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cassescreve 23/11/2025 A Luciana apagou tudo do Threads e até mesmo do Instagram, ficou famosa mas preferiu o anonimato mas não ficamos sabedo o que o dito cujo do Wanderson fez para ela. Mas não me aguento, vou acabar criando uma fanfic desse fato! 13 10
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Só uma colher de chá dos 50 primeiros capítulos de CDSCCB por um precinho para os meus assinantes.
A história ainda está muito longe de acabar, além de muitas revelações a partir do capítulo 50. Sem contar que vem com os primeiros 50 capítulos deixei com algumas ilustrações bem quentes +18 para quem adquirir.
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Sinopse: Victor Calderón, um bilionário implacável que não acredita no amor, está à beira de fechar o maior contrato de sua carreira, mas para isso, precisa de algo que nunca desejou: um casamento. Quando Clara Martins, sua doce e dedicada assistente, surge como a candidata ideal para um contrato de casamento por conveniência, a princípio, ambos veem isso como uma solução simples. Clara, lutando para salvar a clínica da família da falência, aceita a proposta, sem saber os segredos sombrios que Victor esconde.Enquanto os dois vivem uma intensa jornada de negócios e atração, Clara descobre um lado vulnerável e escondido de Victor que abala todas as suas certezas. Conforme os sentimentos começam a surgir, o contrato se torna uma linha tênue entre a conveniência e o desejo. No entanto, o passado obscuro de Victor ameaça destruir tudo, e segredos que ele enterrou profundamente vêm à tona, testando o amor nascente entre os dois
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✨ Representatividade ou fetichização no M/M? Não importa quem escreve, mas como escreve. Personagens LGBTQIAPN+ devem ter vida própria, escolhas, camadas e contexto — a sexualidade é parte da história, não a história inteira. Criar com pesquisa, escuta e verossimilhança transforma desejo e diferença em literatura plural e responsável. ️
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Irei começar a publicar algumas coisas aqui para voltar a interagir, então aproveita esse post para comentar o que gostaria de ver.
Lembrando que só vai ver quem é assinante, então aproveite que esse é o momento para assinar.
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#Link365TemasLivros 187 uma obra em que o autor, por meio da linguagem, enfrenta as amarras de seu tempo, transformando dor e exclusão em transcendência lírica.
Entre a estrada e a estrela, de José Inácio Vieira de Melo. Nessa coletânea de poemas, o autor transforma a linguagem em um espaço de travessia, entre o que oprime e o que liberta, entre o que fere e o que canta.
A poesia de José Inácio não foge da dor, mas a atravessa com lirismo.
Ele escreve a partir de um lugar de deslocamento, de quem vive entre margens, geográficas, sociais, existenciais.
A linguagem é ao mesmo tempo abrigo e denúncia: formalmente bela, mas carregada de inquietação.
A busca por transcendência não é religiosa, mas profundamente humana — feita de memória, corpo e silêncio.
Como aponta o crítico Aleilton Fonseca, a obra constrói “a singularidade da busca de transcendência lírica empreendida pelo poeta” em um “entre-lugar da vida e da linguagem”, onde o sujeito poético não se acomoda, mas se reinventa em movimento.
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#Link365TemasLivros 186 um livro que encare a multiplicidade da identidade como um dilema e uma força criativa.
Se tem um livro que me pegou de surpresa — e me deixou pensando por dias — foi Tudo é Rio, da Carla Madeira. Eu já tinha ouvido falar, claro. Era difícil ignorar o burburinho: segundo lugar entre os mais vendidos, elogios por todos os lados, gente dizendo que queria reler assim que terminou. Mas só quando comecei a ler sobre ele com mais atenção é que entendi o porquê de tanto impacto.
A história gira em torno de Dalva, Venâncio e Lucy, três personagens que se entrelaçam num triângulo de amor, dor e desejo. Mas o que me chamou mesmo foi a forma como a autora escreve: com uma linguagem que flui como o próprio rio do título. Às vezes suave, quase poética; outras vezes brutal, cortante. E isso não é só estilo, é estrutura emocional.
A autora não idealiza ninguém. Ela mostra o humano em sua forma mais crua: o ciúme, a culpa, o arrependimento, o desejo que não se controla. E tudo isso sem cair no melodrama. Pelo contrário, tem uma contenção que só torna tudo mais intenso.
Depois de ler algumas resenhas, percebi que esse livro não é só sobre relações amorosas. É sobre o que nos move e nos destrói. Sobre o que a gente tenta esquecer, mas que volta como correnteza.
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