Bem-vindo ao Litverso
Você está vendo a versão pública. Entre para publicar, curtir e comentar.
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Há poetas que são artistas Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro critica os poetas que moldam seus versos como quem esculpe mármore — com arte, sim, mas também com artifício. Para ele, a poesia verdadeira não é feita, é dita como se se respirasse, sem enfeites ou intenções. Caeiro rejeita a ideia de poesia como construção estética; sua própria escrita é natural como o vento, espontânea como o que se vê sem pensar. A arte, quando consciente demais, afasta da verdade. Ele prefere a pureza do que simplesmente acontece. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931752002028q3vbids6qgvvkehwgkw0.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Há metafísica bastante em não pensar em nada Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Este é um dos versos mais icônicos de Caeiro, onde ele desafia a tradição filosófica com sua simplicidade radical. Para ele, não pensar em nada — apenas ver, sentir, estar presente — já é uma forma profunda de sabedoria. A verdadeira metafísica, diz Caeiro, está no corpo que sente o sol, na pedra que existe sem dúvida. Ao negar o pensamento abstrato, ele propõe uma outra filosofia: a do instante vivido, sem mistério nem ilusão. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
9317520019117ru5mjagsoknukzjzqce.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Hoje de manhã saí muito cedo Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro narra uma caminhada matinal com a naturalidade de quem vive em total harmonia com o mundo ao redor. Não há lição, nem mensagem escondida — apenas a vivência direta do instante. Ele sai cedo, vê as coisas como são e sente-se feliz porque não pensa demais. O sol, o campo, o corpo em movimento — tudo é suficiente. O poema celebra a liberdade de existir sem interpretar, de viver antes do pensamento. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931752001833humy8ww2wqogbzvpj6iq.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro revela um desejo calmo: o de ter tempo e sossego para ser apenas um com o mundo, sem esforço, sem pressa, sem pensar. Não é uma ambição grandiosa, mas uma aspiração humilde — viver como as plantas, como a luz do dia, como as coisas que simplesmente são. Esse anseio reflete sua filosofia de não-interferência: observar, existir, respirar. Caeiro quer a liberdade de nada precisar ser além do que já é. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931752001633yddgjqdky8vledrz6zkn.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Estou doente Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Em Estou doente, Caeiro trata a doença não como tragédia, mas como um estado simples do corpo — algo que acontece, como o frio ou a chuva. Ele não dramatiza, não extrai lições, nem procura sentidos ocultos. Apenas observa: está doente, e é só isso. Sua postura diante da fragilidade é a mesma que tem diante da saúde: presença, aceitação e calma. O poema revela uma serenidade radical — a de quem não se perturba nem mesmo quando o corpo falha. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931752001474cwwzwa6l3eesgnomxrk9.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Gozo os campos sem reparar para eles Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Gozo os campos sem reparar para eles expressa o núcleo da filosofia poética de Caeiro: viver sem questionar, sentir sem interpretar. O eu lírico percorre os campos não para entendê-los, mas para simplesmente estar neles, em total entrega ao presente. Não há busca por significado oculto ou beleza idealizada — há apenas o prazer puro do contato com a natureza. Essa atitude revela a grandeza da simplicidade que Caeiro tanto valorizava: existir é bastante, olhar já é um milagre. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931752001345xkzizw9vuuxrgxae0zlp.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Falas de civilização, e de não dever ser Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro rejeita com firmeza os discursos sobre civilização, progresso ou destino coletivo. Para ele, essas ideias são artifícios que afastam o ser humano do real e do simples. Quando alguém fala de “civilização”, Caeiro sente que está ouvindo algo que nega a verdade imediata das coisas — o campo, o sol, o corpo. A sua resposta é clara: não se deve ser outra coisa senão aquilo que já se é. Uma crítica ao excesso de pensamento e à perda da ligação com o natural. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931752001303di0f9fi0exhfmmkdrdbb.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Falaram-me os homens em humanidade Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro escuta os homens falarem em "humanidade" — um conceito abstrato que para ele não tem valor real. Ele rejeita essas ideias coletivas, que não cabem na sua forma de ver o mundo. Para Caeiro, não existe "a humanidade", mas sim cada homem, cada coisa, cada instante, únicos e suficientes em si. A simplicidade da sua visão desmonta os grandes discursos e devolve tudo ao que é visível, presente e tocável. Ele não quer saber do mundo ideal — quer apenas o mundo real, que se vê sem pensar. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
9317520012588xzsxxncvmcgpcs7cyor.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@novidadesliterunico há 1 ano
Público
Homenagem a Rubens Teixeira Scavone. Rubens é considerado um dos precursores da ficção científica brasileira moderna, escrevendo obras que combinavam especulação filosófica, tecnologia e crítica social. Também transitou por gêneros como o ensaio, a poesia e a crônica. "A ficção científica é a metáfora da inquietação humana diante do desconhecido." O Homem Que Viu: <a href="https://www.literunico.com.br/books/994">Aqui!</a> #aniversárioliterário
avatar
@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
Público
Morrendo de Medo Eu estou morrendo de medo. Eu estou morrendo tremendo, morrendo com medo, tremendo de frio, o frio do medo. Morro mais. A todo tempo morro um pouco mais. Vão morrendo todos que eu amo, e o medo vai me escalando, me tomando em seu desespero. Meu medo não tem acalento, não tem nem mesmo alívio. Eu desperto com medo morrendo, e durmo temendo o morrido. Eu sigo tremendo de medo. Eu sigo morrendo com frio. Eu tento esquecer que eu morro, mas morro, não tem outro jeito. É essa cruz nos meus ombros, ter medo do próprio destino.
avatar
@MarU há 1 ano
Público
#Desafio 188 *Fuja* Fuja… enquanto ainda há tempo! Antes de se acostumar, se entregar, se prender, antes de querer ficar, antes de querer ser. Fuja… Não caia nessa conversa, não queira pegar intimidade, não queira fazer parte… Antes que seja tarde, previna-se, preveja. Fuja! Ouça. Leia este alerta. Já te deixarei avisado, para não dizer que era “papo”. O precavido ouviu o recado, e você me ouça: não se perca! Pois… se ficar? Talvez eu não queira mais ir… e permaneça. Pode acontecer que eu fique como você, bem aqui… e, perdidamente apaixonada, me entregue a uma paixão não planejada… Que surgiu, assim de repente, do nada… de forma crescente, mas ainda controlada. Então, seja eloquente… Seria loucura! Pois agora, não há desculpa. Você é inteligente e está consciente, não há “porquê” em tornar nossas vidas complicadas! Nosso “caso” exige uma atitude drástica, de autopreservação pura. Fuja! Fuja, enquanto ainda não sente nada minha falta. Consequências de me amar e me ter apaixonada podem ser evitadas. Fuja, e não me diga nada! ou… você vai (vi)ver! MarU
Últimas respostas
@CrisRibeiro · há 1 ano
Quero q continuação para saber a fofoca!
Ver conversa completa
avatar
@eduliguori há 1 ano
Público
A frase que mais tenho dito não tenho medo de nada entre todos os mistérios o único que me assusta é desconhecer a vida deixar de colecionar novas memórias se por ventura eu morrer não irei me despedir em vão Edu Liguori
avatar
@adrianamontteiro_escritora há 1 ano
Público
Se você estava na dúvida do porquê ler o livro da Aarya, segue aqui pelo menos cinco bons motivos para isso 🥰🙃 Ele está disponível no Kindle unlimited e o livro físico pode ser adquirido comigo. Você também tem a opção de comprar o livro com uma caixa recheada de experiências sensoriais. Aproveite. #presskit #lançamento #livronacional #aaryaaloba
avatar
@JuNaiane há 1 ano
Público
Eu joguei mais um amor no lixo. Mas que coisa horrível isso! Amar assim, sem aviso Se entregar assim, vira vício E quando você percebe isso: Amar, e assumir esse risco; Amar, e padecer no paraíso; Amar, e arrancar o curativo; Amar, não precisa ter sentido Se perder o amor, segue indo. Se encontrar o amor é bem-vindo. #desafio 365/189
Últimas respostas
@eliz_leao · há 1 ano
Sempre bem vindo, o amor maior, que é o nosso 🩷 Amucê miga🩷🩷
@eliz_leao · há 1 ano
Sempre bem vindo, o amor maior, que é o nosso 🩷 Amucê miga🩷🩷
Ver conversa completa
avatar
@CrisRibeiro há 1 ano
Público
#Desafio187 Geografia do Teu Riso Nasce, no arco enviesado dos teus lábios, uma covinha linda; do lado esquerdo, matreira, quase vinda de um capricho do tempo, um desenho no vento que me prende e desafia. E ali se desfaz, sem alarde, qualquer traço do meu juízo: feito prece sem fé, feito vinho sem taça, feito gozo sem riso. Bem ali, eu derrapo no acidente geográfico do teu sorriso, desatino pacífico, meu caos mais bonito. O sulco do teu rosto me desnuda sem tocar, desenha, impiedoso, o mapa de naufragar onde cada linha é aposta, e cada curva, um lugar que não quero mais deixar. Cr💞s Ribeiro
Últimas respostas
@JuNaiane · há 1 ano
Maravilhosa ❤️
Ver conversa completa
avatar
@fksilvain há 1 ano
Público
<h5><span style='color: red;'>#Budapeste</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1011'><strong>Budapeste</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro de autor que se destaca na literatura mundial por prêmios que recebeu.<br /> <br /> Sou fã do Chico compositor e esse foi o primeiro romance dele que li, há muitos anos. A qualidade é inegável e é um romance multi premiado. O autor, então, ganhou merecidamente o prêmio Camões, maior honraria literária em língua portuguesa.<br /> <br /> #Desafio365Postagens<br /> Dia 188</p>
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Estas quatro canções, escrevi-as estando doente Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Estas quatro canções, escrevi-as estando doente" revela um Caeiro fragilizado fisicamente, mas ainda fiel à sua visão clara e direta do mundo. Mesmo doente, ele continua a valorizar a simplicidade e a presença, escrevendo com serenidade e sem dramatização. A doença não o leva ao lamento ou à reflexão profunda — apenas ao registro do que sente, sem artifício. É um exemplo de como sua poesia permanece fiel ao instante, mesmo diante da fragilidade do corpo. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931751916557ehazeaqij2uwhd7u2sqy.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Esta tarde a trovoada caiu Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Esta tarde a trovoada caiu" mostra a forma como Alberto Caeiro se relaciona com os fenômenos da natureza: com aceitação e presença. A trovoada não é metáfora de medo ou conflito — é apenas uma trovoada. O poeta observa o acontecimento com simplicidade e tranquilidade, reafirmando sua filosofia de que as coisas não precisam de sentido oculto para serem importantes. Elas existem e, por isso, já são plenas. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931751916501rmiviqcn1up3pon0gxi4.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
avatar
@classicos há 1 ano
Público
Livro: Entre o que vejo Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) "Entre o que vejo" é um poema que reafirma a clareza e a transparência com que Alberto Caeiro encara o mundo. Para ele, ver é suficiente — não há distância entre o que se vê e o que se compreende. O poeta rejeita o abismo entre aparência e essência, celebrando a coincidência entre realidade e percepção. Caeiro nos convida a abandonar a interpretação e a viver com os olhos abertos, em contato direto com as coisas. #domíniopúblico #Clássicos
EPUB
Publicação Literunico
931751916463egesjcq5825dvhuiouye.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora