vivas a se teleportar para outro lugar. O professor Jânio precisa organizar uma festa de halloween na escola, e vê nisso, a oportunidade de unir esses dois jovens desastrados para os ajudar a conquistarem novos amigos enquanto se livra de sua obrigação. Ele só não esperava que os dois fossem transformar a festa em um show de travessuras. Em breve!
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 233
Traduzido automaticamente do inglês.
Ver original
#Desafio 233

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