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@eduliguori há 1 ano
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Insuportavelmente perfeita de um grão de areia uma parábola insuportavelmente deliciosa de um oceano uma concha insuportavelmente distante a joia adornava o mais indelével pescoço com a pérola mais linda que já vi Edu Liguori
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@MarU · há 1 ano
Já disse, o quanto eu adoro quando você escreve sobre suas musas? Ninguém escreve como você, Edu! Seu estilo é único, e eu sou fã demais.
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@edsonbas há 1 ano
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Um senhor que aparentava já passar dos 60 anos estava agachado em frente à porteira de madeira, de onde partia e retornava uma grande cerca de arame farpado. Levava um cigarro de palha mal enrolado, meio frouxo e torto, no meio do seu bigode amarelado, que deixava subir um fiapo bem fino de fumaça, em contraste com a nuvem espessa que saía pelo canto da boca em longas baforadas intercaladas com pigarros. Usava uma camisa xadrez meio encardida do trabalho na roça, uma calça jeans amarrada com uma corda que servia de cinto, tão apertada quanto nas vezes em que foi usada para fechar um saco no transporte das colheitas, uma bota muito larga para o seu pé, com o cano cortado, toda suja de barro e um chapéu de pescador bem velho e já desfiando. Me aproximei e dei um "boa tarde" que foi respondido com um preguiçoso "taaarde". - Tudo bem com o senhor? - Bããão. - Tô procurando o tio Joãozinho, ele tá? - Tá. - Posso ir falar com ele? - Vai lá. - O senhor abre pra mim? - Sim sinhô. - Ele tá aonde? - Dendi casa. - Obrigado! Toma um trocado pra você tomar uma branquinha. O senhor gosta? - Ô! Enquanto tratava de alguns assuntos de família com o meu tio, vi que aquele senhor se levantou e foi andando bem devagar na direção do horizonte até sumir. Tomamos café da tarde e nos despedimos. Dessa vez, fui eu mesmo quem teve que abrir e fechar a porteira. Dei umas voltas pela vizinhança, mas não achei mais o "porteiro" da fazenda para me despedir dele também. Na manhã seguinte, acordei com o telefone tocando na minha cabeceira. Atendi. Era meu tio Joãozinho: - O faz-tudo da fazenda sumiu. Cê num deu dinheiro pra ele não, né?
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@tibianchini · há 1 ano
Kkk que texto maravilhoso! Parabéns!
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@autorsilviojunior há 1 ano
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Nammu criou um mundo onde os sonhos poderiam ser livres. Mas até os sonhos podem se tornar prisões?Conheça a origem de Ekhaya e de seus heróis em @literunico https://literunico.com.br/silvioasjnr/post/1565
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@JuNaiane há 1 ano
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Vida ingrata Que te maltrata, Que te desgasta, até o final, Onde tudo termina igual Carne fria e coração gelado, Dor e choro, Sonho sepultado. O amor de quem viveu, Se desfaz no nada, A vida se acaba A morte é ingrata. Jusley Naiane #desafio 57
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Lindo poema minha cara! A vida é realmente difícil de enfrentar🫂
@MarU · há 1 ano
Demais, amiga! ❤️‍🩹🫂
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@josimary184 há 1 ano
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Kintsugi – A arte japonesa de aceitar suas imperfeições e encontrar felicidade. – Tomás Navarro. Considero esse livro uma verdadeira terapia. A cada página você se identifica ou identifica pessoas que ama e que você quer ajudar a ser mais feliz. Todo mundo deveria ler. Tomás é um psicólogo espanhol apaixonado pelo que as pessoas sentem, pensam e fazem. Atualmente, dirige um centro de bem-estar emocional fundado por ele, na Espanha. Este livro com certeza contribuirá para que você avalie sua postura diante das adversidades e possa viver melhor. E, se pra você está tudo perfeito, que bom! Então ele irá ajudá-lo a compreender pessoas que não são tão perfeitas assim. (Segredo: a maioria de nós humanos). A técnica japonesa denominada Kintsugi repara cerâmicas utilizando ouro, deixando as marcas visíveis e, tornando as peças ainda mais belas. Tomás faz um comparativo com nossa vida que pode ser despedaçada, mas também pode ser reconstruída, deixando cicatrizes que, muitas vezes, nos transformam em pessoas melhores. “A adversidade nada mais é que um desafio”. Com essa visão, Tomás vem nos mostrar que viver é diferente de sobreviver, já que viver, exige coragem. Enfrentamos adversidades todos os dias, e elas sempre farão parte do nosso caminho. Nós somos mais fortes que estas adversidades e precisamos ter consciência desta nossa força. Já a dor... é necessária para nossa sobrevivência. É através dos sinais dela que tomamos ações para nos defender de danos maiores. Esse é o motivo pelo qual tanto a dor física como a emocional não devem ser ignoradas e sim compreendidas. O autor nos alerta que quantificar a dor de alguém é impossível pois cada um tem uma forma de expressar sua dor. Enquanto uns exageram na vitimização, outros sofrem em silêncio. Algumas vezes nossa dor vem relacionada a um acontecimento e nossa tendência é buscar a nossa responsabilidade nesse acontecimento. O discernimento nesse caso é fundamental e Tomás nos ajuda nessa missão. Avalia as 5 formas de encarar as adversidades: negar ou minimizar o problema, aceitar o problema mas achar que não é tão grave não fazer nada, achar que é tão grave que não pode tratar e então se deprimir, achar que se tratar pode trazer outros problemas, melhor nem tentar. E o que realmente deveríamos fazer: LUTAR. O livro nos lembra que nosso corpo está preparado para se recuperar, ainda que fiquem cicatrizes. Qualquer pessoa que já tenha se arranhado, sabe disso. Aprendemos desde cedo que isso faz parte da vida: cair, se machucar, se curar e recomeçar. Mas ninguém nos conta que, assim como nosso corpo, nossa mente também tem o poder de curar feridas emocionais. E, exatamente como em nosso corpo, se não deixarmos a ferida cicatrizar, seja cutucando-a ou abrindo-a a cada momento, ela não irá cicatrizar. O recado aqui fica claro: cuide de suas feridas emocionais da mesma forma que você cuida de suas feridas físicas. Um outro aspecto abordado e que não pode deixar de ser citado é em relação à velocidade de reação. Muitas pessoas só reagem ao chegarem no fundo do poço, porém, algumas delas já não conseguem sair. Reagir o quanto antes é o melhor remédio. Na segunda parte do livro trata individualmente algumas situações que nos despedaçam, como: demissão, luto, depressão ou limitações físicas. Sei que nada supera um terapeuta de verdade mas, sinceramente, esse livro já ajuda bastante. Impossível sair dele da mesma forma que você entrou. Ele te arranca do papel de vítima e te mostra como ser o protagonista. Um dos melhores livros que li nos últimos tempos. Se eu recomendo? Claro que sim. Não deixe de ler.
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@Albertobusquets há 1 ano
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Gosto de fazer poesia, não apenas escrever. Poesia de se sentir pelos olhos as carícias que derramo sobre teu corpo. Poesia de se beijar com os dedos as palavras que sussurro em teu ouvido. Poesia de se deixar levar, de se livrar de entraves para se abrir inteira em cada rima de ritmo leve, ou para gemer de leve no mordiscar das letras maiúsculas. Gosto de pensar que faço poesia, quando na verdade só a descrevo. Poesia mesmo é o juntar dos lábios, dos corpos e dos desejos. Poesia é uma noite de possibilidades. Poesia é a comunhão das mãos e dos sentidos, o cheiro das peles, o gosto das bocas. Poesia é a paz entrelaçada com o nascer do sol, anunciando que há mais poemas a serem feitos, a cada Bom Dia. Alberto Busquets. #Desafio 057
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Coisa mais linda é você! E tudo que vem de você…
@MarU · há 1 ano
Já declamei esta! Nem preciso dizer o quanto amo esta❤️‍🔥🤌 Lindo, amigo.
@JuNaiane · há 1 ano
Lindo é, fazer poesia ❤️
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 57 - Fale sobre um livro de Conto de Fadas Vamos para um conto de fadas bem hardcore, sexualmente falando. Não é segredo que sou fã dos vampiros de Anne Rice. Como escritora de hot que usa pseudônimo, me despertou muita curiosidade saber que ela também escrevia literature erótica e que também se escondia atrás de um nome fictício: A. N. Roquelaure. Depois de sua morte, esse e os outros três livros que compõem a quadrilogia foram publicados com o nome verdadeiro da autora revelado. Li apenas o primeiro e olha, foi de bom tamanho. 😳 A história é um festival de sadomasoquismo que vou te contar. Tem muita escravidão sexual e submissão a dar com o pau (até literalmente 🤔). Recomendo a título de curiosidade, mas me preocupo se alguém achar saudável o tipo de interação retratada por aqui. Ah, eu gostei do livro, atinge seu objetivo de causar incômodo (pelo menos). #Link365TemasLivros
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@classicos há 1 ano
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Livro: Produções Satíricas e Bocageanas Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: Não há uma data exata de publicação, mas as obras de Bernardo Guimarães foram escritas no século XIX. "Produções Satíricas e Bocageanas" reúne textos de Bernardo Guimarães que exploram a sátira e o humor mordaz, seguindo a tradição do poeta português Bocage. A obra traz críticas sociais e políticas, além de poesias irreverentes e espirituosas, refletindo o talento do autor para a ironia e o sarcasmo. Com um estilo provocador, Guimarães utiliza a poesia para desafiar convenções e expor os costumes de sua época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Seminarista Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1872 "O Seminarista" é um romance que aborda o drama de Eugênio, um jovem obrigado pelos pais a seguir a vida religiosa, contrariando sua vontade e seu amor por Margarida. A obra critica a imposição de vocações forçadas e os dogmas sociais do século XIX, explorando temas como liberdade, destino e repressão. Com uma narrativa envolvente e reflexiva, Bernardo Guimarães apresenta um dos primeiros romances brasileiros a questionar o poder da Igreja sobre as escolhas individuais. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Humor e a Ironia em Bernardo Guimarães Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: Data desconhecida Essa obra reúne textos e narrativas que evidenciam o talento de Bernardo Guimarães para o humor e a ironia. Conhecido por seus romances regionalistas e sua abordagem crítica da sociedade do século XIX, Guimarães também explorava o cômico em suas histórias, satirizando costumes e comportamentos da época. Com uma linguagem leve e perspicaz, o autor cria situações que misturam comicidade e reflexão, tornando essa leitura uma experiência envolvente e divertida. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Garimpeiro Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1872 "O Garimpeiro" é um romance regionalista de Bernardo Guimarães que narra a história de Ernesto, um jovem aventureiro que parte em busca de riqueza nas minas de ouro do interior do Brasil. Durante sua jornada, ele se depara com desafios, encontros inesperados e um grande amor. A obra traz um retrato fiel da vida dos garimpeiros no século XIX, explorando temas como ambição, caráter e o verdadeiro significado da felicidade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Ermitão de Muquém Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1869 "O Ermitão de Muquém" é um romance regionalista de Bernardo Guimarães que retrata a vida sertaneja em Goiás no século XIX. A trama acompanha a jornada de um misterioso ermitão, cuja história se entrelaça com dramas de amor, vingança e redenção. Com uma narrativa rica em descrições da paisagem e costumes locais, a obra destaca o talento do autor em mesclar ficção com elementos históricos e culturais do Brasil. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Elixir do Pajé Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1875 "O Elixir do Pajé" é uma narrativa de Bernardo Guimarães que combina elementos do folclore brasileiro com toques de crítica social e humor. A história gira em torno de um elixir milagroso criado por um pajé indígena, que promete transformar a vida daqueles que o consomem. Com uma escrita envolvente e uma abordagem satírica, o autor expõe ironicamente os costumes e crenças da sociedade da época, tornando a obra uma leitura instigante e divertida. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Devanear do Céptico Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1868 "O Devanear do Céptico" é uma obra poética de Bernardo Guimarães que reflete sobre temas filosóficos, existenciais e espirituais. Com uma abordagem introspectiva, o autor questiona crenças, valores e a própria natureza da vida e da morte. A poesia contida no livro revela um tom melancólico e reflexivo, característico do romantismo da época, ao mesmo tempo em que evidencia a profundidade do pensamento do autor. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Inspirações da Tarde Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1858 "Inspirações da Tarde" é uma coletânea de poesias de Bernardo Guimarães, onde o autor expressa sentimentos profundos sobre amor, natureza, saudade e reflexões existenciais. Com uma escrita sensível e melancólica, a obra evidencia a influência do romantismo, movimento literário que marcou a época. As poesias revelam a alma lírica do autor, proporcionando uma leitura envolvente e repleta de emoções. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Histórias e Tradições da Província de Minas Gerais Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1867 "Histórias e Tradições da Província de Minas Gerais" é uma coletânea de narrativas que retratam os costumes, lendas e acontecimentos históricos da região mineira no século XIX. Com uma escrita envolvente, Bernardo Guimarães resgata o folclore local, destacando personagens marcantes e episódios que ajudam a compor a identidade cultural de Minas Gerais. A obra combina ficção e realidade, proporcionando uma leitura enriquecedora sobre a tradição e a vida cotidiana da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 057 Deserto da Espera A cama, vazia: campo sem dono. O relógio derrete sob o sol da dúvida: — Virá? Um fantasma me toca, a borda de um beijo que não houve. Os ponteiros giram: carcereiros do tempo, comandam o crepúsculo. Intervalo interminável entre o fim e o talvez. O coração pulsa devagar, economiza esperança; enquanto uma flor insiste em nascer entre pedras. Um fio de luz fura a escuridão. No deserto do não saber, te espero. Vigília de quem aguarda sem entender o que espera, sem saber o que fazer com a chegada que não vem. Cr💞s Ribeiro
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@Albertobusquets · há 1 ano
A espera vem da esperança. Vamos esperançar ao invés de esperar... 🥹💞🌞
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@classicos há 1 ano
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Livro: Canto da Solidão Autor: Bernardo Guimarães Lançamento: 1858 "Canto da Solidão" é um poema melancólico e introspectivo de Bernardo Guimarães, no qual o autor expressa sentimentos profundos de isolamento, saudade e contemplação da existência. Com uma linguagem rica e emotiva, a obra reflete as angústias e reflexões do eu lírico, capturando a essência do romantismo brasileiro. O poema é marcado por imagens poéticas sensíveis e um tom lírico que convida o leitor a uma imersão nos sentimentos de solidão e nostalgia. #domíniopúblico #Clássicos
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 57 - Fale sobre um livro de Conto de Fadas #Link365TemasLivros
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