PALCO ABERTO

Monólogos e cenas teatrais no feed geral do Litverso.

Leituras e conversas

Bem-vindo ao Litverso
Você está vendo a versão pública. Entre para publicar, curtir e comentar.
Comunidades Explorar 31 comunidades
avatar
@ariazenite há 9 meses
Público
Que saudade de ler as histórias da @manuraraujoautora
avatar
@ariazenite há 9 meses
Público
Toda vez que eu entro aqui eu tenho que me ambientar com as novidades. Mas agora são tantas novidades que eu tô impressionada. Tem até um sistema de gameficação 😲 Adoro isso!
Últimas respostas
@ariazenite · há 9 meses
Tô me sentindo especial agora. Tô mó animada pra fazer vários pontos. 💃
@literunico · há 9 meses
Foi inspirado em comentários seus!
Ver conversa completa
avatar
@edsonbas há 9 meses
Público
A lembrança que eu tenho da fazenda que eu visitava na minha infância é muito melhor que a fazenda que eu visitava na minha infância.
Últimas respostas
@ariazenite · há 9 meses
Sim, perfeitamente 😆
@edsonbas · há 9 meses
@ariazenite então você me entende.
Ver conversa completa
avatar
@eduliguori há 9 meses
Público
Mascando um chiclete faço doer a mandíbula pensamento masoquista que tortura minha mente doentia o tempo passou e aparentemente nada mais faz sentido sou hoje julgado e criticado como se não houvesse contribuído cegos, estamos cegos? não queremos ver? não podemos ver? de príncipe reinante a mero roto malfalado num movimento de marolas chegamos a praia mortos nas areias quentes hoje nos enterram um vulcão adormecido despertou a sua fúria lava incandescente que jorra pujante a nossa frente os ossos enterrados serão cozidos e cremados deste carbono passado surgirá quem sabe uma ilha nesta nova natureza o sol fará nascer uma goma ...de mascar até doer uma nova mandíbula Edu Liguori
avatar
@edsonbas há 9 meses
Público
Sonhei com Clarice (para Clarice Lispector) Acordei assustado de novo. Daquele jeito que a gente acorda quando sonha que está caindo de um prédio. O corpo deu um salto e caiu novamente na cama. Estava muito escuro, só um amarelado que vinha da luz do poste lá fora interrompia um pouco a escuridão. Olhei para o lado, no relógio já era madrugada. A manhã estava distante. Amanhã estava distante. Virei para um lado e para o outro da cama por incontáveis vezes, mas não consegui pegar no sono novamente. Fiquei pensando na vida, na passada e na presente. Pensei principalmente nela. Sim, nela! Sonhei com ela novamente. Nunca a esqueci. Nunca! Quase uma vida juntos, mesmo estando separados. Tínhamos, e continuamos tendo, uma relação muito íntima, do "de dentro" dela para o meu "de dentro". Muito de mim é ela. Mas do meu jeito. Às vezes acho que, na verdade, sou eu mesmo, mas do jeito dela. Quis ir à cozinha tomar um café. Era requentado, mas iria servir. Não consegui me levantar. Meu corpo não respondia. Toda vez que sonho com ela é a mesma coisa. Fico estático, imóvel. Engessado. Mas a cabeça a mil. Fervilhando de ideias, sem ter como tirá-las de lá. Se conseguisse me mexer, pegaria uma caneta e pronto. Com muito custo e suor frio consigo. A caneta funciona como um canudo com o qual eu sugo minha mente. O volume é tão grande que me engasgo, tenho uma crise de tosse e regurgito um pedaço dela.
avatar
@edsonbas há 9 meses
Público
[Relato encontrado em um dispositivo primitivo] Os insetos ficaram gigantescos e dominaram o mundo. Suas sociedades são perfeitamente hierarquizadas, cada um tem uma incumbência muito bem definida. Os louva-a-deus desenvolveram uma preferência pela carne humana, especialmente as cabeças. É muito difícil fugir, eles correm, pulam e voam, e quando te pegam, arrancam a cabeça e comem a carne, deixando no chão nossos restos mortais. Baratas e formigas vêm logo comê-los. Vivemos nos escondendo e fugindo. Tivemos que nos tornar veganos, pois não há mais boi, porco ou frango disponíveis para comer. Dividimos os alimentos de origem vegetal com gafanhotos, joaninhas e lagartas. Ainda não conseguimos nos acostumar a andar nús. As nossas roupas acabaram. Enrolamos uma folha em volta da cintura e a amarramos com um pedaço de cipó. Nos tornamos versões apocalípticas de Adão e Eva, não somos o início, mas o fim. Ainda tenho o meu smartphone. Hoje abri o aplicativo de texto e estou escrevendo sobre o que estamos passando, mas a bateria está quase…
avatar
@literunico há 9 meses
Público
avatar
@MultiuniversoFK há 9 meses
Público
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Amanhã será melhor A vida adulta não é um mar de rosas, é um oceano que muda de humor Acordo cedo, mesmo cansado, o corpo reclama, a mente não quer ir Há dias em que o corpo navega em águas calmas, mas na maior parte do tempo Se vê ondas altas batendo no casco de um barco remendado às pressas com fé, cansaço e vontade A vida adulta não espera, quando o relógio insiste em seguir Carrego nas costas pedras que a vida despeja no convés Responsabilidades, prazos, cobranças, a casa que precisa de cuidados A família que precisa de colo, o trabalho que exige resultados, o estudo que pede mais horas, do que o corpo pode suportar O coração vai criando calos, porque ninguém avisou, que crescer é engolir sapos Com um sorriso treinado no espelho, e fingir que tudo está bem Mesmo quando o peito está cheio, o rosto precisa permanecer ensolarado Quando tudo pesa demais, não tem porto, nem farol, nem sopro de vento que alivie Mesmo parado com o barco encalhado na areia, vendo o tempo subir com a maré Enquanto as forças baixam, após engolir sapos como quem engole a própria tempestade Fica na esperança de tampar o sol com a peneira, tentando acreditar Que o amanhã vai ser mais leve, que o medo diminui, que o peso se desfaz Que a luz continua ali brilhando fortemente, mesmo quando a nuvem escura cobre o céu Com dias de chuva miúda, em que o cansaço apenas aperta devagar Outros vêm como tornados, levando o ânimo pelos ares Deixando apenas as ruínas por dentro, arrancando telhas de um coração E rachando paredes da paciência. Os dias, em que as pedras nas costas pesam demais, Prendem os passos, atravancam caminhos E fico parado enquanto o tempo passa Observando o mundo girar, sem força para girar junto E nessas horas, a vontade de continuar diminui, A esperança balança, o cansaço vence por instantes E o silêncio fala mais alto Do que qualquer grito engolido Mas no fim da noite, por mais doída que tenha sido a navegação, Sempre surge um sussurro dentro de mim: “Segura firme, Amanhã talvez o mar acalme, o sol irá furar as nuvens, a chuva irá vier brisa, e a vida vai ser menos pesada. Respira. Amanhã… Amanhã talvez seja melhor o dia.” Franthesca Kally
avatar
@MultiuniversoFK há 9 meses
Público
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Entre Páginas e Asas Viver entre páginas é ser muitos É nascer e morrer em um único parágrafo Hora, o coração se derrete Doce como chocolate derretido no fim de um romance Onde o amor, vive em um olhar, um gesto, e o tempo para por instantes Hora, o vento rasga Veloz como um carro em curva em pura adrenalina Palavras aceleram, faíscas de emoção E a alma, sem freios, atravessa o limite da razão Ler é mais que querer É precisar respirar tinta e sonho É mergulhar em mundos que não existem Até que, de repente, passam a existir dentro de nós Escrever é o vício mais puro que existe Uma necessidade voraz que grita e se debate para sair Que grita no puro silêncio das madrugadas Um sussurro de súplica: “mais uma página, só mais uma linha” Num dia, posso ser rei, mendigo, estrela ou sombra Sem mover um passo além do sofá Sem sequer e necessário abrir a janela Porque os livros são portais e as palavras, são as asas da liberdade Dia ou noite, tanto faz O impossível virá apenas mais um linha escrita E beber histórias como quem tem sede de existir Escrever é o puro vicio Não precisa pedir licença, e apenas abrir um livro ou caderno E deixar fluir, como um pássaro que canta o amanhecer Mesmo quando o sol ainda dorme tranquilamente E mesmo nas pausas, as palavras continuam a sussurrarem, vivas para um novo voo Franthesca Kally
avatar
@MultiuniversoFK há 9 meses
Público
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Sinal de Alerta Você tem tudo para ser quem irá me fazer duvidar, Querendo coisas loucas, quer me transformar Tem o poder de criar alucinações em minha mente, Quer destruir minhas estruturas Você consegue desfazer de mundos, como um magico Um toque sutil, molda novas aventuras Você é o sinal de alerta, que todas as mentes sãs gritam, para tomar cuidado É o sinal que arrepia o corpo, tudo dizendo “Cuidado” Mas há uma outra voz que grita mas forte: “Cuidado, siga em frente!” Nas batidas dos compassos, você se transforma Garota, você pode ser a vida e a morte, em um segundo, Nas vibrações a redor, garoto, você vai para fora dos padrões Dança na frente de quem se nega em aceitar a liberdade, siga sempre em frente Nos dias que perdem as horas, em um instante, é dia no outro é noite, Você criou outro universo, com o silencio é a agonia ao redor Me faz quebrar os limites, me faz mudar, me fazendo delirar Quando era de manhã, agora é noite, o tempo é um mistério a vagar Nem aprece que agora, a pouco era seis da manhã O sinal de alerta, ainda grita em minha mente As vozes gritam: “Cuidado!”, já as outras gritam com mais força: “Cuidado, siga em frente!” Entre sonho e realidade, você me faz viajar, Nas batidas dos compassos, você se transforma Garota, você pode ser a vida e a morte, em um segundo, Nas vibrações a redor, garoto, você vai para fora dos padrões Dança na frente de quem se nega em aceitar a liberdade, siga sempre em frente No decorrer dessas mudanças, você calou as vozes da minha cabeça, criando outro universo Você tem o poder de criar e destruir, com apenas um toque Consegue silenciar a agonia ao redor, criando outro universo Toque sutil, molda novas aventuras, Você vem com o sinal de alerta, para qualquer mente sã, grita para tomar cuidado É o sinal que arrepia o corpo, tudo dizendo “Cuidado, em todos os sentidos Mas há uma outra voz que grita mas forte: “Cuidado, siga em frente!” Franthesca Kally
avatar
@MultiuniversoFK há 9 meses
Público
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Natureza E chegou o fim de outubro, Com o sussurro do vento, que o tempo vem anunciando Faltam poucos os dias, para que o ano se despir em brisa fria Mesmo assim, mês foi pesado, carregado de dor, de fogo, de enchente A natureza grita cansada, Com o coração da Terra ficando cada vez mais carente Rezamos aos céus para que a chuva venha Não com fúria, mas carregada de bênçãos Levando os medos, e curando o chão Trazendo virtude e renovação, que as mãos se encontrem Num gesto puro de simplicidade, de humanidade Pois só juntos podemos, refazer o que foi profanado Que o desamor se apague, que desta vez possa florescer a compaixão E que os passos que vamos deixando, sirva de guia à nova geração Pedimos que nossos ancestrais nos guardem, nesta longa travessia E que os filhos do amanhã, aprendam o valor da harmonia A Terra é viva, respira e sente Que precisamos cuidar e amar Pois só quem planta com o real respeito Colherá o amanhã que quer encontrar. Franthesca Kally
avatar
@MultiuniversoFK há 9 meses
Público
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Voz que move o mundo Fazenda que move o mundo Ao povo do agro e da pecuária Rumo ao futuro, que está por um triz, O campo clama por mais, a força da terra não se esconde Anseio pelo que vira, a busca por melhorias, O povo grita por mais, não neguem e rejeitem Somos nós que decidimos o rumo, com coragem e paixão Temos os campos vastos e férteis, de onde a terra é a vida O futuro se planta e o sonho se colhe Hoje é o futuro do amanhã, nós moldamos o amanhã Com a força das mãos, somos a voz que move o mundo Com cada amanhecer, renovamos nossa crença Escutamos os pássaros e o barulho do vento Sabendo o que está por vim, aprendemos a decifrar E falar a língua da natureza, enquanto enfrentamos tempos difíceis Sob o sol escaldante, á labuta e diária, mas a vitória que nos guia Somos a voz que move o mundo Com cada amanhecer, renovar nossa crença, no trabalho duro, encontramos nossa força A busca por melhorias e reconhecimento, não param, o desejo de um futuro melhor para as próximas gerações A labuta é dura, mas a vitória é o que nos guia, o campo é o nosso ying Limites não existem, para se acreditar, a jornada é nossa, a história é escrita Levamos o mundo com a força de nossas mãos e máquinas No campo encontramos o ying e yang da vida, o equilíbrio e trabalho, do dia e da noite A jornada é nossa, a história é escrita em cada amanhecer, redobrando nossa fé A vida simples que levamos, mas cercada de muita luta e dedicação pelo que nosso coração bate forte Limites não existem, na lida do campo, as cores e esperanças, um mundo a se revelar Desde os tempos antigos, nosso povo semeia com a esperança, na lida diária, o futuro se avança O agro e a pecuária, com a coragem e paixão, seguem moldando o futuro, com firmeza e dedicação Do sertanejo se faz nossa música No ar das cordas do violão, ou até mesmo da viola Nosso dia e feito, e à luz do luar descansamos Em cada semente plantada, em cada cabeça de boi engordado Um futuro sem forma, e no grito do campo, a esperança se transforma Mesmo o futuro sendo incerto, o plantamos e ansiamos pela colheita do sonho E seguimos e decidimos, com a coragem e paixão Levamos conosco o anseio pelo que vira, a busca por melhorias O campo clama por mais, a força da terra não se esconde Franthesca Kally
avatar
@MultiuniversoFK há 9 meses
Público
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Dia dos professores Professores os semeadores de auroras dentro de salas variadas Que até o tempo se curva para aprender Cada palavra é como uma semente Lançada ao vento do aprender Em outubro se celebra tua arte Uns com caneta e papel, outros como fadas das tintas e dos dias Transformam traços incertos em pura poesia. Com paciência, ensinam com o olhar São os primeiros a ver o belo no simples, a transformar dor em forma Silêncio em cor viva Eles tem as mãos o poder dos começos Na voz, o timbre da transformação Entre livros, e telas em branco, acompanhados de silêncios atentos Teces futuros com o fio da educação Não ensinam apenas a pintar e a sonhar Ensinam a sentir o mundo, a perceber a vida, como uma tela em construção. És ponte entre o sonho e o possível, luz discreta que ensina a olhar. Mesmo quando o dia é difícil, nunca deixas de acreditar. Mostra que mesmo na dor, ainda se tem como se curar Que ver o mundo com olhos vivos, é o primeiro passo pra pintá-lo de novo Professores, é como o fazendeiro que planta e espera uma boa colheita E a substância que faz crescer, a arte que não se apaga, o motivo de tantos saber A inspiração que nasce do olhar, com as cores que o coração inventa Que as jornadas desses guerreiros, seja como uma paleta recém-aberta, que floresça em cada novo aprender. Franthesca Kally
avatar
@MultiuniversoFK há 9 meses
Público
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Raízes e asas A chuva levou o que eu não conseguia soltar, Lavou os medos, os planos partidos, E o que sobrou em mim foi silêncio Um silêncio fértil, pronto pra recomeçar. Há dias em que quero ficar, criar raízes Sentir o chão firme sob meus pés cansados Mas há outros em que o vento me chama, E minhas asas tremem de vontade De conhecer o desconhecido. Às vezes falo com a Lua, Como quem escreve uma carta que nunca envia. Ela não responde, Mas o jeito que brilha Parece dizer que entende. O sol não perguntou se eu estava pronta, Ele apenas nasceu. E, no dourado da manhã, Eu entendi: A vida sempre volta, Mesmo quando parece que não vai. Conto meus segredos, Meus medos, Meus quase amores. E, quando ela se esconde nas nuvens, Eu sei, É o jeito dela me abraçar em silêncio. Sou metade terra, metade céu. E passo a vida tentando entender Como fincar raízes Sem deixar de voar. Franthesca Kally
avatar
@MultiuniversoFK há 9 meses
Público
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Quando crescemos É triste ter que fazer aquilo que não gosta, de abrir mão de sonhos, engolir os gritos da mente E se recorre na busca da válvula de escape Como quem procura o ar num quarto sem janelas É ter que engolir para não gritar Engolir o que sufoca, enquanto a mente grita mil vezes E o coração implora para não continuar Na infância, perguntam o que queremos ser E respondemos com olhos carregados de luz Traçando metas que nem imaginamos ser possíveis Pensando que o mundo é perfeito, sem imaginar que o mundo pesa E cada um de nós tem seus sonhos e ambições Achando que o caminho é reto, sem erros Que vamos alcançar o que desejamos, como se bastasse querer Crescemos um pouco mais, e ainda gritamos que é possível ao mundo Mas ninguém nos conta, que sonhar alto demais Pode virar uma queda, dolorosa Quando a fantasia acaba e a realidade chega Há sonhos que não passam de sonhos, metas que se apagam no tempo O medo e a desilusão, se arrastam como sombras atrás de nós Mas o tempo passa e nos cobra caro E quando o plano A desmorona, a cobrança acontece E corremos para o plano B, que nos engole E às vezes o plano B não é caminho, pensamos como se fosse um atalho torto Que nos leva mais longe, de quem somos Na pressa de calar o vazio, buscamos válvulas de escape Em lugares que não devíamos, bebemos ilusões Nos afogamos em distrações, tentamos preencher o buraco Com tudo que nos esvazia E no espelho vemos o peso que isso se torna, o gosto amargo De decisões mal tomadas O amargor de tempestades que não eram nossas, mas insistimos em ficar Às vezes ouvimos demais aos outros, e deixamos a vida escorrer como areia entre os dedos Dizemos “amanhã eu luto” Mas o amanhã vira cinco anos, e quando olhamos para trás Tudo o que resta, é a tristeza de não ter tentado mais, tendo que ser engolindo Os olhos reflexam as amarguras das decisões que tomou, com um suspiro será que ainda dá tempo... Franthesca Kally
avatar
@MultiuniversoFK há 9 meses
Público
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Chuva gelada A chuva caía lentamente, como nós caíamos Em abraços quentes, promessas sem fim Cada gota era um beijo que dávamos Um amor que brotava em cada jardim O céu chorava de alegria, ao nosso lado E o mundo parecia ter sido feito só pra nós Mas o tempo, esse ladrão disfarçado com suas mãos frias Levou o calor, deixando apenas um eco, uma voz Agora a chuva vem, mas é fria, cortante Molha a saudade que insiste em ficar Cada pingo na janela, um instante De um amor que um dia soube me aquecer O romance esfriou, virou brisa gelada, arrepiando a alma E a chuva que antes trazia paixão Hoje só lava a lembrança guardada De um amor que se perdeu na estação Franthesca kally

Compartilhar fora

Leve esta publicação pública para outros lugares.

A imagem inclui autoria, endereço e QR code. A incorporação permite ler e interagir; cada ação é confirmada com a conta do Litverso.