#Desafio 138
*Pura energia*
Sou energia
dentro do fio!
Uma força elétrica
direcionada.
Necessária,
luz que ilumina…
Corrente alternada
e contínua.
Contida,
controlada,
reprimida…
Sentida
em um arco
fotovoltaico.
Choque elétrico
que queima,
incendeia…
Uma explosão
de raios.
Correndo,
rápido por um fio,
como se fossem veias…
Veloz!
Na velocidade
da luz.
Ao acionar
um interruptor,
provocada
pelo pressionar
de um botão.
Fechamento
de circuitos!
Pura energia.
MarU
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Robson Luiz Fernandes Machado
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Mar.U
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#Desafio 139
*4:00 A.M*
Que horas são?
4:00 A.M
Desperto-me
rápida(mente)
No escuro
Saliente
Com saudades
De você
Nova(mente).
MarU
*4:00 A.M*
Que horas são?
4:00 A.M
Desperto-me
rápida(mente)
No escuro
Saliente
Com saudades
De você
Nova(mente).
MarU
#Desafio 136
*Ávidas Fantasias*
Linda noite ali caía!
Na melodia do sono,
alisando páginas,
cruzando pernas,
pensando em ávidas fantasias.
Sentia o calor surgindo,
o sono se indo…
Alimentando um desejo:
Não dormiu
a noite inteira!
MarU
*Ávidas Fantasias*
Linda noite ali caía!
Na melodia do sono,
alisando páginas,
cruzando pernas,
pensando em ávidas fantasias.
Sentia o calor surgindo,
o sono se indo…
Alimentando um desejo:
Não dormiu
a noite inteira!
MarU
Ela
é fogo, é afago,
é brisa e tempestade;
ela é mar, é maresia;
ela é prosa e poesia
Eu,
poeta
sem eira nem beira;
mas eu sempre me sinto inteira,
quando ela me chama de
"minha".
#desafio 365/134
é fogo, é afago,
é brisa e tempestade;
ela é mar, é maresia;
ela é prosa e poesia
Eu,
poeta
sem eira nem beira;
mas eu sempre me sinto inteira,
quando ela me chama de
"minha".
#desafio 365/134
#Desafio 137
❤️❤️
Língua na Curva
Flor se abre,
molhada.
Lua: cúmplice,
calada.
Sussurro rouco.
Minha sede
é tua dobra.
Tua pele
nunca foge.
No vão da perna,
minha boca
silencia,
arde,
implora.
Tua entrega
me devora.
Lençol no chão.
Tua sombra
me atravessa.
Cada gesto
uma promessa.
Meu peito arfa,
ritmo cru
dos teus dedos.
Minhas coxas,
teus segredos.
Tua carne pulsa.
Te penetro com a fala
e com a língua…
calas.
Teu gosto me guia.
Me afundo
até a espinha.
Sou fome
que te alinha.
Espasmo violento.
Chuva
arde em meu queixo.
Teu gozo
no meu beijo.
Me habitas inteira.
Teu prazer
me incendeia.
Sou vulva.
Fogo.
Fogueira.
Meu corpo é tua prova.
Tua boca
me conduz.
Sou mulher,
não peça:
me traduz!
Crs Ribeiro
❤️❤️
Língua na Curva
Flor se abre,
molhada.
Lua: cúmplice,
calada.
Sussurro rouco.
Minha sede
é tua dobra.
Tua pele
nunca foge.
No vão da perna,
minha boca
silencia,
arde,
implora.
Tua entrega
me devora.
Lençol no chão.
Tua sombra
me atravessa.
Cada gesto
uma promessa.
Meu peito arfa,
ritmo cru
dos teus dedos.
Minhas coxas,
teus segredos.
Tua carne pulsa.
Te penetro com a fala
e com a língua…
calas.
Teu gosto me guia.
Me afundo
até a espinha.
Sou fome
que te alinha.
Espasmo violento.
Chuva
arde em meu queixo.
Teu gozo
no meu beijo.
Me habitas inteira.
Teu prazer
me incendeia.
Sou vulva.
Fogo.
Fogueira.
Meu corpo é tua prova.
Tua boca
me conduz.
Sou mulher,
não peça:
me traduz!
Crs Ribeiro
#Desafio138
Feitiço
Silêncio:
expectativas desbotadas.
Lençol esquecido no varal
de um amor que não seca mais.
Fui temperança,
plantei paciência em terra rachada,
reguei com esperança:
engoliu-me o deserto.
O tempo não é santo,
não conserta,
não cura tudo.
O amor não basta.
Sozinho, cansa.
Fingi não ver.
Fingi não doer.
Fingi que esperar era amar.
Atriz do próprio abandono,
roteiro escrito à lápis,
alma gritando entre cenas.
A hora de cortar o nó
badalou dentro do peito.
Sem piedade.
Algo morreu.
Não te culpo,
nem me culpo mais.
A vida não é tribunal,
é estrada.
E eu sigo.
Nem sempre reta,
mas sempre minha.
Sou feitiço,
não súplica.
A minha escolha
sou Eu.
Mesmo depois da queda.
Ou talvez…
por causa dela.
Crs Ribeiro
Feitiço
Silêncio:
expectativas desbotadas.
Lençol esquecido no varal
de um amor que não seca mais.
Fui temperança,
plantei paciência em terra rachada,
reguei com esperança:
engoliu-me o deserto.
O tempo não é santo,
não conserta,
não cura tudo.
O amor não basta.
Sozinho, cansa.
Fingi não ver.
Fingi não doer.
Fingi que esperar era amar.
Atriz do próprio abandono,
roteiro escrito à lápis,
alma gritando entre cenas.
A hora de cortar o nó
badalou dentro do peito.
Sem piedade.
Algo morreu.
Não te culpo,
nem me culpo mais.
A vida não é tribunal,
é estrada.
E eu sigo.
Nem sempre reta,
mas sempre minha.
Sou feitiço,
não súplica.
A minha escolha
sou Eu.
Mesmo depois da queda.
Ou talvez…
por causa dela.
Crs Ribeiro
Sem tua mão, imagino seus dedos traçando os contornos da minha derme.
A maciez dos meus lábios.
E adentra, minha boca úmida, espalhando, sugando, como se fosse você.
Sem pressa, desliza o contorno do meu pescoço esguio,
Os dedos molhados
Espalhando saliva, até o bico dos túrgidos seios.
Picos rosados, arrepiados, arfantes.
A imaginação vai longe, num beliscar.
A outra mão brinca, abaixo do umbigo.
Fabricando desejos, nos meus pensamentos.
Desejos que molham e escorrem, por entre as pernas.
Que as mãos alcançam.
Os nervos tensos, que massageados, explodem orgasmos,
Múltiplos, suados.
Intensos, aproveitados.
Tudo isso com você na imaginação.
Eliz Leão
#
A maciez dos meus lábios.
E adentra, minha boca úmida, espalhando, sugando, como se fosse você.
Sem pressa, desliza o contorno do meu pescoço esguio,
Os dedos molhados
Espalhando saliva, até o bico dos túrgidos seios.
Picos rosados, arrepiados, arfantes.
A imaginação vai longe, num beliscar.
A outra mão brinca, abaixo do umbigo.
Fabricando desejos, nos meus pensamentos.
Desejos que molham e escorrem, por entre as pernas.
Que as mãos alcançam.
Os nervos tensos, que massageados, explodem orgasmos,
Múltiplos, suados.
Intensos, aproveitados.
Tudo isso com você na imaginação.
Eliz Leão
#
Mergulho em tua ausência,
Como uma fera sedenta.
Me desfaço, no regaço,
Inexistente do seu abraço.
Desmembro, a alma,
E aos pedaços, me embaraço,
Na tentativa de me refazer.
Sem mim mesma, caminhante, sussurro juras.
Traço orações, em papéis rasgados.
Peço.
Cansaço.
Ouço sons, que rastejam, sorrateiros
Por entre os dedos, das mãos, vazias, do toque das suas.
Como um fantasma, assombro minha tão sensível alma.
Eliz Leão
Como uma fera sedenta.
Me desfaço, no regaço,
Inexistente do seu abraço.
Desmembro, a alma,
E aos pedaços, me embaraço,
Na tentativa de me refazer.
Sem mim mesma, caminhante, sussurro juras.
Traço orações, em papéis rasgados.
Peço.
Cansaço.
Ouço sons, que rastejam, sorrateiros
Por entre os dedos, das mãos, vazias, do toque das suas.
Como um fantasma, assombro minha tão sensível alma.
Eliz Leão
*Amante in(sone)*
A noite,
na insônia
da madrugada,
é que meu pensamento
viaja…
E meu corpo,
como se te elegesse
“meu dono”,
reage, queimando
em brasa…
buscando
uma fagulha
de você.
Entregue
a pensamentos
indecentes…
desperto,
me sonhando
ardentemente
possuída
com sua fome
em fúria…
Na luxúria
dos desejos
que imagino
saciar
com você.
Te abraçando
com as pernas,
com as ancas
arqueadas,
preenchida
profundamente,
enquanto vigoroso,
você nos embala…
Nessa dança
ofegante,
comigo em você
agarrada,
me arrasta
na cama,
empurra
e não para…
não para…
Entre nossos
gemidos
e os rangidos
da cama,
fomos pegos
pelo cupido,
e este desejo
nos atingiu
como um tiro…
Que só será
resolvido
quando exauridos,
deixarmos
a libido
nos acabar
de prazer!
Quero ver
seu sorriso bobo
quando eu acabar
com você…
dentro de mim…
Enquanto te encaro
profundamente,
te devolvendo
um sorriso
grato
e sacana.
Me desfazendo
na cama,
ainda sentindo
você pulsar,
metido
e arfante,
desfeito
dessa sua
postura elegante.
Como amante…
e nada mais
além de nós.
In(sone),
vem me amar!
MarU
#
A noite,
na insônia
da madrugada,
é que meu pensamento
viaja…
E meu corpo,
como se te elegesse
“meu dono”,
reage, queimando
em brasa…
buscando
uma fagulha
de você.
Entregue
a pensamentos
indecentes…
desperto,
me sonhando
ardentemente
possuída
com sua fome
em fúria…
Na luxúria
dos desejos
que imagino
saciar
com você.
Te abraçando
com as pernas,
com as ancas
arqueadas,
preenchida
profundamente,
enquanto vigoroso,
você nos embala…
Nessa dança
ofegante,
comigo em você
agarrada,
me arrasta
na cama,
empurra
e não para…
não para…
Entre nossos
gemidos
e os rangidos
da cama,
fomos pegos
pelo cupido,
e este desejo
nos atingiu
como um tiro…
Que só será
resolvido
quando exauridos,
deixarmos
a libido
nos acabar
de prazer!
Quero ver
seu sorriso bobo
quando eu acabar
com você…
dentro de mim…
Enquanto te encaro
profundamente,
te devolvendo
um sorriso
grato
e sacana.
Me desfazendo
na cama,
ainda sentindo
você pulsar,
metido
e arfante,
desfeito
dessa sua
postura elegante.
Como amante…
e nada mais
além de nós.
In(sone),
vem me amar!
MarU
#
No meu jardim de amores,
você é a flor mais bela;
Rouba a cena
me colore,
me embriaga
de amor e perfume.
#desafio 365/125
você é a flor mais bela;
Rouba a cena
me colore,
me embriaga
de amor e perfume.
#desafio 365/125