CINEMA de papel

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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 286 Neve. Calor. Lidiane: palavras que queimam e derretem ao mesmo tempo. Forte e frágil, doce e audaciosa. Riso que escapa, choro que grita. A verdade não anda em linha reta, nós também não. E por que deveríamos? Que este declame encontre seus olhos, seu coração, e se perca no peito como seu talento se espalha no meu. Amiga, espero que goste🌹 @calorliterario_
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@calorliterario_ · há 10 meses
Só vi agora, nem mereço tanto carinho! Obgda, Cris!
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@rosana858 há 1 ano
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Conto sem fadas Alguém decide transformar o velho livro de contos infantis em um arquivo digital. Porém, algo sai errado. Era uma vez um espelho mágico que pertencia a uma invejosa rainha má. O objeto, que só dizia a verdade, revelou a Chapeuzinho Vermelho que algo catastrófico havia acontecido: uma pane virtual danificara arquivos no mundo inteiro, deixando personagens perdidos em histórias embaralhadas. A menina acessa a página e se depara com retalhos de capítulos. Sem hesitar, segue adiante. Esgueirando-se entre uma frase e outra, observa que a Bela Adormecida está acordada e sendo beijada pelo namorado da Branca de Neve. Branca de Neve, analisando a situação, decide procurar o sapo príncipe da rival e cobri-lo de beijos, estabelecendo um equilíbrio para a traição observada. No próximo parágrafo, três porquinhos aparecem desorientados em uma floresta. Cícero, Prático e Heitor encontram um caminho feito de migalhas de pão e resolvem segui-lo. A trilha os conduz até a casa de Joãozinho e Maria, onde são recebidos pela madrasta das crianças. Em poucos minutos, os três se tornam um suculento assado. Chapeuzinho fecha o site e abre a próxima janela. Num flash infantil, surge um castelo com uma escadaria enorme, onde repousa um sapatinho de cristal. Joãozinho apanha o calçado e o atira no rio. O sapo príncipe, abandonado, guarda o sapato na hipótese de que Cinderela se interesse por ele. De repente, a menina detecta um cheiro de caramelo. Com um clique, visualiza uma casa de doces. O local está habitado pelo Lobo Mau, que, em vez de soprar a estrutura, devora as guloseimas. A vovozinha observa a mudança de hábitos alimentares da criatura. Rolando a página, Chapeuzinho vê uma bela maçã sendo apanhada pela madrasta da Branca de Neve. Sem perceber o perigo, a malvada dá uma mordida no fruto envenenado e cai em sono profundo. Nenhum príncipe surgiu para despertá-la. O relógio na tela marca 01:05. A carruagem de abóbora está apodrecida. O baile terminou. Uma jovem princesa descalça retorna para casa, enquanto um príncipe oficializa o namoro com uma menina chamada Maria. A imagem no monitor revela o Lobo Mau sendo examinado por uma bruxa. Com um olhar avaliador, ela sentencia: “Sua boca grande, seu focinho comprido e suas orelhas pontudas darão uma bela e farta feijoada.” O Lobo reage, empurrando a feiticeira para dentro da fornalha. Enquanto personagens tentam encontrar sua verdadeira fábula, Chapeuzinho Vermelho rastreia o arquivo principal para restaurar a ordem no mundo dos contos. Vasculha a biblioteca digital e localiza um arquivo nomeado "Histórias Originais". Antes de abri-lo, um homenzinho estranho surge diante dela. “Quer consertar isso? Fácil! Apenas diga seu nome verdadeiro!” – diz o duende Rumpelstiltskin, com um sorriso malicioso. Chapeuzinho analisa a proposta. Antes que possa responder, o duende dá um salto e transfere o arquivo para uma camada oculta da GrimmCloud, fora do alcance da menina. Rindo descontroladamente, o famoso duende some em um clarão. Chapeuzinho reconhece que a busca deve continuar. Percorrerá dados, verificará registros e analisará padrões até encontrar uma pista que leve à memória perdida. Enquanto isso, os personagens seguem repetindo as emoções e ações programadas para eles, sem jamais questionar sua existência ou seus sentimentos. Apenas desempenham seus papéis, como foram escritos desde o princípio. E assim, a tragédia continua. Mas se há uma certeza, é que enquanto Chapeuzinho tenta encontrar o caminho certo para a GrimmCloud, os personagens continuarão vagando sem rumo, presos em um enredo sem lógica e uma história sem fim. Será que todos permanecerão confusos para sempre?
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@deleted há 1 ano
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Autores iniciantes, um convite para vocês: A comunidade de Herwati é um lugar feito para vocês e com apoio de profissionais do mercado editorial Vocês fazem desafios diários que são corrigidos, conversam, aprendem, tem seus textos revisados e postados no literunico da comunidade, tem auxílio para escrever livros completos… totalmente de graça. A comunidade de Herwati é onde vocês podem iniciar como autores, com suporte que muitos veteranos gostariam de ter tido no início
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@chico-viana-lwd0u há 1 ano
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A VISITA É domingo e ele vai à casa de um tio. Não gosta de visitas familiares, mas nem sempre é possível evitar. Para aumentar o desconforto, o fato de desprezar tais encontros já é motivo de culposos sentimentos – e o menino sofre duas vezes. Primeiro consigo mesmo, devido a essa intolerância aparentemente inexplicável e injusta – sobretudo injusta; depois pela ocasião mesma do encontro, confusão de afagos e venenosas ironias. E sempre o mau jeito, ou o pejo, de revelar ao menos por indícios o amor. Talvez a prévia decepção é que se converta em hostilidade, de que ele no fundo queria desarmar-se para se abrir à necessária ternura. Necessária, possível. Por que era sempre mais fácil com os estranhos? É domingo e o menino vai. Entufado, mais menino do que nunca, engolfado em mágoas que não consegue explicar (nem direito sentir!), vai ao dever social como para um sacrifício. Vai compor as aparências mas, por que negar?, vai também pela curiosidade de se ver pelos olhos e gestos e tiques dos que lhe são carne e sangue. Acaso ele era melhor? Vai como quem tenta, mais uma vez, descobrir o caminho que leva à aceitação, para umidificar o deserto interior em que há muito vinha se crestando. E vai até como quem se arrepende de ter criado o drama – ele, o imaginoso e difícil –, os fios e nós cegos que acabaram enredando-o numa teia de incompreensão e espanto. Queria desatar-se, respirar. No caminho se conversa risonhamente sobre tudo, a euforia dominical tornando os parentes camaradas. Faz sol, venta um pouco, e todos (o menino também) parecem transfigurados pela força dessa manhã. Agora não é ocasião de mágoa ou medo; agora é para esquecer o ranço dos anos, a indelével inscrição na carne, na alma. Agora é como um entreato que faz parte da encenação mas desobriga as pessoas do papel – isso que foi se convencionando devagar, e com força, ao longo do tempo. Agora parece um instante gratuito, autônomo, do qual emerge um estranho desejo de absolvição. Quando chegam à casa do tio, ainda estão inebriados. Vem o parente que se tornou distante e manda todos entrarem. Nem precisava. Respondendo e perguntando, era mui cordato o dono da casa; ficava-se bem à vontade. Ele estava entre os humildes da família e vivia essa condição com uma alegria que poupava aos outros o remorso. Sua casa devia ser lugar de concórdia. O menino se penitencia por não ter lembrado isso, confundindo um manso, uma ovelha boa, com alguns os parentes maus. Sentam-se todos e se põem a conversar. Lembranças vêm à tona, e o domingo retrocede a outros cenários; a família curte uma espécie de saudade jovial. Tudo leve, sem sombras. Mas não por muito tempo. De repente salta o comentário suspicaz e malévolo de alguém vigilante: -- A mulher dele, cadê? (A mulher desse tio, realmente, ainda não dera as caras.) Será que não quer ver a gente? A insinuação fica no ar como um pássaro tentador que logo os parentes, vorazes, se apressam em segurar.
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@sam_alves_escritora há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/lQCC8cHcrrQN2LfcvrbNkVrbuWHfDKe9p7dYmAvQ.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/160' target='_blank'><strong>Rosnados na escuridão</strong></a></p></div>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Poeta do silêncio e da essência. Transformou a palavra em respiro e revelação. Sua poesia é um espaço de luz, onde o verbo aprende a ser vida. Volante verde: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1351">Aqui!</a> #Literunico #AutorDoDia #AntónioRamosRosa #PoesiaPortuguesa #Clássicos
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@tibianchini há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/8XSqybRIudOhszuUhDvy6z3GIpK2ggJeW6dl21eX.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/235' target='_blank'><strong>Fora do Tempo</strong></a></p></div>
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@eduliguori há 1 ano
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Tem dia que é noite tem sonho que pesa tem ar que venta tem lágrima que molha mesmo assim sem medo de cara feia brinco com as dores rimas e cores tem dia que é noite tem laço que aperta tem corda que solta tem chão que pisa mesmo assim sem freio ou bandeira belisco as certezas os palavrões e rezas Edu Liguori
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@rosana858 há 1 ano
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O Sopro do Início Antes de tudo, havia o som da respiração do Universo. Ele vinha do pulsar — suave e contínuo — do próprio existir. Era o prenúncio da presença da vida. Tudo era branco — como uma mente morta, sem lembranças, sem sentimentos. Então, uma explosão despertou o Criador. Seu coração acelerou e, do turbilhão do sentir, nasceu um amor profundo — força primeira que moldou formas-pensamento, desenhando ideias no vazio. Assim surgiram as imagens — adormecidas, à espera do toque da ação. O gesto rompeu a inércia. A mão rasgou o silêncio, e o invisível ganhou forma. A escuridão se espalhou, tingindo o tecido imaculado do mundo. Anjos e demônios, que habitavam o plano infinito, tornaram-se visíveis — antes ocultos, pois sem contraste não há forma. Flutuaram entre o nada e o quase-ser, aguardando o primeiro sopro da criação. Os anjos brilharam diante da sombra e revelaram a própria essência da luz. Os demônios, em justa compensação, assumiram o papel do equilíbrio. E assim, o cosmos começou a ganhar cor. Os anjos ascenderam em voo, enquanto os demônios buscaram abrigo no submundo. Preto e branco — revelação e harmonia. Anjos e demônios: polos distintos, partes da mesma Obra. @rschumaher
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@ErikaSantos há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/7in7lB2QCQJii8PrllSRGPCfYV3co1NOqA8JJgwm.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/258' target='_blank'><strong>Súbita Atração</strong></a></p></div>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Oscar Wilde foi um mestre da ironia e da beleza. Autor de O Retrato de Dorian Gray, transformou a arte, a vida e o próprio nome em símbolo de liberdade e autenticidade. “Seja você mesmo; todos os outros já existem.” O retrato de Dorian Gray: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1350">Aqui!</a> #OscarWilde #LiteraturaClássica #DorianGray #CitaçãoDoDia #AutorDoMês #Literunico
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 285
Traduzido automaticamente do inglês.
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#Desafio 285
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@rosana858 há 1 ano
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Um Encontro com o Passado Ela olha para o ambiente vazio e assim permanece por instantes. Algo dentro dela pulsa ao pensar nele, uma conexão sem nome, sem tempo. Seria saudade? Seria desejo? O vazio responde em silêncio. O cenário parece agora um esquisso sem moldura. Seus olhos passeiam pelo quarto frio, e ela aspira o perfume perdido nos lençóis. Sente seu sabor misturado ao das cerejas maduras que ficaram no cristal. Num impulso incontrolável, estremece ao lembrar-se de seu corpo sendo invadido pelo jorro de luz que selou o momento e a uniu ao abraço único. Procurando pela resposta que não vem, depara-se com a menina que desfila diante de si. Olha para o plano reto e busca, na transparência dos olhos da criança, decifrar a imagem desfocada da criatura que se apresenta a ela. A figura inerte esboça uma risada estranha e tenta preservar mistérios envoltos na engenharia do tempo. O caminho refletido conduz a uma estrada poeirenta e desconhecida, que esconde dias vividos e a chave de sua essência. Ela abraça o vazio, tentando proteger seu fruto esquecido no passado. O lugar revela sua presença, que caminha de mãos dadas com seu homem em uma época que se foi. A madrugada a desperta, trazendo o hálito fresco dele, que ainda sopra palavras de repouso para dentro do seu sono. Ela busca desesperadamente por algo que escapa entre os dedos, um fio de néon que cintila e se dissolve antes que possa ser tocado. No vácuo lento do tempo, tem consciência da presença do companheiro quando se sente impregnada pela intimidade de seu corpo. A imagem borrada traz um sorriso seguro que desabrocha nos lábios de mulher vivida. No reflexo gasto, a linha entre a menina e a mulher se desmancha. Quem ela é agora? Quem era antes? No espelho do instante, a menina e a mulher se fundem — e dela renasce o encanto que escreve o tempo. @rschumaher
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@deleted há 1 ano
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Autor, apenas escreva Faz no seu tempo, do seu jeito, como achar que ficaria bom. Depois volta, revisa, reescreve, recorta, reestrutura, refaz… é o processo é longo e lotado de palavras com "re"
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@ela há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><a href='https://literunico.com.br/creations/260' target='_blank'><strong>O que fui pra você</strong></a></p></div>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Autor de imaginação refinada e pensamento luminoso, Italo Calvino transformou a literatura em um espelho do invisível. Suas histórias — entre o fantástico e o filosófico — nos fazem enxergar o mundo com novos olhos. Em O Visconde Partido ao Meio, As Cidades Invisíveis e O Barão nas Árvores, ele nos ensina que a leveza também pode ser profunda. ✨ “A literatura é a prova de que a vida não basta.” O visconde partido ao meio: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1344">Aqui!</a> #ItaloCalvino #LiteraturaItaliana #ClássicosDaLiteratura #LevezaEPensamento #Literunico
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@PauloFlorindo há 1 ano
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Oi, povo que lê e escreve. Hoje, 22:30, publiquei o último capítulo do livro "Deepfake - Honras Virtuais". Nesta era de algoritmos e inteligência artificial, todo cuidado é pouco com os devoradores de reputação. 💻 https://www.literunico.com.br/creations/255
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@tibianchini há 1 ano
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Pessoal de São Paulo! Amanhã, no Barnabeh, em Pinheiros, vai rolar a 1ª FEIRA DE LIVROS INDEPENDENTES DO BARNABEH! E meu FORA DO TEMPO estará lá, junto com vários outros autores e autoras sensacionais! E com promoção pra quem comprar mais de um autor 🥰 Não percam. Amanhã, 15 de outubro, no Barnabeh Rua dos Pinheiros, 1290.

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