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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 03 Comente na Biblioteca em um livro cujo enredo ou personagem principal seja fortemente influenciado por um objeto simbólico. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 141 O Objeto e o Destino Um anel, um retrato, uma chave perdida, Na trama, o objeto respira e conduz. Silencioso, molda a sorte da vida, Solidificando futuros, o oculto que induz. Sólido presságio, amuleto sutil, De quem o recebe, ou de quem o nega. No enredo, é faísca ou então é o fuzil, Desperta o conflito, ou a paz sossega. Eder B. Jr. Indicação do @literunico <h5><span style='color: white;'>#OSenhordosAnéis:ASociedadedoAnel</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/732'><strong>O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel</strong></a></p><p>Há livros que não são apenas lidos, são atravessados, como se a travessia moldasse a própria alma do leitor. Assim é "O Senhor dos Anéis", não apenas uma narrativa, mas um rito, um divisor de almas, além das páginas, nos entregando aquilo que ainda não sabíamos que éramos.<br /> No centro, um objeto, um anel. Simples, circular, metáfora perfeita da repetição e da obsessão humanas. Ele não apenas conduz a trama, mas subverte destinos, encurva vontades e revela fraquezas. O Anel é mais do que um símbolo: é um espelho côncavo, que distorce e expõe a essência dos que o tocam.<br /> A travessia da Comitiva não é apenas geográfica; é interna, visceral. Cada passo em direção a Mordor é uma queda ou uma ascensão, dependendo de quem observa. Tolkien, com uma linguagem que ora abraça o épico, ora sussurra lirismo, nos conduz por florestas que guardam memórias, montanhas que resistem ao tempo e cidades que, mesmo ruínas, ainda falam.<br /> Mas o que mais me fascina não são os mapas ou as linhagens, embora estes impressionem. É a delicadeza silenciosa com que Tolkien trata o peso das escolhas. Frodo, tão pequeno e frágil, carrega o maior fardo e, o faz não por glória, mas por uma urgência que escapa aos olhos dos que buscam apenas poder.<br /> E há em Samwise Gamgee uma lição que jamais deveria ser esquecida: a grandeza, quase sempre, habita os gestos simples. A amizade, aqui, não é adereço; é estrutura, é salvação.<br /> Ler "O Senhor dos Anéis" é entender que o herói nem sempre triunfa sem perdas, que o mal não é vencido sem que antes nos habite. E que há, nas despedidas e nos retornos, uma beleza melancólica que só os grandes livros nos permitem experimentar.<br /> Esta obra não é apenas um marco da fantasia, é um ensaio sobre o humano, sobre o desejo e a resistência, sobre a efemeridade do bem e a persistência do mal. E sobre o fato, irrefutável, de que, tal como na vida, o mais perigoso dos objetos, mesmo o mais ínfimo, pode transformar o mundo para sempre.</p>
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@tibianchini há 1 ano
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O Triste Soneto da Rosa (Poemas antigos 008) Não sei se já postei esse, estou me perdendo nas contas. Toma. Esta rosa é tua. Achei-a, pobre, jogada No meio do canto da rua; Embaixo de tua sacada. Nem todo conto é de fada; Nem toda noite tem Lua; Aceite-a, sem dizer nada: Toma; esta rosa é tua. E será sempre esta rosa, Tão singela e gloriosa, Que fará você lembrar Que, junto com esta flor, Eu te dei o meu amor Pr’a tentar te conquistar.
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@JuNaiane · há 1 ano
Amo sonetos ❤️
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@tamarasfawkes há 1 ano
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Pedi meu próprio exemplar na #uiclap para conferir se está tudo certinho com a edição física de O Meu Nome é Legião. Vamos torcer 🖤🦾 Vou preparar a data do Lançamento e disponibilizar AQUI no #literunico também. Em Junho 🖤
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@tibianchini · há 1 ano
Esperar o boneco da UICLAP dá um frio na barriga que é indescritível, né... Aproveite esse momento! E parabéns pela obra que vem aí! 😊
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@jjr há 1 ano
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Conto: "Haras, Sexo & Sedução." Parte I, II e III. https://www.literunico.com.br/jjr/post/4383 https://www.literunico.com.br/jjr/post/4385 https://www.literunico.com.br/jjr/post/4386 ~~~☆~~~ JJr.
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@jjr há 1 ano
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Haras, Sexo & Sedução. (Parte III) ~~~☆~~~ ... Logo após o ato conversaram acariciando-se e Pérola resolveu que Adrian dormiria em um dos chalés do haras enquanto ela voltava a família sem despertar suspeitas do que havia acontecido. Pérola pediu a um funcionário que leva-se o jantar a Adrian que se satisfez e dormiu como uma criança não antes de ficar pensando no ocorrido. Pérola explicou-lhe que partiria no domingo e que o momento entre eles ficaria gravado em sua memória com muito carinho e Tesão. No domingo de manhã um funcionário levou café a Adrian e logo em seguida ele decidiu partir. Pérola pediu ao motorista que leva-se Adrian a sua casa, mas antes, a despedida foi muito carinhosa e quente com o entrelaçar dos corpos. Adrian colocou a mão nos cabelos de Pérola e afagou sentindo o aroma de jasmim e guardou o aroma na memória. Pérola chamou o motorista e os dois se despediram. Adrian olhava para trás dentro do carro porém Pérola foi-se. Foi o tempo dos dois onde cada um voltou para seu local onde a vida seguiria. ~~~~☆~~~ JJr.
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@jjr há 1 ano
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Haras, Sexo & Sedução. (Parte II) ~~~☆~~~ ... | Puro sangue | Arredia | Ela transpira | | Sexo e Tesão | | Seguro tua cintura | Força e aperto | Ela treme | | Arranco-lhe um beijo | Invado-a com minha língua | Sedento por teu prazer | | Seguro tua crina | Bela e brilhante | Petróleo | | Domo-a | Ela roça em mim | Esguia e desejosa | | Me empurra | Caio na cama | Feno | | Arranca minha fivela | Meu membro quente | Pula e lateja | | Silhueta envolta | Língua circula | Gemo | | O Tesão é quase uma dor | Ereto, latejando | Órbitas loucas | | Monta em mim | Sim | Cavalga forte | | Sexo colado | Ela geme alto | Prazer pueril | | Pula no meu sexo | Força e sons | Da explosão | | Sacia-me | E ainda quer mais | Suga meus sêmen | | Puro sangue | Valiosa | Gosa | | Com meus dedos | entre suas pernas | Exaustos | ... Continua...
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@jjr há 1 ano
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Haras, Sexo & Sedução. (Parte I) ~~~~~~☆~~~~~ Um amor de ginásio, quem nunca teve? Até mesmo pela professora(or). Aquela paixão platônica que a gente esconde no fundo da alma? Pois é, os dois se amavam, mas nunca se declararam um ao outro. Adrian & Pérola. Adrian era muito tímido com seus cabelos longos desgrenhados, porém muito brilhantes e isto chamava a atenção de Pérola que tinha um círculo de amigas "descoladas" no ginásio. Pérola sentava na frente da sala enquanto Adrian ficava no fundo isolado. Ele não era triste como aquelas pessoas soturnas, pelo contrário ele até conversava com os outros meninos mas preferia a solidão do intervalo. Pérola amavava-o deste jeito, mas era um amor escondido, daqueles que doem no peito por medo do que os outros vão achar. Acho que é na época da pré-adolescência que a gente mais liga para o que os outros falam e pensam de nós. E assim foi, passaram-se anos, séries e os dois finalmente se separaram mesmo não estando juntos. Até que o destino resolveu fazer as coisas mudarem entre os dois. Lá estavam eles. No aeroporto de Marília frente a frente, onde aquela paixão reviveu sublime como era antes... Maduros. Os dois em suas férias na cidade natal. Cumprimentaram-se e ao tocar dos lábios de Adrian no rosto de Pérola ela estremeceu e Adrian sentiu o calor que invadia os dois. Reviveram muitas lembranças do colegial naquele exato momento. Depois de conversarem um pouco trocaram telefones. Cada um partiu para seu caminho com aquele sentimento saudosista de amor pairando no ar. Passaram a semana cada um com seus familiares e a noite retornava aquela lembrança. Adrian resolveu ligar para Pérola na sexta a noite. Pérola estava em um haras de sua família e logo convidou Adrian para visitá-la com os sentimentos a flor da pele. Aquele amor renascia. Um sentimento a tanto reprimido pela vida. Decidiu que aproveitaria o momento da melhor maneira possível pois no outro dia voltaria a sua vida normal no Rio de Janeiro. Passariam o sábado juntos no haras aproveitando o dia e passeando a cavalo pelo local que era muito lindo e tinha até um lago com muitos peixes. A noite passou lenta em pensamentos para os dois. Adrian que morava em Minas mas voltará para ver a família não conseguia se conter de tanta excitação e dormiu bem pouco. Combinaram de encontrarem-se na porteira do haras e Adrian chegou logo cedo com um motorista de aplicativo que o deixou lá, porém Pérola já o esperava. Na hora do reencontro os olhos brilhavam em ambos e Adrian colocou sua mão sob a cintura de Pérola levemente e a beijou no rosto acendendo uma chama louca nos dois. O tempo estava nublado e a previsão era de tempestade porém nenhum dos dois se importou. Passaram o dia próximo do lago fazendo um piquenique e conversando dentre olhares de desejo e abrindo-se um para o outro a respeito de seus sentimentos. Durante a tarde andaram a cavalo até que o temporal veio. Correram para as cocheiras que estavam vazias já molhados onde o vestido florido de Pérola colou-se ao corpo e Adrian sentiu um desejo entorpecente e a agarrou. Ela não se desvenciliou, pelo contrário, apertou-o firme a seu corpo e sentiu seu membro latejando de desejo. Logo começou a dança... Continua...
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@edsonbas há 1 ano
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O faroleiro (Nanoconto) Era só o facho de luz o que se avistava e o que avisava, ao longe, enquanto girava na escuridão, a quem vinha e trazia as coisas novas, que ali estava, ilhado, um coração. Desde o dia em que ele se apagou, para nunca mais voltar a acender, só restou a escuridão das coisas velhas que já estavam ali guardadas, na alma, e que ficariam enterradas para sempre na memória de quem ficou.
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@tibianchini há 1 ano
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Sonho de Maio Poemas Antigos 007 (Mas acho que perdi a conta...) (E nem percebi que, sim, estamos em maio... mas esse maio é mais antigo) **Sonho de Maio** Um dia me verás com os olhos d'água transbordando de tristeza minha mágoa, pra que jamais ela volte a me assustar; e neste dia, calmo e delirante, terás em mim o seu melhor amante, o seu amado, o seu amigo; o homem certo pra te amar. Sim; me terás inteiro em tua fina e perfumada pele de menina onde a saudade já não existe mais; ora, que se hoje de saudades canto, amanhã enxugarei teu pranto, pra que não voltes a chorar jamais. Tola sina, vaga de certeza; se não encontro hoje em tua frieza um só motivo que me faça desistir de afagar os teus cabelos morenos, e me ajoelhar ante os pés pequenos; o que me resta apenas é prosseguir a clamar pelo amor que eu sei que existe, e se hoje, ao dizer não, me deixas triste, não me entristece mais porque te adoro; e diante de tão fútil negação perceberás que não adianta dizer não se mesmo sabes que dentro de ti 'inda moro. Talvez por isso seja eu tão renitente em alcançar de alguma forma o beijo ardente que dos teus lábios me parecem seduzir; para que mesmo depois de o Sol se pôr possa provar com carinho o teu sabor, e que a doçura em mim possa refletir o teu olhar, que por mim irá brilhar, e mais e mais, quando em meus olhos se inspirar. E que a Lua, nesta madrugada quente, venha roubar desta tua luz maravilhosa com reverência, pra que brilhe, majestosa, iluminando o nosso céu eternamente. E se, por ora, idolatrando-te destarte, Lhe paire a dúvida de que sempre irei amar-te, não cegue os olhos com injúria tão cruel: apenas deixe transparecer na retina que és minha musa, minha inspiração divina; és minha aura; és minh'alma; és meu céu.
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@JuNaiane · há 1 ano
Eu, que sou romântica, li com os olhos brilhando e a alma suspirando. Se você pudesse ver... Adoro sua escrita ❤️
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Voz Autor: Alexandre Herculano Lançamento: Publicado originalmente em 1857 Em A Voz, Alexandre Herculano apresenta um texto breve e carregado de simbolismo, em que uma misteriosa voz surge como chamada à consciência e à verdade. Com tom alegórico e espiritual, a narrativa convida à introspecção e questiona os rumos da humanidade diante do sofrimento e da injustiça. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Vitória e a Piedade Autor: Alexandre Herculano Lançamento: Publicado originalmente em 1857 Em A Vitória e a Piedade, Alexandre Herculano aborda os horrores da guerra e a necessidade de compaixão diante da violência. Com tom reflexivo e crítico, o texto contrapõe a glória militar à misericórdia cristã, defendendo a piedade como valor essencial mesmo em tempos de conflito. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Tempestade Autor: Alexandre Herculano Lançamento: Publicado originalmente em Lendas e Narrativas (1851) Em A Tempestade, Alexandre Herculano constrói uma narrativa intensa que entrelaça elementos naturais e emocionais. A violência da tempestade espelha os conflitos internos das personagens, revelando medos, arrependimentos e dilemas morais. Com forte carga simbólica, o conto reflete sobre destino, fé e redenção. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Semana Santa Autor: Alexandre Herculano Lançamento: Publicado originalmente em 1857 Em A Semana Santa, Alexandre Herculano reflete sobre o significado espiritual e social da celebração cristã. Com tom introspectivo e crítico, o autor aborda a hipocrisia de certos rituais religiosos, contrapondo a verdadeira fé ao formalismo vazio, num texto que convida à meditação e à autenticidade espiritual. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Morte do Lidador Autor: Alexandre Herculano Lançamento: Publicado originalmente em Lendas e Narrativas (1851) Em A Morte do Lidador, Alexandre Herculano narra com heroísmo e emoção os últimos momentos de Geraldo Sem Pavor, um lendário cavaleiro português. A história celebra o espírito de bravura e sacrifício durante a luta contra os mouros, destacando os valores da honra, da coragem e da pátria. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Harpa do Crente Autor: Alexandre Herculano Lançamento: Publicado originalmente em 1838 A Harpa do Crente é uma coletânea poética em que Alexandre Herculano expressa sua fé cristã e seus ideais liberais. Os poemas mesclam religiosidade, patriotismo e sentimentos pessoais, refletindo a visão de um autor profundamente ligado à espiritualidade e às lutas políticas de seu tempo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Dama do Pé-de-Cabra Autor: Alexandre Herculano Lançamento: Publicado originalmente em Lendas e Narrativas (1851) Em A Dama do Pé-de-Cabra, Alexandre Herculano recria uma antiga lenda medieval portuguesa, mesclando elementos fantásticos com crítica moral e religiosa. A história de amor entre um cavaleiro cristão e uma mulher misteriosa revela tensões entre o sagrado e o profano, a fé e o desejo, num conto marcado pelo mistério e pelo simbolismo. #domíniopúblico #Clássicos
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@fksilvain há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Osratos</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/724'><strong>Os ratos</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro cujo enredo se passa majoritariamente durante um único dia.<br /> <br /> Lembro do clima angustiante desde livro que li antes de entrar na faculdade. Não esqueci que a trama se passa em um dia.<br /> <br /> #Desafio365Livros</p>
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@eduliguori há 1 ano
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Hoje eu vou beber até morrer da saudade de amar lá na baixa da ladeira tem o jardim mas não é o fim é só um lugar para parar e depois recomeçar Edu Liguori
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Olga Savary (1933–2020). Olga Savary (1933–2020) foi uma das mais importantes vozes da poesia brasileira contemporânea. Poeta, tradutora, jornalista e ensaísta, destacou-se por sua escrita sensível e ousada, especialmente ao abordar temas como erotismo, natureza e identidade feminina. Coração subterrâneo: <a href="https://www.literunico.com.br/books/697">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritorc

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