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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 129 - Fale sobre um livro que trate de doenças infecciosas. #Link365TemasLivros
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@purapoesia há 1 ano
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abrasa-me me queima com teu corpo a língua de fogo de tua maciez fricciona até nos incendiar roça e lubrifica dois rios o veludo molhado quente e lúbrico não olvidarei o cheiro de tua rosa perpetuará o néctar em meu beiço doce e amargo único como tua flora deságua em mim vazarei em tua boca todo o prazer que cultivaste. #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@JuNaiane · há 1 ano
Sempre arrasa 🥰
@MarU · há 1 ano
Out… 🥵 Adoro quando você participa do sexxxtou, Adriel. Seus textos são ornamentados com palavras elegantes e mesmo assim, você consegue transmitir toda a atmosfera sensual que o texto pretende transmitir. 🤌❤️‍🔥
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 128 - Fale sobre um livro que trate de imposição religiosa. Este livro guarda um peso simbólico bem importante, mas, assim como Fahrenheit 451, a narrativa não me impressionou tanto. Mais um caso em que a premissa é melhor que a escrita em si (não estou dizendo que é mal escrito, longe disso, só não me prendeu). Mas, enfim, aqui as mulheres são oprimidas em nome da religião. #Link365TemasLivros
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@robsonmachado há 1 ano
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Escritório 🔞 (07/05/25 - 15:38) Entre pilhas de papeis, Tarefas incessantes... Dividem a mesa frente a frente... Confidencias são realizadas... Intimidades compartilhadas... Olhares que queimam, Um tesão guardado nos olhos... Pulsando entre as pernas... Ela, Loira de curvas fartas, Tímida, Confessa suas necessidades... Há tanto tempo que não sente o calor masculino... Que não aguenta mais esconder sua essência submissa... A conversa esquenta, E ela sente o calor subindo pelas coxas grossas... Um arrepio que a entrega, Mesmo sem querer... Incontrolada, Ela por baixo da mesa, Roça de leve a perna dele... Um toque descarado... Ele sente a sensação... A curiosidade começa a lhe invadir a mente... Como será aquele corpo por baixo desse traje de recato? Ele retribui o roçar... Pele na pele faz os corpos se acenderem... Ela já começa a sonhar acordada com Aquele príncipe de ébano imponente, Pressionando seu corpo negro contra o seu corpo sedento... A irracionalidade lhe toma a mente... Propositalmente, A caneta escorrega dos dedos... E ela se enfia debaixo da mesa para pegar... Seus olhos já vão direto para seu desejo, E o volume nas calças denuncia que ele sente o mesmo... O ar fica mais pesado... Isso vai mesmo acontecer? Os dois pensam em conexão... Lá embaixo, Sem cerimônia, Ela desabotoa o cinto... A mão firme desliza, E o membro se revela... Grosso... Pulsante... A timidez é posta de lado... Ela sem hesitar, Lambe os lábios e prova. A boca quente o envolve... Vai e vem sem pressa... Ela mama com gosto, Saliva escorrendo pelos cantos... Os gemidos dele abafados, Mordendo os lábios para não gritar. Os olhos dela sobem, Olhar safado encontra os dele, Enquanto a língua desliza... Os movimentos se intensificam, Ele segura seus cabelos, Pressionando a cabeça dela mais fundo, Num ritmo marcado... Molhado... Indecente. Ele não resiste, Geme baixo, a mão se fecha na madeira da mesa... E ela não para, Se aprofunda... Engole sem medo.... Os olhos fechados, Entregue ao prazer que o domina. Eles querem mais. Mas as câmeras são testemunhas frias... Para fugir do flagrante, Eles entram na salinha ao lado, Sem vigilância... O pudor se torna ausente... O desejo se aflora de forma mais urgente... Ele a joga contra a mesa, Arranca sua blusa... Fazendo os seios fartos saltarem... Ela geme de esperança. Que saudade de um toque másculo, Sussurra. As mãos dele percorrem cada curva, Como um avido explorador... Os dedos apertam as curvas volúpias... A boca suga o mamilo... Morde... E a calcinha desliza pelas pernas grossas... Ela se deita sobre a mesa, Ele se ajoelha, Com a boca faminta explora. A língua percorre os lábios íntimos dela... Cada gemido se torna um convite... Cada suspiro, Um clamor... Ele se afunda, Se deliciando no sabor. Molhado... Deslizando os dedos junto. Ela arqueia o corpo, rendida ao furor... Se derrete entre gemidos contidos... Ele a devora sem pressa... Escorrendo... E o cheiro do tesão inunda o ar da sala... Ela se perde em gemidos... Se contorce... Se entrega. Quando ele se ergue, Os olhos famintos de selvageria... A empurra contra a mesa, Pernas abertas, E em um único movimento, Ele a preenche por inteiro... A sala é tomada por estalos e suspiros. Ela se agarra à mesa, Que range... Mas aguenta... Ela rebola no ritmo... Seus corpos se chocam... A carne quente e viva... Ele não para... Aprofunda... Acelera... Domina. Os gemidos dela se misturam aos dele, Pura sintonia. Sem aviso, Ele a vira... Empina aquelas ancas, Aquelas nadegas abundante... Com uma mão firme nas costas, A outra a segura com destreza... Ele penetra seu ânus com virilidade e vontade... Um gemido rouco escapa... Mistura de dor e prazer. Ele acelera... Feroz... Dominador... As mãos seguram sua cintura, Controlando o galope... Ele finca mais fundo, Possuindo cada centímetro... Ela apenas geme... Seu corpo inerte pelo prazer... Os dois à beira do abismo... Sem fôlego... Entregados... Um estalo de corpos, Gemidos abafados. O clímax vem violento... Corpos em espasmos... Ele se afasta... Segura ela por seus cabelos, E a faz com que se ajoelhe... Saciada e com o olhar em chamas, Ela se rende... Ela queria tanto aquilo... E com um gemido rouco, Ele atende ao pedido... Marca o rosto dela com o gozo quente. O néctar esbranquiçado que escorre... Ofegantes, se recompõem... Realizados, Ajeitam as roupas... Voltam para o escritório, Como se nada tivesse acontecido... Agora cúmplices de um segredo... Sabem que não podem mais voltar atrás... Os olhares que trocam queimam como brasas... E daqui para frente a cada encontro, A memória arderá... A vontade se renovará, Até que o desejo os consuma novamente. #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@MarU · há 1 ano
Ual… ❤️‍🔥
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio130 Areia Movediça Não foi justo ter permitido. Tarde demais, fiz-me presa. Afundo em ti: areia movediça de um amor sem fim. Não tento escapar. Ignoro os cipós lançados. Salvar-me de quê? Quero ser engolida, mastigada, deglutida. Quero a prisão. Cedo demais, fui permitida. E é justo, justíssimo, morar na tua imensidão. Cr💞s Ribeiro *** A você que permitiu: não foi descuido. Foi abrigo. Foi casa. Foi sim. E segue sendo.
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@MarU · há 1 ano
Que lindo, amiga… Leio ternura em cada palavra! 🥹❤️🤌
@Albertobusquets · há 1 ano
Uma Imensidão em uma imensidão 🥹💞
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 128 *Toillet das ladies* O tempo para, no toillet das ladies. Atracadas entre beijos ardentes… Desejo, que exala a luxúria vertente. Garotas de mini saia, em carícias calientes. Arfando em suspiros, entre risos contidos, e vapores a embaçar espelhos e vidros. Acionam a descarga, pra abafar os ruídos. Uma borrifada do perfume favorito. Ajeitam os vestidos, cabelos… Retocam o batom e saem aos risos… Como se “nada” tivesse acontecido, no toillet das ladies. MarU
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@rodrigosantos · há 1 ano
Gostei dos versos curtos... dão a sensação de urgência que o texto pede
@JuNaiane · há 1 ano
Adoro esse ❤️‍🔥
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@MarU há 1 ano
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*Bom dia, paixão!* Ao final da madrugada, e quase, despontar do dia, outra coisa desponta, saliente no edredom. Ah, não resisto! Ao olhar você assim, desprotegido e tão armado… Não me limito. Atrevida, te toco delicada, com minhas mãos. Uma carícia suave, para ver sua reação. E quem sabe?! Despertar você com meu toque de sedução. Bom dia, paixão! MarU #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindeza!
@purapoesia · há 1 ano
Uia! Fogaréu🔥Melhor forma de começar o dia, haha.
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@autorpedrobarretho há 1 ano
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Meus caros amigos leitores, obrigado por aproveitarem o período gratuíto na Amazon do meu e-book "Se Eu Tivesse Asas". Tive mais de 100 livros baixados e cheguei em pouco mais de uma hora ser até o livro top 1 de literatura e ficção para jovens e adolescentes na Amazon. Com sucesso do titulo informo a todos que estou o publicando o físico pela plataforma Uiclap. Segue o link para aquisição: https://loja.uiclap.com/titulo/ua95031 Agradeço a todos pela fidelidade como meus leitores e admiradores da minha obra.
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@jessicacoutinhoautora há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/GSiKf4n2sMTmrbzEbNP1H8RgEjaNWYZAFcqgKrAs.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/22' target='_blank'><strong>Um Tour Quase Perfeito</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/22/chapters/91' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 2" completo</a></p></div>
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@Albertobusquets há 1 ano
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ComportaVento (VII) Ele a ama de forma bela. Mas ele a ama tanto E sem quaisquer entraves, Que não lhe deu uma cela; Confiou a ela, no entanto, As suas próprias chaves. Alberto Busquets #Desafio 129
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Feliz dela! 💞
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@Albertobusquets há 1 ano
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Eu não sei; eu sinto. Eu não argumento; eu sonho. Eu não me interesso; eu amo. E nesses sonhos sensoriais que teimo em me apaixonar, eu não os escrevo; eu me derramo. Alberto Busquets. #Desafio 128
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Derrete, moço. A gente se engrandece com isso.💞
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@Albertobusquets há 1 ano
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Ela sente-se triste. O mundo em seus ombros, opiniões externas na cabeça, pedaços de sentimentos num coração já tão apertado... Respira fundo. Despe-se de parte da carga. Repara na superfície líquida à sua frente. E pensa: "por vezes, somos todos gotas d'água em uma piscina de condomínio. Cada gota carrega o peso de toda a piscina; mas, se algumas escaparem em fugas-borrifos, elas secarão. E a piscina continuará aqui, sob a cabeça de cada gota restante." Respirou fundo novamente. Mergulhou. Deixou-se levar pelo confortável abraço da água tratada em todo o seu corpo. Sentiu-se mais leve, mais calma, mais viva. Descansou seus ombros, mente e coração. Passou a pensar nas gotas que fogem. Secam, simplesmente? Não. Transformam-se. Livres do peso, há muito mais para ver e ser do que ficar naquela piscina. E voam danceando por aí, Juntando-se a outras, em Espetáculos-nuvens, Chovendo quando dá vontade. Ao sair, levou fatalmente consigo algumas gotas sortudas que pingarão pelo caminho, secarão, e estarão livres, para pairar pelos céus. Ela também saiu mais leve e livre. Sabe que há um mundo inteiro não para carregar, mas para ser explorado. Antes, sentia-se triste. Agora, sente-se gota. Livre. Alberto Busquets. #Desafio 127
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Que belo! Seu. Não tenho dúvidas. 💞
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@Albertobusquets há 1 ano
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Quando não caibo mais em mim, na praia de um papel qualquer ‎atiro-me qual tempestade. Ter a poesia como monção é extravasar nosso excesso (ou escassez) de humanidade. Alberto Busquets #Desafio 126
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Excesso. Sempre…💞
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@Albertobusquets há 1 ano
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Algumas tristezas rápidas eu deságuo em rimas. Outras mais caudalosas rompem marés em prosa. Mas há poucas que doem tanto a ponto de silenciar meu oceano inteiro. Estas eu aprisiono abissalmente, tendo a calmaria da superfície como testemunha e carcereiro. Alberto Busquets. #Desafio 125
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Dá a mão?
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@jessicacoutinhoautora há 1 ano
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Capítulo 1 no ar… e nem tudo é o que parece. 'Tenho certeza de que você é melhor do que nisso…' Mas o que realmente está em jogo? Descubra os segredos por trás do brilho da fama em Um Tour Quase Perfeito.
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@edsonbas há 1 ano
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Na época da minha adolescência, quando iam chegando as eleições, as campanhas dos candidatos eram bem diferentes, eles distribuíam todo tipo de brinde: camisas, canetas, lixas de unha, bonés etc. Além disso, davam festinhas nos comitês de campanha com salgadinhos, refrigerante, música e muito bate-papo. O social, a interação, vinha em primeiro lugar. Outro tipo de evento que a gente gostava muito eram os showmícios: shows de cantores famosos, contratados por um candidato, que fazia um discurso e depois chamava os artistas para o palco. O show começava e, entre uma música e outra, sempre vinha um agradecimento ao candidato que estava patrocinando, um reforço ao número dele e um pedido para voltar nele. Agora não pode mais, é crime. A gente era adolescente e ainda não votava, mas aproveitava as festinhas e os shows. Dava para fazer novas amizades e conhecer umas meninas da nossa idade. Às vezes já rolava um beijo no comitê mesmo, outras só depois, no showmício. Era tão bom que a gente saía pelas ruas vestindo as camisas com os nomes e os números dos candidatos como se fossem abadás, carregava bandeiras e colava adesivos para todo lado. Verdadeiros cabos eleitorais, só que de graça, ou quase, nosso pagamento era em salgadinhos e refrigerantes. Muito barato para eles. As camisas viraram pijamas e, depois, panos de limpeza. As canetas foram de grande utilidade para a gente no colégio, para os pais no trabalho e em casa, para deixar junto com o bloquinho de anotações do lado do telefone. Os bonés eram muito feios e, por isso, a gente não usava nem na campanha. As lixas de unha foram tantas que, até hoje, 30 anos depois, minha mãe ainda tem um monte delas presas com um elástico de dinheiro, e olha que ela usa, está sempre puxando mais uma quando a anterior acaba. As festinhas ainda existem, não participo mais, mas ouço falar que agora rola até churrasco. Os showmícios ficaram só nas lembranças. Já as amizades, muitas ainda duram até hoje.
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@luscaluiz há 1 ano
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"A INTERSECÇÃO ARTÍSTICA" Durante um longo período, consumi conteúdo de forma passiva em busca de construir um repertório mais vasto, que me permitisse, aos poucos, expressar uma perspectiva mais substancial e autêntica sobre a realidade — ir além da simples manifestação de emoções imediatas. É verdade que essa escolha corre o risco de tornar a escrita cerebral demais, artificiosa; e fui acusado disso mais de uma vez. Ainda assim, preferi seguir esse caminho para evitar um erro comum entre escritores autodidatas: tornar-se apenas eloquente, com um rebuscamento vazio. Por exemplo, considero a palavra “deveras” pomposa demais. Não consigo imaginá-la sendo usada naturalmente numa conversa informal entre amigos, onde a vida de fato acontece. Se não posso utilizá-la nesses contextos, prefiro deixá-la de fora também das minhas composições. Tenho refletido sobre a escrita desde o momento em que compreendi que ela é uma comunhão, algo que se expande para além de uma simples digressão individual. A partir dessa compreensão, passei a tratá-la como um ofício: o ofício literário. Já me acusaram de ser rígido, metódico, até burocrático, mas recebo esses adjetivos com serenidade, pois aprendi a enxergar a escrita sob duas perspectivas: a de quem a produz e a de quem a vivifica; ou seja, o leitor. Borges, em seu ensaio O Livro, afirma que “um livro tem de ir além da intenção do seu autor”, e, para mim, é nesse ponto que reside todo o mistério e beleza da literatura. O que torna a leitura uma experiência transcendente é precisamente essa tensão entre os sentidos imaginados pelo autor e as significações que o leitor projeta, baseadas em sua própria vivência — afetos, leituras, conhecimento. A arte, então, nasce dessa interseção. Embora a materialidade da obra seja fundamental, pois é por meio dela que apreendemos o objeto artístico, é o leitor quem lhe concede vida; o livro, por si só, permanece inerte. Este exemplo sintetiza o argumento inicial: não fosse o esforço de compreender mais a fundo os variados temas que, em simbiose, formam um artista, talvez ainda carregasse certa ilusão romântica sobre o ofício. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra; se o pêndulo pender mais para um lado que para o outro, o leitor perceberá com facilidade. Entre o corpo que sente e a mente que escreve, procuro um estilo que não traia nem a vida nem o pensamento. Que o rigor não separe a escrita da realidade, e que o lirismo não a dissolva em confissão. Se a palavra não nasce da convivência com o mundo, talvez devesse calar-se.
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Lúcia Machado de Almeida (1910-2005) Ela iniciou sua carreira literária em 1943 com o livro No Fundo do Mar, inspirado em histórias que contava para seus filhos durante uma enfermidade. Além de escritora, Lúcia foi jornalista por quase 60 anos, colaborando com diversos jornais e revistas, como O Cruzeiro, e atuando como editora do Suplemento Literário de Minas Gerais. O escaravelho do diabo: <a href="https://www.literunico.com.br/books/499">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@fksilvain há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/92' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A desentendida e o escorregadio" completo</a></p></div>
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@JuNaiane · há 1 ano
Adorei esse final
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@jessicacoutinhoautora há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/GSiKf4n2sMTmrbzEbNP1H8RgEjaNWYZAFcqgKrAs.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/22' target='_blank'><strong>Um Tour Quase Perfeito</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/22/chapters/91' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 2" completo</a></p></div>
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