Bem-vindo ao Litverso ✨
Você está vendo a versão pública. Entre para publicar, curtir e comentar.
Mostrando apenas posts públicos.
avatar
@eduliguori há 1 ano
Público
Esperamos por uma verdade que existe em nossa fantasia depois nos magoamos surpresos que dentro das roupas de seda não há respostas nem sonhos Edu Liguori
Entre para comentar.
avatar
@inifada152 há 1 ano
Público
Diario de escrita: Acho que finalmente cheguei ao fim da história, aquele tal resumo, não sei como escrever o nome para aquilo. Porque surgiu ideia até para o segundo livro agora partiu separar em capitulos e depois em cenas sabe está sendo meio que divertido fazer esse tipo de processo de organização Vamos ver no que vai dar hoje 😄
Entre para comentar.
avatar
@rafaelaraujoescritor há 1 ano
Público
Comete um crime, descaradamente, Atenta contra o Estado Democrático de Direito. Com uma câmera nas mãos, todos gravaram a depredação, como se fossem bestas selvagens que fugiram do circo tenebroso. Nenhum temeu a punição sobre seus atos; Preferiram vangloriar-se da aparente vitória. Depois de serem pegos, tentaram desconstruir as imagens que elas mesmas já haviam mostrado ao mundo. Não deveriam — nem de longe — pedir por anistia, Nem cantar em outro idioma para se "proteger" da própria língua, Mas enfrentar o próprio ego e pagar por seus erros. Quem pede "anistia já!" Já diz muito sobre seu caráter, ou melhor, sobre a falta dele. © 2025 Rafael Araújo
@MarU · há 1 ano
Penso exatamente a mesma coisa, Rafa! Eles tinham plena convicção da sua impunidade. É absurdo pensar que acharam tanto que iam derrubar nosso governo, o estado democrático de direitos, a constituição federal, nossa carta magna, tão suada de conseguir, que ignoraram tudo. Fizeram anarquia, mas em prol da ditadura. Absurdo! Tenho pena, muita pena. 🥺😞 Não percebem que não atentaram contra a esquerda, mas sim, contra si mesmos. Atentaram contra todos. Pelo bem de todos, incluso o deles, eu sou contra a anistia, não por vingança, ou retaliação, mas por segurança de que nunca teremos subtraídos nossos direitos adquiridos na carta magna e reforço de que os poderes ainda são instituições sérias e capazes de aplicar as medidas da norma. Sem anistia.
Perfeito! 👏🏻👏🏻 E digo mais, quem apoia tamanha sandice precisa repensar o próprio caráter.
Entre para comentar.
avatar
@josimary184 há 1 ano
Público
Na última aula de escrita criativa, tivemos um exercício onde, inspirados pela crônica “Amor é prosa” do Arnaldo Jabor e pela música “Amor e sexo” da Rita Lee, tínhamos que sugerir substantivos concretos que simbolizassem as palavras Amor, Sexo e Paixão. Compartilho meu resultado. "Amor é chuva Sexo é tempestade Paixão é tsunami" E aí? Quer tentar e compartilhar?
@JuNaiane · há 1 ano
Adorei
Entre para comentar.
avatar
@MarU há 1 ano
Público
#Desafio 100 *Por hoje* Por hoje, Me basta A palavra Que me cala. Por hoje, Não para A palpitação Do que fala. Por hoje, Me escapa A agonia Que sinto. Por hoje, Eu paro, Me calo, Não minto. Por hoje, Eu só sinto, Medito. Por hoje, Reflito. Por hoje, O aperto No peito Encontrou Meu exício. Por hoje, Não almejo Tanta agonia. Admito, Com dor, Que minha aura Está vazia. Nem que seja Só por hoje… Por hoje… Apenas, Me limito. MarU
@Albertobusquets · há 1 ano
A beleza do coração mais doce... Só por hoje, um abraço mais especial. Mas meu carinho e minha admiração por você duram para a vida. 🥹❤️😘🫂
@tiagoandreatto · há 1 ano
Lindo... Brilhante... Doído...
Entre para comentar.
avatar
@eduliguori há 1 ano
Público
Bom dia Eis aqui o combo de carne, água e micro-organismos que de vez em quando deita palavras no piso frio aos imortais salute aos transeuntes viva aos macambúzios fé Edu Liguori
@MarU · há 1 ano
❤️🤌
Entre para comentar.
avatar
@tiagoandreatto há 1 ano
Público
Tantos passaram por aqui Tantos iguais e tantos diferentes De viajantes do tempo a lunáticos, Sempre apressados, sempre correndo Tantos ficaram, tantos partiram Locomotivas arrastando o trem do destino Pelas mais variadas estações, Até mesmo as mais remotas e desconhecidas Extraterrestres, mutantes, Forasteiros num velho oeste Repleto de sujeitos de olhar torto Repletos de medos.. Medos interiores e interioranos Mocinhas se derreteram em amores Amores que se perderam nos becos Os que se diziam mais machos Se rebelaram e se revelaram Uma grata surpresa, Honestos consigo mesmos Tantos esqueceram seus ideais E tantos os acharam De tanto cavucar, encontraram petróleo E o ouro tão sonhado Tantos morreram na busca E tão logo foram esquecidos Já outros deixaram herdeiros Que transformaram tudo em dívidas Tantas dívidas, Tantas dúvidas, Tanto de vida… Fora um trem que passara tão veloz E quase sempre desgovernado
@MarU · há 1 ano
Aaah vida e suas metáforas metafísicas… 🙌👏👏👏👏🥹❤️🤌
Entre para comentar.
avatar
@joaoedulima há 1 ano
Público
Marcus apertou a mandíbula, mas não teve forças para discutir. Ele sabia que ela estava certa. O desgaste físico e mental cobrava seu preço, e insistir em continuar acordado só tornaria tudo mais difícil. Ele passou a mão pelo pescoço e suspirou. — Faz tempo que não paro pra realmente descansar. Maya assentiu devagar, como se entendesse mais do que estivesse dizendo. — Então para. Nem que seja por algumas horas. Marcus finalmente cedeu, sentando-se no sofá. Ele olhou para Maya uma última vez, como se procurasse algo nos olhos dela, mas encontrou apenas compreensão. Sem mais palavras, ele se deitou, sentindo os músculos protestarem com o movimento. O apartamento ficou em silêncio. Maya permaneceu onde estava, de braços cruzados, observando os letreiros lá fora, perdida em pensamentos. Depois de um tempo, sem perceber, acabou cochilando também, encostada na poltrona. O descanso deles durou pouco. Marcus foi despertado pelo zumbido agudo de uma notificação no holorelógio. Algo aconteceu.
Entre para comentar.
avatar
@literunico há 1 ano
Público
O problema é que justamente o que nos faz sermos adaptáveis com muita facilidade, e é uma vantagem biológica, ao mesmo tempo nos faz não conseguir sermos de uma coisa só. Nos condicionamos socialmente para escolhas de uma vida, mas essa dedicação exclusiva parece não estar no nosso DNA, até porque a felicidade não é definitiva, ela é momentânea, como uma fotografia. Somos bichos de muitos mundos. Ser de uma coisa só... soa quase como mutilação pra quem nasceu vasto. A sociedade nos ensinou essa história do "Escolha UMA coisa, siga UMA trilha, seja UMA versão de si"... mas nós? Nós somos caleidoscópios ambulantes. Feitos de mil pedaços que giram conforme a luz e o momento. Como é que alguém que carrega dentro de si desertos, oceanos, cidades e florestas pode querer se reduzir a um único mapa? E se a felicidade é fotografia... Ela nunca é filme contínuo... Cliques roubados de um instante em que tudo se alinha, e logo depois volta a bagunça que fazemos de viver, nascemos pra ser um estúdio inteiro de fotografias internas. Viajantes de nós mesmos, entendendo que o valor da caminhada não está só no destino… mas em conseguir se encantar, mesmo cansado, por cada nova paisagem que aparece do lado de dentro. Talvez o que o mundo espera de nós não seja foco… Mas um estilo próprio de transitar entre suas muitas versões, sem culpa. Com verdade. Com presença. E você percebe o tamanho da beleza que carrega? Se tua vida fosse um livro de fotografias desses momentos raros de felicidade… Qual seria o nome do livro?
@tiagoandreatto · há 1 ano
Fragmentos de um Filme Esquecível (seria um filme Cult, kkkkk)
Entre para comentar.
avatar
@literunico há 1 ano
Público
O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 100 - Fale sobre um livro que tenha uma biblioteca na história. #Link365TemasLivros
Entre para comentar.
avatar
@Albertobusquets há 1 ano
Público
Peregrinação Sapatos gastos. Eram novos há um verão! Pegadas apegadas ao chão e o calçado usado vai virando pó pelo caminho. Pés arranhados. Mas movendo-se de prontidão! Pó que é despojado ao chão e o suor suado cintilando ao sol chora baixinho. No medo de não chegar nunca mais, ignoro que estou despreocupado com o fim. Percebo: O caminho não ficou para trás; Foi lentamente interiorizado em mim. E o eu-viajante em um longo instante cai atropelado pelo eu-viajado. ...podia ao menos ter buzinado! Alberto Busquets #Desafio 099
@CrisRibeiro · há 1 ano
😍😍😍
@JuNaiane · há 1 ano
🥰🤩
@MarU · há 1 ano
Pobre peregrino… Se pudesse, simplesmente trocar seus sapatos e seguir com mais atenção seu caminho, chegaria ao destino almejado, invés de ser atropelado. Apesar, que talvez ele quisesse esse baque do viajante. Ele, agora será transportado a jato para o hospital e quem sabe, com sorte, seja justamente no destino desejado. 🤞🤌👏👏👏 Lindo, amigo! Fazia tempo que não brincava com um dos seus. 🙃
Entre para comentar.
avatar
@aleituracria há 1 ano
Público
<h5><span style='color: red;'>#MarcoAntônio&Cleópatra</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/246'><strong>Marco Antônio & Cleópatra</strong></a></p><p>Livro: Marco Antônio e Cleópatra<br /> Autor: Allan Massie<br /> Páginas: 224 | +14 anos<br /> <br /> O livro discorre sobre a trajetória do general e estadista Marco Antônio, seguido pela traição que César sofreu – um ditador. Após esse ocorrido, ele se uniu ao jovem Octaviano e Lépido em um Triunvirato, que servia como uma associação política, na qual as três figuras teriam igual poder sobre a regência da república.<br /> <br /> Na narrativa, Marco Antônio dita a sua vida para o seu fiel secretário, Critias, que, ao mesmo tempo que registra tudo o que o seu amo fala, também tece as suas próprias reflexões sobre os comportamentos de todos ao redor de Marco Antônio e sobre o cenário instável.<br /> <br /> Octaviano era jovem e muito diferente de Marco Antônio, que trazia na mente e no corpo as marcas de guerras e conquistas. E talvez por isso tenha visto no jovem algo que almejava, e até mesmo uma certa paixonite, já que fazia parte do cotidiano homens desfrutarem da presença íntima de outros homens.<br /> <br /> Em meio a esse cenário de disputas e guerras veladas, Marco Antônio e Octaviano vivem em uma linha tênue entre a amizade e a inimizade, mas, segundo Critias, Octaviano sempre almejou a glória do seu amo e faria de tudo para derrubá-lo. Mas a paixonite embaçou o seu poder de julgamento, por isso, de forma vagarosa e inteligente, Octaviano colocou o general com maus olhos diante da república.<br /> <br /> Segundo o autor, Cleópatra era apenas uma rainha mimada e desprovida de inteligência estratégica, algo que sabemos ser irreal. Por isso, acredito que a sua visão da história tenha se baseado na apresentação greco-romana, o que levou o seu olhar a se tornar tendencioso para apenas um lado da história antiga.<br /> <br /> Outro fato que me incomodou é que o livro trata muito mais do relacionamento de Marco Antônio com Octaviano. Por isso, acredito que o título tenha sido apenas para chamar a atenção do público. Para aqueles que desejam ler para saber mais sobre o relacionamento de Marco Antônio e Cleópatra, já aviso que a história não se trata disso, mas sim da vida e dos pensamentos de Marco Antônio.<br /> <br /> Apesar dos pontos negativos, o livro é interessante. Uma pena que o autor não incluiu uma nota histórica no final.</p>
Entre para comentar.
avatar
@inifada152 há 1 ano
Público
Diario da escrita: Não vou desistir não, nem que não escreva essa história, mas vou chegar ao fim dessa escaleta. Caindo de sono porque passei a madrugada acordada pra cuidar da minha cachorra que está mal do estomago e não pode comer muito se não vomita Então animo está no dedão, vamos ver se consigo continuar a escrever ou pare de novo, por sei lá 2 meses?
Entre para comentar.
avatar
@fksilvain há 1 ano
Público
O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 99 - Fale sobre um livro que trate sobre violência. Gostei muito desse livro. É ficção, mas inspirado naqueles casos como de Columbine. É um romance epistolar, tudo é narrado na forma de uma espécie de carta da mãe de Kevin para o pai dele, contando tudo o que aconteceu antes do episódio de violência que ele protagonizou. Recomendo! #Link365TemasLivros
Entre para comentar.
avatar
@fksilvain há 1 ano
Público
O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 98 - Fale sobre um livro que trate sobre sanidade (ou insanidade). Esse é um clássico. O alienista começa colocando quem é louco em um "hospício" e vai mexendo nos critérios até o ponto em que tem mais gente da cidade do lado de dentro da instituição do que de fora. É mais uma pérola das ironias machadianas. #Link365TemasLivros
Entre para comentar.
avatar
@JuNaiane há 1 ano
Público
SENTENÇA POÉTICA Palavras vazias, Procuram motivo Para serem escritas. Palavras sentidas, Saltam para o papel Desejando ser lidas. Palavras não ditas, Trancam no fundo da alma A dor que não grita. Palavras malditas, Condenando vidas Invalidando a justiça. Palavras... A prisão do poeta A palavra liberta. #desafio 365/99
@MarU · há 1 ano
Liberdade as palavras, através do poeta. 🤌❤️❤️❤️
Entre para comentar.
avatar
@JuNaiane há 1 ano
Público
Vida Caminho só de ida Constante despedida Indesejada partida A saudade que fica É ausência que reverbera A vida não espera O tempo é um tirano Leva embora o que amamos Está sempre nos lembrando Que daqui nada Levamos. #desafio 365/98
@MarU · há 1 ano
Eu não queria voltar… 🙃
Entre para comentar.
avatar
@tiagoandreatto há 1 ano
Público
Você tem certeza? (Prévia) (Adriana é atriz. É Sonhadora, engajada, vive questionando o seu papel no mundo. Ela é daquelas que sobe no palanque e grita aos quatro cantos os seus incômodos, as suas dores, as suas ânsias de vômito… Adriana “só” queria ser ouvida o tempo todo, e não só de vez em quando, num mundo governado por homens.) Adriana - Você já percebeu que todo mundo tem certeza, de tudo, hoje em dia!? Todo mundo acha que tá sempre certo! (Carlos é contador. Viciado em números, sempre preocupado com as contas a pagar, os gastos “desnecessários”, segundo ele e a forma como a população reclama de barriga cheia, segundo ele.) Carlos - Estão todos certos! Você viu o que falaram sobre a economia no jornal? Eles estão certos! O povo tem de parar de gastar a toa e comprar do mais barato. Agem como se caviar fosse café da manhã! (Surpreendentemente, ou não tanto assim, os dois são um casal. Você pode até achar isso a coisa mais normal do mundo. Talvez até seja, mas quem é que tem a certeza disso?) Adriana - Tô cansada de me mandarem textos superficiais, todos cheios de razão. Tudo mastigadinho pro público, pulando de afirmações e afirmações sem chegar a lugar algum. Será que o mundo virou uma música Pop? Quatro acordes que repetem, vem e vão e todo mundo fica satisfeito porque sabe cantar o refrão? (Adriana é dessas artistas que odeia histórias infantis. Encenar Chapeuzinho Vermelho ou Cinderela seria um pesadelo, praticamente a morte de sua arte. Na sua playlist toca tanta música que ninguém ouviu falar, que não adiantaria mencionar aqui. Vocês não iriam conhecer.) Carlos - Eu me contento com meu pãozinho com café pela manhã, meu arroz e feijão no almoço e no jantar, de vez em quando eu belisco algo. Afinal tenho de cuidar do peso. Se bem que, você notou que trocaram o padeiro lá do mercadinho. O pão veio diferente da última vez. Não gostei do sabor! (Para Carlos, qualquer mudança na rotina é um filme de terror. Ele sabe o valor de cada notinha fiscal que entra em casa, afinal, guarda cada uma delas, desde as da gasolina até às dos supermercados. Não haveria profissão melhor pra ele ou haveria?) Adriana - O sabor das coisas tá mudando. Já não tem mais o mesmo gosto ir para o teatro, assistir às mesmas peças baratas com os mesmos discursos de sempre. Baratas não. Gratuitas! Afinal, segundo você, a gente nunca tem dinheiro sobrando pra essas coisas. Tô cansada, sabe!? De andar descalça e não sentir a sensação de sujar os pés. (Adriana é artista desde que nasceu. Segundo ela, já sapateava na barriga da mãe e as primeiras palavras foram “merda”, bem antes de falar mamãe. Sua mãe era dançarina de balé. Adriana tinha horror a balé. Tinha a certeza que era uma dança de elite, uma arte sem propósito. No fim das contas teve de aprender balé para um papel numa novela. Acabou não sendo a escolhida.) Carlos - Não tenho saudade de nada do passado. As pessoas vivem reclamando e dizendo que antes era melhor. Melhor em quê? Hoje é igual a antes, mas diferente. Um caos como sempre. Mas não aqui em casa! Aqui em casa não! (Carlos não teve uma infância muito fácil, mas não dá pra ter a certeza que foi difícil. O pai era a regra em pessoa e mantinha a casa a cabresto curto. Dizia ele que era assim que as coisas funcionavam e elas tinham de funcionar. No aniversário de 9 anos de Carlos, a mãe foi embora de casa e nunca mais voltou. As coisas tornaram-se ainda mais difíceis e o pai dele desabou por um momento, mas se levantou… E nunca mais se casou.) Adriana - Queria jantar fora. Experimentar uma comida nova, um restaurante novo. Ou fazer uma viagem, uma cidadezinha qualquer, dessas do interior do Brasil. Conhecer gente, mas gente de verdade, que ainda sente. Você sente falta disso? (Adriana nasceu no interior do Espírito Santo. Uma cidade pequena, não muito distante de Vila Velha. Mas só nasceu lá, porque logo a família mudou-se pra São Paulo. Na metrópole as coisas mudaram rápido e a mãe logo entrou pra um importante corpo de balé e os pais se separaram. Depois vieram mais dois casamentos, que também não duraram. Adriana aprendeu bastante, conheceu gente bastante, mas não o bastante.) Carlos - É isso! O pão! O pão era melhor antigamente. Isso eu não posso negar. Aquele pão caseiro que a minha mãe fazia, não tinha pra ninguém. Era o melhor! Não encontro mais esse sabor hoje em dia. E não vou gastar o meu dinheiro suado, nesses gourmetizados que vendem por aí. Nem devem ser bons. Devem ser ruins e com nomes que são cheios de frescura. Croissant, isso lá é nome de coisa gostosa. (Apesar do abandono, tão cedo. Carlos alimentou durante toda a sua vida um certo carinho, ou melhor, uma nostalgia por pequenos detalhes da infância. Não com uma certeza inabalável de ter realmente vivido tudo aquilo e sim uma certa necessidade de um lugar seguro.) --> Em breve, disponível na Loja do Literunico
@MarU · há 1 ano
Aiaiai, ansiosa!
Entre para comentar.