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Microcontos e revisão de textos curtos no feed geral do Litverso.

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@JuNaiane há 1 ano
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Tenho evitado olhar as palavras que te dediquei. Não quero mais me lembrar o quanto eu te amei. Não me arrependo de amar, e foi bom tê-las escrito Mas eu sei que ao ler tudo isso Será como te olhar, e eu duvido manter aquilo que foi prometido Seguir com o peito dolorido e por fora, manter o sorriso Até que a alegria seja genuína e eu possa viver feliz, ao te encontrar em cada esquina. #desafio 365/193
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@tibianchini · há 1 ano
Como você consegue? São poemas universais!...
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@JuNaiane há 1 ano
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O meu paraíso é o brilho do teu sorriso. Meu amor, me lembre disso; quando tudo em mim for atrito quando eu estiver perdido meu amor, me lembre disso: O seu sorriso é o brilho O seu abraço, destino O seu amor, meu farol Você é a minha estrela Sol. #desafio 365/192
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem à Lucy Teixeira (1922–2007). Lucy foi uma poeta, romancista e contista brasileira. Formada em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, participou ativamente da cena literária ao lado de nomes como Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino e Murilo Rubião. Foi a quinta mulher a ocupar uma das cadeiras da Academia Maranhense de Letras, sendo eleita em 28 de março de 1978 . "Na plantação há somente a perspectiva de uma viagem, Quando um dos plantadores cai, em definitivo cuidadosamente é posto numa caixa – justo do seu tamanho – e um lenço lhe cobre a face." — Elegia Fundamental Um Destino Provisorio: <a href="https://www.literunico.com.br/books/997">Aqui!</a> #aniversárioliterário
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 190 Convocação Geral: Alinhamento de Performance (🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 em modo compliance) Senhoras, senhores, prezados colaboradores, A pressão subiu, a demanda esticou, o corpo pediu: encaixe. A empresa atendeu: convocamos entrega urgente. Sem apego, sem planilha. Só potência. Crua. Resposta rápida e foco em performance: penetrar metas com estratégia, sem perder o eixo nem o ritmo. Só as cabeças. Volume crescente na contenção: Ejeta. Respira. Fluidez consistente, fluxo e vazão. Instrumento calibrado, toque alinhado, prazo contado até o último suspiro. Precisamos da sua abertura total. Que cada gesto seja comunicação clara ou gemido honesto. Seremos canal. Seremos desempenho. Seremos entrega. Sem truques. A jornada irá até onde o comprimento dá conta e a carne sustenta e o resto… É impulso, é instinto, é suor de equipe. Que role. Que tudo role. E se não rolar, a gente refaz o alinhamento com elegância, com maciez e com consentimento. Com todo o corpo. Mais uma vez. (Atenciosamente) Cr💞s Ribeiro
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@CrisRibeiro · há 1 ano
😍😍😍
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😍😍😍
@albertobusquets · há 1 ano
Compliance sem necessidade de ombudsman 🥹❤️‍🔥💞
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@eduliguori há 1 ano
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Quero construir memórias tijolos de sentimentos nus armações magnéticas e ondas sexo ortodoxas beijar a língua prometida lamber o seio da vida rosas e outras flores roxas palavras assimétricas e aberturas de todos os baús com seus contos e histórias Edu Liguori
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@tibianchini há 1 ano
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Cavalgada 🅧🅧🅧 (Pra não perder o jeito - se é que já não perdi...) Deitado, lendo um livro. Apareces na porta, sorriso maroto. Chemise semi-transparente sobre os ombros Tentando ajudar as rendas negras A esconder o escândalo que é o teu corpo. A chemise saindo corpo, vai para a ponta dos dedos. Você a gira sobre a cabeça, e joga em mim. Fechou o livro e aproveito a vista: A visão do paraíso que sei ser meu. *Vem cá, meu bem, quero te contar uma coisinha...* Você vem - dois passos. Sorriso sapeca. Dois polegares entre a pele e a renda da calcinha, Descendo, descendo, a cada passo. A calcinha na ponta dos dedos, Girando sobre a cabeça, Voando até o meu rosto. Seu cheiro. Molhada. Deliciosa. Descubro o meu rosto, e me descubro em brasa: Algo se move dentro da minha peça íntima. Crescendo, crescendo, a cada passo. *Vem, meu bem, quero cochichar no seu ouvido* *Tudo o que pretendo fazer com você... * Você nota o volume se expandindo, E entende que aquela peça já está apertada demais. Puxa para baixo, seus olhos me encarando, O sorriso ainda preenchendo os seus lábios Mas, agora, disputando espaço Com algo maior, mais quente e mais intenso. *Isso. Delícia. Beija. Lambe* Mas nem preciso dizer, você é mestra. Especialista em me levar à loucura, Me olhando entre os cabelos desarrumados. *Vem mais pertinho, Amor, que eu te conto* * o que tá passando pela minha cabeça.* A cueca, nas pontas dos seus dedos, Gira sobre a cabeça e voa pra longe. Te puxo pra perto. *Senta aqui, senta...* Você apoia as mãos no meu peito. O livro está jogado ao lado da cama, Observando seu quadril procurando o encaixe. E quando encaixa... Ah!... Peças perfeitas! Um gemido, um grito, cabeça para trás. Minhas mãos seguram sua cintura, Ajudando e regendo o movimento. O sutiã, na ponta dos seus dedos, Girando sobre a cabeça, Voa, nem sei pra onde: No meu rosto, apenas dois seios suados. *Mais, poeta, mais!*, você sussurra, Rouca, olhos nos meus Provocando e devorando meus pensamentos. *Vem cá, seu puto, deixa eu te cochichar de novo.* Eu sou poeta. Teu corpo é verso. Uma cavala que cavalga e chama. Arfa, sobe, desce, geme, grita. Crava as unhas no meu peito e os olhos na minha alma. O juízo, na ponta dos dedos, Girando sobre a cabeça, voa longe; Teu gozo vem como um frenesi incontrolável, Em teu cavalgar intenso e galopante. *Ah, poeta, me mata, me inunda!* Você se deita no meu peito já arranhado Suando, arfando, buscando o ar e os sentidos. Corpo amolece, sussurros que conversam: *– Porra, poeta, você me pegou de jeito.* *– Que striptease! Adoro quando você faz isso.* *– Você me tira do sério, eu não resisto.* *– Quero ser teu pra sempre.* *– Te amo. Cada vez mais...* (O livro? Depois eu compro outro...)
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@JuNaiane · há 1 ano
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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 53 Comente na Biblioteca sobre um livro que transforma o tempo em matéria-prima da narrativa, explorando a memória, o fluxo de pensamento e as sensações mais sutis. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 191 A Memória é um Jardim Silencioso Há dias que não passam, apenas afundam. Na xícara morna, o passado é migalha viva. E o tempo oh, o tempo não corre, se dissolve. Um perfume basta. Um gesto basta. Para que tudo o que foi seja. E a lembrança não é linha, mas labirinto. Indicação: Em Busca do Tempo Perdido – Marcel Proust <h5><span style='color: red;'>#ParaoladodeSwann:Àprocuradotempoperdido,vol.1</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/996'><strong>Para o lado de Swann: À procura do tempo perdido, vol. 1</strong></a></p>
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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 52 Comente na Biblioteca sobre uma obra poética que quebrou convenções da época em que foi escrita, antecipando movimentos futuros ou desafiando a estrutura tradicional da língua. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 190 Entre o Abismo e o Fogo Sem rimas gritos em fractais. Era o verbo torto, o verso em destruição. Século errado, leitor adiado, poeta incendiário. Que não andava, caía, erguia-se, e caía de novo na alma do inferno perdido. Ouro e sangue, língua líquida, rompendo a aurora com um poema que nem hoje coube. Indicação: O Guesa – Sousândrade <h5><span style='color: red;'>#OGuesa</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/995'><strong>O Guesa</strong></a></p>
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 190 *Mãos… dedos…* Mãos… Dedos… Quantos talentos guardam essas mãos? A forma de manusear… O movimento que faz ao deslizar. Essas mãos, esses dedos… O que são capazes de tocar? Nessas mãos, hão segredos que arrepio só de imaginar. O que faria comigo, se eu me entregasse ao desejo? Me fazer seu instrumento de tocar, sua arte de manuseio. Nessas mãos me pintar nua. Me explorar como quiser, me fazer sentir mulher, em suas mãos… me dedilhando, tua. Seu toque, sem limitação. Explorar meu prazer com essas mãos, com sua arte, sua destreza… a seu bel-prazer, me ter acesa, me atendo norte. Conhecer a delicadeza do toque na destreza dos dedos entre frestas, e a sutileza que me envolve nessas mãos que me pegam. Viajar na palma de suas mãos, com a calma de quem não tem pressa. O corpo tremer na ponta desses dedos. Arquear, molhar você entre minhas pernas. Travesso, me fazer senti-lo inteiro, explorando cavidades. Revelando, elegantemente, o lado seu que tem vontade. E no pulsar absoluto, com um beijo lento, delicado e astuto… se entregar a mim, sem medo. Sem perceber o erro. (Ou, naquele momento, assim escolhendo). No impulso do desejo, desnudar-me seus segredos… me abrindo, preparando o caminho, me consumindo. Com dedos enrolados, segurando fortemente meus cabelos. E ao mesmo tempo, com carinho e cuidado. E enfim… dentro de mim, de quatro. Se reconhecendo, me tentando conhecer, conectados, suados. Nessas mãos… Dedos… E eu em você. MarU #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@eliz_leao · há 1 ano
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@classicos há 1 ano
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Rui Barbosa Autor: Crispiano Neto Lançamento: Final do século XX Neste poema, Crispiano Neto ergue Rui Barbosa como um farol da inteligência e da ética brasileiras. Os versos são densos de admiração, mas também de urgência — como se chamassem de volta o senso de justiça que Rui encarnava. Neto vê em Rui não apenas o orador brilhante ou o jurista erudito, mas o homem que ousou sonhar com um Brasil mais justo, guiado pela palavra e pela razão. O poema é tributo e cobrança: que não deixemos sua memória virar silêncio. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Gilberto Amado Autor: Crispiano Neto Lançamento: Final do século XX Neste poema, Crispiano Neto homenageia Gilberto Amado como quem escreve para um espírito inquieto e multifacetado. Jurista, diplomata, homem de letras — Amado é retratado como símbolo de uma inteligência que não se acomoda. Neto capta, em seus versos, a essência de um brasileiro que transitou entre o pensamento e a ação, entre a política e a literatura. O poema é menos biografia e mais espelho: revela o quanto a inquietação intelectual pode ser também uma forma de amor ao país. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Afonso Arinus Autor: Crispiano Neto Lançamento: Final do século XX Neste poema, Crispiano Neto revisita as feridas históricas deixadas pelo preconceito e pela desigualdade. Ao evocar Afonso Arinos — referência à luta contra o racismo institucional —, o autor não apenas homenageia, mas também denuncia. A poesia torna-se ferramenta de memória e resistência, clamando por um Brasil que reconheça sua dívida com os marginalizados. A força dos versos está no compromisso com a verdade e na urgência de justiça. Neto escreve como quem se recusa a esquecer, como quem exige que a história mude de tom. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Barão do Rio Branco Autor: Crispiano Neto Lançamento: Final do século XX Neste poema, Crispiano Neto enaltece a figura do diplomata que redesenhou as fronteiras do Brasil com palavras em vez de armas. O Barão do Rio Branco surge não apenas como personagem histórico, mas como símbolo da inteligência a serviço da paz. Neto resgata a memória do estadista para lembrar que a grandeza de uma nação também se constrói com diplomacia, estratégia e diálogo. Seus versos ecoam um patriotismo crítico, que valoriza o saber e a negociação em tempos de conflitos e incertezas. #domíniopúblico #Clássicos
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@CrisRibeiro há 1 ano
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Desafio #189 Rendição Não quero salvação, quero pecado bem-feito. Teu juízo enfraquecido, meu leito em combustão. O medo esquecendo o caminho conhecido. Rio enquanto ardo, sussurro orações entre os dentes. Te batizo “meu amor” como se fosse blasfêmia. Me beija com furor, me engole em agonia. Me deixa marcada: poesia cravada em papel de bar. Não venha com ternura fora do enredo. Me morda onde dói mais, não tem segredo. Quero teu corpo implorando perdão pelas vezes que me sonhou vestida. Quero morrer de amor todo dia, sem anestesia, me afogando nos teus ais, num delírio que me despe: sinfonia. 💞 Cr💞s Ribeiro
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Marcel Proust (1871–1922). Autor de uma das obras mais monumentais da literatura: Em Busca do Tempo Perdido, Proust revolucionou a forma como pensamos a memória, o tempo e a subjetividade. Seus longos parágrafos e frases sinuosas nos conduzem por um mergulho profundo nas sensações e lembranças mais sutis da existência. “O verdadeiro ato da descoberta não consiste em procurar novas paisagens, mas em ter novos olhos.” — Marcel Proust Para o lado de Swann: À procura do tempo perdido, vol. 1: <a href="https://www.literunico.com.br/books/996">Aqui!</a> #aniversárioliterário
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@eduliguori há 1 ano
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As vezes no meio da noite fico perguntando por que? entre nuvens e as estrelas esse vazio seco universal rompe a temida atmosfera essa devassa oca vastidão escura e sempre silenciosa astros assim tão distantes o vácuo e o frio opressor galático e imenso o amor vaga pelo espaço perdido Edu Liguori
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@fksilvain há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/187' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A revelação e o limite" completo</a></p></div>
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@fksilvain há 1 ano
Público
<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/186' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A responsabilidade e o desespero" completo</a></p></div>

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