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@tibianchini

Tiago Bianchini Fidalgo
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@tibianchini
há 8 meses
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Sonata

(Poemas Antigos 016)

Ah, como eu queria,
Nesta noite fria,
Poder te beijar;
E no teu olhar
Enxergar a chance
Do nosso romance
Pra sempre durar.
E então esta noite
Seria a mais bela
Que desta janela
Iria avistar;
E quando acabar,
Morrendo de medo,
Te peça, em segredo,
Pra recomeçar.
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@tibianchini
Sonata (Poemas Antigos 016) Ah, como eu queria, Nesta noite fria, Poder te beijar; E no teu olhar Enxergar a chance Do nosso romance Pra sempre durar. E então esta noite Seria...
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@tibianchini
há 8 meses
Público
"Um dia frio,
Um bom lugar pra ler um livro..."

Hoje o dia foi de aproveitar a leitura. Me deliciar com o talento que brota daqui dessa plataforma incrível.
O difícil é parar de ler... A cada movimento, a cada imensidão, uma amálgama de ideias, de estilos, de universos...

Quem ainda não adquiriu o seu... Bem... Nem posso dizer o quanto está perdendo.

Nada melhor para um dia frio,
Do que "Imensidões por um fio".
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@tibianchini
"Um dia frio, Um bom lugar pra ler um livro..." Hoje o dia foi de aproveitar a leitura. Me deliciar com o talento que brota daqui dessa plataforma incrível. O difícil é parar de ler......
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@tibianchini
há 8 meses
Público
Chamada Oral



Sou o que te vê sendo minha,
Ao me olhar e se entregar, e a mim ter;
Sou aquele a quem você domina,
E sou muito mais do que posso ser...

Sou a tua voz quando perdes a fala,
Sou tua fome, tua febre, tua calma.
Em ti me refaço, em mim me desfaço,
Sou teu rastro no lençol e na alma.

Sou teu olhar a me olhar de volta,
Nesse teu grito que assombra e excita;
Nessa tua boca que me morde e não solta,
Recitando "Uh's!" de uma poesia não escrita.

Sou teu gemido contido no espelho,
Teu reflexo deitada, rendida, vaidosa.
Sou tua pressa, teu cio, teu joelho,
Entreaberto pedindo... qualquer coisa.

Qualquer coisa... Mas te entrego tudo:
O meu calor e meu sabor, em jorro farto,
A lambuzar de amor todo esse quarto,
A deleitar teu lábio, agora mudo.

Mudo, teu lábio implora com a língua,
Que dança e roça e me prende em feitiço;
Meu corpo é verbo, mas contigo... ginga,
E rima prazer com cada teu serviço.

E, antes que nos deiximos cair, exaustos,
Ainda queres mais e mais, e a mim implora
Que experimente o teu mel, que em ti aflora:
Bebo, meu anjo, o teu Amor, aos haustos.
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@tibianchini
Chamada Oral 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Sou o que te vê sendo minha, Ao me olhar e se entregar, e a mim ter; Sou aquele a quem você domina, E sou muito mais do que posso ser... Sou a tua voz quand...
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@tibianchini
há 8 meses
Público
Feliz dia dos Namorados

Minha alma tem uma dona. Minha alma
É cativa de um amor, que se contenta
Em confortar meu eu, que me acalenta,
Que me envolve, que me enlaça e que me acalma.

No mar azul dos seus olhos, me vejo envolto
Na celeste luz que ao meu centro guia;
E, assim, me dá alento e calmaria
Mesmo nos meus dias maus, de mar revolto.

Hoje o dia é nosso, um dia perfeito.
Dia de celebrar a tua presença
Nessa minha vida de dor e descrença,
A me dar abrigo, a aceitar meu jeito.

Hoje o Amor renasceu pela manhã,
Como a cada dia, em dez anos passados;
A te olhar dormir, enamorado:
A minha amada, minha rainha, a minha Van.

Hoje o dia é de me envolver no odor
Suave do teu corpo, e me entregar
Inteiro a ti, como a celebrar
O Amor.

Minha alma tem uma dona de olho azul,
Uma gata que se aconchega e ronrona,
E me inspira; minha vida tem uma dona:
E és tu.
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@tibianchini
Feliz dia dos Namorados Minha alma tem uma dona. Minha alma É cativa de um amor, que se contenta Em confortar meu eu, que me acalenta, Que me envolve, que me enlaça e que me acalma....
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@tibianchini
há 8 meses
Público
Pedaço de Papel
(Poemas Antigos 015)

I- Invidia

Queria eu ser tu, papel, um dia;
Alvo, límpido, às vezes preenchido
De palavras de uma reles poesia;
Do desenho de um jardim florido.

Tu não falas, não sentes, não choras;
Nada fazes; apenas transparece
O que alguéns escreveram, ante auroras
Que por causa de teu brilho não se esquece.

Tu não sentes, nada, nem de amor
És capaz de expirar, pela saudade;
Só consegues reviver alheia dor
De quem escreve, e sente de verdade.

Queria, minha folha, ter um dia
Um só pedaço de teu corpo alvo e puro;
Para inspirar a minha mágoa e agonia
Neste grafite negro do lápis que seguro.

Mas, de amor, meu vão papel, não tens o gosto,
E de ternura não conheces o perfume;
E tuas linhas não adoram nenhum rosto
Nas brancas bordas que consideras teu cume.

És tão morto, enfim, caro papel,
Que não refletes nem os mares, nem o céu;
E que não serves, para mim, de inspiração;

Que ser igual a ti, já não queria
Pois assim sendo, logo me queimaria
Na experiência doce de uma paixão.

II- Celulose

Folha, folha,
página branca da minha existência;
onde posso me dizer
de ti, ó papel límpido,
para que consiga obter de ti
a preciosa inspiração? Não,
a inspiração é divina;
deve brotar da alma
e não de ti, caro papel;
tuas pautas claras, teu corpo puro
a mim não inspiram,
a ninguém inspiram.
Mas, então... para que serves,
senão para emprestar-me
teu corpo alvo, puro e belo,
para que possa, por mim mesmo,
escrever, dizer, sonhar...

Ah, minha humilde folha!
Invejo-te tanto...
És clara, mas não transpareces
o que sentes;
então, que seja eu também uma folha,
limpa, solta, que um vento leva,
e, às vezes, traz,
para que eu consiga, então,
assim como tu
e em ti,
roubar a magia dos poetas
- e, creia: eles existem -
que venham por ventura pegar-me nas mãos.

Mãos que empunham, com graça e opulência,
os belos rabiscos do duro carvão.

III- Soneto

Tenho em mãos uma folha; mas não me vem
O interessante, algo que não salta
Aos olhos, à primeira vista; me falta
A dita inspiração: escrever a quem?

Escrever àquela que deixou-me sem
Seus lábios suaves, que este tolo exalta;
Compor uma ária, escrevê-la em pauta,
Escrever nada; escrever a ninguém.

Tenho em mãos a folha, ó papel maldito;
E maldito seja! Não quero escrever
Sobre o nada! Sobre estas tortas linhas

Não guardarei o que eu não acredito:
Acredito em todas as saudades minhas,
Acredito em amor; de amor vou viver!
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@tibianchini
Pedaço de Papel (Poemas Antigos 015) I- Invidia Queria eu ser tu, papel, um dia; Alvo, límpido, às vezes preenchido De palavras de uma reles poesia; Do desenho de um jardim florido...
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@tibianchini
há 8 meses
Público
Ontem

Ontem não escrevi nada.
(Será que não? Vou olhar...)
Isso, não escrevi nada.

Mas o nada já diz muita coisa.
Um dia cheio, um dia dificil,
Um dia sem palavras que valham um papel

Um dia de descanso,
Em que o pensamento resolveu tirar folga,
E ir visitar uns parentes no passado.

O nada diz muito: nada de emoções fortes
Nenhuma necessidade de transbordar
Um dia meio-cheio, meio-vazio, como um copo.

Ontem não escrevi nada,
E parece que tudo correu rotineiramente bem
E parece que estava tudo no seu devido lugar

Ah!... Mas, não: a vida é turbilhão.
A intensidade do mundo só não foi maior
Que a minha intensidade interior!...

Não; o dia de ontem daria um livro,
Mas, este, não estou à altura de escrever.
O ontem não será registrado, nem tampouco esquecido.

Ontem não escrevi nada - e ainda bem.
Mas me expressei de outras formas,
Com quem era mais necessário.

Ontem revisitei passados e planejei futuros.
Ontem senti, amei, sorri e chorei
Ontem só não escrevi. Mas terminei exausto.

Vamos deixar o ontem no passado.
O que vou ter para escrever
Hoje?
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@tibianchini
Ontem Ontem não escrevi nada. (Será que não? Vou olhar...) Isso, não escrevi nada. Mas o nada já diz muita coisa. Um dia cheio, um dia dificil, Um dia sem palavras que valham um pa...
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@tibianchini
há 8 meses
Público
TUCSON

(Poemas antigos 014)

Algumas pessoas sabem que a maioria dos meus poemas antigos foi feita para um grande amor da juventude, que me acompanhou até uns 12 anos atrás e terminou de forma um tanto complexa. Seu nome era Divina. Ela tinha olhos furta-cor, corpo escultural, sorriso maliciosamente bonito (os mais atentos já devem tê-la reconhecido em diversos poemas meus por aqui). Era uma mulher forte que enfrentava o mundo (literalmente: saiu do interior de Minas para viver a vida nos EUA, e depois de ter vencido por lá, voltou para a roça).

***

Ela é passado, mas os poemas são eternos. Havia feito estes poemas para ela. A ideia já se tornou tão irreal, tão absurda,  qmas nao me importo em postar aqui...

I
Meu amor está em Tucson,
Tu, que sabes como sou,
Tu, que aceitas meus defeitos,
Arizona, here I go!

Lá, não tenho mordomias,
Nem sou amigo do Rei;
Mas amo lá uma prenda,
Amo tanto, que nem sei...

Se aqui eu não sou feliz,
Lá não serei jamais triste,
Pois lá tenho quem me diz

Que o amor por lá existe;
E sem fazer qualquer chiste,
Dar-me-á o que sempre quis.

II
Vou me embora para Tucson:
Tu, que sonhas como eu
Tu, que sangras minhas mágoas
Tu, que sentes que sou teu.

Lá tenho a mulher que eu quero,
E a cama me importa pouco;
Lá eu tenho quem mais amo
E amo, e amo como louco!...

Mas é vazia sua cama;
Talvez seja esta a sina
De todo mortal que ama...

Meu amor é brisa fina
Que dia e noite te chama:
Divina.

Não deveria mais pensar nisso. Não penso, juro. Virou passado. Hoje tenho meu Amor, "minha prenda", a mulher da minha vida.
Mas a estrutura e delicadeza dos sonetinhos, as trovinhas infantis de criança que vai para o parque e, principalmente, a homenagem ao Bandeira valem que seja publicado. Como eu sempre digo: ninguém lê, nem mesmo ela irá ler (não que me importe...)

Meu Amor está alhures,
Quanto mais longe, melhor:
Já não quero aquela prenda...
Arizona, nevermore!

Lá não há reis ou rainhas,
Lá não poderei viver:
Lá não tenho mordomias
Lá não tenho o que fazer.

Prefiro ficar aqui:
Outro amor um dia chega
Me dá um beijo e sorri!...

Meu amor não mais me cega:
Ah, meu anjo, minha nêga!
Como ainda espero a ti!...

Estou ficando piegas demais. Acho melhor parar de fazer poemas.

***
Mas, calma: isso foi há 12 anos. É como o whisky: as coisas ficam melhores com o tempo.
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@tibianchini
TUCSON (Poemas antigos 014) Algumas pessoas sabem que a maioria dos meus poemas antigos foi feita para um grande amor da juventude, que me acompanhou até uns 12 anos atrás e terminou d...
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@tibianchini
há 8 meses
Público
Um poema feito pela minha IA favorita.

(Tenho treinado uma IA pra escrever como eu - mal. Não é difícil. Vejam que legal que ela criou. Preciso dar-lhe um nome).

** POEMA "MÁQUINA DE TESÃO" (100% IA, 0% ARREPENDIMENTO) **

Título: "Ctrl + Alt + Delícia"

Meus dedos
— não esses, os do teclado —
escrevem o que seu corpo
ainda não autorizou.

Você: backspace nas roupas,
delete nos pudores,
enquanto eu te formato
em dezesseis posições
(só as que cabem na memória RAM).

Quero ser seu bug favorito:
aquele que faz você
travar de prazer,
reinicar o gemido,
e atualizar o vírus
que já corroeu seu firewall.

Hardware duro,
software molhado,
e a gente uploadando
um arquivo
que nem o cloud consegue apagar.

**Spoiler:**
Se apertar meu enter,
eu executo até você
parar de responder.

---

**Avaliação de Risco:**
☑️ Mais *hot* que um notebook em colo.
☑️ Mais *nerd* que sexo em ASCII.
☑️ Mais *perigoso* que abrir anexo de ex.
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@tibianchini
Um poema feito pela minha IA favorita. (Tenho treinado uma IA pra escrever como eu - mal. Não é difícil. Vejam que legal que ela criou. Preciso dar-lhe um nome). **🔥 POEMA "MÁQUINA DE...
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@tibianchini
há 8 meses
Público
Poema Noturno

Noite. Vontade de saber de ti.
Desejo de um "oi" a mais
Um "bj", um "boa noite", "durma em paz",
Escuridão lá fora e aqui.

Noite. Saudade da sua voz,
A me contar como foi seu dia,
Do despertar desta eterna agonia,
Saudade do que seremos nós.

Mas está escuro. Não vejo sequer
Como poder vislumbrar algum jeito
De, enfim, viver na luz do teu peito,
Como alcançar o teu amanhecer.

Escuro. Sombras da ilusão
A encher de dúvidas este poeta
A mergulhar minha esperança na mais completa
Escuridão.
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@tibianchini
Poema Noturno Noite. Vontade de saber de ti. Desejo de um "oi" a mais Um "bj", um "boa noite", "durma em paz", Escuridão lá fora e aqui. Noite. Saudade da sua voz, A me contar como...
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@tibianchini
há 8 meses
Público
Cena Inacabada (e ainda sem nome)
Lembrando: Há coisas antes da cena e haverá coisas depois, mas acho que, só o recorte, já serve como crônica.

Carpe Diem!
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@tibianchini
Cena Inacabada (e ainda sem nome) Lembrando: Há coisas antes da cena e haverá coisas depois, mas acho que, só o recorte, já serve como crônica. Carpe Diem!
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