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@edsonbas há 1 ano
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Há algum tempo, mas nem tanto, quando uma criança estava com anemia, fraqueza, tontura e pálida, os avós e bisavós logo "receitavam" feijão feito na panela de ferro, juntamente com pregos, de preferência enferrujados. Toda família tinha alguém que sempre contava: "- Isso vem de muito tempo, passou de geração pra geração, é a sabedoria dos antigos. Funcionou com todo mundo da família, seu tio mesmo era uma criança cheia de problemas, agora olha o tamanho do homão, olha como cresceu e ficou forte!". Na minha família, não era diferente, digo, era sim, porque o princípio era o mesmo, mas a receita era bem diferente, nós tomávamos a famosa Sopa de Martelo da família. Todo mundo lá em casa já tinha tomado. Todo mundo conhecia e tinha medo daquele martelo velho que era até alaranjado de tanta ferrugem. Ele ficava pendurado lá no fundo da garagem, era muito antigo e foi passando de geração para geração, “curando” todo mundo. A receita da sopa não era muito difícil, o martelo e algumas batatas eram obrigatórios, pois ele soltava a ferrugem e elas a "chupavam" e acumulavam para depois serem comidas e levarem o ferro para dentro do organismo, assim como o caldo, que era a água suja de ferrugem. Os demais ingredientes poderiam ser qualquer coisa que tivesse na despensa ou na geladeira: cenoura, cebola, abóbora, carne de ontem, ovo cozido cortado em rodelas. Não tinha restrições, tudo e qualquer coisa que ajudasse a disfarçar aquele gosto horrível era bem vindo, mas não adiantava, nada disso funcionava. Naquela época não se sabia muito sobre o que causava as doenças e como se prevenir. A friagem, por exemplo, era um dos piores males que existiam. Tudo era causado por ela. Não se podia sair na friagem, muito menos se estivesse com os cabelos molhados, nem andar descalço no chão frio para não gripar, se gripasse, com certeza a culpa era dela e era "bom para aprender a obedecer e não sair na friagem". Tudo era meio que intuitivo, por dedução e por similaridade, por isso, tal como o frio causava uma gripe, a febre era tratada com banho gelado e a falta de ferro era tratada com ferrugem. As pessoas tinham mais medo dos “remédios” do que dos sintomas das doenças.
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@Albertobusquets há 1 ano
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Ai! Quem dera ter um longo beijo teu agora De tanto amor-calor que em mim se demora Dilapidando cada momento em saudade... Ai! Quem dera, ou dará razão a essa dor que chora De plena falta, amplo abismo que se aflora À pele arrepiada de ardente vontade... Ai! Espaço crescente ante a ânsia minha Quem dera ser a ponte trespassando em linha O breu que nos afasta do nosso desejo... Ai! Compasso tracejante do pé que caminha Cruzar dez mil distâncias para ter-te sozinha Quem dera ter você ao alcance de um beijo... Alberto Busquets. #Desafio 085
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Uau, moço! Como não amar?💞
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@Albertobusquets há 1 ano
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Durante a criação poética, Prática sutil-imagética, A minha mente trabalha De duas formas incautas: Ou o meu consciente fal(h)a, Dizendo mais nas entrelinhas; Ou meu inconsciente fal(t)a, Trazendo palavras sozinhas. Em meio à escrita, Todo o intento poderá Poetar-me ao inverso. Mas, uma vez escrita, O leitor a moldará Ao seu próprio universo. Alberto Busquets. #Desafio 084
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@CrisRibeiro · há 1 ano
O poeta “ psi” mais incrível que conheço!💞
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@JuNaiane há 1 ano
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Então se foi o amor. Aqui ficou a dor A ausência da sua presença é quase palpável Tanto que eu até poderia abraça-la Talvez ela me console até que essa ferida sare. #desafio 85/365
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@eduliguori há 1 ano
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O medo abala o medo abusa o medo te usa com medo não fala se esconde durante o dia não quer passar mais apuro a noite vive no quarto escuro sob as cobertas da covardia sem forças para reagir a vida se esvai vazia no estômago azia não consegue fugir pobre vítima inocente se sente horrível culpada devidamente julgada não se vê mais contente hipócritas morais julgamento sem defesa batem na mesa com seus gritos irracionais impõem o medo com o dedo em riste dominam sua presa com uma única certeza a impunidade existe triste mundo esse aqui em que um ser acredita que pode ter o outro para si Edu Liguori
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Muito bom!
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@tibianchini há 1 ano
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Alguém toparia ler o primeiro capítulo do meu novo livro? Chama-se "O ladrão de Ideias". Pra variar, uma sci-fi. Pra variar, sobre viagens no tempo e tecnologia. O livro fala sobre um rapaz que sempre está inventando coisas mas, pouco tempo antes de ele lançar ou terminar o seu invento, descobre que alguém acabou de lançar antes dele. Ele perde tudo o que tem (a empresa, o apê, tudo) e vira um mendigo, e desiste de criar as coisas. É quando um antagonista aparece e diz: "Hey! Que história é essa de acabar com o meu negócio?" Ele, então, descobre que tudo o que ele inventava o antagonista - o ladrão de ideias do título - pegava, voltava no tempo e vendia para uma empresa grande. E que tudo o que essas grandes empresas criam é, na verdade, roubos de criações do futuro. Ele, então, faz um acordo com o ladrão de ideias: vai criar mais uma grande invenção, mas, depois, quer ter a sua vida de volta. A premissa é boa? Alguém gostaria de ler? Tenho o primeiro capítulo aqui (ainda pode sofrer alterações) e quem puder ler e me dar um feedback... ficarei agradecido.
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@fernandafrankka · há 1 ano
Eu quero ler, Ti 😍
@CrisRibeiro · há 1 ano
Já estou curiosa! Leve e dinâmico. Daqueles que a gente “devora”.
@CrisRibeiro · há 1 ano
Sua escrita é envolvente e deliciosa, o tom descontraído equilibra leveza e precisão técnica. O protagonista, ao conversar diretamente com o leitor, nos puxa para dentro da narrativa de forma natural. Além disso, a abordagem quase biográfica do impacto da tecnologia dá profundidade e autenticidade à história. Parabéns! Eu adorei. Ah! Gostei do título do capítulo também.
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@edsonbas há 1 ano
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A porta gritou jogando duas moedas sujas no balcão: – Me dá dois cigarros no varejo! Um cigarro na orelha, o outro na boca: – Tem fogo? Três puxadas e a ponta já está em brasa. A brasa fica mais forte, mais brilhante – a primeira tragada. A fumaça sai devagar pelas narinas e por entre os dentes. O indicador e o polegar apertam o filtro, tirando o cigarro da boca, o médio bate a cinza – todos eles amarelados nas extremidades, assim como as unhas, essas até a metade. Mãos um tanto quanto nojentas – as palmas suadas e encardidas, uma sujeira preta por debaixo das unhas. Uma ajeitada no boné, que tinha manchas de suor que mais pareciam desenhadas com alguma tinta gosmenta encontrada ao acaso num depósito de lixo. Os dentes, amarelados também da nicotina, após mais uma forte tragada, soltaram uma baforada espessa na cara do balcão, que nela pôde ler com muita dificuldade – uma letra muito miúda e mal escrita – um “obrigado” tão amarelado quanto o recipiente de onde veio. O “obrigado” se desvaneceu com o bater da porta ensebada: – Estranho, não?! Não deve ser dessas bandas... Realmente não é. Nunca foi visto pela vizinhança, quanto menos aqui. A porta torna a gritar, na mesma altura, no mesmo tom e com o mesmo bafo, que o balcão logo reconheceu: – Me dá um copo de cachaça! Até o risco! O copo, já pela metade, se dirigiu ao banheiro. Após uns minutos ouviu-se um barulho. A cadeira, que estava mais próxima, levantou-se, toda torta, e entrou no banheiro – as cadeiras costumam ser muito curiosas. Lá dentro podia-se ver que após derramar-se um pouco no vaso brancamarelamarronzado, o copo caiu, bateu a cabeça na pia e se quebrou deixando no chão uma poça de cachaça, que agora já era avermelhada.
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@JuNaiane há 1 ano
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Hoje eu enterrei meus sonhos Sepultei minha alegria Em marcha fúnebre, triste O meu amor caminha. #desafio 83/365
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@literunico há 1 ano
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Boa tarde a todos! As ultimas postagens tiveram problemas com as imagens e itens anexos. Se puderem, por favor, editar e recolocar o que foi anexado! Obrigado e desculpem!
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 83 - Fale sobre um livro infantil Embora esse livro seja um que facilmente responderia à pergunta 82, e até fiquei em dúvida se ele é infantil e posso explicar o motivo: O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry. Ele é considerado infantil, mas sua mensagem toca leitores de todas as idades, por isso que fiquei na dúvida, pela sua mensagem ao contar a história que acompanha um aviador que, após um acidente no deserto, encontra um menino misterioso vindo de outro planeta, conhecido como o Pequeno Príncipe. Durante sua jornada, o Príncipe compartilha histórias de planetas que visitou e dos personagens que encontrou, como o rei solitário, o homem de negócios e a raposa, que lhe ensina uma das lições mais memoráveis do livro: "Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos." O livro aborda temas como amizade, amor, perda e a redescoberta da infância, com uma escrita poética e ilustrações delicadas do próprio autor. É uma obra que inspira crianças e adultos a valorizar o que realmente importa na vida.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 82 - Fale sobre um livro que você acha que a maioria das pessoas já leu. Acredito que boa parte das pessoas tenha lido o livro, apesar de eu ler ele só depois de sair o último filme no cinema, recentemente, porque se não fosse esse motivo, acho que estaria enrolando para iniciar a leitura dele. Jogos Vorazes de Suzanne Collins, é o primeiro volume de uma trilogia distópica, que atualmente foi escrito mais dois livros complementando essa triologia. Publicado em 2008, o livro se passa em Panem, um país fictício dividido em 12 distritos e governado pela opressiva Capital. Para controlar a população, a Capital organiza anualmente os Jogos Vorazes, um evento em que jovens de cada distrito são obrigados a lutar até a morte em uma arena transmitida como espetáculo para o país. A protagonista, Katniss Everdeen, se oferece como voluntária para salvar sua irmã mais nova, Prim, que havia sido sorteada para participar dos Jogos. Ao longo da história, Katniss luta por sobrevivência, enfrenta dilemas morais e desafia a ordem estabelecida. Com uma narrativa envolvente e personagens fortes, o livro explora temas como opressão, resistência, sacrifício e esperança.
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@classicos há 1 ano
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Poema: Canto de Amor Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX Canto de Amor é um poema lírico de Casimiro de Abreu que exalta os sentimentos puros e intensos do amor juvenil. Com versos melódicos e repletos de emoção, o poeta expressa a doçura da paixão e a idealização do ser amado. A obra traz a marca característica de sua poesia romântica: a valorização dos sentimentos sinceros, o tom nostálgico e a conexão com a natureza como cenário dos afetos humanos. Canto de Amor reflete o lirismo ingênuo e espontâneo que tornou Casimiro de Abreu um dos poetas mais queridos da literatura brasileira. #domíniopúblico #Clássicos
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@literunico · há 1 ano
Precisamos editar, corrigindo os arquivos
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@classicos há 1 ano
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Poema: Canção do Exílio Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX Embora o título remeta ao famoso poema de Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu também escreveu sua própria versão de Canção do Exílio, explorando a saudade da pátria e da infância. Com forte tom nostálgico, o poema expressa o anseio do eu lírico pelo Brasil, exaltando suas paisagens, sua natureza e a simplicidade da vida juvenil. Marcado pelo lirismo e pela musicalidade característica do autor, o poema reforça o ideal romântico do retorno às origens e da valorização da terra natal como um refúgio de felicidade e pureza. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Poema: Borboleta Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX Borboleta é um dos poemas líricos de Casimiro de Abreu, poeta romântico brasileiro conhecido por sua sensibilidade e nostalgia. O poema explora a leveza e a efemeridade da borboleta, símbolo de transformação e liberdade, refletindo os temas recorrentes na obra do autor, como a natureza, a juventude e a saudade. Com uma linguagem delicada e melódica, Casimiro de Abreu constrói uma imagem poética que evoca tanto a beleza quanto a fugacidade da vida e dos sentimentos. #domíniopúblico #Clássicos
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 084 O Riso do Equilibrista Fez da vertigem morada, aprendeu a flutuar no fio do nada. Já não teme o vaivém da corda, é ele quem sopra o compasso. A altura já não assusta, é partitura dos seus passos. O vento, que antes empurrava, agora lambe sua pele e sussurra: Vai. Beijou o chão mil vezes, sentiu na língua o áspero da queda: mil bocas de pedra, mil dentes de aço. O tropeço virou impulso, o risco, vício doce. E a queda, ah, a queda! É só um riso, desengonçado, do tempo pairando no ar. Cr💞s Ribeiro
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@literunico · há 1 ano
Cris, consegue editar, colocando a imagem de novo?
@Albertobusquets · há 1 ano
Coisa mais linda!! 💞
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@michele há 1 ano
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E recebemos nosso primeiro prêmio!!!! 🎉🎉🎉🎉🎉 Com muita alegria e gratidão, anúncio que Angelical e essa autora que vos fala, fomos vencedores do IV WBR AWARDS da revista INTERNACIONAL @worldbookreview!!! 🥹🙏 PRÊMIO RICK RIORDAN - MELHOR LIVRO DIGITAL 2024: ANGELICAL 2° lugar 🥈 PRÊMIO ÀGATHA CHRISTIE - MELHOR AUTOR ESTREANTE 2024: MICHELE MARCON 2° lugar 🥈 Ao todo, o prêmio recebeu mais de 14.000 mil votos e fico imensamente grata a todos vcs, que tiraram um tempinho para votarem no meu livro e em mim🥹🙏🥰 Gratidão a todos! E que venha mais realizações e premiações!🙏🤩 #fy #fybooks #bookstans #books #bookgram #bookstagramfrance #bookstand #livrosnacionais #leitores #leitoresviciados #leitoresapaixonados #fantasianacional #premioliterario #premiolivrodoano #booksbooksbooks
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@manuaraujo há 1 ano
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Oi, pessoal! Esta é minha primeira publicação nesta comunidade. Chegando por aqui cheia de empolgação e curiosidade. Sou uma escritora em construção, baiana, empresária, casada e mãe de duas meninas incríveis, de 7 e 3 anos. Aos 7 anos, me apaixonei pela leitura e, aos 11, escrevi meu primeiro conto infantil. Mas foi só em 2020 resolvi encarar esse amor pela escrita como algo maior, buscando me profissionalizar e construir uma carreira. Escrevo romance e drama, já fiz diversos cursos de escrita e tenho dois e-books publicados. Também estou no processo de escrita de novos projetos, com a meta de lançar ainda este ano. Essa comunidade é nova para mim, então estou explorando e entendendo como funciona. Quero usar esse espaço para testar conteúdos e compartilhar experiências. Não tenho um planejamento editorial fechado. Pretendo compartilhar um pouco de tudo: reflexões sobre o processo de escrita, diários, microcontos, poemas e resenhas das minhas leituras, trechos do meus livros. Aos poucos, também vou contando mais sobre meus projetos em desenvolvimento. Se você também ama livros, essa casa é sua! Como começou sua relação com a leitura ou escrita?
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@aleituracria há 1 ano
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Livro: A Maldição da Casa das Flores Autora: Trang Thanh Tran Páginas: 350 | +16 anos Jade vive com seus irmãos mais novos e sua mãe, longe do pai, que mora no Vietnã, sua terra natal. Como muitas pessoas, a mãe de Jade saiu do país em busca de melhores condições de vida. Agora, com dezessete anos, Jade está se preparando para entrar na universidade e iniciar o seu processo de autoconhecimento. No entanto, a situação financeira de sua família é difícil, e se a mãe souber que Jade precisa de dinheiro para pagar as mensalidades da universidade, ela provavelmente tentará fazer horas extras para ajudar. É nesse momento que Jade, que não tem uma boa relação com o pai, decide fazer um acordo com ele. Ele precisa de alguém para montar um site com fotos e textos, para divulgar a casa que está restaurando para se transformar em pousada no Vietnã, e em troca, ele daria o dinheiro necessário para que ela pudesse pagar as mensalidades. Mesmo que rever o seu pai não estivesse em seus planos, Jade e a sua irmã um pouco mais nova decidem passar esses dias com ele. Jade com os seus interesses, e Lily com doce e ingênua ânsia por fazer com que o seu pai volte para a família. Mas, aos poucos, algo de macabro mexe com a nossa protagonista. Uma energia negativa e pesada naquela casa antiga, que faz com que Jade tenha paralisia do sono e veja coisas que talvez não sejam reais. Ao investigar a história daquele lugar e seguindo as pistas dos sonhos vividos que ainda tem, ela descobre as atrocidades que já ocorreram naquela casa. O livro se propõe a ser um terror psicológico, mas só me pareceu forçado. Infelizmente, eu não gostei do estilo narrativo e não consegui apreciar o toque lírico. Na minha concepção, faltou mais clareza em alguns momentos e fluidez na primeira metade da história. Acho que se o livro fosse vendido como drama, teria funcionado melhor.
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