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@ricardovillardo há 1 ano
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Nossa estreia foi linda demais. E eu tô contando muito que vc vai me assistir, porque a temporada é de dois meses, hein! Só se programar. Obrigado a cada um que esteve lá e me deu uma chuva de amor. Direção, produção, equipe técnica, teatro Bibi Ferreira, vcs me deram uma noite MÁGICA. O B R I G A D O E que venham as próximas sessões!!! 🎭Peça: VOCÊ NÃO É TODO MUNDO 📍Local: Teatro Bibi Ferreira - SP Data: 02/05 à 27/06, sempre às 21h Videomaker: @milarealtime
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@eliz_leao há 1 ano
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Quero te sentir deslizando em minha língua. O salgado e grosso, escorrendo pela garganta. Teu cheiro me assanha, Teu gosto me inflama. Quero olhar os teus olhos, com a boca ocupada, esticada, melada. Ver sair de seus lábios o som do prazer. Deslizar os meus dedos e delicias lamber. Sentir o teu corpo esticar, seu pesco pra trás, seus olhos apertados, o suor escorrer. O entrecortar da tua respiração. Suas mãos resvalando meus cabelos. Agonia, prazer e gozo. Eliz Leão 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@robsonmachado · há 1 ano
Uauuuuuuuu!!!! Só uauuuuuuuuuuuuu
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Uauuuuuuu!!! Só uauuuuuuuuuuuu ❤️‍🔥👏🏾👏🏾👏🏾
@literunico · há 1 ano
A ansiedade para o Sexxxtar nunca acaba
@CrisRibeiro · há 1 ano
Eita, amiga! E a fama quem leva sou eu! SEXXXTOU!!! Lindo.
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@JuNaiane há 1 ano
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Meu coração sangra Sempre que te vejo dizendo palavras que precisa ouvir; as quais eu não consigo dizer, pois sou tão quebrada quanto você. Sinto medo de reviver todas as dores que acumulo debaixo do tapete. Eu te olho e vejo um lembrete de que a vida não é tão fácil, não é como eu gostaria que fosse. #desafio 365/124
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@CrisRibeiro · há 1 ano
🥹🌹
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🥹🌹
@eliz_leao · há 1 ano
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🫂🫂🫂
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@JuNaiane há 1 ano
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Seguimos Nos alimentando de sonhos Movidos Por um amanhã melhor que não chega Pela semana seguinte; Pelo mês subsequente; Pelo ano novo, novamente. E assim a roda vai girando Enquanto caminhamos, E ainda chamamos Isso de vida. #desafio 365/121
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem à Nélida Piñon (1937-2022) Nélida Piñon foi mais do que uma das maiores vozes da literatura brasileira — foi uma guardiã da palavra, uma artífice da memória e da imaginação. Filha de imigrantes galegos, nasceu no Rio de Janeiro em 1937 e, desde muito jovem, compreendeu o poder das histórias para eternizar culturas, sentimentos e existências. Os rostos que tenho: <a href=" https://www.literunico.com.br/books/464">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 122 *Distante* Mais uma vez, te sinto distante! Como alma penada, uma perturbação vagante. Recusa meu abraço, me expulsa do contato, atormenta minha inocência, inflama minha paciência… Às vezes, canso de tentar. Busco compreender, mas não mais ficar. Há horas para deixar fluir… Seguir vibrando em sintonia com o que ressona simpatia, que acolhe minha energia, que se entrega em sinergia. É hora de deixar ir! MarU
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Nicolau Maquíavel (1469-1527) Nicolau Maquiavel (Niccolò Machiavelli) foi um pensador, diplomata, historiador e escritor italiano, nascido em Florença em 1469 e falecido em 1527. Ele é amplamente considerado um dos fundadores do pensamento político moderno, especialmente por seu olhar realista — e por vezes cínico — sobre o poder e a política. O Príncipe: <a href=" https://www.literunico.com.br/books/133">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@literunico há 1 ano
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#Dia 321 Peregrinidade É do passo, não do chão, É da estrada que se desfaz. Peregrinidade, contradição: Raiz que brota no que jaz. Não busca pátria, nem abrigo, Mas o risco que deixa ao partir. Fluxo do tempo em desabrigo, Toda certeza de prosseguir. Na bagagem, memórias líquidas, Na alma, uma geografia viva. Não pertence às moradas obtidas, Seu destino é o movimento que cativa. É quem crê na travessia, Mesmo sem saber onde termina. Peregrinidade é ponte da poesia De quem viaja pra longe... na esquina. Eder B. Jr. #Neologismo
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@eliz_leao · há 1 ano
Crer na travessia, mesmo sem saber onde termina. 🥹🩷
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 121 *Linhas abertas* Escrevo de alma nua, completamente exposta, desnuda de amarras, sem borrachas, desmunida de respostas, aberta em linhas e rimas. Escrevo palavras honestas, verdades floreadas para se tornarem digestas. Escrevo o que a boca não fala, o que a alma cala… Escrevo porque sinto, até mesmo o vazio do nada! Escrevo como quem se lê, e, lendo a mim mesma, sei que também escrevo você. Escrevo tudo isso, e sei que não escrevi nada. É ínfimo o que tenho produzido. Mesmo escrevendo bonito, ainda tenho muito que escrever… Traduzindo meu caminho em letras, fluindo no papel o caminho que a caneta quiser escrever. MarU
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@eliz_leao · há 1 ano
O caminho que a caneta quiser escrever 🩷
@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo. Sempre!
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@MarU há 1 ano
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*Palavras cruzadas* Tenho palavras cruzadas borbulhando dentro da boca, descendo pela garganta, rodeando o meu umbigo e se alastrando entre minha pena. Aqueço um texto em fogo alto… Quase me queimo, fervendo um poema. Escrevo sorvendo o texto na ponta da minha língua, lambendo página por página, salivando nas letras maiúsculas, em pulsares dentro das rimas. Alinho meu corpo num trecho, montando forte no parágrafo. Encaixo entre poemas e mexo, subindo e descendo a caneta num papel improvisado. MarU #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Delícia é redundância nesse perfil! 😍😍😍
@eliz_leao · há 1 ano
Maravilhosa todo dia
@JuNaiane · há 1 ano
Delícia de escrita
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Delícia de escrita ❤️‍🔥
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@eduliguori há 1 ano
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A composição de um cálice que brinde nossas lutas o caminho entre as dunas que protege nossos corpos a lenta percepção da luz que aquece nossos sonhos o ritmo da leve brisa azul que nos guia pelo desejo a coragem dos pássaros que enfrentam temores o mar com suas ondas que embalam a dança do nosso próprio poema que está sendo escrito Edu Liguori
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@tibianchini há 1 ano
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Olá, pessoal! Amanhã, participarei de uma super entrevista com a Rosângela Brito (@rosangelabrito.oficial)! Será uma conversa bem descontraída sobre livros, a vida de autor, e tudo o que cerca esse nosso mundinho... A entrevista será transmitida ao vivo no Youtube, sábado 03/05 às 20:00h (amanhã). O link para assistir e participar é: https://youtube.com/live/CJKkMlb-bKQ?si=DhHqGCXXCNdTAxU6 Estarei em grande companhia; além de mim e da Rosângela, também participarão os autores: ISABELLE SILVA (@apenasumsonho8) CAROLLINE LOPES (@psicarollopes) FABRÍCIO RAYNER (@fabriciorayner) Vai ser um bate-papo pra lá de legal, e eu espero todos vocês para comentar, perguntar e nos conhecer! 🥰
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@eliz_leao há 1 ano
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Quase meio século de vida . A vida pulsa. Até o último segundo, Ela é viva, pulsa, Uma luz que se apaga... Portanto viva, seja com qual idade for. Nada mais bonito, do que o amor Que vibra, que colore, a vida. Eliz Leão
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@robsonmachado · há 1 ano
Adorei 👏🏾👏🏾👏🏾
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@edsonbas há 1 ano
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Quando eu era criança, o fiambre parecia ter uma certa magia, daquelas que só as crianças são capazes de sentir. Na verdade, essa magia estava na embalagem, mais especificamente na chavinha que a gente usava pra abrir a lata. Todas as outras latas de todos os outros produtos precisavam de um abridor que se compra à parte, mas a do fiambre não, ela tinha a chavinha. Sempre que o meu pai voltava do mercado, eu já ia correndo para ver nas sacolas se achava aquela latinha. Quando a achava já ia logo pegando e pedindo para que ele me deixasse abrir, mas sempre ouvia que não, pois poderia cortar meu dedo, eu ficava desiludido e doido para crescer e virar adulto logo para poder girar aquela chavinha que ia arrancando e enrolando uma tira de metal da lata e a dividindo em duas partes, uma maior e outra bem menor, parecendo uma tampa. As duas ficavam com as beiradas cortantes, afiadas como facas. Meu pai gostava de fazer tira-gosto de fiambre, ele abria a latinha, cortava a "carne" em pequenos cubinhos, juntava com uns pedacinhos de queijo, umas azeitonas, ovos de codorna, cebolas e batatas em conserva e um fio de azeite. Com a porção pronta, era chegada a hora de abrir a garrafa de cerveja super gelada e despejar no copo americano, tinha que ser esse copo, ele que era o copo de tomar cerveja, e tinha que ter dois ou três dedos de colarinho. Em seguida, ele me dava a chavinha e eu ficava brincando com ela o resto do dia. Não me lembro quais tipos de brincadeiras criava, mas, com certeza, em pelo menos uma delas, eu abria uma lata de fiambre imaginária. Eu tinha uma coleção dessas chavinhas e as guardava em um daqueles porta treco de plástico em forma de tubo com tampa de rosca e uma cordinha para pendurar no pescoço e que, naquela época era muito comum em praias e piscinas, pois a água não entrava e podíamos guardar o dinheiro, pois ele não iria molhar. Todas estas lembranças ressurgiram na minha cabeça enquanto eu fazia as compras do mês no supermercado de costume, mais especificamente enquanto eu passava pela seção dos enlatados. Olhei para uma das prateleiras e dei de cara com uma lata de fiambre. Lá estava ela, entre uma lata de feijoada e uma de salsicha Viena, na última prateleira, lá em cima. Fiquei na ponta dos pés, estiquei o braço, a peguei e joguei no meio das compras que já estavam no carrinho. Passei no caixa, paguei e fui para o meu carro. Ao chegar em casa, retirei todas as sacolas de compras do carro e as levei para a cozinha, fiz umas 4 viagens. Tomei um banho, pus uma bermuda e uma camisa, abri uma cerveja, enchi dois copos americanos, um para mim e outro para a minha esposa, com aquele colarinho de dois ou três dedos, brindamos e demos o primeiro gole. Me lembrei do fiambre e fui procurar nas sacolas para fazer e relembrar aquele tira-gosto que meu pai fazia. Quando a encontrei, fui abrir, mas ela veio sem a chavinha. Abri com um alicate, fiz a porção, comemos e bebemos. Foi uma noite gostosa.