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@Albertobusquets há 1 ano
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Repesagem Não me interessa a leveza da pluma ou da pena. Imutabilidade para mim é incompletude; não há eternidade que seja serena. Gosto do que torna-se leve, metamorfoseando-se por interna vontade. Invejo a beleza da água em vapor após cumprir sua missão de tempestade. Admiro a fluidez e doçura da brisa depois de acalmar-se das monções da tarde. Encanta-me tudo o que alça voos com esforço. Ainda que findos Ícaros, ou em pleno processo: brainstorming de esboços. Não quero a leveza certa das plumas constantes; prefiro a transformação das coisas hoje esvoaçantes, mas que já foram plúmbeas em algum instante. Alberto Busquets #Desafio 072
@CrisRibeiro · há 1 ano
Como amo!💞💞💞
@MarU · há 1 ano
Por isso, não quero “ser salva” ou “ir pro céu”. A imutabilidade é estagnaria, monótona e nada humana. E pra falar a verdade, a humanidade é a característica que mais me encanta, nada é certo ao se tratar de pessoas. Maravilhoso, amigo! Precisava ler um poema assim hoje, ainda mais, sendo seu. 👏👏👏
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@JuNaiane há 1 ano
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O amor é um tirano Não aceita a expressão poética Recusa qualquer dialética Impõe-se acima de tudo Quer me ver assim, entregue e completamente mudo. #desafio 74/365
@MarU · há 1 ano
Ah o amor! Ele tudo isso, e também o contrário. Amar é sofrer, não tenho dúvidas!
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@JuNaiane há 1 ano
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O amor Tem esse dom De apertar o coração E emudecer minha voz Paralisar meus sentidos Sufocar o meu peito Extinguir minhas forças Me desconectar de mim mesmo. Jusley Naiane #Desafio 72/365
@MarU · há 1 ano
Desencontro de si, ao se perder em outro. 🫠🙃😅❤️
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@JuNaiane há 1 ano
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De todos os meus medos, o maior deles é me perder tentando alcançar você. Mas não quero que você diminua o passo, continua seguindo seu ritmo Se for pra ser Eu te alcanço. #Desafio 71/365
@MarU · há 1 ano
Sabedoria! 👏👏👏❤️❤️❤️
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@eduliguori há 1 ano
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Bato a cara com força no muro com a pena convenções esmurro se me orgulho é de ser impuro se estiver parado te empurro! Edu Liguori
@MarU · há 1 ano
😅❤️ Adoro como seus poemas me chocam e me encantam. Adoro!
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 72 - Fale sobre um livro da literatura angolana. #Link365TemasLivros
@MarU · há 1 ano
Que interessante! Li ano passado “O domador de burros” de Aldino Muianga, mas é uma obra Moçambicana, (Angola é de um lado do país, e em linha reta, Moçambique do outro). Mas irei acompanhar os posts sobre, não me recordo de ter lido nada Angolano, ainda.
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! Palavra do dia: #𝕄𝕖𝕕𝕠 Frase do dia: "O medo não é um bom conselheiro; é preciso enfrentá-lo para descobrir o que há além dele." — José Mojica Marins (Zé do Caixão) Datas comemorativas de hoje, 13 de março de 2025: Dia do Programador Dia do Agrônomo Aniversariantes: Zé do Caixão (José Mojica Marins) (1936-2020) Chico Science (1966-1997) Luan Santana (1991) Emile Hirsch (1985) William H. Macy (1950) Neil Sedaka (1939)
@MarU · há 1 ano
O medo é um reflexo do instinto de sobrevivência. A humanidade não chegou até aqui por “bravos” terem sido bravos, mas pelos que sabem os seus limites, e através do medo se mantiveram preservados. Infelizmente, é duro ser mártir!
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 72 *Café, poesia e filosofia* Com a xícara quente de café em mãos, Acalmo e aqueço o meu coração. Inalo a fragrância de café rebuscada E deixo pra lá o que me preocupava. Reflito a vida, assistindo ao sol Também a refleti-la. Vidas que se completam, Luzes que se estendem, se encostam, Se entendem, se envolvem e se esperam. Abduzida, apreciando meu café, Adoçado com um pouco De poesia e filosofia. Afinal, eu, antes do café, não sou nada. O que seria a vida se nossas xícaras Sempre estivessem frias e vazias? Pegue também seu café. Reflita. MarU
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 072 Caminho Entre verdes e luzes desnuda de certezas, exposta, viva. Não creio (quase nunca). Mas há essa força que me toma esse fulgor que me molda o dia. A claridade me lambe a amplidão me fende: Sê vasta. Sê inteira. Sê tua. E então, um gosto doce no ar… Uma dança mansa dentro do peito e o corpo vira paz. Mas é na mente que tudo se alarga se rasga, se cria. Por um instante um lampejo: sou imensa. E nunca me basto. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 1 ano
Uma lindeza imensa demais... 🥹☀️💞
@MarU · há 1 ano
Imensa, de fato amiga. ❤️
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@calorliterario_ há 1 ano
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Ah, minina, se tu soubesse O tanto que eu fico amuada Noite a dentro, zói virado Coração só o bagaço que tua falta maltrata Que nem sol rachando a estrada Um calor que num se aquieta Queima inté os pensamentos Ah, se meu sonho fosse certo E eu pegasse o rumo pra te achar Era só festa, era só riso Num tinha mais tempo ruim pra nóis penár Nessa vida sofrida e danada Onde a dor num cansa de atentá Era só graça, só alegria Se eu pudesse contigo ficá.
@MarU · há 1 ano
Aaah como adoro esse tipo de poema, com linguagem simplista, mas que me desperta uma memória afetiva ao som do músico e grande poeta, em minha opinião, Adornirã Barbosa. Me dá vontade de declamar sempre que leio um texto como este. Lindo demais! ❤️❤️❤️
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@literunico há 1 ano
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#Dia 293 Desvalia Não importa chegam as mãos, O vazio sempre responde primeiro. Desvalia não aceita senãos, Apenas sofre, mudo e certeiro. Sua imagem é um reflexo trincado, A sensação do infinito sem cor. Desvalia não grita seu brado, Mas silêncio de um sonho em dor Onde o esforço se esvai na névoa, Ela sussurra: "Nunca é o bastante". Desvalia não luta, mas leva A certeza de ser insignificante. Não é lamento, nem recusa, Mas uma espera sem redenção. Desvalia é ausência difusa, Que se perde na própria razão. Eder B. Jr.
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@calorliterario_ há 1 ano
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Os dias têm sido tensos, cansativos, exaustivos em todos os sentidos possíveis. O café que antes era tranquilo, agora é engolido as pressas, sem tempo para sentir o gosto. O relógio corre mais rápido que as pernas, e a rotina se impõe como um fardo pesado, porém necessário. As horas se arrastam e ao mesmo tempo desaparecem num piscar de olhos. Mal dá para perceber quando a manhã virou tarde e a tarde noite. O cansaço aperta o peito, mas a mente não desliga. O corpo pede descanso, a cabeça pede silêncio, mas tudo ao redor exige atenção. E no meio disso tudo, a sensação de que há algo escapando por entre os dedos. Uma vontade de pausar o mundo de respirar fundo de lembrar que a vida não pode ser só isso: um turbilhão de compromissos, pressões e exaustão. Pode ser que o tempo desacelere um pouco e o café tenha novamente o gosto de tranquilidade e alegria que ele sempre me trouxe. Pode ser…
@JuNaiane · há 1 ano
Tem que ser 🥹🫂
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@classicos há 1 ano
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Livro: Os Dois ou O Inglês Maquinista Autor: Martins Pena Lançamento: 1845 Os Dois ou O Inglês Maquinista é uma comédia teatral de Martins Pena que aborda, com humor e crítica social, a influência estrangeira no Brasil do século XIX. A peça satiriza a chegada de técnicos e trabalhadores estrangeiros ao país, mostrando as diferenças culturais e as dificuldades de adaptação entre brasileiros e estrangeiros. O enredo apresenta personagens cômicos e situações típicas da época, explorando temas como o choque cultural, os costumes locais e o comportamento da elite urbana. Com diálogos rápidos e inteligentes, Martins Pena constrói uma narrativa envolvente, reforçando seu papel como pioneiro da comédia de costumes no teatro brasileiro. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Os Ciúmes de um Pedestre Autor: Martins Pena Lançamento: 1845 Os Ciúmes de um Pedestre é uma comédia de costumes escrita por Martins Pena, que satiriza a vida urbana do Rio de Janeiro no século XIX. A peça gira em torno de um homem extremamente ciumento, que suspeita constantemente da fidelidade de sua esposa e se envolve em diversas confusões por conta de sua paranoia. Com situações engraçadas e diálogos rápidos, a obra critica os exageros do comportamento masculino e as aparências na sociedade da época. O humor característico de Martins Pena transforma essa comédia em uma peça leve e divertida, mantendo sua relevância até hoje. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Noviço Autor: Martins Pena Lançamento: 1845 O Noviço é uma das comédias mais famosas de Martins Pena, sendo um clássico do teatro brasileiro. A peça critica os abusos e a hipocrisia da sociedade do século XIX, especialmente em relação à imposição religiosa e ao casamento arranjado. O enredo acompanha a história de Carlos, um jovem forçado a entrar para o seminário contra sua vontade, enquanto enfrenta as armações de um tutor ganancioso e tenta lutar por seu amor por Emília. Com diálogos ágeis e situações cômicas, Martins Pena constrói uma sátira divertida sobre a corrupção e as convenções sociais da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Namorador ou A Noite de São João Autor: Martins Pena Lançamento: 1845 O Namorador ou A Noite de São João é uma comédia teatral de Martins Pena que retrata com humor os costumes e tradições das festas juninas no Brasil do século XIX. A peça acompanha as confusões amorosas de um típico "namorador" que, entre promessas e enganos, tenta conquistar diversas moças durante a celebração. Com diálogos leves e situações cômicas, a obra explora temas como a ingenuidade, a esperteza e os contrastes entre a vida rural e urbana. A peça é um exemplo da habilidade de Martins Pena em usar o teatro para criticar e, ao mesmo tempo, divertir o público com as peculiaridades da sociedade brasileira. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Judas em Sábado de Aleluia Autor: Martins Pena Lançamento: 1846 O Judas em Sábado de Aleluia é uma comédia teatral escrita por Martins Pena, um dos pioneiros do teatro brasileiro. A peça retrata costumes populares do Brasil do século XIX, explorando o tradicional evento da queima do Judas, que ocorre no Sábado de Aleluia. Com personagens caricatos e um enredo cheio de mal-entendidos, a obra faz uma crítica social bem-humorada sobre a esperteza, a ingenuidade e os costumes da época. Martins Pena utiliza o riso para expor questões como a corrupção, a trapaça e as relações de interesse, consolidando-se como um mestre da comédia de costumes no Brasil. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: As Casadas Solteiras Autor: Martins Pena Lançamento: 1845 As Casadas Solteiras é uma comédia teatral de Martins Pena, um dos principais dramaturgos do Brasil no século XIX. A peça satiriza os casamentos arranjados e as convenções sociais da época, mostrando as contradições de uma sociedade que impunha restrições às mulheres, mas ao mesmo tempo esperava delas total submissão. Com diálogos ágeis e situações cômicas, a obra critica os interesses financeiros por trás dos casamentos e o papel das mulheres na sociedade patriarcal. Martins Pena, conhecido como o pioneiro da comédia de costumes no Brasil, usa o humor para expor hipocrisias e comportamentos exagerados da elite e da classe média urbana. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Luzia Homem Autor: Domingos Olímpio Lançamento: 1903 Luzia Homem é um dos romances mais marcantes do naturalismo brasileiro, escrito por Domingos Olímpio. A obra acompanha a trajetória de Luzia, uma mulher forte e determinada que desafia os padrões femininos impostos pela sociedade do sertão nordestino. Ambientado no Ceará, o romance retrata as dificuldades enfrentadas pelos sertanejos, incluindo a seca, a miséria e as injustiças sociais. A protagonista se destaca por sua personalidade corajosa e por sua luta contra as adversidades impostas pelo destino e pela sociedade patriarcal. Com uma narrativa realista e crítica, Domingos Olímpio constrói uma história intensa e envolvente, que reflete as desigualdades e os desafios da época. #domíniopúblico #Clássicos
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