Fragmento 140 - Mlle. de Sevigné
‘ Miio Meus queridinhos Souvenirs. Estou com uma brutas saudades de ' ifA' ' vocês e das matinées do Paulistano. O Rio o que •! f : ,'■■ - i l " í
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tem de agradavel é o cinema de dia- Mas os foot ballers cariocas são ims gargantas. Devido 8.0 verão, dormimos com a janella do botei aberta para a paisagem. Amanhece muito cedo. Eu durmo outra vez e depois chamo o gar- çon para trazer meu chá com toasts. Hontem, um extranho som chamou-me a atten- ção. Uma pessoa grotesca passava pela avenida divertindo-se com uiii tambor que decerto era improvisado. Era -inia mulata phantasiada de bahiana. Depois, de tarde, fomos ao centro ver passar os cordões endiabrados do Rio de Janeiro Quasi toda a gente estava de cara enfarinhada. As mo cinhas rachiticas ficavam ridiculas de rouge na bochecha e no nariz- Os bondes estavam impossi- ,veis (mamãe agora deu para economica!) i * A Avenida Central estava apinliada com gen te cantando e dansando no meio. Tirei linha á vontade. De noite, vimos passar os prestitos. Uns coiós nos apertaram. Mamãe deu com o guarda-chuva num atrevido. Os prestitos estavam lindos e os Tenentc^s ganliaram longe! Primeiro vinham guardas de honra fingindo de cabeças de vacca em cima de burros. Depois passou o carro estan-
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(larte com um sol rodaudo debaixo duma mulher átôa. Estava cotuba! Hoje é o grande baile do hotel, Vae ser um sueco! Está cheio de americanos- O meu flirt te- lephonou que vem. A Cotita não quer se phanta- siar porque o dr, Pirinlios deu o fóra nella. E ’ - uma in feliz! Eu cavei uma phantasia ba-ta-clan i
Adeus e beijinhos da Nair’*.