tiagoandreatto
@tiagoandreatto#desafiodeescrita @literunico
De repente
Me pego olhando lá longe
Me concentro no horizonte,
Aquela linhazinha que separa o céu da terra
E silêncio…
Me volto pra dentro um pouquinho
Sinto as batidas do coração
O licor avermelhado que corre nas veias
O remexer de ossos músculos que revelam a idade e… tão de repente,
Silêncio…
A minha volta as paredes ouvem tudo
Mas não respondem, rebatem ou discutem
Apenas uma observação atenta do sofrimento oculto que se revela no silêncio
E mais uma vez de repente
O trovão rompe os céus e as águas se derramam
Tocam o chão como lágrimas que desejam avisar algo
Assim como tudo mais, a chuva passa e só me resta o tenebroso silêncio
E cada silêncio que se segue,
Um após o outro é uma lembrança
Do real valor da sua presença
Pra colorir e equilibrar o som que move o meu universo
De repente
Me pego olhando lá longe
Me concentro no horizonte,
Aquela linhazinha que separa o céu da terra
E silêncio…
Me volto pra dentro um pouquinho
Sinto as batidas do coração
O licor avermelhado que corre nas veias
O remexer de ossos músculos que revelam a idade e… tão de repente,
Silêncio…
A minha volta as paredes ouvem tudo
Mas não respondem, rebatem ou discutem
Apenas uma observação atenta do sofrimento oculto que se revela no silêncio
E mais uma vez de repente
O trovão rompe os céus e as águas se derramam
Tocam o chão como lágrimas que desejam avisar algo
Assim como tudo mais, a chuva passa e só me resta o tenebroso silêncio
E cada silêncio que se segue,
Um após o outro é uma lembrança
Do real valor da sua presença
Pra colorir e equilibrar o som que move o meu universo
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