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@aleituracria há 11 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Aloucuradomel</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/959'><strong>A loucura do mel</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -41/365 <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a narrativa aborda a morte como parte da juventude, obras em que a finitude se apresenta cedo demais.</p>
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@aleituracria há 11 meses
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<h5><span style='color: red;'>#AnnedeGreenGables</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/555'><strong>Anne de Green Gables</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -40/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a infância revela o que a maturidade esqueceu, obras em que a linguagem simples esconde uma complexidade emocional e filosófica que só o coração atento consegue ouvir.<br /> <br /> A Anne é muito sábia. São histórias que ensinam na simplicidade!</p>
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@aleituracria há 11 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Oabusodabeleza:Aestéticaeoconceitodearte</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/958'><strong>O abuso da beleza: A estética e o conceito de arte</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -39/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro que articule movimentos de ruptura estética, obras que pensam ou narram as transformações da linguagem literária diante das revoluções culturais, artísticas ou sociais.<br /> <br /> Esse livro fala sobre vários conceitos clássicos sobre o belo, e sobre como a ruptura na arte teve um papel importante.</p>
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Você sabia que "Ideias" é a mais nova ferramenta do site? Crie a sua Revista: https://www.literunico.com.br/ideas Me conta aqui nos comentários o que você achou dessa novidade! 👇
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@danielcaetano há 11 meses
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Durante a invasão da Fantasia no @literunico quero falar de um livro que li recentemente: "O Timbre Magista", de Cuca Nuñes, publicado pela Lendari, com 184 páginas. “‘O homem é um poço’, dizia Aara em tempos áureos. Se alguém olhasse para Sigard, o poço, e observasse a parte pedregosa acima do solo, onde se amarra o balde, veria um homem entediado, e esse homem diria que a razão disso é porque não se interessava por seres inferiores como aqueles que o rodeavam. Se olhasse um pouco mais fundo e tocasse a água com a ponta do dedinho, veria que, na verdade, ele tinha inveja de todos aqueles magos graduados por grandes instituições de ensino magista, quando o próprio fora expulso em seu primeiro ano de ensino. Agora, se você ultrapassasse os limites aquáticos e chegasse à terra úmida, no fundão do poço mesmo, e cavasse com uma colherzinha de iogurte, descobriria que Sigard não gostava dali porque, onde todos eram magos, ele era apenas mais um. ‘Que se dane, ele gosta dos holofotes!’, diria uma vozinha no insconsciente do homem”. Este é um pequeno trecho do quarto capítulo de O Timbre Magista, de Cuca Nuñes. Não é como o livro começa, mas, para mim, bem que poderia ser. Não é, porque não dá o tom exato do livro, que é bem mais leve e divertido, porém, ela me pegou tanto que, quando terminei este parágrafo, só conseguia me perguntar: “Po***, Cuca! Por que você parou?”. Este é o momento quando começamos a entender o protagonista de verdade. O autor prefere nos entregar aos poucos as nuances do personagem, e achei tão forte que decidi começar essa resenha por esta passagem. Pode-se inferir tanto sobre Sigard através deste trecho que ele quase não precisa de explicações. Sigard é vaidoso, ressentido e inseguro, até mesmo blasé — um poço de inseguraças. Cuca foi genial quando a escreveu. Com capítulos curtos e numerosos (são 45, no total), Cuca nos oferece uma leitura rápida e dinâmica. O autor não perde tempo. Logo na primeira página somos apresentados ao grande segredo de Sigard: ele é um mago analfabeto e recluso. Vive isolado da sociedade magista em sua torre até o dia em que recebe uma carta de um amigo distante. Com sua magia, Sigard a ouve, e aqui começa o humor ácido do autor: depois de ouvir a carta, Sigard acredita ter descoberto o próprio destino. Desde o início do primeiro capítulo, as dificuldades pessoais de Sigard se mostram presentes, mas o narrador conta tudo de forma leve, que nos arranca sorrisos enquanto lemos. Ele é debochado, irônico, e faz suas próprias piadinhas. Aliás, em se tratando de piadas, o livro todo também pode ser visto como uma leve zoeira com todo o gênero de fantasia medieval. Enquanto lia, não pude deixar de lembrar das sessões de 3D&T que jogava na adolescência (jogadores de RPG me entenderão e amarão esse livro). No livro, não se vê nem se fala de elfos e anões, mas temos um dragão de chapisco, por exemplo; temos os dogons (uma referência ou inspiração a Minecraft, talvez); temos os polaris, criaturinhas das tribos que habitam as regiões geladas, além de outras manifestações interessantes e, digamos, diferenciadas, da própria magia. Há um quê de nonsense que permeia o mundo construído por Cuca, uma espécie de caos que não confunde, mas que compele a querer mais dele. Ao fim da jornada de Sigard, quando ele descobre seu verdadeiro destino e potencial, fica aquele gostinho de quero mais; aquela vontade de saber como o velhote ranzinza criado por Cuca vai enfrentar os futuros obstáculos construídos ao longo de O Timbre Magista (sim, isso é uma confissão de que eu quero uma sequência, embora não sei se haverá uma). Uma das passagens que me marcou mais, ainda no terceiro capítulo, acontece quando Sigard, então no início de sua jornada, se depara com uma pedra falante. A passagem é profunda, carregada de significado — e hilária. O Timbre Magista é uma obra direcionada ao público infanto-juvenil e é facilmente uma porta de entrada para quem procura uma leitura leve (aconchegante até) de fantasia e que foge um pouco dos padrões que hoje saturam as obras do gênero. O autor não se preocupa em contar uma história original. A ideia de um mago poderoso mas que não se vê como tal não é exatamene nova, apesar de não ser nenhum clichê, mas não é o ponto aqui. O ponto é uma história bem executada, bem contada, bem escrita, que diverte e entretém sem se perder no processo, o que Cuca consegue com facilidade neste que é seu romance de estreia.
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Homenagem a Hermann Hesse (1877–1962). Foi um escritor, poeta e pintor alemão naturalizado suíço, amplamente conhecido por suas obras que exploram a espiritualidade, a busca pelo autoconhecimento e a dualidade do ser humano. Seu estilo combina elementos do romantismo alemão com influências orientais e psicológicas, especialmente do pensamento de Carl Jung. "Quando odiamos alguém, odiamos em sua imagem algo que está dentro de nós." - Hermann Hesse Sidarta: <a href="https://www.literunico.com.br/books/949">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@eduliguori há 11 meses
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Uma metade poeta outra escuridão uma enxerga outra adormece daqui ele vê o outro dali ele não é visto entre os sonhos e as dúvidas busca a luz das letras em versos e tem fé na composição Edu Liguori
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@jjr há 11 meses
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Cartas. "...Tua chuva Serenar beijos ao meu corpo. Meu calor Sol Aquecer pele e pelos Arrepios e desejos. A natureza a nós a sóis..." JJr.
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@jjr há 11 meses
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§§§ De tú a desnuda uva casca (a)mordiscar dor. Saliva seiva inunda gemidos. Prazer e sulcos, picos, pelos poros arrepios movimentos arredios. De ardor sabor e força explodes boca ar. Vulcão, erupção.  §§§ JJr.
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@jjr há 11 meses
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$$$ Arranha-céus amontoados tocam nuvens. Da multidão para todos os lados engrenagens. Metrópole de cores & raças, praças, semáforos e estradas. $$$ JJr.
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@jjr há 11 meses
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~*~ Arco-irís borrado da alvorada. Céu-tela azul, salmão, branca e amarela. O Cantar dos pássaros pela tinta borrada. Paisagem vai sendo retocada onde o Firmamento ganha vida. Do avesso  Mar vira Céu. Alegria de um novo dia. ~~~*~~~ JJr.
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@tibianchini há 11 meses
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As Intenções (Poemas Antigos) Procurei não te ver nunca mais, Saí do seu ambiente, Deixei de frequentar os lugares que frequentavas, E achei que tinha obtido êxito por quase uma vida. Mas não consegui. Veio o destino, o mestre das coincidências, Resgatar em mim a lembrança doce dos teus olhos. Procurei não me envolver, Não dar atenção, não me importar com o que dizias; Procurei entender que já não eras mais a mesma, nem eu tampouco, E achei que estava indo muito bem. Mas fui um fracasso em me controlar ao te sentir Tão indefesa e tão precisando das minhas boas palavras. Procurei me aproveitar de uma situação Em que estavas frágil e carente, Para também me curar das minhas fraquezas e carências, Para fortalecer-me sem me importar contigo. Mas me foi impossível desde o início, pois percebi O quanto já me eras mais importante do que eu mesmo. Procurei, então, te fazer sofrer, O que seria fácil, pois já sofrias deveras sem mim... De forma inconsciente, tentei te decepcionar a ponto De desistires de mim e não estragar a tua vida. Mas tudo o que consegui foi te fazer mais feliz Neste turbilhão de infelicidade que rondava os teus dias. Procurei não mais te ver e tive um vazio no peito por muito tempo. Procurei não entrar na tua vida e terminei por arrombar as portas da tua alma. Procurei te deixar com tua vida e tudo o que consegui foi dar a nós a esperança de uma vida nova. Procurei te fazer sofrer e tudo o que consegui foi te fazer feliz. E a mim, mais ainda. Procurei em vão. Tudo o que consegui foi te amar cada vez mais. Pois, então, que assim seja.
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@tiagoandreatto há 11 meses
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Fora do casco Formam-se cascas Deixam-se lascas Perdem-se as castas Alongam-se as costas Em busca de rotas Mais próximas à encosta Na certeza da resposta Cresce-se a lista Sensação quase mista À medida que arrisca Perder-se de vista No rosto Qual gosto? Desgosto Ou delírio pelo novo posto? --> Casco Partido
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@CrisRibeiro · há 10 meses
Delícia de ler.
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@literunico há 11 meses
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Julho</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/julho-686485e4aff94'>Clique aqui</a></p>
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@classicos há 11 meses
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Livro: A água chia no púcaro que elevo à boca Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) A água chia no púcaro que elevo à boca é um poema que exemplifica a atenção sensorial e imediata de Alberto Caeiro à realidade. A imagem simples do som da água ao ser bebida se transforma em poesia pelo olhar despretensioso do autor. Caeiro valoriza o instante vivido, sem procurar sentidos ocultos ou interpretações filosóficas. O gesto cotidiano se torna completo em si mesmo — natural, concreto e verdadeiro. Assim, o poema expressa sua crença de que a beleza está nas pequenas coisas percebidas com clareza. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: A noite desce, o calor soçobra um pouco Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) A noite desce, o calor soçobra um pouco é um poema marcado pela serenidade e contemplação naturalista típica de Alberto Caeiro. Com linguagem clara e despojada, ele descreve a transição do dia para a noite como um acontecimento simples e suficiente, sem necessidade de interpretações. O frescor que chega com o cair da noite é sentido com plenitude, e isso basta. Neste poema, Caeiro reforça sua filosofia de que o essencial está em ver e sentir, sem transformar a realidade em símbolo ou enigma. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: A manhã raia Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) A manhã raia é um poema em que Alberto Caeiro celebra o nascer do dia com a simplicidade e a presença característica de sua poesia. Sem metáforas ou reflexões abstratas, ele observa o amanhecer como um fato natural e completo em si mesmo. O poema convida o leitor a acolher o mundo tal como ele é, sem questionamentos ou interpretações ocultas — apenas com o olhar limpo de quem está atento ao presente. Mais uma vez, Caeiro transforma o cotidiano em poesia através da aceitação serena da realidade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: A guerra que aflige com seus esquadrões Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) A guerra que aflige com seus esquadrões é um poema em que Alberto Caeiro, fiel à sua visão direta e natural do mundo, contrapõe a violência e o absurdo da guerra à simplicidade da existência. Sem recorrer a discursos ideológicos ou abstratos, ele observa a guerra como um desvio do viver natural. O poema reforça a crítica de Caeiro à artificialidade das criações humanas e reafirma seu desejo de uma vida guiada pela percepção sensível e pacífica das coisas. #domíniopúblico #Clássicos
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