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@classicos há 1 ano
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Livro: Os Dois ou O Inglês Maquinista Autor: Martins Pena Lançamento: 1845 Os Dois ou O Inglês Maquinista é uma comédia teatral de Martins Pena que aborda, com humor e crítica social, a influência estrangeira no Brasil do século XIX. A peça satiriza a chegada de técnicos e trabalhadores estrangeiros ao país, mostrando as diferenças culturais e as dificuldades de adaptação entre brasileiros e estrangeiros. O enredo apresenta personagens cômicos e situações típicas da época, explorando temas como o choque cultural, os costumes locais e o comportamento da elite urbana. Com diálogos rápidos e inteligentes, Martins Pena constrói uma narrativa envolvente, reforçando seu papel como pioneiro da comédia de costumes no teatro brasileiro. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Os Ciúmes de um Pedestre Autor: Martins Pena Lançamento: 1845 Os Ciúmes de um Pedestre é uma comédia de costumes escrita por Martins Pena, que satiriza a vida urbana do Rio de Janeiro no século XIX. A peça gira em torno de um homem extremamente ciumento, que suspeita constantemente da fidelidade de sua esposa e se envolve em diversas confusões por conta de sua paranoia. Com situações engraçadas e diálogos rápidos, a obra critica os exageros do comportamento masculino e as aparências na sociedade da época. O humor característico de Martins Pena transforma essa comédia em uma peça leve e divertida, mantendo sua relevância até hoje. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Noviço Autor: Martins Pena Lançamento: 1845 O Noviço é uma das comédias mais famosas de Martins Pena, sendo um clássico do teatro brasileiro. A peça critica os abusos e a hipocrisia da sociedade do século XIX, especialmente em relação à imposição religiosa e ao casamento arranjado. O enredo acompanha a história de Carlos, um jovem forçado a entrar para o seminário contra sua vontade, enquanto enfrenta as armações de um tutor ganancioso e tenta lutar por seu amor por Emília. Com diálogos ágeis e situações cômicas, Martins Pena constrói uma sátira divertida sobre a corrupção e as convenções sociais da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Namorador ou A Noite de São João Autor: Martins Pena Lançamento: 1845 O Namorador ou A Noite de São João é uma comédia teatral de Martins Pena que retrata com humor os costumes e tradições das festas juninas no Brasil do século XIX. A peça acompanha as confusões amorosas de um típico "namorador" que, entre promessas e enganos, tenta conquistar diversas moças durante a celebração. Com diálogos leves e situações cômicas, a obra explora temas como a ingenuidade, a esperteza e os contrastes entre a vida rural e urbana. A peça é um exemplo da habilidade de Martins Pena em usar o teatro para criticar e, ao mesmo tempo, divertir o público com as peculiaridades da sociedade brasileira. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Judas em Sábado de Aleluia Autor: Martins Pena Lançamento: 1846 O Judas em Sábado de Aleluia é uma comédia teatral escrita por Martins Pena, um dos pioneiros do teatro brasileiro. A peça retrata costumes populares do Brasil do século XIX, explorando o tradicional evento da queima do Judas, que ocorre no Sábado de Aleluia. Com personagens caricatos e um enredo cheio de mal-entendidos, a obra faz uma crítica social bem-humorada sobre a esperteza, a ingenuidade e os costumes da época. Martins Pena utiliza o riso para expor questões como a corrupção, a trapaça e as relações de interesse, consolidando-se como um mestre da comédia de costumes no Brasil. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: As Casadas Solteiras Autor: Martins Pena Lançamento: 1845 As Casadas Solteiras é uma comédia teatral de Martins Pena, um dos principais dramaturgos do Brasil no século XIX. A peça satiriza os casamentos arranjados e as convenções sociais da época, mostrando as contradições de uma sociedade que impunha restrições às mulheres, mas ao mesmo tempo esperava delas total submissão. Com diálogos ágeis e situações cômicas, a obra critica os interesses financeiros por trás dos casamentos e o papel das mulheres na sociedade patriarcal. Martins Pena, conhecido como o pioneiro da comédia de costumes no Brasil, usa o humor para expor hipocrisias e comportamentos exagerados da elite e da classe média urbana. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Luzia Homem Autor: Domingos Olímpio Lançamento: 1903 Luzia Homem é um dos romances mais marcantes do naturalismo brasileiro, escrito por Domingos Olímpio. A obra acompanha a trajetória de Luzia, uma mulher forte e determinada que desafia os padrões femininos impostos pela sociedade do sertão nordestino. Ambientado no Ceará, o romance retrata as dificuldades enfrentadas pelos sertanejos, incluindo a seca, a miséria e as injustiças sociais. A protagonista se destaca por sua personalidade corajosa e por sua luta contra as adversidades impostas pelo destino e pela sociedade patriarcal. Com uma narrativa realista e crítica, Domingos Olímpio constrói uma história intensa e envolvente, que reflete as desigualdades e os desafios da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@brunob612 há 1 ano
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Eixo Sem ânimo o movimento para a voz escapa o semblante decai Orfeu segue explorando o submundo quase mudo mas sempre poeta
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 71 - Fale sobre um livro que te deixou reflexivo por dias. O Preço da Liberdade de Sally Grindley, um livro que aborda temas como trabalho infantil e exploração. A história conta sobre a Si-yan, uma menina de 11 anos que é vendida por sua família para pagar dívidas. Ela é forçada a trabalhar em condições extremamente difíceis. O livro é ambientado na China e oferece uma visão poderosa sobre as injustiças sociais e a luta pela liberdade. No final do livro conta um pouco da realidade, justamente por ser real a construção da história. Isso mexeu bastante o fato de como a família dela e como as outras faziam e fazem como uma criança para lidar com a pobreza.
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@Albertobusquets há 1 ano
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A sua história mais bela ainda está lhe esperando lá fora. Abra a porta, destranque a janela, o coração, o portão e a gaiola. Vá sem pressa! Vá contente confiança latente que o que é bom não demora: Derrame-se pela vida! Com sorriso e coragem aproveite a viagem. Ela é curta. Mas pode ser bem cumprida... Só não deixe-se parado(a) na garagem! ;) Alberto Busquets #Desafio 071
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Amei, moço! A carta o “carro”.
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 71 - Fale sobre um livro que te deixou reflexivo por dias. É um livro que não recomendo. Me causou um incômodo semelhante ao causado pela leitura de "Lolita", mas nesse caso é uma história real vivida pelo autor (a colega que me emprestou o livro me revelou esse detalhe, que ela sabia porque o autor foi professor dela na faculdade). Ela me emprestou por ser uma história de poliamor e por ser bem explícita, mas tem um porém enorme: tudo começa quando ela tem ONZE anos e ele tem quatorze. Ok, quatorze é cedo, mas a menina sequer tinha menstruado (fiquei puta lendo). Mais tarde ele namora com ela e com a amiga dela ao mesmo tempo e elas se namoram entre si. A relação dura anos, até moram junto na faculdade, mestrado e por aí afora. Mesmo assim, eu tava em qualquer lugar e lembrava: ONZE ANOS??? ONZE? Enfim, não leiam. #Link365TemasLivros
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Realmente complexo,
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@eduliguori há 1 ano
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Não vou arrumar a cama deitar em uma poça de lama ficar com a mesma roupa café amargo e suco de polpa não ligar a tevê nem o rádio fitar o vazio do estádio um cigarro aceso na boca uma febre muito louca nada de conversas pensamento em terras imersas um dia cinza mesmo com céu azul ranzinza os olhos miram o sul de lá vem todo o silêncio sofre como o pobre Gaudêncio hoje será tristeza por fora e por dentro poesia pontuada e com acento. Edu Liguori
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@JuNaiane há 1 ano
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No jardim das palavras O poeta é jardineiro, Planta rima o dia inteiro Aduba o solo com sentimentos Rega tudo com suas lágrimas Semeia dor, mas colhe amor. #desafio 71/365
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@edsonbas há 1 ano
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Já não aguentava mais o barulho que vinha daquela boca mastigando, da língua passando a comida de um lado para o outro dando estalos. Aquilo me dava arrepios e calafrios. Eu já tinha perdido a fome. Tentei sair disfarçadamente da mesa, mas aquela mão engordurada da coxa de frango que havia comido segurou meu braço. Me perguntou onde eu ia. Respondi que ia ao banheiro. Começou uma conversa unilateral comigo. Ainda havia um restinho de comida na ponta da língua, aquele que a pessoa dá mais uma mastigadinha de vez em quando, mas que nunca acaba. Os dentes exageradamente espaçados e projetados para fora, daqueles que obrigam a pessoa a fazer biquinho para conseguir fechar a boca, tinham restos de queijo grudados entre si e, de vez em quando, entre um perdigoto e outro, um pedacinho também "voava" na minha direção. Eu ficava tentando me esquivar, mas, vez ou outra, um deles acabava atingindo minha camisa. Senti um tocar o meu queixo. Tive ânsia de vômito, aquela coisa azeda subiu pela minha garganta, mas, antes que chegasse à boca, consegui segurá-la e fazê-la retornar para o lugar de onde veio. Com muito custo, consegui finalmente ir ao banheiro, mas a mão não me soltou enquanto não chegamos à porta dele. Quis me acompanhar para mostrar o caminho, sem parar de falar um único minuto. Acho que me contou a história da família inteira, mas não consegui prestar atenção em nada. Assim que entrei, já fui direto para a pia, joguei água na cara, molhei um pouco os cabelos e a nuca. Enquanto isso, me aguardava na porta para me acompanhar de volta à mesa. Demorei bastante, mas ainda era aguardado incansavelmente. Me perguntou se estava tudo bem. Respondi que sim, que já estava terminando. Saí e fui recebido com um enorme e indigesto sorriso. Me deu azia. Na verdade, eu já estava sentindo, mas não na mesma intensidade que agora. Antes que segurasse meu braço novamente, eu disse que precisava de um sal de frutas, pois havia comido algo que me fez mal. Seu semblante mudou, a simpatia exagerada virou raiva. Um ódio mortal. Me disse que era impossível que algo que comi pudesse me fazer mal, pois tudo foi feito com ingredientes frescos comprados nas lojas mais caras da cidade e com muito amor. Disse que eu não sabia o que era isso, que eu não tinha amor pela minha família e nem tampouco tinha educação. Me expulsou de sua casa dizendo que eu era muito grosso e mal-agradecido. Disse que não era para eu voltar nunca mais, pois não era mais bem-vindo. Saí aliviado e, sem querer, acabei deixando escapar um “obrigado”.
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@literunico há 1 ano
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Pessoal, a capa nova de Carícias Sob o Céu da @fksilvain , modéstia a parte, me deixou encantado! Não vejo a hora de chegarem esses 4 livros dos autores do Literunico, em casa. Ah, esse da F. K. É um deles! 🤩
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@cassescreve · há 1 ano
nossa!! que tudoooo 😍
@fksilvain · há 1 ano
E eu louca pra revelar 🤭
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 71 *Café gelado* Mesmo quando as manhãs são frias, Estou com o coração bem quente. Não consigo ser displicente de emoção. Fico sonhando… Em memórias viajando! Criando, em minha imaginação, cenários, Supondo cada “se” de possibilidades, Compondo cada “ali” em detalhes, Re-experimentando, sensorialmente, Cada nuance de cada uma sensação. Cheiros, toques, texturas e pelos… A intensidade dos nossos olhares… Sentindo profundamente seus apelos, Querendo secretamente provar do beijo, Ansiando, desejosamente, ouvir sua voz, Querendo quebrar o silêncio imputado, Sabendo não ser o momento adequado. Então… Vou terminar o café Quase gelado, escrever poemas E aguardar que o dia seja lindo, Produtivo e bem agitado, Para passar rápido e me permitir aliviar Toda vontade de só pensar em você. MarU
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@eliz_leao · há 1 ano
Lindo. Bom dia
@purapoesia · há 1 ano
Viver é devanear, sorver lentamente cada momento. Bonito poema, Marge!
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@literunico há 1 ano
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A vida é uma corda bamba entre: "Precisamos nos comunicar ativamente para vivermos melhor!" "Como pode o ser humano ser a espécie 'inteligente do planeta' e falar tanta bobagem?"
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 71 - Fale sobre um livro que te deixou reflexivo por dias. #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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Bom dia! Palavra do dia: #𝔹𝕚𝕓𝕝𝕚𝕠𝕥𝕖𝕔𝕒 Frase do dia: "Uma biblioteca não é um luxo, mas uma das necessidades da vida." — Henry Ward Beecher Datas comemorativas de hoje, 12 de março de 2025: Dia do Bibliotecário Aniversário de Recife Aniversariantes: Liza Minnelli (1946) James Taylor (1948) Deborah Evelyn (1966) Juliana Silveira (1980)
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 071 No Escuro do Meu Parque Te espero e esperar é esse ir sem chegar voltar sem ter sido A ansiedade risca a ida feito faca desafiada o cansaço sombreia a volta com a precisão de um erro No impulso, voo e quase invento o céu no recuo, desabo sem nem tocar o fundo Suspensa entre o já e o ainda não sou bicho em cio sou prece sem som sou corpo gangorra e nunca aterriso… tenho medo do chão Mas o céu também me cansa. Cr💞s Ribeiro
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@Albertobusquets · há 1 ano
🥺💞🥹☀️
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