Livro: A "Não-me-toques"!
Autor: Artur Azevedo
Lançamento: Final do século XIX
"A 'Não-me-toques'!" é uma peça cômica em um ato, em que Artur Azevedo retrata com humor afiado os exageros do ciúme e da vaidade feminina. Através de diálogos ágeis e situações cotidianas, o autor satiriza os costumes da sociedade burguesa brasileira, mantendo sua marca registrada de crítica social embalada por leveza e inteligência.
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Livro: 345
Autor: Artur Azevedo
Lançamento: Final do século XIX (data exata desconhecida)
"345" é um conto breve e espirituoso em que Artur Azevedo, mestre da crônica e do teatro de costumes, utiliza o número como ponto de partida para uma narrativa carregada de ironia e crítica social. Com sua prosa leve e bem-humorada, o autor evidencia os vícios e as contradições da sociedade carioca da época.
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Autor: Artur Azevedo
Lançamento: Final do século XIX (data exata desconhecida)
"345" é um conto breve e espirituoso em que Artur Azevedo, mestre da crônica e do teatro de costumes, utiliza o número como ponto de partida para uma narrativa carregada de ironia e crítica social. Com sua prosa leve e bem-humorada, o autor evidencia os vícios e as contradições da sociedade carioca da época.
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Livro: A Carne
Autor: Júlio Ribeiro
Lançamento: 1890
"A Carne" é uma obra em que Júlio Ribeiro explora os aspectos viscerais da existência humana, revelando a materialidade e os instintos do corpo com um olhar crítico e naturalista. A narrativa destaca o embate entre o desejo carnal e as convenções sociais, conduzindo o leitor a uma profunda reflexão sobre a natureza humana e suas dualidades.
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Autor: Júlio Ribeiro
Lançamento: 1890
"A Carne" é uma obra em que Júlio Ribeiro explora os aspectos viscerais da existência humana, revelando a materialidade e os instintos do corpo com um olhar crítico e naturalista. A narrativa destaca o embate entre o desejo carnal e as convenções sociais, conduzindo o leitor a uma profunda reflexão sobre a natureza humana e suas dualidades.
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Livro: Prosopopeia
Autor: Bento Teixeira
Lançamento: 1601
"Prosopopeia" é uma obra poética do período colonial em que Bento Teixeira utiliza uma linguagem barroca para dar voz à natureza e aos sentimentos humanos por meio da personificação e de ricas metáforas. Considerada uma das primeiras manifestações literárias significativas no Brasil, a obra mescla elementos clássicos e inovadores, antecipando a formação de uma identidade literária nacional.
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Autor: Bento Teixeira
Lançamento: 1601
"Prosopopeia" é uma obra poética do período colonial em que Bento Teixeira utiliza uma linguagem barroca para dar voz à natureza e aos sentimentos humanos por meio da personificação e de ricas metáforas. Considerada uma das primeiras manifestações literárias significativas no Brasil, a obra mescla elementos clássicos e inovadores, antecipando a formação de uma identidade literária nacional.
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Livro: Robinson Crusoé
Autor: Daniel Defoe
Lançamento: 1719
"Robinson Crusoé" é um romance de aventura que narra a história de um náufrago que passa 28 anos em uma ilha deserta. Inspirado em eventos reais, o livro acompanha Crusoé enquanto ele sobrevive com engenhosidade e resiliência, enfrentando a solidão, a natureza selvagem e encontros inesperados. A obra é considerada uma das primeiras novelas do gênero moderno e levanta reflexões sobre colonialismo, fé, civilização e a capacidade humana de adaptação.
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Autor: Daniel Defoe
Lançamento: 1719
"Robinson Crusoé" é um romance de aventura que narra a história de um náufrago que passa 28 anos em uma ilha deserta. Inspirado em eventos reais, o livro acompanha Crusoé enquanto ele sobrevive com engenhosidade e resiliência, enfrentando a solidão, a natureza selvagem e encontros inesperados. A obra é considerada uma das primeiras novelas do gênero moderno e levanta reflexões sobre colonialismo, fé, civilização e a capacidade humana de adaptação.
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Livro: O Homem dos Quarenta Escudos (L'Homme aux Quarante Écus)
Autor: Voltaire
Lançamento: 1768
"O Homem dos Quarenta Escudos" é um conto filosófico e satírico em que Voltaire critica a economia, a tributação e as desigualdades sociais da França do século XVIII. A obra acompanha um camponês que, após perder suas terras, reflete sobre o sistema de impostos e as injustiças impostas pelo governo. Com sua ironia afiada, Voltaire questiona as políticas fiscais da época e propõe ideias iluministas sobre justiça social e liberdade econômica. O livro é uma crítica mordaz ao absolutismo e aos privilégios da nobreza e do clero.
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Autor: Voltaire
Lançamento: 1768
"O Homem dos Quarenta Escudos" é um conto filosófico e satírico em que Voltaire critica a economia, a tributação e as desigualdades sociais da França do século XVIII. A obra acompanha um camponês que, após perder suas terras, reflete sobre o sistema de impostos e as injustiças impostas pelo governo. Com sua ironia afiada, Voltaire questiona as políticas fiscais da época e propõe ideias iluministas sobre justiça social e liberdade econômica. O livro é uma crítica mordaz ao absolutismo e aos privilégios da nobreza e do clero.
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Livro: Estórias de Jenni (Histoire de Jenni, ou le Sage et l'Athée)
Autor: Voltaire
Lançamento: 1775
"Estórias de Jenni" é um romance filosófico em que Voltaire contrapõe a visão de um sábio religioso e a de um ateu, discutindo temas como fé, razão, moralidade e tolerância. Através do diálogo entre os personagens, o autor questiona dogmas religiosos e o fanatismo, defendendo a liberdade de pensamento e o uso da razão. Com sua ironia característica, Voltaire constrói uma narrativa envolvente que reflete os ideais iluministas e sua luta contra a intolerância.
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Autor: Voltaire
Lançamento: 1775
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Livro: As Cartas de Amabed
Autor: Voltaire
Lançamento: 1769
"As Cartas de Amabed" é uma obra epistolar de Voltaire que combina ficção e crítica filosófica. Por meio das cartas de Amabed, um jovem indiano, o autor aborda temas como intolerância religiosa, fanatismo e injustiça. A obra reflete o pensamento iluminista de Voltaire, defendendo a liberdade de crença e a razão como caminho para uma sociedade mais justa. Com sua ironia afiada e estilo envolvente, As Cartas de Amabed é uma das muitas obras em que o autor combate dogmas e abusos do poder.
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"As Cartas de Amabed" é uma obra epistolar de Voltaire que combina ficção e crítica filosófica. Por meio das cartas de Amabed, um jovem indiano, o autor aborda temas como intolerância religiosa, fanatismo e injustiça. A obra reflete o pensamento iluminista de Voltaire, defendendo a liberdade de crença e a razão como caminho para uma sociedade mais justa. Com sua ironia afiada e estilo envolvente, As Cartas de Amabed é uma das muitas obras em que o autor combate dogmas e abusos do poder.
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Livro: Alma
Autor: Voltaire
Lançamento: (Data exata desconhecida, publicado em coletâneas)
"Alma" é um conto filosófico de Voltaire que reflete sobre a natureza da alma e suas implicações filosóficas e religiosas. Com sua ironia característica, Voltaire questiona dogmas e crenças estabelecidas, abordando temas como imortalidade, dualismo e materialismo. Através do diálogo e da sátira, o autor desafia visões metafísicas da época, incentivando uma reflexão crítica baseada na razão e na ciência. Essa obra se insere na tradição iluminista de Voltaire, marcada pelo combate à superstição e pela defesa do pensamento racional.
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Autor: Voltaire
Lançamento: (Data exata desconhecida, publicado em coletâneas)
"Alma" é um conto filosófico de Voltaire que reflete sobre a natureza da alma e suas implicações filosóficas e religiosas. Com sua ironia característica, Voltaire questiona dogmas e crenças estabelecidas, abordando temas como imortalidade, dualismo e materialismo. Através do diálogo e da sátira, o autor desafia visões metafísicas da época, incentivando uma reflexão crítica baseada na razão e na ciência. Essa obra se insere na tradição iluminista de Voltaire, marcada pelo combate à superstição e pela defesa do pensamento racional.
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Livro: O Mundo Como Está – Visão de Babuc Escrita por Ele Próprio
Autor: Voltaire
Lançamento: 1748
"O Mundo Como Está" é um conto filosófico de Voltaire que satiriza a sociedade e os governos da época. Na história, Babuc é enviado pelos deuses para observar a cidade de Persépolis e decidir se ela deve ser destruída ou reformada. Durante sua estadia, ele testemunha as virtudes e os vícios dos habitantes, refletindo sobre a complexidade da natureza humana. Com sua ironia característica, Voltaire levanta questões sobre justiça, moralidade e progresso, demonstrando a necessidade da tolerância e da reforma social em vez da destruição absoluta.
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Autor: Voltaire
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"O Mundo Como Está" é um conto filosófico de Voltaire que satiriza a sociedade e os governos da época. Na história, Babuc é enviado pelos deuses para observar a cidade de Persépolis e decidir se ela deve ser destruída ou reformada. Durante sua estadia, ele testemunha as virtudes e os vícios dos habitantes, refletindo sobre a complexidade da natureza humana. Com sua ironia característica, Voltaire levanta questões sobre justiça, moralidade e progresso, demonstrando a necessidade da tolerância e da reforma social em vez da destruição absoluta.
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