Livro: A espantosa realidade das cousas
Autor: Alberto Caeiro
Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa)
A espantosa realidade das cousas é um dos poemas mais representativos da filosofia poética de Alberto Caeiro. Nele, o autor afirma que a realidade não precisa de explicação — basta existir. Com olhar desarmado e linguagem clara, Caeiro defende a simplicidade das coisas tal como são, rejeitando interpretações ocultas ou simbólicas. O espanto, para ele, está justamente na naturalidade do mundo, e não em algo misterioso ou além. O poema é um convite à contemplação direta da vida, celebrando o real com humildade e sinceridade.
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Livro: A criança que pensa em fadas
Autor: Alberto Caeiro
Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa)
A criança que pensa em fadas é um poema singelo e direto de Alberto Caeiro, no qual ele expressa sua visão de mundo despojada de simbolismos. Nele, a criança que acredita em fadas é contraposta ao adulto que pensa demais e vê menos. Com sua linguagem simples e natural, Caeiro convida o leitor a recuperar o olhar puro e imediato da infância, valorizando o que é visto e sentido no momento presente. O poema reflete a essência da poesia de Caeiro: ver com clareza, sem filosofar, e aceitar a realidade tal como ela é.
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Autor: Alberto Caeiro
Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa)
A criança que pensa em fadas é um poema singelo e direto de Alberto Caeiro, no qual ele expressa sua visão de mundo despojada de simbolismos. Nele, a criança que acredita em fadas é contraposta ao adulto que pensa demais e vê menos. Com sua linguagem simples e natural, Caeiro convida o leitor a recuperar o olhar puro e imediato da infância, valorizando o que é visto e sentido no momento presente. O poema reflete a essência da poesia de Caeiro: ver com clareza, sem filosofar, e aceitar a realidade tal como ela é.
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Livro: O Velho da Horta
Autor: Gil Vicente
Lançamento: Início do século XVI
O Velho da Horta é uma comédia breve e divertida de Gil Vicente, centrada nas ilusões amorosas de um velho que se apaixona por uma jovem que visita sua horta. A peça critica com leveza o ridículo da paixão tardia e os enganos do desejo, expondo o contraste entre juventude e velhice. Com personagens simples e linguagem acessível, Vicente constrói uma narrativa cômica que retrata o cotidiano com inteligência e graça. A obra é um exemplo do talento do autor para transformar situações comuns em teatro vivo e reflexivo.
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Autor: Gil Vicente
Lançamento: Início do século XVI
O Velho da Horta é uma comédia breve e divertida de Gil Vicente, centrada nas ilusões amorosas de um velho que se apaixona por uma jovem que visita sua horta. A peça critica com leveza o ridículo da paixão tardia e os enganos do desejo, expondo o contraste entre juventude e velhice. Com personagens simples e linguagem acessível, Vicente constrói uma narrativa cômica que retrata o cotidiano com inteligência e graça. A obra é um exemplo do talento do autor para transformar situações comuns em teatro vivo e reflexivo.
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Livro: Farsa de Inês Pereira
Autor: Gil Vicente
Lançamento: 1523
A Farsa de Inês Pereira é uma das obras mais conhecidas de Gil Vicente e um marco do teatro cômico português. Escrita com leveza e ironia, a peça retrata a história de Inês, uma jovem sonhadora que deseja casar-se por interesse e status. Ao rejeitar um pretendente simples e aceitar um marido culto e nobre, acaba presa em um casamento infeliz. Com humor mordaz e crítica social, Gil Vicente expõe a hipocrisia, o machismo e as ilusões românticas da época.
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Autor: Gil Vicente
Lançamento: 1523
A Farsa de Inês Pereira é uma das obras mais conhecidas de Gil Vicente e um marco do teatro cômico português. Escrita com leveza e ironia, a peça retrata a história de Inês, uma jovem sonhadora que deseja casar-se por interesse e status. Ao rejeitar um pretendente simples e aceitar um marido culto e nobre, acaba presa em um casamento infeliz. Com humor mordaz e crítica social, Gil Vicente expõe a hipocrisia, o machismo e as ilusões românticas da época.
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Livro: Auto da Mofina Mendes
Autor: Gil Vicente
Lançamento: Início do século XVI
Auto da Mofina Mendes é uma peça que mistura elementos trágicos e cômicos para retratar a figura de Mofina Mendes, uma mulher pobre, simples e cheia de esperteza. A personagem, ao mesmo tempo cômica e comovente, representa o povo humilde e suas dificuldades diante das estruturas sociais da época. Com crítica sutil e uma linguagem viva, Gil Vicente constrói uma narrativa onde o riso e a dor se entrelaçam, revelando as contradições da condição humana. Uma joia do teatro vicentino que dá voz aos marginalizados com inteligência e sensibilidade.
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Autor: Gil Vicente
Lançamento: Início do século XVI
Auto da Mofina Mendes é uma peça que mistura elementos trágicos e cômicos para retratar a figura de Mofina Mendes, uma mulher pobre, simples e cheia de esperteza. A personagem, ao mesmo tempo cômica e comovente, representa o povo humilde e suas dificuldades diante das estruturas sociais da época. Com crítica sutil e uma linguagem viva, Gil Vicente constrói uma narrativa onde o riso e a dor se entrelaçam, revelando as contradições da condição humana. Uma joia do teatro vicentino que dá voz aos marginalizados com inteligência e sensibilidade.
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Livro: Auto da Feira
Autor: Gil Vicente
Lançamento: Início do século XVI
Auto da Feira é uma peça alegórica em que Gil Vicente transforma uma feira popular em metáfora da vida humana. Nessa feira, produtos simbólicos representam virtudes, pecados e escolhas morais, revelando a fragilidade das decisões humanas diante das aparências e da vaidade. Com sua típica mistura de crítica social, religiosidade e humor, o autor propõe uma reflexão sobre o valor das ações e a futilidade das ambições mundanas. A obra combina elementos do teatro profano com a tradição do teatro moral medieval.
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Autor: Gil Vicente
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Auto da Feira é uma peça alegórica em que Gil Vicente transforma uma feira popular em metáfora da vida humana. Nessa feira, produtos simbólicos representam virtudes, pecados e escolhas morais, revelando a fragilidade das decisões humanas diante das aparências e da vaidade. Com sua típica mistura de crítica social, religiosidade e humor, o autor propõe uma reflexão sobre o valor das ações e a futilidade das ambições mundanas. A obra combina elementos do teatro profano com a tradição do teatro moral medieval.
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Livro: Auto da Barca do Inferno
Autor: Gil Vicente
Lançamento: Início do século XVI
Auto da Barca do Inferno é uma sátira moral e religiosa que expõe os vícios e hipocrisias da sociedade portuguesa do século XVI. Na peça, as almas dos mortos chegam a um porto onde duas barcas as esperam: uma que leva ao Inferno e outra ao Paraíso. Cada personagem representa um tipo social — o fidalgo, o frade, o sapateiro, o onzeneiro — e é julgado por seus atos em vida. Com humor ácido e crítica afiada, Gil Vicente denuncia a corrupção, a vaidade e a falsidade sob uma roupagem teatral brilhante e envolvente.
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Autor: Gil Vicente
Lançamento: Início do século XVI
Auto da Barca do Inferno é uma sátira moral e religiosa que expõe os vícios e hipocrisias da sociedade portuguesa do século XVI. Na peça, as almas dos mortos chegam a um porto onde duas barcas as esperam: uma que leva ao Inferno e outra ao Paraíso. Cada personagem representa um tipo social — o fidalgo, o frade, o sapateiro, o onzeneiro — e é julgado por seus atos em vida. Com humor ácido e crítica afiada, Gil Vicente denuncia a corrupção, a vaidade e a falsidade sob uma roupagem teatral brilhante e envolvente.
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Livro: Auto da Alma
Autor: Gil Vicente
Lançamento: Início do século XVI
Auto da Alma é uma peça teatral de caráter alegórico e religioso, na qual Gil Vicente retrata a jornada da alma humana rumo à salvação. Com linguagem poética e simbólica, a obra apresenta a luta entre virtudes e tentações, revelando a influência do teatro medieval e da moral cristã. Por meio de personagens como o Diabo, o Anjo e a própria Alma, o autor conduz o público por uma reflexão espiritual sobre o destino eterno e a necessidade do arrependimento. Uma síntese perfeita entre teatro, fé e arte.
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Autor: Gil Vicente
Lançamento: Início do século XVI
Auto da Alma é uma peça teatral de caráter alegórico e religioso, na qual Gil Vicente retrata a jornada da alma humana rumo à salvação. Com linguagem poética e simbólica, a obra apresenta a luta entre virtudes e tentações, revelando a influência do teatro medieval e da moral cristã. Por meio de personagens como o Diabo, o Anjo e a própria Alma, o autor conduz o público por uma reflexão espiritual sobre o destino eterno e a necessidade do arrependimento. Uma síntese perfeita entre teatro, fé e arte.
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Livro: O Turbilhão
Autor: Coelho Netto
Lançamento: Início do século XX
O Turbilhão é uma obra marcada pela intensidade emocional e pelo drama social. Coelho Netto conduz o leitor por uma narrativa em que paixões, conflitos morais e tragédias pessoais giram como em um redemoinho — um verdadeiro turbilhão de sentimentos. A prosa vibrante e imagética do autor revela personagens arrastados por forças que não controlam: desejo, culpa, ambição e destino. Combinando crítica social e sensibilidade literária, o romance mostra como a vida pode subitamente sair do eixo.
#domíniopúblico
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Lançamento: Início do século XX
O Turbilhão é uma obra marcada pela intensidade emocional e pelo drama social. Coelho Netto conduz o leitor por uma narrativa em que paixões, conflitos morais e tragédias pessoais giram como em um redemoinho — um verdadeiro turbilhão de sentimentos. A prosa vibrante e imagética do autor revela personagens arrastados por forças que não controlam: desejo, culpa, ambição e destino. Combinando crítica social e sensibilidade literária, o romance mostra como a vida pode subitamente sair do eixo.
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Livro: O Duplo
Autor: Coelho Netto
Lançamento: Início do século XX
Em O Duplo, Coelho Netto mergulha no universo do fantástico e do psicológico, explorando a ideia da duplicidade da alma humana. A narrativa envolve mistério e inquietação, ao abordar a sensação de ver refletido em outro aquilo que está oculto em si mesmo. Com forte carga simbólica e um estilo refinado, o autor investiga temas como identidade, consciência e conflito interior. A presença do “duplo” evoca angústias existenciais e questiona os limites entre realidade e ilusão.
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Autor: Coelho Netto
Lançamento: Início do século XX
Em O Duplo, Coelho Netto mergulha no universo do fantástico e do psicológico, explorando a ideia da duplicidade da alma humana. A narrativa envolve mistério e inquietação, ao abordar a sensação de ver refletido em outro aquilo que está oculto em si mesmo. Com forte carga simbólica e um estilo refinado, o autor investiga temas como identidade, consciência e conflito interior. A presença do “duplo” evoca angústias existenciais e questiona os limites entre realidade e ilusão.
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