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@MiguelSoares há 1 ano
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Quando amei Tereza A primeira vez que amei Tereza, escrevi muitos poemas: Ah, Tereza! amo-te aos serenos ombros de jasmim, são os teus ombros de jasmim que em mim trazem leveza. A segunda vez que amei Tereza, nos tocamos como a areia toca a praia: Ah, Tereza! com o toque dos nossos céus, me esqueci do que era tristeza. A terceira vez que amei Tereza, depois de um tempo, com delicadeza, um adeus de Tereza surgiu quando eu ainda acreditava que em seu amor havia pureza, liberdade e certeza: Ah, Tereza! ilusão tão eloquente traz câimbra ao meu coração — cruel proeza. Miguel Soares #poemadodia
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@JuNaiane · há 1 ano
Amei ❤️
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@robsonmachado há 1 ano
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Convidada (10/01/24 - 07:38) A Morte entrou em minha sala… Ela não invadiu… Não chegou de surpresa… Eu a convidei…. Arrumei a casa… Preparei a ceia. As mais belas flores espalhei por todos os cômodos… Na dúvida entre um cozido e um assado, Preparei um molho… Entre branco ou vermelho, Vesti-me de negro… Preto como a noite sem estrelas… Sem luar… Minha convidada foi prontamente recebida…. Com uma leve reverência… Pois sempre admirei sua grandeza… Sem medo… A tomei pela mão, E com um beijo leve em seu rosto descarnado… Era frio, Mas a sensação foi prazerosa… Em suas órbitas oculares vazia, Pude ver, Que se tivesse carne em suas feições… Minha Senhora até ficaria corada com meu gesto. Todos as temem…. Todos preferem sua irmã gêmea… Aquela tal de Vida. Mas, não eu… Eu a amo… Como nunca amei outra mulher. Eu a venero, Como nunca me curvei para nenhum outro Senhor. Puxo a cadeira para que ela possa sentar… A sirvo do mais saboroso vinho. Brindamos!!! Não a vida, Mas a Morte. Nessa casa, é a única que és bem-vinda. Conversamos, Por horas e horas a fio… Como velhos conhecidos. Dos meus regalos, Prova um bocado. Se farta. Finalizamos com uma partida de xadrez… Não posso vencê-la… Tão pouco, quero. Apenas me divirto, Com movimentos mal pensados… Arrancando dela sorrisos leves. Quando meu Rei tomba… Ela sabe, Que tens também meu coração… E sua voz grave e gutural… Diz-me, Que nenhum outro mortal, Foi tão gentil… Tão galante… Tão merecedor de sua atenção. Em sua companhia, Todos fogem… Mas, que eu fui diferente da maioria. A convidei para minha casa. A recebi com pompa e honra… A servi de tudo, Não lhe neguei nada. Então quis da minha vontade saber… Eu preferiria para sempre viver, Ou estar para a eternidade ao lado do seu Ser? Não hesitei… Só tenho um amor. Respondi. Uma só Senhora. Deixo sua irmã, Para os tolos. Ajoelho-me diante seus pés. E por fim, Recebo o que por eras busquei. O amor da minha existência… O amor está morto, Pois só a Morte posso amar. Só por ela, Sou amado. Enfim, Juntos partimos… Como velhos amantes.
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@tiagoandreatto há 1 ano
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E mais uma vez me pego falando às paredes, Esperando respostas dos amigos imaginários Nas telas insensíveis ao toque Sigo buscando uma conexão verdadeira Num mundo de falsas promessas No qual o filtro, que não é de barro, está sempre cheio Sinto um certo desespero no ar Que vem de todos os lados Que opera e torna a ópera algo inoperável Os sintomas, tão conhecidos Mas ninguém se preocupa Em se prevenir da doença Pandemia evidente Que todo mundo sente e mente E finge ser indiferente Nas paredes e nas telas Fomos pintados e julgados Subjugados à resposta final
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Mais um livro com o selo literário do Literunico!
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@JuNaiane · há 1 ano
Amoo
Traduzido automaticamente do inglês.
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Amoo 👏🏽👏🏽🩷
@tiagoandreatto · há 1 ano
Ficou lindíssima a capa. Mais uma vez um excelente trabalho na arte. 👏👏
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Indique aqui uma postagem de um colega do site! É só colocar o link da publicação nos comentários. A pessoa que receber mais indicações entrará na próxima newsletter.
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@JuNaiane · há 1 ano
Cris arrasou nessa: https://www.literunico.com.br/CrisRibeiro/post/3761?ref=11
@josimary184 · há 1 ano
segue: https://www.literunico.com.br/fernandafrankka/post/3547?ref=184
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 113 CÍRIO AOS ANJOS CAÍDOS (epígrafe) Acendo vela para quem ardeu demais. Para quem virou pecado por ter nascido mulher no lugar errado. Minha fé é marginal. Minha prece, sem joelhos. Só acendo círio para anjo que cai lutando. ⸻ Para mulheres de fogo e ferida, que vendem o que o mundo sempre tomou: antes por força, agora por preço; nunca por escolha. Abrem as pernas, fecham o peito. Escondem o medo no porão da infância. Querem o amor, mas ele mora longe: num país sem nome, sem mapa, sem retorno. A vida, mesquinha, roubou-lhes o tempo, estuprou o sentir. Fez do lençol, cadafalso. Da noite, um bicho faminto. Elas deitam mas o descanso é miragem, e o prazer, rumor de coisa extinta. Todos já fomos seus filhos: uns, de ventre; outros, no grito de uma boca que cospe “puta!” achando que ofende. Mas não sabem (não sabem) que puta é guerra, é templo profanado, é coragem ofertada a conta-gotas. Cada gozo pago carrega um grito que resiste. Cada gemido falso esconde uma ausência: fome, fúria e flor. A elas, meu respeito. E mais: meu abraço nu, minha escuta limpa, meu poema sem moral. Porque as reconheço: ímpias, santas, feridas, ferozes, verdadeiras. Mulheres. Cr💞s Ribeiro
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@albertobusquets · há 1 ano
Bravíssimo! 😮👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
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@rafaelaraujoescritor há 1 ano
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Dez-tormentas Já não há mais ninguém por aqui. Como se fala de poesia com paredes gélidas? O meu poema? É a minha poesia. O meu brado retumbante? Às vezes, é apenas o meu silêncio. A minha felicidade não é tão completa. Mas também não é tão superficial. Esconder-se no próprio vazio é como pular no abismo da alma. Quando se deve pular nesse abismo superlotado de máquinas quase humanas? Aliás, o cair não é mais como cair de bicicleta. E qual abismo é tão real quanto o purgatório? Não existe abismo sem luz, tampouco abismo cheio de trevas. Para a viver no mundo só precisamos ter em mente que existe uma única regra que é... viver. © 2025 Rafael Araújo
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@literunico há 1 ano
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#Dia 315 Templança Mantém-se firme entre o excesso e o nada, Não se exalta, tampouco se retrai. É chama branda, em lâmpada velada, Que ao menor sopro nem se apaga, nem subtrai. Templança habita o gesto, comedida, Modera o ímpeto, adia o clamor. É bússola de direção convertida, É mão serena no rumor do ardor. Não há poder que nela se alardeia, Nem voz que insista em além se impor Mas seu silêncio, ao fim, prevalecia Onde o alarde não sustenta o furor. Virtude antiga, rara e esquecida, Templança é adubo da alma sem cor. Eder B. Jr.
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 112 *Horizonte* Vou olhar Da janela, Mirando O horizonte. Vou apertar Bem os olhos, Tentando enxergar, Do sol, Os raios Fulgurantes… Para além Das nuvens, No céu Fumegante. Vou permanecer Estática… Uns instantes, Desfrutando Da luz, Abduzida. Vou recarregar As energias De vida, Por qualquer Triz De luz que brilha. Vou aceitar O carinho Do vento, Nos meus cabelos Cacheados. Vou permanecer Neste momento, Pelo tempo Que for necessário… Renovar Minhas energias, Captando luz Pela retina, Convertendo Impulsos elétricos, Com a alma Luminosa E a mente Imagética. MarU
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@albertobusquets há 1 ano
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Quando partido, um coração nunca volta a ser o mesmo. Rachaduras, cicatrizes, pedacinhos perdidos por aí... Nisso, os japoneses têm razão: Preencha as marcas com o ouro dos pequenos prazeres do dia-a-dia... Xícaras de um bom chá em uma varanda ensolarada, livros, amigos, paisagens, lugares... Logo ele estará mas forte, mais sábio, e muito mais belo. Recrie seu coração após o baque: Escolha mais vida; menos Prozac. Alberto Busquets. #Desafio 113
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@eduliguori há 1 ano
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Chega o dia em que a lua de sua fantasia se despe e você enfim só enxerga cinza, areia e pedras nesse mesmo momento largue as suas chinelas os sonhos e toda a poeira Edu Liguori
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@inifadadresch há 1 ano
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Diario de uma escritora atrasada: agora sim terminei o resumo da historia, o resumo dos capitulos e as escaletas, agora falta só dar aquele start da primeira linha para começar a escrever hihi
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@JuNaiane há 1 ano
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O Outono perdeu a cor Levando embora O seu amor De folha em folha Se transfigurou Recolheu-se, recuou Seguiu inverno, despertou A confiar nas suas raízes Até brotar melhor que antes. Desafio 365/111
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@classicos há 1 ano
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Livro: Crepúsculo Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Em Crepúsculo, Auta de Souza evoca o instante melancólico entre o dia e a noite como metáfora da transição, da saudade e da contemplação espiritual. A suavidade do entardecer reflete o tom lírico e introspectivo da autora, que transforma a natureza em espelho de sentimentos profundos e etéreos. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Cores Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Em Cores, Auta de Souza pinta com palavras as emoções humanas e os matizes da alma. Através de uma poesia marcada pelo simbolismo e espiritualidade, ela transforma sentimentos em imagens cromáticas, revelando um universo sensível, onde as cores expressam tanto a beleza da vida quanto suas angústias mais profundas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Contrastes Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Contrastes revela a sensibilidade poética de Auta de Souza diante das dualidades da existência: luz e sombra, alegria e dor, fé e desalento. Com versos delicados e introspectivos, a autora costura imagens que expressam o conflito entre o mundo terreno e o anseio pelo divino. Uma joia do simbolismo poético brasileiro com toques místicos e emocionais. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Consolo Supremo Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Consolo Supremo é um poema que reflete a fé profunda de Auta de Souza, marcada pela busca de paz e redenção na figura divina. Com um lirismo sereno, a autora transforma a dor em esperança, revelando o alento que encontra na espiritualidade. É um exemplo da poesia religiosa e intimista que permeia sua obra, tocando o leitor com doçura e profundidade. #domíniopúblico #Clássicos
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