Fragmento 74 - Salomay
Os cabarés de São Paulo são loiigiuquos Como virtudes Jil Automóveis E o pisca-pisca intelligeiite das estradas Um soldado só paia policiar minha patria inteira E o gni-gru dos grilos grelam gaitas E os sapos sapeiam sapas sopas Xo alpliabeto escuro dos brejos A^ogaes
Lampeões lamparinas E tu surges atravez de um fox-trott errado e da lenda Delenda linda Salome O’ dansarina cafageste Cheia de moscas ignorantes e de boas intenyões
A Java é uma polka porca com poeira azul Mas o roxo arroxa a procissão de cortinas côr de rosa. — Eu não ligo — Eu quero saber que negocio é esse de esperar com 0 revolver na estrada
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— Aquelle capanga preto mandou o braço e a'; imilher levou um ponta-pé — Na barriga O saxoplione obstina uma dôr de dentes f ‘Hf' 1 * delirantes Que 0 maxixe espasma Entre tiros e gorgetas Mas 0 escapamento aberto escapa Na noite penitenciaria — Senhor dae-nos o pão-de-lot illuminado da redempção
O Tietê rola rumas de tijolos Côr de agua côr de rosa