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#link365temaslivros

Postagens públicas e visíveis que usam esta marca. Boa para capítulos, diários de criação, séries e publicações em andamento.
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@carlommarcello há 1 ano
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#Desafio dos 365 dias, dia 07: O Gran-Ducado de Chiaro já foi uma região formada por vários estados independentes. Sob ataques contantes dos povo Volsungue e de Dotsk, os herói Lupo e Leone conseguiram unificar a nação. Séculos depois, sua posição central no mundo a tornou uma grande potência comercial e um país que abriga muitos povos. Andando pelas ruas de cidades grandes como Solime, Ravina, Porto Verde ou Ner'acqua não é difícil encontrar gente de todas as raças e muitas etnias. Isso não quer dizer que o país é um mar de rosas. Várias organizações criminosas lutam pelo controle informal do país, as mais fortes sendo a Cozinha e a Mandrágora. Esse país atrai muitos aventureiros atrás de tesouros esquecidos e segredos antigos. #Link365TemasLivros
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 9 - Comente sobre um livro de conteúdo filosófico. #Link365TemasLivros Não sou chegada a livros filosóficos. Sou um pouco tosca para coisas tão elevadas. Mas acho que "Fernão Capelo Gaivota" é um livro que li que no qual acho um certo teor filosófico. Tendo como protagonista uma gaivota mesmo (adoro livros com personagens animais), a novela faz questionar por que nos contentamos com menos do que a vida oferece, quando temos capacidades que poderiam nos levar além, se fossem bem desenvolvidas. Enfim, é esse tipo de reflexão que me agrada em livros.
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@fksilvain há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 8: Fale sobre um livro infantojuvenil marcante Lendo o que escrevo, vocês podem ter uma ideia do que eu já li na minha vida. Sim, sou romantiquinha. Na minha adolescência, na primeira Feira do Livro de Porto Alegre que fui (acho que eu tinha 11 anos e que era a 42ª), meu pai me deu esse livro. Misturando romance de amor com poesia e suspense, "A marca de uma lágrima" me conquistou. Li diversas vezes (já era obcecada na época, essa é uma mania que tenho). Eu era uma guria estranha entre meus colegas, a maioria não gostava de ler e mesmo minhas amigas liam pouco. Mas esse livro foi emprestado a muitas delas, andou de mão em mão, era sucesso absoluto e quando consegui recuperá-lo estava em estado de miséria, com a lombada toda desgraçada, bem sovado. Apesar do ódio contido, aceitei meu livro querido de volta como um soldado que voltou da guerra condecorado por sua bravura. Ele conta a história de Isabel, uma adolescente que, como muitas , se acha feia. Ela escreve poesia e se apaixona pelo primo, Cristiano, que está apaixonado pela amiga linda dela, Rosana. Então a amiga pede que ela escreva para o amado, se passando por ela, porque ela não é boa com essas coisas. Isabel sofre com a imagem, sofre com o amor não correspondido, sofre com ciúme e inveja da amiga. E além de todo esse chororô, regado a muitos poemas, ocorre um assassinato na escola onde se desenrola o drama todo. Aí que entra o suspense, porque Isabel estava escondida no laboratório chorando e acabou sendo testemunha quando o assassino pegou veneno lá para matar a diretora. Enfim, gosto muito do livro até hoje e sempre que posso recomendo para meus alunos. #Link365TemasLivros
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@carlajaia · há 1 ano
Eu amo esse livro e também me identificava muito com a Isabel
@sylvviarubra · há 1 ano
Menina, também li na adolescência 😍
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros: Fale sobre um livro infanto-juvenil marcante. O Diário de Lúcia Helena de Álvaro Cardoso Gomes. Minha mãe sempre comprou livros para mim naqueles lugares nomeados de “pechincha” hoje conhecido como brechó. Não que tenha mudando alguma coisa, continuo comprado meus livros em brechó e sebos, mas esse livro em questão encontrei em um desses lugares. A ideia da minha mãe era que eu aprendesse melhor o português, sempre tive muita dificuldade com a matéria, e piorou pelo o fato de eu não falar tanto. Como poderia aprender palavras novas? Como conversar com outras pessoas? Foi então que ela passou a comprar livros que eu me interessava no brechó e a história de Lúcia Helena chegou em minhas mãos. Cheguei a ler esse livro várias e várias vezes, mas se me perguntar hoje se lembro da história vou dizer que não, faz muito tempo que não leio. E com os anos passando encontrei a história de Beto, o par romântico de Lúcia Helena, então para mim era um máximo poderia reler ambas as visões, o diário e depois a visão dele. Foi quando descobri em 2024 que não eram apenas dois livros, a minha sorte que esses livros guardo até hoje e frequento ainda brechó procurando livros e encontrei os que estavam faltando. De vários livros que li, esse foi um dos primeiros que me fez querer escrever histórias. Claro que os que já contei me ajudaram, mas esse foi um do ponto pé inicial, onde tudo começou.
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@sylvviarubra · há 1 ano
Eu lembro que eu amava esse livro na adolescência,!
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros: Fale sobre uma biografia marcante Poderia dizer que é Eu sou Malala, ou outra biografia marcante, mas não o li, e até o momento, o único que li foi feito por fãs e não tenho nada a declarar pela falta de informação na biografia. Quem sabe até o final desse ano consiga ter lido alguma biografia?
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 7- Fale sobre uma biografia marcante Uma biografia que li e da qual gostei muito foi a da Elis Regina. Sou fã dessa cantora, uma das poucas que podemos chamar de intérprete na música brasileira, por encarnar o eu-lírico das canções que canta ao ponto de chorar (Atrás da porta, por exemplo, é emocionante de vê-la cantar). Além da história de vida e da carreira dela em geral, achei muito legal saber sobre a amizade dela com a Rita Lee e descobrir que ela também compunha, mas nunca teve coragem de mostrar suas composições, que costumava jogar fora. Grande perda para nossa música, para nossa cultura. #Link365TemasLivros
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@sylvviarubra · há 1 ano
nesse desafio, eu percebi que nunca li uma biografia! 😂
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros: Qual livro, na sua opinião, teve a melhor adaptação cinematográfica? Antes de responder à pergunta gostaria de pontuar algumas coisas que sempre gera uma disclusão muito grande entre os leitores quando vão ver um filme ou uma série. Um filme inspirado em um livro, por exemplo, passa longe da história contada pelo escritor. Digamos que é basicamente uma fanfic do livro, o rotarista pegou a ideia e criou uma nova história, tipico daqueles filmes que vemos de 2000 "nossa é muito parecido com tal filme" Um filme baseado em um livro, não tenta de forma alguma ser fiel à obra original. Como o próprio nome diz, apenas a base do roteiro faz referência a sua origem, mas, no geral, é algo novo. Desse modo, as personagens, locais e histórias podem não ser os mesmos. Seria o tipo de filme que deixa os fãs de livros muito irritados quando veem a história diferente, vimos presente no filme Perdida, que muitos leitores ficaram revoltados no X. E claro, não podemos esquecer um dos exemplos a série Bridgerton que a cada temporada é uma enxurrada de surto no X. A adaptação é aquela que chega mais perto do produto original, mas não de forma completa. Adaptar significa que o roteirista vai contar a mesma história, só que em uma mídia diferente. Isso não implica que todos os elementos do livro esteja no filme, pois, muitas coisas devem ser adaptadas para que se encaixe no modelo do produto final. Sabe quando você assiste a um filme adaptado de um livro pensa “não colocaram aquela parte da história no filme”. Lembrando que colocam muitas vezes até piadas e referências do que está acontecendo hoje, para deixar o público do sofá mais imerso a história, justamente porque o público alvo são esses. Mas é o mais próximo do livro, porque não tem como caber tudo em 1h30 a 3h de filme algo que a leitura acaba sendo em torno de 1 dia a 30 dias, exceto caso seja uma série, isso vemos claramente que na adaptação de GOT foi espetacular (claro que precisou mudar algumas coisas por conta dos spoliers que os leitores ficaram dando para a turma do sofá, aí ficou complicado continuar sendo fiel). Agora respondendo à pergunta, com base que li o livro até o livro 4, posso dizer que foi Harry Potter, não li Senhor dor Aneis, O Grande Gatsby, Poderoso Chefão ou outros clássicos como Emma para mudar a ideia. Harry Potter, na minha opinião, foi mais certeiro, ele acompanhou mais a época dos atores, e temos parques e os autores tentam sair do personagem até hoje.
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@carlommarcello há 1 ano
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#Desafio dos 365 dias, dia 04: O mar tem um jeito de fazer a gente fantasiar, né? Se o sol está mostrando as caras, a areia se transforma em um longo deserto, cheio de dunas escaldantes e caravanas com tesouros e especiarias. Se o tempo está fechado, o mar se torna uma tempestade onde navios piratas batalham contra uma maré impiedosa. Quantos casais se apaixonaram nessa praia? Quantas juras de amor? Quantos pedidos aos deuses pelo fim após um coração partido? Essas ondas vêem e vão e viram muito mais histórias do que eu serei capaz de ler em toda minha vida. #Link365TemasLivros
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 5 - Cite um livro do seu autor favorito. Como você definiria o motivo de ser seu autor favorito e porque escolheu esse livro dentre os que ele já escreveu? #Link365TemasLivros Já citei aqui que meu autor favorito de todos os tempos é o Érico Veríssimo, meu conterrâneo. Também já citei o meu livro favorito, que, na verdade, é uma série, O tempo e o vento. Então vou citar o primeiro livro dele que eu li: Clarissa. Escolhi porque acho uma história cheia de um lirismo juvenil, uma leveza, uma suavidade... Clarissa merece esse nome, assim como a sequência Música ao longe e a próxima, Saga. Não me lembro detalhes da história, porque li há mais de 25 anos, me lembro mais da sensação gostosa que senti ao ler esse livro. Quanto ao motivo de ele ser meu autor favorito, vou explicar de uma forma que me veio à mente há muitos anos atrás. Quando eu leio a escrita do Érico, é como se eu estivesse lendo meus próprios pensamentos. Ele escreve no mesmo ritmo que eu penso. Me sinto em casa lendo seus livros. E como foram escritos muito antes do meu nascimento, também viajo no tempo quando os leio.
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Não tenho autor ou autora favoritos, mas sim obras favoritas que são inspiração para os meus escritos. Por exemplo, a minha obra de ficção publicada “Quatro Destinos” é inspirada em duas obras distantes historicamente: “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente original do século XVI e “Noite na Taverna” de Álvares de Azevedo. Detalhe: a obra se passa na atualidade, apesar de ter um toque realismo fantástico.
@carlajaia · há 1 ano
Quero ler mais dele. Só li Olhai os lírios do campo
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros : Cite um livro do seu autor favorito. Como você definiria o motivo de ser seu autor favorito e porque escolheu esse livro dentre os que ele já escreveu? Para ser sincera não sei como responder essa pergunta, nunca fui fã de algum famoso, seja cantor, ator, muito menos autor… Poderia citar Nicholas Sparks, Agatha Christie e John Green, por ter me fascinando com as ideias de histórias deles com romances, dramas e mistérios, imaginando que eu poderia ter o mesmo sucesso, alcançar um público grande a ponto de ter filmes. Entretanto, não tenho nenhum livro favorito entre eles. Ou um deles para escolher, mas foram eles que deram uma base para esses gêneros que sempre estão presentes nas minhas histórias. Nicholas Sparks com seus romances contemporâneos, impossíveis, cheio de dramas que faz a leitora suspirar e torcer para tudo da certo. Com um final até bem tristes, mas com uma história linda de amor e superação. Agatha Christie com seus mistérios, demorei para tomar coragem de ler seus livros. Mas com eles vi como é entregue as pistas, e cada características dos personagens sem depender do romance. John Green o drama adolescente? Apesar de quase não escrever young adult, a profundidade que ele coloca na história vai muito além do drama adolescente que muitos autores colocam. E para deixar claro, não sou fã de nenhum deles. Mas.... O Assassinato de Roger Ackroyd, A culpa das estrelas e Um amor para recordar, foram bastante importante para ter uma base dos gêneros para que hoje eu pudesse escrever minhas histórias. E não leria de novo não, nem são meus livros favoritos ou autores favoritos.
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@Baennfox · há 1 ano
Desde que me lembro, sempre fui apaixonada por filmes e livros de suspense e terror. Adoro a sensação de não saber o que está por vir, aquele misto de expectativa e surpresa. Quanto maior o plot twist, melhor! Era como uma explosão de adrenalina e dopamina toda vez que uma reviravolta inesperada me pegava desprevenida. Hoje, no entanto, essa experiência se tornou mais rara. Talvez seja porque fiquei mais velha ou, mais provavelmente, porque não é possível criar infinitos plot twists sem que acabem se tornando previsíveis rs. Afinal, com o tempo, nossa habilidade de antecipar o que vem pela frente melhora. Lembro-me especialmente de um livro que marcou minha adolescência. Eu tinha uns 15 ou 16 anos quando o encontrei em um brechó. Era uma edição antiga, de 1980, com páginas amareladas e uma dedicatória escrita na capa. O nome é "A Intrusa" de Brooke Leimas. Não me recordo de todos os detalhes da história, mas jamais esqueci as sensações que ela me causou. Cada descoberta me dava calafrios, e o suspense me mantinha completamente envolvida. O plot twist, então, foi inesquecível. Ah, como eu gostaria de ler esse livro novamente pela primeira vez! Talvez eu esteja romantizando um pouco. Pode ser que por ser nova e minha ingenuidade tenham amplificado o impacto, mas sempre que penso em uma história que realmente me impressionou, A Intrusa é a primeira que vem à mente. Depois desse livro, fui atrás de outras obras do mesmo autor. Gostei de todas, mas nenhuma conseguiu causar o mesmo impacto. É curioso como algumas histórias, lidas no momento certo, deixam marcas que permanecem por anos. Embora nunca tenha sido uma pessoa de escolher favoritos, se tivesse que eleger um único livro para carregar comigo e guardar para o resto da vida, seria esse. Não apenas pela história em si, mas pelas emoções que despertou em mim na época e pela nostalgia que ainda sinto ao lembrar dele. Até hoje, não tive coragem de reler, com medo de alterar essas lembranças.
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 5 - Cite um livro do seu autor favorito. Como você definiria o motivo de ser seu autor favorito e porque escolheu esse livro dentre os que ele já escreveu? #Link365TemasLivros
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros : Você já leu algum livro mais de uma vez que te fez ter uma visão diferente da história ou do conceito? Como foi? A saga Crepúsculo vai aparecer por aqui em várias respostas? Pelo visto, sim, ela fez parte de uma era para mim. Não por causa dos filmes em si, os filmes assisti mais de uma vez é claro. Entretanto, os livros, quantas vezes eu li antes de ler Amanhecer? Isso que não li ainda o “Sol da meia-noite”, estou aceitando o livro de presente se quer saber. A resposta para esta pergunta poderia ser fácil, mas a saga não é apenas um livro e quando li a primeira vez Lua Nova eu fiquei tão imersa na história que não conseguia ver o quão profundo era, apenas me identificava com uma adolescente que perdeu o grande amor dela. E quando reli fiquei julgando ela varias e várias vezes por ser tão fraca, tosca e depressiva, sem entender absolutamente nada do porquê tinha aquelas páginas em branco. Que sentindo tinha? E quando reli em 2020, finalmente com o meu box completo na mão e uma pandemia batendo na porta, quer dizer… fechando as portas. Finalmente reli e consegui ver quão profundo é a personagem Bella Swan, e as paginas em branco passou a ter significado, e não chorei porque ela perdeu o grande amor dela, por ele ter deixado, mas o sentimento que você passa a entender. Na época que lançou fiquei encanada com o Jacob e não conseguia entender porque ela não dava chance para ele, e com a última leitura, depois de vários anos depois do lançamento e uma bagagem enorme, passei a ter outra visão daquele personagem… E o resto você já sabe. E vou te contar, o filme não ajudou muito, a Bella dos livros é bem mais profunda e só para quem leu consegue entender do que estou falando.
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@fksilvain há 1 ano
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4 - Você já leu algum livro mais de uma vez que te fez ter uma visão diferente da história ou do conceito? Como foi? #Link365TemasLivros Hoje não vou conseguir responder (exatamente) à pergunta. Li muitos livros mais de uma vez e não queria repetir meu livro favorito, mas não lembro bem de ter mudado a visão da história depois da releitura. Quase sempre eu reli pra fruir mais um pouco daquela sensação que a narrativa oferece. E, como pretendo usar todas as oportunidades de indicar os colegas independentes aqui no #desafio, escolho "Amor de Alma", da Júlia Máximo, como o livro que li mais de uma vez. Ele é o terceiro da trilogia Amor? , que começa com "Amor de adolescente?" e segue com "Amor de quê?". Dos três é disparado o livro que eu mais gosto. A série conta a história de um casal que se apaixona ainda na adolescência e que segue pela juventude em direção à vida adulta. Acho que não reli o livro todinho, mas as partes que gostei mais fiquei relendo vezes sem fim. Clara e João têm uma química e uma história tão gostosinhas! ❤️ Me irritei um pouco com ele no livro 2, mas no 3 ele se redime. Sugiro que confiram: Amor de Alma? (Amor? Livro 3) https://a.co/d/2LbuIQE
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 4 - Você já leu algum livro mais de uma vez que te fez ter uma visão diferente da história ou do conceito? Como foi? #Link365TemasLivros
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@yolanda187 há 1 ano
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#desafio 365 dias - 003 #Link365TemasLivros Em nosso terceiro dia temos: Qual livro você já leu mais de uma vez? Por qual motivo? Não sou uma leitora que costuma repetir histórias, pois o sentimento de ler pela primeira vez é tão inédito que não gosto de estragá-lo lendo o livro novamente. Então para essa questão a resposta é um livro acadêmico, um que li mais de uma vez pois precisava entregar um trabalho e não porque quis. O livro é Iracema, José de Alencar, fico em uma revolta sem fim por tudo o que aconteceu a nossa protagonista.
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