VII. Justiça no banquete
No banquete de aniversário do magistrado, quando a arrogância parecia mais segura de si, Mongryong surgiu entre os convidados e declamou versos que denunciavam a fome do povo e a corrupção do governante. Byeon não entendeu de início; os bajuladores riram sem saber do que riam. Então o disfarce caiu. O jovem revelou-se inspetor real secreto, e a festa transformou-se em julgamento. Byeon foi punido, Chunhyang libertada, e a promessa antiga voltou a respirar. Ao vê-lo, ela compreendeu que a espera não havia sido vazia. A história terminou como terminam os contos que o povo preserva: com a justiça tardia, mas viva, e com o amor provado não pela facilidade, mas pela resistência.