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Livro: Dadá
Autora: Auta de Souza
Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900)

No poema Dadá, Auta de Souza constrói uma homenagem cheia de doçura e lirismo a uma figura infantil ou juvenil, representando a afeição e a saudade através de versos delicados. A autora combina sua religiosidade e sua sensibilidade poética para criar uma atmosfera de ternura, típica de sua escrita marcada pelo sentimento e pela pureza.

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Livro: Crianças
Autora: Auta de Souza
Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900)

No poema Crianças, Auta de Souza celebra a pureza e a ternura da infância, traçando imagens delicadas que exaltam a inocência e a esperança renovadora que os pequenos representam. Com sua linguagem suave e espiritualizada, a autora aproxima a infância do sagrado, em consonância com a atmosfera lírica de sua obra.

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Livro: Crepúsculo
Autora: Auta de Souza
Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900)

Em Crepúsculo, Auta de Souza evoca o instante melancólico entre o dia e a noite como metáfora da transição, da saudade e da contemplação espiritual. A suavidade do entardecer reflete o tom lírico e introspectivo da autora, que transforma a natureza em espelho de sentimentos profundos e etéreos.

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Livro: Cores
Autora: Auta de Souza
Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900)

Em Cores, Auta de Souza pinta com palavras as emoções humanas e os matizes da alma. Através de uma poesia marcada pelo simbolismo e espiritualidade, ela transforma sentimentos em imagens cromáticas, revelando um universo sensível, onde as cores expressam tanto a beleza da vida quanto suas angústias mais profundas.

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Livro: Contrastes
Autora: Auta de Souza
Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900)

Contrastes revela a sensibilidade poética de Auta de Souza diante das dualidades da existência: luz e sombra, alegria e dor, fé e desalento. Com versos delicados e introspectivos, a autora costura imagens que expressam o conflito entre o mundo terreno e o anseio pelo divino. Uma joia do simbolismo poético brasileiro com toques místicos e emocionais.

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Livro: Consolo Supremo
Autora: Auta de Souza
Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900)

Consolo Supremo é um poema que reflete a fé profunda de Auta de Souza, marcada pela busca de paz e redenção na figura divina. Com um lirismo sereno, a autora transforma a dor em esperança, revelando o alento que encontra na espiritualidade. É um exemplo da poesia religiosa e intimista que permeia sua obra, tocando o leitor com doçura e profundidade.

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Livro: Clarisse
Autora: Auta de Souza
Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900)

Em Clarisse, Auta de Souza pinta com palavras o retrato de uma mulher etérea, talvez real, talvez idealizada. A poeta, com sua sensibilidade característica, costura imagens de pureza, beleza e espiritualidade, criando uma figura que transita entre o terreno e o celestial. É um poema breve, mas repleto de emoção e lirismo, típico da fase mística e intimista da autora.

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Livro: Ciúme
Autora: Auta de Souza
Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900)

Em Ciúme, Auta de Souza dá voz a um sentimento dolorosamente humano. Com versos delicados e ao mesmo tempo intensos, a poeta expõe o desconforto do amor que teme ser traído. É um poema que mistura doçura e inquietação, revelando como até os corações mais puros podem ser tocados pelo veneno da dúvida. Uma joia da lírica romântica brasileira.

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Livro: Chorando
Autor: Auta de Souza
Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900)

Em Chorando, Auta de Souza revela sua sensibilidade diante da dor humana. O poema carrega a musicalidade melancólica típica de sua escrita, expressando uma tristeza serena e resignada. Seus versos fluem como lágrimas, trazendo à tona temas como perda, saudade e a esperança de consolo espiritual. Uma obra que toca profundamente quem já enfrentou o luto ou a solidão.

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Livro: Celeste
Autor: Auta de Souza
Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900)

Celeste é um exemplo da poesia de alma e elevação espiritual que consagrou Auta de Souza. Neste poema, ela mescla o sagrado com o humano, pintando uma imagem etérea da figura feminina que dá nome ao texto. É uma celebração à pureza e à transcendência, permeada por imagens suaves e um tom contemplativo. Auta transforma dor e fé em beleza poética.

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