Glossário A História de uma Fazenda Africana · Capítulo 2 de 29
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Várias palavras holandesas e coloniais aparecem nesta obra; oferece-se, a seguir, um glossário explicando as principais.

Alle wereld! — Céus! / Meu Deus! Aasvogels — Abutres. Benauwdheid — Indigestão. Brakje — Um cãozinho vira-lata, de baixa estirpe. Bultong — Carne seca. Coop — Esconde-esconde. Inspan — Atrelar, pôr os animais no arreio. Kapje — Touca ou capuz de sol. Karoo — As vastas planícies arenosas de algumas partes da África do Sul. Karoo-bushes — Os arbustos que tomam o lugar da relva nessas planícies. Kartel — A cama de madeira presa a uma carroça de bois. Kloof — Ravina. Kopje — Pequeno morro, colina baixa; literalmente, “cabecinha”. Kraal — Espaço cercado por muro de pedra ou por ramos espinhosos, para onde ovelhas ou gado são recolhidos à noite. Mealies — Milho. Meerkat — Suricato; pequeno animal semelhante à doninha. Meiboss — Damascos preservados e secos. Nachtmaal — A Ceia do Senhor. Oom — Tio. Outspan — Desatrelar; também o lugar, no campo, onde se desatrela. Pap — Mingau. Predikant — Pastor. Riem — Corda de couro. Sarsarties — Comida. Sleg — Mau, ruim. Sloot — Curso de água seco. Spook — Assombrar; fantasma. Stamp-block — Bloco de madeira escavado, no qual se põe o milho para ser pilado antes de cozinhar. Stoep — Alpendre, varanda. Tant ou Tante — Tia. Upsitting — No namoro bôer, supõe-se que o rapaz e a moça passem a noite sentados juntos. Veld — Campo aberto. Velschoen — Sapatos de couro cru. Vrijer — Homem disponível; pretendente.

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