II. O encontro no pavilhão
Yi Mongryong, filho do magistrado local, era jovem, estudioso e inquieto. Num dia claro, ao sair para respirar longe dos livros, viu Chunhyang junto ao pavilhão de Gwanghalluwon. A imagem dela no balanço, entre as flores, pareceu-lhe uma frase que o mundo havia guardado para dizer apenas uma vez. Mandou seu criado chamá-la, mas Chunhyang não veio por simples ordem de rapaz rico. Se Mongryong desejava falar com ela, teria de fazê-lo com respeito. Foi assim que começou o amor dos dois: não por submissão, mas por reconhecimento.