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@literunico há 1 ano
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No limite O escritor escreve Porque lá estão as palavras Elas penetram Suas mentes antes de suas partes São artes Que pintam as veias Colorem o íntimo Umedecem os poros Ruborizam as ventas Como ventos Moinhos Gigantes Ou certeiros Possuem e dominam Embriagam, entorpecem Venenos e remédios Mas só de alta dose O doce O amargo Percalço Insano Ensaio A chance Tão única, A última Perdida Repetida Vencida Esquecida Lembrada Alcançada Lambida Palavra Escrita Jorrada Ouvida Na cara Lambuza Esgota Sacia Anseia A eternidade! Eder B. Jr. Parabéns a todos! Escritores! Todos que aprenderam uma língua e conseguem se comunicar! Foi seu dia!
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@eliz_leao há 1 ano
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Interage Com minhas sanhas Reflete as minhas chamas Onde teu prazer começa, O meu inflama. Sou o ápice do teu gozo. O arrepio que tua pele ama, Ao tocar o teu pescoço, Tua boca me clama. Penetra meu corpo, Minha alma e reclama, Com tuas mãos E boca sedenta, Faz coro com minha voz E movimenta Até derreter Meus pensamentos, Ter o meu e o seu suor, Escorrendo. Eliz Leão 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Aff! Ligando o ventilador em 3,2,1!
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@katleenxavierautora há 1 ano
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 203 *Mãos Obscenas* Minhas mãos são obscenas, escrevem letras infames em poemas. Marcam textos profanos a caneta, e não apagam com borracha o que vem à cabeça. O papel recebe tudo o que não se fala, é o cúmplice dos segredos dos poetas, a voz do eu lírico, autor, ator que disfarça. E as mãos, a elas dá o consentimento, a caneta e as ordens para que escreva. Liberdade pra suas desgovernadas letras, sensações e sentimentos. A palavra que ninguém fala, escrevo… e destas mãos não guardo segredos. Através delas toco a profundidade das almas, as invado, penetro por dentro e ascendo ideias e desejos. Me lendo, de fato, sorvendo dentro meus poemas sem tato, em sentido abstrato… ou não. Despindo o íntimo em qualquer lugar… inclusive na cama, com a palma das suas mãos. MarU
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 201 ENTRELINHAS 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 no Dia do Escritor Entra sem bater. Senta à mesa do meu pudor e o despe, em deguste lento. O silêncio acende a luz baixa. A respiração escreve o prólogo nos vãos do meu pescoço. Nu, carrega o charme sujo de quem esqueceu o nome do pecado, mas nunca o gosto. Um piano oferece suas teclas como costas arqueadas. Música que só se ouve com os dedos e os dentes. As mãos tropeçam de propósito. Acham rendas onde nem há tecido. Abrem meus segredos com a leveza lasciva de quem já não acredita na pureza da palavra. Entre o susto e a entrega, tremo. O poema sobe pelo ventre, arrepio que lembra meu nome e o esquece depois, na rima da nuca. Desce suave, outra vez, pelas linhas que a gramática evita. Ele (ou talvez eu) encaixa vírgulas com o quadril, abre parênteses com as coxas, encerra sentenças com reticências na língua. Não permite ponto final. E há um verbo que nos une, no presente mais que urgente da pele. Só os amantes percebem. Somos só gerúndio: ainda, acontecendo, desfazendo-nos. Sempre. Mais que corpo. Mais que sonho. Para além , muito além, do amor. Cr💞s Ribeiro
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@tibianchini · há 1 ano
As personificações que você cria são... Simplesmente.. espetaculares. Deus do Céu, que coisa boa de ler... 😍 Se eu fosse dizer tudo o que achei sensacional, ia dar outro poema, então vou resumir: PARABÉNS!
@MarU · há 1 ano
Poema delicioso e sofisticado. Adorei, amiga! 🤌❤️‍🔥
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@tibianchini há 1 ano
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A Flauta (o poema vencedor) 1: uma breve impressão Vi uma abelha entre os canteiros floridos Sugando o mel dos jasmineiros gotejantes; Ao céu, voavam colombinas sibilantes: Eis que a menina traz-me novos coloridos. Cabelos negros, e soltos, e compridos, Sorriso aberto, olhos pequenos e brilhantes; Tinha uma flauta entre os lábios vacilantes, Da qual soprava agudos longos e sentidos. Que queres, pobre anjo em forma de menina, A saltitar e ressoar o teu flautim? Ou pensas tu que a flauta é mais doce e fina Do que o mel que a abelha suga do jasmim? Ora, é Deus quem canta pela colombina; Deixai que elas assobiem no jardim! 2: Outra breve impressão Trazes uma flauta, a alegrar meu dia, A inspirar-me a leve e sutil melodia, A encantar-me mais que mil liras de Orfeus. Menina da flauta, quão doce é tua sina! A soprar a brisa casual e fina Afinando notas sopradas por Deus; Trazes uma flauta, a te beijar os lábios, Doce instrumento dos deuses e dos sábios Sabe os segredos dos suspiros teus; E ao tocar a flauta, tocas minha alma; E teu soprar leve me envolve e me acalma A soprar-me a vida; a levar-me aos céus. 3: A Flauta Doce; Que fosse a vida bela como o teu semblante, E a todo instante dir-te-ia, doce fada, O quanto és amada por este tolo infante. Tão radiante és tu, musa adorada. Que nada houvesse, no meu escuro penar, Que, ao soprar agudo da tua boca leve, Tão breve fosse iluminado, a brilhar Qual teu olhar, casto e puro como a neve. Leve; Qual deve ser, enfim, o mais lírico canto, Qual acalanto pode me trazer o sonho Do teu risonho murmurar, com tal encanto Vívido e santo – dize-me, e eu o componho! Ah, quão tristonho e tosco é este coração! Quisera a mão de Deus lhe dar amores tais... Matinais beijos em teus lábios, ou, então, Rosa em botão, a enfeitar-te ainda mais!... Ah! Minha vida, quando muito, é tão vazia!... Não há poesia para quem de amor padece: E apenas cresce-me o desejo de que, um dia, Me sejas guia, Anjo Moreno, e ouvis minha prece E que eu pudesse trocar a dor da tua falta Pela mais bela pauta que jamais compôs-se; E que me fosse assim, soprada, qual uma flauta Qual uma incauta e delgada flauta doce. Leve e Doce.
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Belíssimo!
@MarU · há 1 ano
Merecedor. O que é isso
Traduzido automaticamente do inglês.
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Merecedor. 👏👏👏❤️
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@tibianchini há 1 ano
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A vida é assim: te dá uma rasteira e depois um afago... A alegria não cabe mais no meu peito, então estou vindo dividir com vocês: Saiu o resultado do Concurso de Poesia Mário Dal'Mas, promovido pela Academia de Letras da Grande São Paulo. E meu poema "A Flauta" GANHOU! PRIMEIRO LUGAR! OBAAAAAA!!! 🥰 Muito obrigado à Algrasp, aos jurados e a todos os que torceram por mim! Como morador da região, ser premiado nesse concurso de alcance nacional é uma honra sem tamanho! ♥️❤️♥️
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Parabéns! Merecido. A vida é assim…
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@fksilvain há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/211' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A família e o rompimento" completo</a></p></div>
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@bianca_lorena há 1 ano
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bianca lorena forte 25/7/2025 https://www.threads.com/@bianca_lorena_strong/post/DMictZaONa3
Traduzido automaticamente do inglês.
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bianca_lorena_strong 25/7/2025 https://www.threads.com/@bianca_lorena_strong/post/DMictZaONa3
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@tibianchini há 1 ano
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Preliminares (Sexxxtou?) Coloquei as roupas pra lavar. Enquanto a máquina batia, arrumei a sala, limpei os sofás, varri o chão, lavei os banheiros. Limpei a pia, separei os ingredientes para o jantar. Fusilli al dente. Creme de quarto queijos. Batatinhas recheadas de catupiry com bacon. Nada muito elaborado; era o que tinha na geladeira. Meu Amor chegou. Pus a mesa. Não havia vinho branco. Preparei uma caipirinha. Morango e saquê, como ela gosta. "Caipirinha de saquê é saquerinha, e se for de morango, nem caipirinha é." – não me importa; é do jeito que meu Amor gosta, e eu chamo do jeito que ela quiser. Jantamos a dois. Ela falando sobre o dia; eu, sorrindo e dando atenção. A caipirinha (ela disse) estava ótima. Enquanto ela terminava de saboreá-la, fazendo afagos nas gatinhas (que, assim como eu, também estavam com saudade), lavei e guardei a louça. Pendurei a roupa que acabara de ser lavada. Corri pra tomar um banho bem rápido, para ficar cheiroso pra ela, sem aqueles odores de sabão em pó ou detergente neutro. Depois, enquanto ela tomava o seu banho (no banheiro limpinho e quentinho que eu havia deixado), troquei toda a roupa de cama. Meia-luz no quarto. Lençóis novos. Ela se deita. Pego o seu melhor creme e massageio-lhe os pés, as pernas, as costas. Um poema lindo ao seu ouvido, sussurrando com voz rouca, enquanto o creme vai fazendo o efeito desejado. Ela olha para mim e sorri. Depois de tudo isso, é fácil ser um Deus na cama.
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@marcoshmartinsescritor há 1 ano
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> A DONZELA E O CAVALEIRO</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/a-donzela-e-o-cavaleiro-68838fe046543'>Clique aqui</a></p>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Elias Canetti (1905–1994) foi um dos grandes pensadores e escritores do século XX, nascido na Bulgária e criado entre várias culturas e línguas, o que moldou sua visão cosmopolita e crítica. Em 1981, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura pelo conjunto de sua obra, marcada pela lucidez intelectual e pela reflexão profunda sobre o comportamento humano em sociedade. Sua obra mais conhecida, Massa e Poder, é um estudo fascinante sobre as dinâmicas coletivas, o autoritarismo e a psicologia das multidões — temas que seguem surpreendentemente atuais. Canetti também escreveu romances, aforismos e memórias com linguagem precisa e intensidade filosófica. A língua absolvida: https://www.literunico.com.br/books/1054
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@eliz_leao há 1 ano
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A solidão Que é sentir-se Em pedaços. Sem mãos Para juntar, Seus caminhos. E carregá-los, Em seus braços, É pesado... E não aguento mais. Longa vida, A quem? Não enxergo mais... Em quem ecôo? Vozes mudas, Alma desnuda, No inverno, Que nunca acaba. Cansei de segurar, Meu mundo em mim. Cansei de dar passos, Em vidros quebrados, Pelo chão. Não quero mais, Ter que me espelhar, Para ser amada. Ter que me calar, Para ser desejada. Ter que me adequar, Ser cordata. Só quero desistir, Mas nem para desistir, Tenho voz. Eliz Leão
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Intensa! Sempre… Admirada! 🌹❤️
@CrisRibeiro · há 1 ano
Intensa! Sempre… Admirada! 🌹❤️
@JuNaiane · há 1 ano
Traduzido automaticamente do inglês.
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🩷🥹
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@eduliguori há 1 ano
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Chega o dia em que a lua de sua fantasia se despe e você enfim só enxerga cinza, areia e pedras nesse mesmo momento largue as suas chinelas os sonhos e toda a poeira Edu Liguori