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@MarU há 1 ano
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#Desafio 122 *Distante* Mais uma vez, te sinto distante! Como alma penada, uma perturbação vagante. Recusa meu abraço, me expulsa do contato, atormenta minha inocência, inflama minha paciência… Às vezes, canso de tentar. Busco compreender, mas não mais ficar. Há horas para deixar fluir… Seguir vibrando em sintonia com o que ressona simpatia, que acolhe minha energia, que se entrega em sinergia. É hora de deixar ir! MarU
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Nicolau Maquíavel (1469-1527) Nicolau Maquiavel (Niccolò Machiavelli) foi um pensador, diplomata, historiador e escritor italiano, nascido em Florença em 1469 e falecido em 1527. Ele é amplamente considerado um dos fundadores do pensamento político moderno, especialmente por seu olhar realista — e por vezes cínico — sobre o poder e a política. O Príncipe: <a href=" https://www.literunico.com.br/books/133">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@literunico há 1 ano
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#Dia 321 Peregrinidade É do passo, não do chão, É da estrada que se desfaz. Peregrinidade, contradição: Raiz que brota no que jaz. Não busca pátria, nem abrigo, Mas o risco que deixa ao partir. Fluxo do tempo em desabrigo, Toda certeza de prosseguir. Na bagagem, memórias líquidas, Na alma, uma geografia viva. Não pertence às moradas obtidas, Seu destino é o movimento que cativa. É quem crê na travessia, Mesmo sem saber onde termina. Peregrinidade é ponte da poesia De quem viaja pra longe... na esquina. Eder B. Jr. #Neologismo
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@eliz_leao · há 1 ano
Crer na travessia, mesmo sem saber onde termina. 🥹🩷
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 121 *Linhas abertas* Escrevo de alma nua, completamente exposta, desnuda de amarras, sem borrachas, desmunida de respostas, aberta em linhas e rimas. Escrevo palavras honestas, verdades floreadas para se tornarem digestas. Escrevo o que a boca não fala, o que a alma cala… Escrevo porque sinto, até mesmo o vazio do nada! Escrevo como quem se lê, e, lendo a mim mesma, sei que também escrevo você. Escrevo tudo isso, e sei que não escrevi nada. É ínfimo o que tenho produzido. Mesmo escrevendo bonito, ainda tenho muito que escrever… Traduzindo meu caminho em letras, fluindo no papel o caminho que a caneta quiser escrever. MarU
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@eliz_leao · há 1 ano
O caminho que a caneta quiser escrever 🩷
@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo. Sempre!
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@katleenxavierautora há 1 ano
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@MarU há 1 ano
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*Palavras cruzadas* Tenho palavras cruzadas borbulhando dentro da boca, descendo pela garganta, rodeando o meu umbigo e se alastrando entre minha pena. Aqueço um texto em fogo alto… Quase me queimo, fervendo um poema. Escrevo sorvendo o texto na ponta da minha língua, lambendo página por página, salivando nas letras maiúsculas, em pulsares dentro das rimas. Alinho meu corpo num trecho, montando forte no parágrafo. Encaixo entre poemas e mexo, subindo e descendo a caneta num papel improvisado. MarU #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Delícia é redundância nesse perfil! 😍😍😍
@eliz_leao · há 1 ano
Maravilhosa todo dia
@JuNaiane · há 1 ano
Delícia de escrita
Traduzido automaticamente do inglês.
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Delícia de escrita ❤️‍🔥
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@eduliguori há 1 ano
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A composição de um cálice que brinde nossas lutas o caminho entre as dunas que protege nossos corpos a lenta percepção da luz que aquece nossos sonhos o ritmo da leve brisa azul que nos guia pelo desejo a coragem dos pássaros que enfrentam temores o mar com suas ondas que embalam a dança do nosso próprio poema que está sendo escrito Edu Liguori
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@tibianchini há 1 ano
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Olá, pessoal! Amanhã, participarei de uma super entrevista com a Rosângela Brito (@rosangelabrito.oficial)! Será uma conversa bem descontraída sobre livros, a vida de autor, e tudo o que cerca esse nosso mundinho... A entrevista será transmitida ao vivo no Youtube, sábado 03/05 às 20:00h (amanhã). O link para assistir e participar é: https://youtube.com/live/CJKkMlb-bKQ?si=DhHqGCXXCNdTAxU6 Estarei em grande companhia; além de mim e da Rosângela, também participarão os autores: ISABELLE SILVA (@apenasumsonho8) CAROLLINE LOPES (@psicarollopes) FABRÍCIO RAYNER (@fabriciorayner) Vai ser um bate-papo pra lá de legal, e eu espero todos vocês para comentar, perguntar e nos conhecer! 🥰
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@eliz_leao há 1 ano
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Quase meio século de vida . A vida pulsa. Até o último segundo, Ela é viva, pulsa, Uma luz que se apaga... Portanto viva, seja com qual idade for. Nada mais bonito, do que o amor Que vibra, que colore, a vida. Eliz Leão
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@robsonmachado · há 1 ano
Adorei 👏🏾👏🏾👏🏾
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@edsonbas há 1 ano
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Quando eu era criança, o fiambre parecia ter uma certa magia, daquelas que só as crianças são capazes de sentir. Na verdade, essa magia estava na embalagem, mais especificamente na chavinha que a gente usava pra abrir a lata. Todas as outras latas de todos os outros produtos precisavam de um abridor que se compra à parte, mas a do fiambre não, ela tinha a chavinha. Sempre que o meu pai voltava do mercado, eu já ia correndo para ver nas sacolas se achava aquela latinha. Quando a achava já ia logo pegando e pedindo para que ele me deixasse abrir, mas sempre ouvia que não, pois poderia cortar meu dedo, eu ficava desiludido e doido para crescer e virar adulto logo para poder girar aquela chavinha que ia arrancando e enrolando uma tira de metal da lata e a dividindo em duas partes, uma maior e outra bem menor, parecendo uma tampa. As duas ficavam com as beiradas cortantes, afiadas como facas. Meu pai gostava de fazer tira-gosto de fiambre, ele abria a latinha, cortava a "carne" em pequenos cubinhos, juntava com uns pedacinhos de queijo, umas azeitonas, ovos de codorna, cebolas e batatas em conserva e um fio de azeite. Com a porção pronta, era chegada a hora de abrir a garrafa de cerveja super gelada e despejar no copo americano, tinha que ser esse copo, ele que era o copo de tomar cerveja, e tinha que ter dois ou três dedos de colarinho. Em seguida, ele me dava a chavinha e eu ficava brincando com ela o resto do dia. Não me lembro quais tipos de brincadeiras criava, mas, com certeza, em pelo menos uma delas, eu abria uma lata de fiambre imaginária. Eu tinha uma coleção dessas chavinhas e as guardava em um daqueles porta treco de plástico em forma de tubo com tampa de rosca e uma cordinha para pendurar no pescoço e que, naquela época era muito comum em praias e piscinas, pois a água não entrava e podíamos guardar o dinheiro, pois ele não iria molhar. Todas estas lembranças ressurgiram na minha cabeça enquanto eu fazia as compras do mês no supermercado de costume, mais especificamente enquanto eu passava pela seção dos enlatados. Olhei para uma das prateleiras e dei de cara com uma lata de fiambre. Lá estava ela, entre uma lata de feijoada e uma de salsicha Viena, na última prateleira, lá em cima. Fiquei na ponta dos pés, estiquei o braço, a peguei e joguei no meio das compras que já estavam no carrinho. Passei no caixa, paguei e fui para o meu carro. Ao chegar em casa, retirei todas as sacolas de compras do carro e as levei para a cozinha, fiz umas 4 viagens. Tomei um banho, pus uma bermuda e uma camisa, abri uma cerveja, enchi dois copos americanos, um para mim e outro para a minha esposa, com aquele colarinho de dois ou três dedos, brindamos e demos o primeiro gole. Me lembrei do fiambre e fui procurar nas sacolas para fazer e relembrar aquele tira-gosto que meu pai fazia. Quando a encontrei, fui abrir, mas ela veio sem a chavinha. Abri com um alicate, fiz a porção, comemos e bebemos. Foi uma noite gostosa.
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@JuNaiane há 1 ano
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Quero viver assim, Cativa entre tuas pernas. Se te adoro, e te venero Te amar é um ato sagrado Sou tua serva profana Em busca de redenção Faço minha penitência Dia e noite no colchão. #desafio 365/119
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Eitaaaaa!
Traduzido automaticamente do inglês.
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Eitaaaaa!
@MarU · há 1 ano
Aaaah sexxxtou, uma danada! Deliiiicia..
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Aaaah sexxxtou, a danada! Deliiiiiicia… 🔥🔥🔥💃❤️‍🔥
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Um Jardim em Mim “Um jardim em mim" é um convite para explorar os campos mais íntimos do coração. Em cada verso, a autora cultiva sentimentos profundos como amor, dor, superação e crescimento. Com a leveza de uma brisa e a simplicidade de uma flor que desabrocha, suas palavras dançam entre as sombras da tristeza e os raios de esperança, revelando a força que brota mesmo nas mais difíceis estações. Este livro é mais do que poesia. é um respiro, um desabafo transformado em beleza, um espaço onde cicatrizes florescem e a alma encontra calma. Link para compra: https://www.literunico.com.br/shop/product/160/um-jardim-em-mim
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Carícias Sob o Céu: A História de Duda & Davi Em uma festa, Maria Eduarda conhece Davi, um moreno lindo com quem passa uma noite inesquecível sob as estrelas, mas não troca contatos com ele. Depois de alguns problemas familiares e pessoais, ela sai da casa do pai e vai morar com a irmã, uma professora que exige que ela retome os estudos abandonados no Ensino Médio. Ao começar o ano letivo, Maria Eduarda descobre que seu novo professor de literatura é, na verdade, um velho conhecido, com quem ela já teve bastante intimidade. Livro faz parte do catálogo de publicações oficial do Literunico. Link para compra: https://www.literunico.com.br/shop/product/172/caricias-sob-o-ceu-a-historia-de-duda-davi
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Jerome Klapka Jerome (1859-1927) Jerome Klapka Jerome foi um autor e humorista inglês, mais conhecido por seu clássico da literatura cômica "Três homens em um barco (sem falar no cachorro)" (Three Men in a Boat (To Say Nothing of the Dog)), publicado em 1889. A Nova Utopia: <a href=" https://www.literunico.com.br/books/463">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@cainafarias há 1 ano
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Segui pelo caminho de arbustos, ervas daninhas e espinhos. Encontrei calcário, barro, pedras azuladas e, no fim do riacho que descia a colina, vestes perdidas. Por dez segundos, olhei um segundo para cada perímetro em busca de encontrar um movimento entre as plantas. Algo se mexeu, me senti mexido, afoito, ofegante, curioso. “Quem poderia estar ali?” Mesmo se tentasse não fazer zoada, o barulho da floresta faria por mim. O vento sussurraria a chance de acontecer algo de errado no meu ouvido, mas alguém poderia ter se perdido. Como eu poderia não fazer nada? Cauteloso, de mãos vazias, parti em direção ao barulho, segurei forte uma mão no galho à frente e a outra apertei os sentimentos na tentativa de não me fazer desistir. Até que vi uma pequena mariposa do tamanho da minha mão surgir por de trás do caule de uma árvore. Não era nada. Se algum dia o meu peito não via sentido em existir, essa foi a primeira vez que entendi o que é se sentir vivo.
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@ricardoymise há 1 ano
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caballo homossexual de las montañas Fonte: https://bsky.app/profile/ricardoymise.bsky.social/post/3lo64nlwlpc2k
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caballo homosexual de las montañas Fonte: https://bsky.app/profile/ricardoymise.bsky.social/post/3lo64nlwlpc2k