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@literunico há 1 ano
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Bom dia! Palavra do dia: #𝕔𝕝á𝕤𝕤𝕚𝕔𝕒 Frase do dia: "A música é a linguagem dos sentimentos." — Heitor Villa-Lobos Datas comemorativas de hoje, 5 de março de 2025: Dia Nacional da Música Clássica: Comemora-se nesta data em homenagem ao nascimento de Heitor Villa-Lobos, um dos mais importantes compositores brasileiros. Dia do Filatelista Brasileiro: Celebra os colecionadores de selos postais no Brasil. Dia Mundial da Eficiência Energética: Destaca a importância do uso consciente e eficiente da energia para a sustentabilidade do planeta. Aniversariantes Heitor Villa-Lobos (1887-1959): Compositor, maestro e instrumentista brasileiro, considerado o maior expoente da música clássica no Brasil. Eva Mendes (1974): Atriz americana conhecida por filmes como "Hitch" e "Velozes e Furiosos 2". John Frusciante (1970): Guitarrista da banda Red Hot Chili Peppers. Pier Paolo Pasolini (1922-1975): Cineasta, poeta e escritor italiano, diretor de filmes como "O Evangelho Segundo São Mateus".
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@andreajguesse há 1 ano
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A VIDA CINZA Estou observando uma reforma que já perdura há meses. Um retrofit, pelo que li em um site de arquitetura. Uma casa colonial transformando-se em uma casa "moderna". Saiu parte do telhado colonial, entrou uma varanda com laje em balanço—imponente, flutuando com todo o peso do concreto, como se fosse a penugem de um pássaro. A cor externa, antes em um tom tijolo queimado, deu lugar a um bege acinzentado. O piso da varanda em balanço, cinza. Todo o cimentado da área externa se expandiu, sepultou canteiros e tomou a forma de um mar cimentício oneroso, que tenta imitar a sabedoria popular do cimento queimado—cinza. A piscina, antes em um tom sobre tom azul de pastilhas, seguida igualmente pela sauna em pastilhas azul mais claro, foi descascada como uma banana. O cinza, ainda mais escuro, tomou conta. Suas pastilhas foram substituídas, ao som interminável da serra elétrica, por peças gigantes de porcelanato idênticas à pedra de ardósia — apenas mais claras, e mais cinzas. A parede do muro dos fundos resiste; continua em um amarelo suave. Mas não ficará assim por muito tempo. Ontem, foram descarregadas mais latas de tinta, que provavelmente estão em algum tom de cinza. A modernidade é cinza. Mas o céu ainda é azul. As árvores na rua continuam verdes. Por quanto tempo as cores da vida resistem à modernidade e a monotonia imposta pelo homem cinza?
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@tibianchini · há 1 ano
Quando eu era pequeno, as TVs não tinham tanta tecnologia - a TV que tínhamos em casa sequer possuía um controle remoto. Não havia menus na tela: havia uma tampinha que, ao abrir, revelava diversos botõezinhos giratórios. Um desses botões chamava-se "SATURAÇÃO". É claro, o termo ainda existe hoje nas TVs modernas, e basicamente para a mesma coisa: carregar a imagem com mais ou menos cor. Se você virasse este botão todo para a esquerda, a TV iria mostrar o mundo conforme a sua casa "moderna": todo cinza. Acho que falta saturação na nossa vida. Nós nos saturamos com tanta coisa inútil, que perdemos a capacidade de apreciar as cores. Nos anos 80 (sim, eu vim de lá), as pessoas andavam com roupas coloridas, pintavam as casas, as ruas... Havia uma claridade que não disputava espaço com as demais coisas. Hoje, parece que a ideia é "sumir". (Tudo isso só pra dizer que achei o seu texto maravilhoso, e que ele me fez despertar lembranças - inclusive das casas de piso quadrado de terracota, telhados antigos e paredes coloridas...)
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@autorvictorsousa há 1 ano
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Olá, leitores! Estou por aqui também, nessa maravilhosa plataforma literária. Estou me organizando para trazer conteúdos inéditos por aqui o mais breve possível. Aguardem. 😄
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@tibianchini há 1 ano
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Mais um desabafo Vou aproveitar que estou por aqui entupindo a todos com meus pensamentos e deixar mais umas coisas soltas... Tenho visto as tretas literárias e pensado. O cara compra 200 avaliações e só consegue "vender" o livro depois de fazer uma cena vergonhosa por causa de uma avaliação de 4⭐ (tudo bem que eu acho que tudo isso é fake, mas isso só piora as coisas). Desde que eu lancei meu livro Fora do Tempo, tenho investido sempre que posso em resenhas e "publis". Tenho encontrado pessoas maravilhosas que leram meu livro e adoraram (e tenho certeza de que as avaliações foram sempre sinceras). A pessoa que recebe alguma coisa pra ler seu livro tem sempre a tendência de melhorar um pouco a avaliação. O leitores dessa pessoa podem pensar: "Ela recebeu para falar do livro, então... Será que o livro é tudo isso mesmo, ou será que ela está só sendo gentil?" (E, sim, meu livro é ótimo; então, leiam!🥰) Mas meu livro possui 17 avaliações na Amazon e 11 no Skoob. Tenho algumas avaliações "espontâneas" - gente que leu sem que eu nem soubesse e resolveu falar dele, gente que leu porque ouviu falar. Mas isso é bem raro no meu caso. A maioria deve ser de resenhas contratadas ou de uma ou outra Leitura Coletiva. Tenho investido uma boa grana para receber leituras e resenhas, para postarem nas suas páginas para os 50 mil seguidores verem, mas os maiores retornos são de amigas que leram sem compromisso, gostaram e indicaram para outras pessoas... Eu não vendi o suficiente para pagar as avaliações (e, se eu for pensar no lucro líquido, aí sim, vai dar vontade de chorar...) Não é curioso que, em vez ser pago pela minha obra, eu esteja pagando para que alguém a leia? Não é triste que, em vez de o leitor buscar o livro, ansioso para conhecer a história, a narrativa e tudo o mais, seja o autor que precise bancar a leitura? Eu não escrevi meu livro para ficar rico, mas não esperava que a maioria das leituras fosse porque eu paguei. Mas esta aparece ser a tendência do mundo moderno: as pessoas se interessam por interesse. A gente compra atenção, compra tapinhas nas costas - o que é um absurdo, porque o confeiteiro não vai até a sua casa te pagar para você experimentar os bolos que ele faz, nem o dono da concessionária te dá um Porsche de presente apenas para você dirigir e dizer se gostou da experiência. Por que tem que ser assim com um escritor? (E, vejam: embora eu tenha pago pela divulgação, não me meti na avaliação: todas elas sempre foram livres para me dar zero ⭐ e dizer: "odiei". Eu paguei por "avaliações", não paguei por "avaliações positivas"). Eu acompanho as postagens dos bookstagram sobre meus livros. São ótimas, gentis, bem-feitas. Indico todas elas. Mas vejo a movimentação de KENP na Amazon e nada muda. Vejo as vendas não acontecerem. O que pode estar errado? Talvez seja só porque sci-fi é difícil mesmo. Talvez meu livro seja um meio termo indesejável - levinho demais pra quem curte sci-fi, e complexo demais pra quem curte fantasia ou romance. Talvez minha expectativa fosse alta demais. Talvez eu precisasse fazer alguma coisa ridícula como o autor que não aceita 4 ⭐ (mas isso eu não vou fazer jamais). Há publis que me custam RS85,00, RS100,00 ou RS200,00. São de pessoas com 50 mil seguidores,mas isso não se reverte em leitores (embora, de certa forma, as bookstagrammers tenham ficado marcadas e impactadas com meu livro). Meu livro é bom. Eu, pelo menos, acho que é. Algumas autoras daqui, como a Ana Paula e a Mari Adriano, adoraram meu livro (e leram sem compromisso, e foram extremamente generosas comigo). Estou pensando seriamente em não fazer mais isso. Não vou mais procurar por avaliações. Ninguém respeita essas avaliações mesmo, por causa de um ou outro idiota que as compra. Ninguém lê meu livro porque um influencer fez uma resenha favorável. Já tenho duas fechadas pra esse mês, e, depois, acho que não vou mais gastar com isso. O bookstagrammer que quiser fazer propaganda do meu livro, que fique à vontade: compre, leia, e diga o que achou. Acho que isso é o mais honesto que pode existir.
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@tibianchini há 1 ano
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Crônica dos 35 anos O Literunico antigamente possuía limite de 2000 caracteres. Depois aumentou pra 2500 e agora está em 5 mil. Não posso pedir mais nada a Deus (nem ao Eder). Isso deveria ser mais do que suficiente para um escritor comum. Mas eu, é claro, não sou comum. E nem um pouco conciso. Então vou colocar como um Epub. É um texto de cinco partes, escrito há cerca de dez anos. Um pouco ácido, confesso. Não é pra todo mundo (mas, dos meus escritos, qual seria?) Enfim, vai ficar por aqui, por módicos 1,00. Mas vou deixar uma parte - a parte 3 - para atiçar a curiosidade de vocês. * * * Fui uma criança superdotada. Um adolescente acima da média. Um jovem muito inteligente. Um adulto normal. Tenho medo de me tornar um velho medíocre. Quando eu tinha nove anos, plantei uma árvore, mas ela não vingou. Quando eu tinha dezesseis, escrevi um livro, mas ele não foi publicado. Tenho medo do que serão os meus filhos. Tenho escrito pouco; me enfadam minhas próprias crônicas... Tenho sido crítico demais, seco demais... Tenho abandonado tudo o que não seja perfeito. Tenho rasgado os meus poemas, antes mesmo de terminá-los, Por não julgá-los dignos de preencher uma folha que seja. Tenho lido bons autores e me cansado deles, Tenho sido extremamente intransigente com textos medianos Como os meus. Ou eu preciso de um psiquiatra Ou de um blog. Mas o blog eu já tenho e ninguém lê. Tenho medo de procurar um psiquiatra que não me ouça. * * * *
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@bibliogreyce há 1 ano
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Há tempos que desejo abordar a questão do clickbait e rage-baiting no meio literário, e a recente controvérsia envolvendo o "autor 4 estrelas" me forneceu o ponto de partida perfeito. Para aqueles que perderam o início da polêmica ou não estão familiarizados com os acontecimentos nas redes literárias, sugiro acompanhar a thread do perfil @alecsilvaa (link no final deste texto) ou pesquisar por "autor 4 estrelas" no Threads, onde certamente encontrarão opiniões sobre o tema. Em resumo, a discussão gira em torno de um autor que, em dezembro de 2024, contratou uma influenciadora literária com mais de 100 mil seguidores para um conteúdo. A influenciadora avaliou o livro com 4 estrelas, o que desagradou o autor, que considerou seu trabalho merecedor de 5 estrelas. A influenciadora optou pelo silêncio, enquanto o autor decidiu expor a situação em seus stories no Instagram. Minha perspectiva: Não pretendo julgar o posicionamento de nenhuma das partes envolvidas. Meu objetivo é compartilhar uma lição que aprendi há mais de um ano. No início do ano passado, em meio ao descontentamento geral dos influenciadores com as respostas das editoras, expressei minha frustração em uma publicação que gerou um engajamento significativo. Dias depois, publiquei um texto que se tornou viral, desencadeando a polêmica sobre "bibliotecas pessoais não serem bibliotecas". Embora seja um tema complexo dentro do meu campo de estudo, confesso que utilizei o clickbait¹ para atrair atenção. Inicialmente, não pretendia responder aos comentários, mas o aumento do engajamento me levou a explorar o rage-baiting². A verdade é que provocar reações com opiniões controversas aumenta o alcance nas redes sociais. Observamos essa estratégia na política, onde perfis de direita utilizam clickbait e rage-farming³ para crescer. Inconscientemente, acabamos contribuindo para a disseminação do ódio e para o engajamento e manutenção dessa rede. Suspeito que o autor esteja se aproveitando da situação para obter seus "minutos de fama". Certamente, há algo em jogo, caso contrário, ele não estaria revivendo uma história já resolvida no ano passado. Mesmo que não haja ganho financeiro, a personagem "Carolina Ferreira" permanece na memória do público, mesmo que poucos saibam o @ do autor. Glossário: ¹Clickbait, conteúdo sensacionalista criado para atrair cliques. ²Rage-baiting ou rage-bait, técnica de manipulação que busca provocar raiva e aumentar o engajamento online. ³Rage-farming, variação do rage-baiting, onde a manipulação ocorre entre grupos distintos, alimentando a rede de ódio. Thread do alecsilvaa https://www.threads.net/@alecsilvaa/post/DGs-OeTxXza?xmt=AQGzpewyqjJkUzLrAy352RyzqtpZ9CosMRMwJLRNgPNZQA
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@tibianchini há 1 ano
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Carnaval Pra domingo de carnaval não tem remédio Me tranco em casa pra tentar fugir do assédio; Mas de repente falta força no meu prédio: Que tédio... Meio que sem querer, encontro a porta: Atravesso a longa escadaria torta, E encontro enfim uma claridade morta: Que me importa... É um outro apartamento; e dá pra ver A vela acesa, clareando sobre a TV Uma voz me chama com desejo, sem querer É você. Um longo beijo, o mesmo suor molha a gente A escuridão ainda se faz presente E eu devoro com fervor teu corpo quente E ardente. É carnaval; a folia rola lá fora Junto minhas coisas, minha roupa, e vou me embora Mas quero ainda te rever, e por que não Agora?...
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@eduliguori há 1 ano
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Ao ver a imagem de sua amada refletida nas águas tal qual miragem o marinheiro exclamou: esses olhos, que vertigem! perco o equilíbrio! me sinto em mar aberto perdido em ondas de paixão e arrebatamento! em oração então clamou: deuses dos céus e dos mares! acudam este velho marinheiro tragam de volta o amor que vi o amor que senti o amor que não posso ver partir ó sagrado iluminem esta baía tragam a luz da esperança beijem a boca de teus filhos apaixonados busquem do fundo dos oceanos a estrela da alegria do balanço das marés como se faz amor como se entrelaçam nós e línguas permitam a teus filhos longa vida unidos no amor Edu Liguori
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@brunob612 há 1 ano
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Tradução Transcrito em pedaços de alma o verso puro transcende a carne e forma âmago longe do amargor da agitação o poema
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@eduliguori há 1 ano
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Minhas escolhas podem até ser controversas mas todas são e serão sempre verdadeiras meu caminho é honesto até o fim nas trilhas que percorro não falseio meu beijo não é mercadoria Edu Liguori
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@aleituracria há 1 ano
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Qual imagem você acha que combina mais com o nosso mascote da aba Cursos aqui do site? Vote nos comentários. Imagem 1 ou 2?
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@literunico · há 1 ano
Achei que a primeira imagem pode ser, inclusive pro Infantil!
@fksilvain · há 1 ano
Achei linda a primeira imagem!
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 63 *Citereia e Marte “Amor de outono no mês de março”* Ante o meritíssimo tempo, O mundo gira e, intenso, Bagunça as estações. Um vento dispensa o verão, As folhas caem das árvores, Anunciando uma nova estação. Uma névoa, sem prelúdio de chuvas, Um aroma adocicado de frutas, Um arrepio no pelo da pele desnuda, Uma sensação de ardor e inverno, Uma emoção confusa. Março chegou e com ele, a mais linda e incompreendida estação. O ardor da guerra deflorando a Citereia, Estio em calor aflorando no interno, Arrepios de inverno bagunçando o momento. Inconsequente, indômito, Sapiente da efemeridade da harmonia. É só um momento, Uma carícia do tempo. Prosa pra poesia, Inspiração por heresia, A colheita sacra do semeio que jazia. De crucificar e ressurgir, De chorar e sorrir, De queimar e fluir, De esperança excutir. MarU
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Lindo poema, como sempre amiga! Eu sempre me impressiono com o seu talento e sua habilidade coma as palavras! Uma verdadeira inspiração pra mim!👏🥰
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@Cilene há 1 ano
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Adiantei o pedido: uma água com gás, dois copos com limão fatiado e gelo. Ele chegou. Pedi dois expressos sem açúcar. Nos cumprimentamos como dois cotovelos adolescentes: ossudos e desajeitados. Meu rosto quase ofereceu a boca. O hábito, às vezes, é mais forte do que a vontade. Ele olhou para os nossos copos com olhos tristes. - Você está bem? - dissemos ao mesmo tempo e sorrimos olhando para baixo, sem mostrar os dentes. - Você primeiro. - Meneou com a cabeça. - Tudo indo. É estranho. - Respondi. - Eu também, muito estranho. - Ele tomou a vez. Fiquei em silêncio. Tomei a água toda. Troquei a cruzada de pernas. Coloquei a pasta com os papéis sobre a mesa. Peguei uma caneta na minha bolsa e levei a mão ao papel. Ele a segurou. Olhei para nossas mãos juntas, senti o calor tão familiar… apertei a palma de sua mão com as pontas dos meus dedos, olhando para ele. Olhei de volta para as mãos, balancei a cabeça negativamente, com pesar. Assinei e passei para ele o papel e a caneta. Ele assinou olhando dentro dos meus olhos, sem olhar para o papel. Não precisei piscar para as lágrimas rolarem dos meus olhos. Levantei. - Obrigada. Beijei-o na bochecha demoradamente. - Já vai? Não tomou seu café! Ele alertou-me. - Esfriou. Eu saí. Olhando para trás, ele me assistia ir embora. Pensei que, assim como o café, se a gente deixar, o amor também esfria.
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Arrasou!👏👏👏
@rodrigosantos · há 1 ano
Que senhor texto... Me vi sentado na mesa, olhando a folha e pensando se deveria assinar Parabéns
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 63 - Fale sobre um livro que fala sobre bulemia ou traumas alimentícios. #Link365TemasLivros
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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Encontrei O Meu Amor Eu era perdido e sozinho caminhava por aí procurando um amor! Eu só andava por aí sem saber por onde ir, só encontrei a solidão! E em meio a escuridão, me dei conta que perdi! Perdi o tempo e a esperança! Então voltei, olhei pra trás, e então te reencontrei! Escondia em minhas lembranças, amocada em minha memória, uma flor por mim guardada! E então te vi melhor, e então me fascinei, e por fim me apaixonei pelo todo que tu és! Ah como eu fui tolo em não ver, toda sua beleza e perfeição! Foi em você que encontrei o amor que procurava! Se eu pudesse, eu voltaria, voltaria todo o tempo! Só pra passar mais tempo com o amor que encontrei! E agora estou feliz, por poder amar de novo, e esse amor ser com você! Pois você é raridade, minha jóia, minha preciosidade! Te amarei até morrer!
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@eduliguori há 1 ano
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Tanto dizemos quando ficamos em silêncio posso ler suas dúvidas e inquietações o início já ficou tão distante o que será que restou? não existem verdades absolutas mas fragmentos de um mosaico colorido composições misteriosas que nos atraem e afastam é tudo ao mesmo tempo e infinito resta a coragem de seguir o ritmo ou fugir dele cada passo nos destina a algo grandioso realizações e tropeços simples viver na contradição que é amar e saber viver em contraste com as expectativas e desejos as palavras vem e vão as ações constroem o presente que esperamos e escolhemos participar suas ansiedades e medos não são diferentes somos todos um espaço a ser preenchido e cabe a nós juntos ou individualmente traçar o destino talvez se tivermos vontade e coragem de quebrar os muros exista um paraíso por aí talvez não mas será que importa? se a graça está em percorrer estas estradas desconhecidas pois não há garantias a esperança reside em um ninho de pássaros alguns ovos serão comidos outros trazem novas vidas renascimento e voarão Edu Liguori
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#MarcoAntônio&Cleópatra</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Iniciando Leitura</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/246'><strong>Marco Antônio & Cleópatra</strong></a></p><p>Mais um livro da "minha lista de livros que comprei na bienal e ainda não li"!</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#MementoMori</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/245'><strong>Memento Mori</strong></a></p>
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 63 - Fale sobre um livro que fala sobre bulimia ou traumas alimentícios. Tô roubando no jogo? Provavelmente tô. 😂😂😂😂😂 Não lembro de nenhum livro sério que tenha lido sobre transtornos alimentares. Então vamos falar de traumas alimentícios. Garfield é um gato dos quadrinhos famoso por adorar lasanha (e odiar segundas-feiras. Não julgo, inclusive concordo). Jon, seu tutor, vive tentando colocar o gorducho em uma dieta, mas ele sempre dá um jeito de se escapar e comer como se não houvesse amanhã (ah, Garfield, te entendo). A HQ de Garfield é recheada de piadas que quem tem gato entende muito bem, além da própria mitologia interna deles. Destaque para o cão Oddie, que sempre apanha do gato. #Link365TemasLivros
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