Fragmento 141 - O Grande Divorciador Memórias Sentimentais de João Miramar · Capítulo 141 de 163
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Fragmento 141 - O Grande Divorciador

No escriptorio arranha-ceu um rapa-pé rapado affirmava para guedelhudos oculos de cigarro que a debenture era um 420. Moços de luto novo ensinavam que o passo do blues era mais synthetico que o do shinini3\ Calados herdeiros viuvas orphandades entre ambições robustas de Jucas e Totós. Um pae industrial queixoso das latronagens vi­ ciadas do filho almofada longo que lhe batera a ,1 amante com olhos de cocaina. E ambos discutiam o caso moral- |;#'A Syrios itálicos japonizados no Far-West ur­ bano.

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Condes de fala fina apostadora de ronpa com cigarro de palha e detenção de milhões impalpá­ veis falavam grosso. Inventados inventários em maços de almassos. E irmãos vinham apaziguar gottas derramadas de sangue em cabaret. Um silencio ecoou a apparição do súbito ho­ mem celebre teso como um taco moreno. E foi minha a vez de ouvir num romance na­ turalista 0 dossier dactilado de meus detalhados desvios.

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