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#Desafio365Livros
Dia 49
Comente na Biblioteca em uma obra em que o autor, por meio da linguagem, enfrenta as amarras de seu tempo, transformando dor e exclusão em transcendência lírica.
(Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil)
#Desafio365postagens
Dia 187
A Poesia Interminável
O silêncio imposto
não silenciou a voz.
A palavra ferida,
na cor de um poeta,
sangrou beleza.
Novo verso, um punhal.
Fim de estrofe, exílio e fogo.
Romper os portões de um século
com os dedos queimados de injustiça
de uma alma que recusava o esquecimento.
O que se tocava virava neblina.
O que o mundo lhe negava,
Se devolvia em ouro e sombra.
Porque há dores que só a poesia
consegue dizer sem morrer.
Eder B. Jr.
Indicação do @literunico
João da Cruz e Sousa
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Dia 49
Comente na Biblioteca em uma obra em que o autor, por meio da linguagem, enfrenta as amarras de seu tempo, transformando dor e exclusão em transcendência lírica.
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Dia 187
A Poesia Interminável
O silêncio imposto
não silenciou a voz.
A palavra ferida,
na cor de um poeta,
sangrou beleza.
Novo verso, um punhal.
Fim de estrofe, exílio e fogo.
Romper os portões de um século
com os dedos queimados de injustiça
de uma alma que recusava o esquecimento.
O que se tocava virava neblina.
O que o mundo lhe negava,
Se devolvia em ouro e sombra.
Porque há dores que só a poesia
consegue dizer sem morrer.
Eder B. Jr.
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João da Cruz e Sousa
#APoesiaIntermináveldeCruzeSousa
Status da Leitura: Iniciando Leitura
Detalhes do Livro: A Poesia Interminável de Cruz e Sousa
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