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@rafaelaraujoescritor há 1 ano
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Mulher Tu és a flor que torna qualquer jardim mais vivo e o espinho que fere as mãos de quem tenta despedaçar-te. Assim como o sol tu brilha forte mesmo em tempo de eclipse e és como o arco-íris que representa a esperança. Tu és mãe, avó, tia, filha, irmã e prima. A professora, a doméstica, a escritora, a advogada, a motorista, a atriz, a médica, a vendedora, a cientista, entre muitas outras mil profissões e cada uma conquistada com muita determinação. Tu és força e resistência. As guerreiras lendárias que não fogem ou se encondem da batalha. A rainha que o mundo precisa aprender a se curvar com respeito. De Rafael Araújo Poesia - Projeto: Almanaque da Poesia Livre
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@literunico há 1 ano
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São teus olhos Olhos que sorriem Olhos que choram Olhos que enxergam longe Futuro Passado Presente Por trás dos olhos Por trás da mente Apertados Encantados Lêem Linhas e entrelinhas Olhos da mãe Olhos de filha Perceptiva Inocente A razão que desmente Com paixão Compaixão No olhar do amor A semente Origem de tudo O fim do descrente Raiz e sustento Firmamento e o vento Cada uma são todas! Todas são únicas. O calor A dor Por favor, Seja pra sempre O sempre! Eder B. Jr. Feliz dia, #mulher!
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Belíssimo!
@eliz_leao · há 1 ano
Amo vc? Obrigada vida 🩷 você sempre me faz uma mulher feliz e completa.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 289 Espontaneidade Salta sem medir a queda, Riso solto, gesto instintivo. Espontaneidade não se arreda, Segue o instante imprevisível. Logo assim, brilho de surpresa, Coisas simples ou mais caras Espontaneidade, imprime leveza, Que se entrega em chances raras. Onde há roteiro, ela o desfaz, Escreve o agora sem hesitação. Espontaneidade nunca é fugaz, Mas pulsa forte, sem permissão. Não é descuido, nem rebeldia, Mas a alma sem correntes. Espontaneidade é poesia, Que nasce livre, de repente. Eder B. Jr.
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@eliz_leao · há 1 ano
Lindo
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 66 *Versos calados* Em versos calados, Guardei meus medos, Despi minhas amarras, Entreguei-me ao desejo. Sem dizer nada, Sentindo o calor, Das bocas encostadas, Calei em minha alma. Escrevendo ao vento, Vazando a caneta, Todo sentimento que Tranquei por dentro. De boca fechada, E mente avoada, Em versos calados, No interno da alma. Apenas escrevo… Mais nada! MarU
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@CrisRibeiro · há 1 ano
E como escreve! Lindoooo!
@literunico · há 1 ano
Cada um mais lindo que o outro! Vai sair um livro incrível!
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@literunico há 1 ano
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Um observador mais desatento poderia dizer que, ao errar, as Inteligências Aritificiais se aproximam mais dos humanos. Entretanto, imagino que ela precise mesmo é de mais espontaneidade, mesmo nos erros. Apesar de tanto humanos e IAs terem erros previsíveis, eles diferem na forma, na reação, na imprevisibilidade das consequências. Entramos nas responsabilidades. Por mais associações que sejam possíveis, uma pessoa existe socialmente, até mesmo no seu desaparecimento.
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@literunico há 1 ano
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Ascende em ti, Ao fogo dos meus dedos, Feito brasa, Rasgando o dia ao meio. Consome meus anseios, Feito vento, Invadindo, Teus mais ocultos segredos. Cruza meu corpo, Faminta, Por me ter, Por inteiro. Sacia tua sede Com a minha, E arde, Me cravando na pele, feito tinta. Estremece no embate, Pulsação, encaixe, E ao te possuir, Me funde e me faz Teu, sem deixar nada. Só marcas! Eder B. Jr. #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@eliz_leao · há 1 ano
Te amo
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Te amo🩷
@eliz_leao · há 1 ano
https://www.literunico.com.br/eliz_leao/post/2685
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@JuNaiane · há 1 ano
Combinadinhos ❤️🔥
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@eliz_leao há 1 ano
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Desce em mim, O calor dos teus lábios Feito lua Enfeitando a noite Ilumina meus desejos Feito luz Invadindo A eterna escuridão Singra meus mares Sedento Por me beber Inteira Completa meu prazer Com o seu E explode Me marcando com intensidade. Tensiona seus musculos Pele, torso E ao me penetrar Me ama e me torna Uma, com sua própria existência. Eliz Leão 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindeza demais!
@JuNaiane · há 1 ano
Lindo ❤️‍🔥
@literunico · há 1 ano
https://www.literunico.com.br/literunico/post/2686
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@rodrigosantos há 1 ano
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Era noite quando o redemoinho se formou na porteira da fazenda. O fazendeiro João tremeu ao ver a sombra surgir no centro da ventania: um homem miúdo, de uma perna só, gorro vermelho faiscando como brasa. — Quem desperdiça, paga o preço. — A voz ecoou na noite. João sabia do que se tratava. Ele mandara os empregados cortarem árvores além do necessário, enquanto os sacos de milho estavam mofando no celeiro por descuido. O velho fazendeiro ria dessas histórias. “Saci não passa de lorota pra assustar criança.” Agora, el via com os próprios olhos: a criatura vinha cobrar. Com um gesto, o Saci fez o vento correr. As ferramentas abandonadas nos campos voltaram para seus lugares. As portas do celeiro rangeram e, dentro dele, os grãos apodrecidos desapareceram, como se jamais tivessem existido. O castigo, porém, não tardou: as mãos de João começaram a formigar. Quando olhou para si, viu seus dedos se transformando em madeira retorcida, como os galhos da árvore derrubadas sem necessidade. — Ordem deve ser mantida! — Foram as últimas palavras do Saci antes de desaparecer em um redemoinho de vento. No dia seguinte, ninguém ousou desperdiçar um único grão ou maltratar um único animal. Os mais velhos sabiam que aquele Saci não podia ser preso em uma garrafa – pois era a própria natureza cobrando o preço. E, sempre que o vento roda estranho perto da bagunça, é sinal de que ele vai voltar.
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@ricardovillardo há 1 ano
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 066 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Na costura sensível do teu prazer Teu hálito quente me fustiga. A respiração entrecortada te entrega: tua fragilidade, tua ânsia. Teus olhos cravados nos meus trazem uma súplica velada, um desafio silencioso. Minhas mãos deslizam em tua pele, decifram-te sem pressa. És território aberto, entregue, mas ainda resistente. Essa tensão me fascina. Exploro-te reivindicando minha conquista. Seguro-te com firmeza, exponho-te sem pudor. A pele esticada revela tua vulnerabilidade latejante sob meus dedos. Dedilho-te como quem toca uma harpa e, a cada movimento, arranco uma nota: um arrepio, um suspiro, uma contração involuntária. Molho meus dedos na tua boca: um gesto quase sagrado. Te batizo no sal e no desejo. Desço lenta, inexorável, enquanto traço círculos delicados, quase cruéis, na costura onde se concentra tua vontade. Te beijo como quem se despede antes de uma travessia. Um último gosto teu na minha língua antes do mergulho. E então me ponho a teus pés, não como ato de rendição, mas como quem detém o controle absoluto do teu prazer. Seguro-te com a reverência de quem segura o inevitável. Minha língua encontra teu frenulum e só ali permanece. Dedicada, obsessiva, negando-te todo o resto. Subo, desço, desenho círculos enquanto minha saliva te marca, te assina, te reclama. Sucções lentas, depois urgentes, depois quase ternas: tortura doce, precisão perversa. Teu corpo responde como um instrumento afinado: cada fibra, cada músculo, cada estremecimento sob meu comando. Minhas mãos te exploram por baixo, amplificam a tensão enquanto minha língua dita o ritmo. Te vejo sucumbir. Teu olhar se perde, teus lábios entreabertos tentam formar palavras que não vêm. E essa fraqueza só aumenta minha fome. Tuas mãos se crispam, teu corpo se contrai impotente diante da exatidão da minha língua, da pressão calculada dos meus lábios. Vês a ti mesmo: ereto, entregue, vulnerável. Me vês devota e faminta, a boca aberta para o teu prazer. A lambida se aprofunda sem que a boca te acolha e não há mais distância. Só a umidade, a textura, o desespero e a rendição. E quando o prazer te invade uma onda te consome inteiro: olhos, boca, mãos, respiração. E ainda assim, minha língua não para. Minha boca permanece, insaciável. Desejando-te além do gozo, além da carne, além de qualquer fim. Cr💞s Ribeiro
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@JuNaiane · há 1 ano
Oral (quer dizer) Uau
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Oral (quer dizer) Uau 🔥🔥
@fksilvain · há 1 ano
Caralho de poema incendiário 🔥🔥🔥🔥🔥 Matou a pau!
@albertobusquets · há 1 ano
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😍🤤🫠💞🔥
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@AnneCFreitas há 1 ano
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Hoje vou jogar RPG pela primeira vez, e desenhei a minha personagem. Ladina, Dahllan Mundo Tormenta Flora - baseada na personagem Flora do mundo que eu criei* (Os devaneios de Rory Agnes)
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@aleituracria há 1 ano
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Debate 2 - Comentários da leitura até a página 170 do livro "Memento Mori" "Chegou o momento de discutirmos as páginas finais do livro Memento Mori. Eu começo! Sobre o desenvolvimento dos personagens, como a história é mais focada na Tati, é compreensível que o foco seja mais nessa personagem, mas acho que, para um segundo ou terceiro volume, seria legal abordar mais sobre o Miguel ou a dinâmica na delegacia..." Leia o restante após participar do Clube: https://www.literunico.com.br/reading-clubs/2/forum
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@aleituracria há 1 ano
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Tem uma galera que nunca comentou no Clube do Livro! ☹️ https://www.literunico.com.br/reading-clubs/2/forum?filter=fevereiro/2025 Estamos indo para o nosso terceiro mês de leituras. Não precisa fazer uma resenha, um simples comentário já ajuda no nosso debate! Só tem livros nacionais, e eles precisam do nosso apoio!
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@MarU há 1 ano
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*Te quero…* Tua boca na minha, Tua língua dentro da minha boca, Tua saliva misturada com a minha. Teu gosto… Eu gosto, degusto… Tuas mãos pressionando meu corpo, Te sinto, me perco… Não minto! Cada segundo, desfruto, usufruindo, Nossos desejos entregues ao instinto, De um segundo ao infinito. Viajo em calores internos, intensos, Te entrego tudo que sinto. Te quero! Quero mais, mais… A química entre nós, Naturalmente fluindo. Esqueço de tudo, de todos… Te quero… Em outros lábios rosados, Entre meus pelos dourados, Saboreando o mel do meu desejo. Nessa boca, entre arquejos, Arfante, língua adentro, e dedos. Salivante, explorando mais a fundo, Destrinchando-me por dentro. Te quero… MarU #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Que isso, gente! Lindo, como sempre…
@purapoesia · há 1 ano
Fervente! Aqueceu meu dia chuvoso! 🔥
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@purapoesia há 1 ano
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#🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 devo(ra)ção provo-a com os dedos choves sobre eles tenho sede de tomá-la nos braços, na boca fome de comê-la lamber os lábios me sirvo de tua tez inebrio-me e devaneio meto-me em teus seios adentro-a dança lenta cálida e úmida a cama, em chamas, geme derretes e tremes jorro-lhe meu desejo a cereja do bolo amoleço e adormeço dentro de ti.
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Aff! O ar condicionado dá conta da repartição pública? Responde aí! 😂😂😂 Você é meu colega, né? TJ?
@JuNaiane · há 1 ano
Não sei
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🫠❤️‍🔥
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@edsonbas há 1 ano
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Engarrafamento numa sexta-feira depois do expediente ninguém merece. As quatro pistas paradas e eu doido para chegar em casa. Não anda de jeito nenhum, meia hora já e não saio do lugar, nem um centímetro. Há muito tempo não engarrafava desse jeito, por isso eu já tinha feito até planos para o fim de tarde e noite. Comprei a bebida e os tira-gostos. Ia ser só eu e ela, era só chegar, ligar, tomar um banho, me arrumar e esperar. Mas engarrafou. Justamente nessa sexta. Passou um vendedor de biscoito, desses que sempre aparecem do nada nos engarrafamentos e a gente nunca sabe de onde eles surgem e se já sabiam que iria engarrafar ou como eles conseguiram comprar tanto biscoito assim de última hora. Ele chegou do lado do carro, enfiou a mão pelo vidro da porta, segurando aquele saquinho branco com o desenho do bonequinho com um cabeção redondo, e disse: "- Biscoito Globo, freguês?! É o maior sucesso!". Eu detesto esse biscoito, ele é horrível, tão horrível quanto ser chamado de "freguês" por um vendedor. Agradeci e perguntei se tinha água mineral, ele respondeu que não, mas que tinha um camarada que vendia e ia mandar ele vir trazer para mim. Agora já tinha uma hora que eu estava parado ali. Ou melhor, tinha andado mais ou menos um quilômetro, mas não fazia muita diferença. Nada de água, a camisa e a calça encharcadas de suor e colando na pele. A garganta seca e a cabeça já começava a doer. Liguei avisando que ia atrasar, disse que não aguentava mais esperar, ela disse que também não. - Água aí, freguês? - Ô! Finalmente! - O camarada do biscoito falou que você queria água. - Sim. Quero sim. Me dá duas. - Tá na mão, freguês! - Graças a Deus! Você me salvou. - Tamo aqui pra isso, freguês. Agora deixa eu ir naquele outro carro ali. Abri uma das garrafinhas e já tomei metade da água de uma vez só, sem parar para respirar. Deu uma aliviada na secura. Comecei a sentir fome, poderia comer qualquer coisa. Menos aquele biscoito. Argh! Aquele não! Mais meia hora e só tinha andado mais uns 700 metros. Liguei de novo para ela cancelando o encontro: "- Marcamos para amanhã, pode ser?". Respondeu que tudo bem. A fome foi aumentando, mas aquele biscoito... Comecei a pensar em tudo o que poderia ter rolado naquele fim de tarde e noite com ela, em como teria sido bom, mas ia ter que ficar para amanhã. Pensei na bebida e nos tira-gostos. Eu tinha comprado tantos tira-gostos gostosos, mas eles estavam tão longe. Aqui o que reinava era só o Biscoito Globo e eu já estava entendendo porque ele era "o maior sucesso". Não tinha escolha, não tinha outra coisa para comer ali a não ser o biscoito do saquinho branco com o desenho do bonequinho com um cabeção redondo. Avistei pelo retrovisor um vendedor passando com um saco transparente lotado desses saquinhos. Ele estava meio longe, então saí do carro e, com as duas mãos em forma de concha em volta da boca, berrei: - Ô BISCOITO GLOBOOOOOO!!!