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2453 clássicos no recorte
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Clássicos: Especial - Mulheres

Seleção de clássicos em domínio público escritos por autoras mulheres.

A Rainha do Ignoto

A Rainha do Ignoto

Emília Freitas

Alguns homens do meu tempo: impressões litterarias

Alguns homens do meu tempo: impressões litterarias

Maria Amalia Vaz de Carvalho

Mulheres e creanças: notas sobre educação

Mulheres e creanças: notas sobre educação

Maria Amalia Vaz de Carvalho

O Morro dos Ventos Uivantes

O Morro dos Ventos Uivantes

Emily Brontë; tradução Literunico

Scenas do século XVIII em Portugal

Scenas do século XVIII em Portugal

Maria Amalia Vaz de Carvalho

Estante de clássicos

24 de 2453 resultados neste recorte.

Mistério do Natal

Mistério do Natal

Coelho Neto

Conto brasileiro; narrativa natalina; domínio público
Esfinge

Esfinge

Coelho Neto

Romance brasileiro; simbolismo; domínio público
De Leeuw van Vlaanderen

De Leeuw van Vlaanderen

Hendrik Conscience

Historische roman
O Leão de Flandres

O Leão de Flandres

Hendrik Conscience

Romance histórico
Anjo Bento

Anjo Bento

Gregório de Matos

Poesia barroca; sátira; domínio público
Ao Braço do Mesmo Menino Jesus Quando Apareceu

Ao Braço do Mesmo Menino Jesus Quando Apareceu

Gregório de Matos

Poesia barroca; soneto sacro; domínio público
A S. Francisco Tomando o Poeta o Hábito de Terceiro

A S. Francisco Tomando o Poeta o Hábito de Terceiro

Gregório de Matos

Poesia barroca; soneto sacro; domínio público
A um músico

A um músico

Gregório de Matos

Poesia barroca; epigrama; sátira; domínio público
Liras

Liras

Gregório de Matos

Poesia barroca; sátira; domínio público
Toda a cidade derrota

Toda a cidade derrota

Gregório de Matos

Poesia barroca; sátira; domínio público
A um livreiro

A um livreiro

Gregório de Matos

Poesia barroca; sátira; domínio público
A Rainha celestial

A Rainha celestial

Gregório de Matos

Poesia barroca; poesia mariana; domínio público
A quem não dá aos fiéis

A quem não dá aos fiéis

Gregório de Matos

Poesia barroca; sátira laudatória; domínio público
A quem não causa desmaio

A quem não causa desmaio

Gregório de Matos

Poesia barroca; sátira colonial; domínio público
Adeus vão pensamento, adeus cuidado

Adeus vão pensamento, adeus cuidado

Gregório de Matos

Poesia barroca; soneto amoroso; domínio público
Carregado de mim ando no mundo

Carregado de mim ando no mundo

Gregório de Matos

Poesia barroca; soneto satírico; domínio público
Ao Sanctissimo Sacramento Estando para Comungar

Ao Sanctissimo Sacramento Estando para Comungar

Gregório de Matos

Poesia barroca; poema sacro; domínio público
A Nossa Senhora da Madre de Deus Indo Lá o Poeta

A Nossa Senhora da Madre de Deus Indo Lá o Poeta

Gregório de Matos

Poesia barroca; soneto mariano; domínio público
A Nosso Senhor Jesus Christo Com Actos de Arrependido e Suspiros de Amor

A Nosso Senhor Jesus Christo Com Actos de Arrependido e Suspiros de Amor

Gregório de Matos

Poesia barroca; soneto sacro; domínio público
Meu Deus, que estais pendente em um madeiro

Meu Deus, que estais pendente em um madeiro

Gregório de Matos

Poesia barroca; soneto sacro; domínio público
Buscando a Cristo

Buscando a Cristo

Gregório de Matos

Poesia barroca; soneto sacro; domínio público
Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado

Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado

Gregório de Matos

Poesia barroca; soneto sacro; domínio público
Triste Bahia! Oh quão dessemelhante

Triste Bahia! Oh quão dessemelhante

Gregório de Matos

Poesia barroca; soneto; sátira colonial; domínio público
Descrevo que era realmente naquele tempo a cidade da Bahia

Descrevo que era realmente naquele tempo a cidade da Bahia

Gregório de Matos

Poesia barroca; sátira colonial; domínio público