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@eduliguori há 1 ano
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Quanto mais tarde cedo fica sem alarde silêncio amplifica não bastam os sons nem as imagens tampouco as letras morrem os bons pelas pastagens secas e neutras quanto mais tarde arde a garganta bebida covarde que não adianta vivem sós pelas salas e dormitórios se enroscam em nós copos e cinzeiros inglórios nas altas horas não existem demoras desistem calados pobres exilados Edu Liguori
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@pammellamarins há 1 ano
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Prólogo O amor tem suas regras. Eu sei porque fui eu quem as escreveu. Ou pelo menos, eu achava que sabia. Se tem uma coisa que nunca precisei enfrentar, foi a resistência de um mortal ao destino. Eu cravo flechas certeiras em corações distraídos, e eles tropeçam, se beijam e vivem felizes para sempre—ou, no mínimo, vivem intensamente até que tudo desmorone em tragédia. Mas ela… ela é um problema. Nenhuma flecha funciona. Nenhuma conexão desperta. Nenhuma centelha acende. E agora estou aqui, preso nessa bagunça, olhando para ela como se fosse uma equação impossível de resolver. O pior? Estou começando a gostar do desafio.
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@mkfault há 1 ano
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Queria fechar os olhos e ter esse livro prontinho pra publicar! Meus processos são longos, apesar da escrita rápida. Letícia me exige muita leitura, pesquisa, testes. Enquanto a história da trevosa não se conclui, aproveite para ficar por dentro do meu novo lançamento "CARNE E OSSO", com previsão de lançamento para julho #darkromance #kindleunlimited
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@literunico há 1 ano
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#Dia 298 Excentricidade Ela entra sem aviso, colorida, Traços vivos, gestos sem freio. Excentricidade não tem medida, Segue o próprio e único enredo. Na voz, um tom inesperado, Atitude, dança sem compasso. Excentricidade é o item ousado, Que escapa de todo seu espaço. Onde há regras que restringem, Ela risca novas direções. Excentricidade não se finge, Vive além das projeções. Não é erro, nem artifício, Mas essência que brilha em ser. Excentricidade é puro vício, De quem ousa sem temer. Eder B. Jr.
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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Preso, Perdido e Vazio Alma vazia, solidão angustiante, o nada me abraça, me esgana, me tritura; minha mente se despedaça, o acaso me esmaga, o destino me larga! Eu não queria estar no topo, e nem mesmo isso eu almejo; eu só queria estar em algum lugar, saber meu caminho, achar uma rota! Mas, sozinho, na escuridão de meu sombrio aposento, me vejo perdido nas penumbras da noite, consumido pelas incertezas da vida! São tantos os caminhos à frente, que me perco enquanto cruzo todos eles, sem nunca chegar a lugar algum! Me olho no espelho e me vejo preso! Preso aos prazeres que não tenho, preso aos sucessos que não tive e que tanto desejo! Preso, perdido e vazio! Até quando ficarei perdido no mar imenso de água escura, que me guia sem rumo, que me prende a tormentas da tempestade impiedosa? Até quando ficarei eu, preso, perdido e vazio?
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 78 - Fale sobre um livro que todos deveriam ler. A humildade não veio hoje. 😂😂😂😂😂😂 Vamos aproveitar para fazer um merchandising. 🤭 Acho que me superei nesse livro e que todos que gostaram da minha escrita em algum outro livro deveriam ler esse, porque vão gostar. E para os que não conhecem minhas obras, seria um ótimo ponto de partida. Claro que, brincadeiras à parte, apesar de toda uma carga dramática e dos alivios cômicos, "Carícias sob o céu" ainda é um romance de amor, então desse "todos" estão excluídos os leitores que não curtem o gênero (não sabem o que estão perdendo 😂😂😂). Leiam! #Link365TemasLivros
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@marina há 1 ano
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Já estou com saudades ❤️🥰! Para quem planeja esquiar na próxima temporada, é hora de garantir sua viagem 🎿! Agora é o momento...
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@CrisRibeiro há 1 ano
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É uma honra declamar os versos de uma poetisa de alma e arte tão lindas. Este poema dá voz a tantas mulheres, a seus silêncios e suas dores, e poder interpretá-lo foi uma experiência muito emocionante. Ainda mais por fazê-lo em um lugar especial para você, que representa união e, espero, a eterna capacidade de renascer. Com todo carinho, amiga. Amo você!
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Obrigada, moço.
@Albertobusquets · há 1 ano
Coisa mais linda!!! 💞
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 78 *Homem com “H” de Hipocrisia* Não sou mais uma filha Do “melhor pai do mundo”! Não. Meu pai, na verdade, Era só mais um homem fecundo. Daqueles que não planejaram Nem desejaram minha existência. Um pai que se sentia atacado Por ter sido descuidado num ato De natural exercício de sua essência. Apenas um homem ordinário, comum, Como qualquer outro na face da Terra. Um homem que foi criado para dominar Sem se responsabilizar. Homem com “H” (de hipocrisia), Homem se sente À vontade em abandonar, Pois homem não foi feito pra criar. Homem que é assim mesmo, Por natureza, Que precisa demonstrar virilidade Sem a responsabilidade Como sua defesa. E ao rebento intitula como “filho da puta”: “Quem pariu que alimente e balance, Que se vire sozinha com esta criança.” Bom dia para quem é pai de verdade! Pra quem não é, que se exploda… Pra não dizer outra coisa. MarU
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@tibianchini · há 1 ano
Cada poema seu, eu noto novas influências... Ou seriam novas experiências? Não sei. Mas gosto. Você vem cada vez mais moderna, cada vez mais Adélia Prado, quase Leminski... Menina, o que você tem lido pra soar tão completa assim? 🥰
Lindo poema amiga, profundo, potente e que passa uma mensagem super importante! Uma bela crítica e muito necessária! São poucos os que tem o privilégio de ter um bom pai!
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@fernandafrankka há 1 ano
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Olá pessoal! Segue um trecho do meu próximo #VemAí pra vocês terem um gostinho do que está chegando para os fãs de romance drama. Livro sai em Setembro!!! Depois Daquele Dia Prólogo Meus músculos doíam a cada passo a mais que eu dava em minha corrida frenética, pelo corredor do hospital, e minha cabeça latejava sem parar. Minha garganta ardia demasiadamente a cada tentativa de forçar o ar transitar corretamente pela minha traqueia, mas tal esforço só me deixava ainda mais fraca. Quando finalmente avistei Ester com sua cabeça apoiada sob seus joelhos no chão do corredor, sentia como se meu corpo fosse se desfazer, uma fraqueza tão profunda que parecia me puxar para um buraco sem fundo. Uma queda livre constante, onde eu não teria nenhuma rede salvadora para amortecer o meu mergulho para o nada. Eu apenas me sentia caindo, a cada passo que dava na sua direção. Meu coração deu um solavanco e pareceu querer pifar, no mesmo instante em que Ester levantou seu rosto pra mim, seus olhos inchados de tanto chorar. Naquele momento a mínima esperança que eu ainda guardava em meu peito se foi. Eu sabia que uma das coisas que mais amava na vida havia sido tirado de mim para sempre. Eu não teria mais o calor do seu abraço, o conforto de suas palavras, a doçura do seu beijo. Nunca mais compartilharia dessas sensações com Miguel, por que um irresponsável que dirigia bêbado, havia arrancado um pedaço de mim. Só me restava juntar os cacos e seguir adiante para cuidar da sementinha que estava sendo gerada em meu ventre há pouco mais de um mês. Eu não tinha a mínima ideia de como iria conseguir me reerguer. Depois daquele dia, eu nunca mais fui a mesma. Até Maurício aparecer e me mostrar que seguir em frente, ainda era possível...talvez menos para ele.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 078 Cabia na minha palma aquela mãozinha quente, um lume inocente um quase nada de gente. “É té!” e o dedo cortava o ar. Olhos de estrela: curiosos, urgentes, querendo tudo sem saber o nome. Pulava de alegria por um punhado de nada: tampinha, rolha, papel… ninharias de um mundo num sem preço de céu. Sorria de boca nua, e meu bobo coração se vestia de amor. E era tanto, tão vasto, tão sem jeito… Que fiz relicário no peito e, sem hesitar, só o ofertei a você. Cr💞s Ribeiro
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@CrisRibeiro · há 1 ano
💞💞💞
@Albertobusquets · há 1 ano
🥹💞
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@tiagoandreatto há 1 ano
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Esta semana, apesar dos milhares de problemas, está sendo bastante produtiva no sentido de encontrar melodias e criar novas canções. A canção a seguir nasceu pronta e fazer o arranjo dela foi tão natural o que tornou o processo bem delicioso. Espero que gostem! >> Blood Hole << [Verse 1] When you meet the crack When the night is come down And the hole gets so big You’re inside and don't even realize Walls rise from nowhere And the doors, all blocked You forgot the keys And the story goes on without end [Chorus] There is no rabbit to follow Neverland is so far away The little prince lost his rose In the city sewers The little crazy boy is lost On the road that is not yellow She is stained with red and sweat She is the rest of what bled [Verse 2] When the wound is open It's not always good to poke The medicine is bitter it will burn and it will hurt The knife always sharp Always someone to stick it in Captain Hook was not the villain And the fairy was not a lighthouse [Chorus] There is no rabbit to follow Neverland is so far away The little prince lost his rose In the city sewers The little crazy boy is lost On the road that is not yellow She is stained with red and sweat She is the rest of what bled [Interlude] Oh, Oh Oh Oh, Oh Oh Oh [Chorus] Tradução >> Buraco de Sangue << Verso 1 Quando você encontra a rachadura Quando a noite cai E o buraco fica tão grande Você está dentro e nem se dá conta Paredes surgem de lugar nenhum E as portas, todas fechadas Você esqueceu as chaves E a história continua sem um final Refrão Não há coelho pra seguir A Terra do Nunca está tão longe O Pequeno Príncipe perdeu sua rosa Nos esgotos da cidade O Menino Maluquinho está perdido E a estrada não é amarela Ela está manchada de vermelho e suor Ela é o resto do que sangrou Verso 2 Quando a ferida está aberta Nem sempre é bom cutucar O remédio é amargo Vai arder e vai doer A faca está sempre afiada E sempre tem alguém pra enfiá-la Capitão Gancho não é o vilão E a fada não é o farol
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@eliz_leao · há 1 ano
Que lindooo.
@CrisRibeiro · há 1 ano
Profunda e bela, amigo!❤️🌹
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@classicos há 1 ano
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Livro: As Primaveras Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: 1859 As Primaveras é a principal obra de Casimiro de Abreu, reunindo seus poemas mais conhecidos, marcados pelo lirismo, pela saudade e pela exaltação da infância. A coletânea aborda temas como o amor, a natureza, a melancolia e a nostalgia, refletindo a visão romântica do autor sobre a vida e os sentimentos humanos. Com versos fluidos e emocionantes, Casimiro conquistou leitores ao longo das gerações, tornando-se um dos poetas mais populares do Romantismo brasileiro. O poema Meus Oito Anos, um dos mais icônicos da literatura nacional, faz parte desta obra. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Berço e Túmulo Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX Berço e Túmulo é um poema de Casimiro de Abreu que reflete sobre a efemeridade da vida, contrastando o início e o fim da existência humana. Com sua característica melancolia e lirismo romântico, o poeta traça um paralelo entre a inocência do nascimento e a inevitabilidade da morte, evocando sentimentos de saudade e reflexão. A obra carrega um tom nostálgico e filosófico, abordando a passagem do tempo e a fragilidade da vida, temas recorrentes na poesia do autor. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A uma Platéia Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX A uma Platéia é um poema de Casimiro de Abreu, marcado pelo tom emotivo e pelo lirismo característico do autor. Nele, o poeta expressa sua relação com o público e a arte da poesia, abordando temas como inspiração, sentimentos e a comunicação entre o artista e seus leitores ou ouvintes. A musicalidade dos versos e a profundidade emocional fazem desse poema uma bela amostra do estilo romântico de Casimiro de Abreu, que sempre soube tocar os corações com simplicidade e sensibilidade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Anjo! Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX Anjo! é um poema romântico de Casimiro de Abreu, no qual o poeta exalta a figura angelical de um amor idealizado. Com versos suaves e emotivos, ele descreve a pureza, a doçura e a beleza de um ser amado, evocando sentimentos de devoção e encantamento. A musicalidade e o tom sentimental são marcas registradas do estilo de Casimiro, que soube capturar, com delicadeza, as nuances do amor e da saudade. Este poema é mais uma expressão da alma romântica do autor, que conquistou leitores com sua sensibilidade e lirismo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Voz do Rio Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX A Voz do Rio é um poema lírico de Casimiro de Abreu que traduz a forte conexão do poeta com a natureza e suas lembranças da infância. Através de versos melodiosos, Casimiro personifica o rio como uma entidade que fala e carrega consigo histórias, saudades e reflexões sobre a vida. O poema apresenta a típica melancolia romântica do autor, exaltando a simplicidade da natureza e o sentimento nostálgico de um passado idealizado. Com imagens sensíveis e cheias de emoção, a obra reafirma o talento do poeta em transformar cenários cotidianos em reflexões poéticas atemporais. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A J. J. C. Macedo-Júnior Autor: Casimiro de Abreu Lançamento: Século XIX A J. J. C. Macedo-Júnior é um poema de Casimiro de Abreu, poeta romântico brasileiro conhecido por sua sensibilidade e lirismo. Neste poema, o autor expressa sentimentos profundos de amizade e admiração, utilizando uma linguagem delicada e musical. Assim como em grande parte de sua obra, Casimiro de Abreu evoca a saudade, a simplicidade da vida e a beleza dos laços afetivos. Seu estilo fluído e emotivo torna esse poema uma representação do espírito romântico que marcou a literatura brasileira do século XIX. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Via-Láctea Autor: Olavo Bilac Lançamento: 1917 Via-Láctea é uma obra poética de Olavo Bilac que explora temas como a vastidão do cosmos, a busca pelo transcendental e o misticismo. Com uma linguagem refinada e imagens poderosas, Bilac leva o leitor a refletir sobre a infinitude do universo e o lugar do ser humano diante dessa grandiosidade. A obra reflete a sensibilidade do autor em tratar de assuntos cósmicos e espirituais, com uma mistura de beleza estética e reflexão filosófica, características marcantes de sua produção literária. Através de Via-Láctea, Bilac continua a expressar sua visão profunda do mundo e de sua relação com a natureza. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Tarde Autor: Olavo Bilac Lançamento: 1917 Tarde é uma obra poética de Olavo Bilac que reflete sobre temas como o tempo, a natureza e as emoções humanas. Com sua escrita refinada e rigor formal, Bilac explora a beleza efêmera da vida, a passagem do tempo e a melancolia da tarde como metáfora para o declínio das horas e da existência. A obra revela a sensibilidade do poeta parnasiano, que, embora preocupado com a forma e a estética, também se aprofunda nas questões existenciais e no sentimento de transitoriedade. A poesia de Bilac continua a encantar por sua musicalidade e profundidade emocional. #domíniopúblico #Clássicos
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