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@classicos há 1 ano
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Livro: O Duplo Autor: Coelho Netto Lançamento: Início do século XX Em O Duplo, Coelho Netto mergulha no universo do fantástico e do psicológico, explorando a ideia da duplicidade da alma humana. A narrativa envolve mistério e inquietação, ao abordar a sensação de ver refletido em outro aquilo que está oculto em si mesmo. Com forte carga simbólica e um estilo refinado, o autor investiga temas como identidade, consciência e conflito interior. A presença do “duplo” evoca angústias existenciais e questiona os limites entre realidade e ilusão. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Mano Autor: Coelho Netto Lançamento: Início do século XX Mano é uma narrativa comovente que reflete a infância, os laços familiares e as descobertas afetivas no ambiente do lar brasileiro tradicional. Coelho Netto utiliza sua escrita envolvente e poética para explorar o olhar infantil diante do mundo, com ternura, imaginação e sensibilidade. A figura de “Mano” representa tanto a fraternidade quanto a pureza da infância, em contraste com a dureza da vida adulta. A obra é um retrato delicado da formação do caráter e da memória emocional. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Conquista Autor: Coelho Netto Lançamento: Início do século XX Nesta obra, Coelho Netto mistura lirismo e crítica social para retratar o drama de personagens imersos em um Brasil em transformação. Com estilo rebuscado e emotivo, ele explora os contrastes entre aspiração e realidade, amor e sacrifício, mostrando a luta por realização pessoal em meio a convenções sociais opressoras. A conquista a que o título se refere não é apenas material, mas também emocional e moral — revelando a complexidade dos sentimentos humanos e os conflitos entre desejo e dever. #domíniopúblico #Clássicos
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 176 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Incêndio em Sussurros Arrepios caminham por mim: sabem teu nome. Te olho e tua boca não precisa dizer, teu olhar já me manda despir. Levanta minha saia antes do pensamento. Tens a urgência dos intensos. Me rouba com violência delicada, com ternura que morde e olhos que pedem mais do que a fala ousa. Teus lábios, grossos como promessas não feitas, se encaixam nos meus: nosso pecado consentido. Tua língua desce, sem mapa, sem rumo. Vai fundo no pescoço, lambe o medo, me despe de história. Me rebatiza com saliva, me escreve com gemidos: sou teu poema entre espasmos nada sacros. Mãos despudoradas, feito culpa boa, moldam meus seios erguem altar. Teus dedos me procuram, me invadem com loucura, descobrem cada curva, mistério que se entrega. Calcinha encharcada de intenções não ditas. Palavras que não se falam em voz alta (mas a gente diz). Teu fogo derrete meu juízo. Teu corpo me encontra no exato segundo em que minha língua te silencia de prazer. Sou tua. Aberta. Molhada de coragem. Espalhas meus joelhos no lençol, me lês com digitais, página por página, gemido por entrelinha. Toco tua nuca. Entre um beijo e outro, te escapa a confissão. Goza comigo com pressa, com fúria. E dentro do gozo, te escrevo. Te tomo. Te invento. Me queimo. E me deixo tremer. Cr💞s Ribeiro
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@jjr há 1 ano
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 ~*~ Égua castanha Raça forte. Tuas ancas Abrem a desejos Posições. Me sinto despudorado Ao desejo Lhe possuir. Fartar Minha boca teus seios, Consumir Lingua Nas dobras. Puro desejo Não me contenho Enrigecido Até em pensamento. Deliciosa. ~*~ JJr.
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@Cilene há 1 ano
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À Distância de um Olhar Ela tocou a taça no queixo porque precisava do toque. O vinho tingia o cristal como um presságio. Os olhos dele, mesmo do outro lado da tela, tiravam suas roupas com mais precisão do que mãos ousadas. “Você sempre me põe alguma vontade”, ele dissera. “Qual a de hoje?”, ela provocara, já imaginando que leria uma boa resposta no calor que subia pelas coxas. A mensagem chegou como um sussurro que atravessava o vidro: “Começa com mergulhar os dedos na tua taça, depois na tua boca, te olhando os olhos de muito perto.” Ela sentiu a boca se entreabrir, não pela surpresa, mas pela antecipação. O dedo úmido do vinho poderia ter sido dele, roçando seu lábio inferior, empurrando devagar para dentro, como quem oferece um segredo para ser guardado entre dentes e saliva. “Essa carinha de reação é bem como pensei a sua boca mesmo”, ele completou. Ela respondeu com um “hmmmm”, mas seu corpo inteiro falava outras línguas, outras urgências. E então ele afundou mais fundo nas palavras: “Se viesse um gemidinho assim, iriam também outros dois dedos na tua boceta, sem tirar os da tua boca e ainda te olhando os olhos de muito perto.” A cena se desenhava perfeita em sua mente — os olhos fixos, os dedos orquestrando uma dança entre lábios e carne pulsante. Ela respondeu com um arrepio e uma confissão: “que cena perfeita.” E ele seguiu, sabendo que já não havia como parar e nem queria recuar: “Os dedos todos e os olhos todos continuariam, até você gozar. Sem outro toque, sem mais proximidade do que estar perto, te olhando e tocando a boca e a boceta por dentro.” Ela adorou a maldade dessa ideia, mas desafiou: “Será que consegue? Ficar longe?” “Consigo”, ele disse. “A visão do teu corpo a essa curta distância e os teus movimentos… Eu seria capaz de te olhar assim muito tempo. Mas nem acho que seria preciso tanto tempo até você gozar.” “Não, não seria”, ela admitiu mais rapidamente do que deveria. E ele concluiu como quem sela um feitiço: “O movimento do teu quadril, bicando nos meus dedos. Aqui, só a construção da cena me põe vontade de um gozo. Imaginar também o teu corpo ao ler, aumenta minha vontade.” Ela fechou os olhos, imaginou o tamanho e a dureza da vontade, sendo empurrada para dentro de si. E isso arruinou qualquer chance de um minuto a mais. Gozou com força e vazio. Sem vergonha e sem pele. Ali mesmo, entre letras, vinho e desejo teleguiado.
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@robsonmachado · há 1 ano
Simplesmente extraordinário 👏🏾👏🏾👏🏾❤️‍🔥
@CrisRibeiro · há 1 ano
Arrasou!
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@eliz_leao há 1 ano
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Arde, pulsa, Teu cerne em minha carne, Esmiúça, o forno. Ascendente, crescente. Impulsa, entre minha coxas, Úmidas. A labareda, que alimenta, Desde o início do dia. E crepitando, escapa entre Os lábios, Os da boca e os do sexo. Latejam, anseiam, Teu falo. Ébria de desejo, Dispo, todas as coisas, Que me tornam Aparte, de ti. E fluo, deliciosamente Meus pensamentos, Cativos do teu gozo, Que acompanha o meu. Meu sexo banha o teu. Eliz Leão 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@JuNaiane · há 1 ano
Delícia 🥵
@CrisRibeiro · há 1 ano
Sexxxtou com
Traduzido automaticamente do inglês.
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Sexxxtou com 🔥
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem João Guimarães Rosa (1908-1967). É um dos maiores escritores da literatura brasileira, conhecido por sua linguagem inovadora e profunda exploração da alma humana e do sertão. Ele reinventava palavras, misturava termos populares, arcaicos e eruditos, criando um português literário muito particular. O ritmo e o vocabulário de suas obras são fortemente influenciados pela oralidade e pela fala do sertanejo. “O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e afrouxa, sossega e depois desinquieta.” - João Guimarães Rosa Grande sertão: veredas:<a href="https://www.literunico.com.br/books/665">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@purapoesia há 1 ano
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 não quero outra coisa senão seu corpo não quero outra coisa senão o mergulho dentro de ti almejo teu eriço o mamilo enrijecido o ofego e o gemido o fogo de tua derme os lábios melados quero a sentir escorrendo sobre minha carne dura quero ouvir tua loucura ver o delírio de olhos fechados e bocas abertas mastiga-me comemo-nos embora não se sacie nosso desejo febril.
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 164 *“Bom dia!” acalorado* De olhos fechados, deitados, eu me viro, e você sente meu cheiro adocicado. A textura sedosa e fria dos meus cabelos cacheados aguça seus sentidos. Me explora… Aninha o rosto na minha nuca, sente meu perfume feminino e o calor da minha pele… nua… te devora. Eufórico, me cheira, me roça… tem delírios… me beija. Seus instintos sentem, fêmea no cio, fareja. Se achega mais perto do meu corpo… viril. Me abraça, aconchegado, com essas mãos fortes na minha cintura… arrepio. Me puxa com jeitinho, colado… Se excita. Me desperta… encharcada e sedenta, com este “bom dia” acalorado, me atenta. Me devora! MarU
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@eduliguori há 1 ano
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Por que eu louco me encanto pelas doidivanas aventuras do tempo e do amor por que os poetas são assim novelos de fios desencapados bisturis afiados em busca de lábios carmim ah que loucura e dor passar todas as incontáveis semanas rouco louco em busca do amor Edu Liguori
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@jjr há 1 ano
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 SEXUS EM CONTOS. por JJr. COLETÂNEA DE 8 CONTOS HOT (E-PUB) POSTADAS ORIGINALMENTE AQUI NO LITERUNICO!
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@jjr há 1 ano
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Cartas. "...meu silêncio Adornando o embrulho, Do laço o sorriso. No interior um EU TE AMO Como presente..." (22/11/1979) JJr.
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@jjr há 1 ano
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*§* Eva minha em meio ao paraíso entre maças sinto aroma teu, meu desejo sabor e suor nos lábios beijos pele madura jambo amor, ternura. linda menina mulher saciai-me meu jardim sem fim aroma teu o jasmim. *§* JJr.
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@jjr há 1 ano
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~~~ Água nascente brota da fonte nunca secarás pela natureza. Impossível copiar sua beleza. Se filtrou o sabor mudou, natural o sabor manterá-se sempre igual. ~~~~~~ JJr.
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@tibianchini há 1 ano
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O Sulfite e o Pecado 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 O papel era branco, ingênuo, imaculado até que a caneta – essa serpente – deslizou seu veneno em vai-e-vens molhados, enchendo margens de versos indecentes. O título? Um disfarce: "Soneto Inocente". Mas o corpo do texto, ah!, traía o enunciado: O verso era quente, a rima, ardente, com trocadilhos que ninguém interpreta errado... E quando a tinta secou, já era tarde: sem mais pretextos, o sulfite gritava "mais!" em itálico e Caixa-alta, enquanto a caneta, satisfeita, nas folhas abertas descansava – mas só até a próxima pauta. Moral da história? Até o mais puro dos textos vira pornografia culta nas mãos certas...
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@literunico há 1 ano
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#Dia 344 Alvoroço Na alvorada, um calhamaço de ideias, Como asas que se decidem voar. Alvoroço é a sinfonia suspeita Aflita pressa a se desenrolar À vista, lampejos de incêndio, Na fala, um verbo sem fim. É o tumulto, tormento dos nervos, Vertigem, torvelim. Não há pausa, não há medida, Só o ímpeto que nos distrai. Alvoroço é moinho da vida Quando a calmaria toda se esvai. E quando enfim, ao fim se dissipa, Resta o resto do que não cessou: O mundo, mudo, muda ao que grita, Dentro da alma, o amor que se amou. Eder B. Jr.
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@tibianchini há 1 ano
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ENTRE CAFÉS E POEMAS 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Uma camisa. Aberta. Mal esconde os seios. Uma calcinha. Rendas. Delicadamente justa. Você anda como quem desliza ou flutua, Roçando o interior das coxas, pé antes pé... Debruça sobre mim. Um beijo quente Para aquecer a manhã fria que desperta. Não há sequer uma palavra: o "bom dia" é sorriso, Que, sem dizer, já diz tudo, em melodia. Deita-se ao meu lado. Com o seu pé Cutuca de leve o meu pé, sobre o edredom: Carícias tão íntimas quanto todas as outras Que trocamos durante a noite. "Agora, me traz um café. Forte". Tal é o seu pedido, uma ordem, um afago. Um café. Forte. Quente. "Açúcar ou adoçante?" "Nenhum dos dois. Apenas o seu beijo me adoça". Um gole lento, deixando que eu admire A curva do seu pescoço, onde, há algumas horas, Deixei marcas de mordidas e arranhões, Que serão renovadas daqui a alguns minutos. Espreguiça-se. Vira o bumbum para mim, E, enquanto isso, estica os dedos em busca De uma caneta e um papel. Inspiração. O café, quente. Seu corpo, mais ainda. De bruços, rabisca habilmente. Na curva das suas costas, A omoplata banhada pelo sol, que, sobre sua pele, Desliza passeando pelo contorno do seu quadril: Tudo isso é o verdadeiro espetáculo. Uma calcinha rendada e uma camisa que é minha. Um pouco de perfume de ontem em meio ao meu suor. É tudo o que cobre este corpo, do qual Ainda não consegui me desconectar. Contorno com os dedos as curvas que a renda faz. "Para", você diz, "Senão não consigo terminar" É um poema, eu sei. Mas, depois de ontem, Nossos poemas não são escritos, são vividos. Seu café acabou. O meu? Nem chegou a ser tocado. Você se vira e sorri. Cruza as pernas. Lê o poema com os lábios entreabertos, como se cada palavra fosse um toque físico. "Você me transformou em poema", você diz, Abraçando o papel como se temesse que o poema pudesse escapar. "Foi você quem me fez querer ser musa, Mas é em nós que eu me torno deusa". "A noite foi sua. A manhã? É minha. Você me trouxe café, mas eu prefiro o sal Que ficou na minha pele quando você foi meu". Nas minhas mãos, o último botão arrancado da camisa. Enlaça o meu pescoço, me puxa com as pernas, Encosta sua testa na minha, e me invade com os olhos. O café esqueceu de esfriar, mas outras coisas fervem, E o poema? Este já é vida real novamente. "Não somos poetas", eu sussurro, entre um beijo e outro, "Somos o próprio verso." E assim, entre cafés frios e corpos quentes, Escrevemos - sem palavras - o epílogo perfeito. A renda da calcinha toca o chão. O café acabou. Os poemas também. Só o que resta é a verdade mais pura: Nós.