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Olá meu caro leitor (a), esse é o spoiler do cap 7.5, é um capítulo bônus.
Disponível apenas na versão paga.
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A pista recebeu minha energia toda. Dudu e meu irmão me vigiavam de cima do palco. Se queriam um show, teriam um. Terminei mais um copo.
— Posso deixar aqui, rapazes? — Perguntei, e os meninos responderam em uníssono: "Fica à vontade, princesa". Pisquei o olho para o loirinho e voltei pro meio da pista.
Lá de cima, atrás da bateria, Caio me fuzilava vendo vermelho. Se ele achava que porque eu me vestia assim e estava sexy era "querer dar", ia mostrar como era uma mulher querendo dar. Prendi o cabelo num coque e mexi o corpo no ritmo da música. Em minutos, senti um toque na mão.
Mal virei o rosto: lá estava o loiro da mesa, próximo demais. Caio, no palco, apontou a baqueta na minha direção, mexendo os lábios devagar: "Para com essa porra!". Sorri e respondi da mesma forma: "Vim pra dar hoje!" e pisquei o olho pro meu irmão. Tinha uma missão. Virei para o loirinho, que colou a boca no meu ouvido.
— Oi, princesa.
— Oi.
— Aceita uma bebida?
Essa generosidade tinha cara de cilada.
— Aceito — Alcancei a cerveja que ele bebia.
— Ei!! Mas essa era minha, ia comprar uma pra você. — o loirinho interrompeu. Virei tudo de uma vez.
— Obrigada, amor, ela é suficiente. — Limpei os lábios com os dedos, evitando que as gotinhas saíssem do gole entusiasmado. Sorri. Dei um beijo de estalinho na boca do loirinho.
Sem reação, não esperava que eu desse um perdido nele. Assim que as mãos vieram em busca da minha cintura, parti para o meio da multidão, deixando-o parado.
Voltei pra área VIP, onde Ingrid balançava a cabeça em reprovação. Do outro lado, no bar, Fred estava atento. Pisquei, fiz sinal pra mais uma daquelas.
— Pirua, o que pensa que está fazendo? — Ingrid me repreendeu.
— Irritando meu irmão.
Não era óbvio?
Depois daquele ataque machista, merecia um troco. As coisas entre nós funcionavam assim: Aqui se faz, aqui se paga!
— Pra quê?
— Pra que ele veja que meu corpo não é propriedade dele. E que não vou abaixar a cabeça quando ele resolver me tratar desse jeito todas as vezes que desaprovar minhas roupas.
— Não acha que está exagerando?
— Não. — A deixei falando sozinha. Fred, do outro lado, preparava minha salvação.
— Epa... Epa!! Dessa vez o beijo primeiro. — Falou, segurando o copo e me impedindo de pegá-lo.
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