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@albertobusquets há 1 ano
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Meu relógio parou no tempo. Eu, encantado, cheguei atrasado. Topei em várias abóboras, Mas nenhum sapato cristalizado. tristes tempos, tristes dias... Belos sonhos de fantasias distantes... Hoje temos um príncipe redpill, uma princesa traumatizada e um dragão vegano. Daria uma bela história se alguém, alguma vez, a escrevesse por engano. Alberto Busquets. #Desafio 121
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@eliz_leao · há 1 ano
Ir vegan kkkkkk
Traduzido automaticamente do inglês.
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Go vegan kkkkkk
@CrisRibeiro · há 1 ano
Você é uma delícia!
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@albertobusquets há 1 ano
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Ouroboros Hoje Eu pensei que queria E sonhei que gostaria Que tudo fosse diferente. Mas aí percebi Que eu não seria eu, e Não me diferenciaria. Meus gostos alterariam. O igual, o real e Os sonhos mudariam. E, provavelmente, Não estaria sonhando diferente: Pensaria muito que quereria Ser o "eu" De hoje em dia. Alberto Busquets. #Desafio 120
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@eliz_leao · há 1 ano
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🩷👏👏👏
@CrisRibeiro · há 1 ano
Nem se atreva. É esse aí que me encanta todo dia.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 322 Volição Ergue-se o ver antes do gesto, Na roupagem oculta da vontade. Volição, rito antigo, manifesto Que impele a alma à realidade. Não nasce do impulso que vacila, Nem do capricho breve e volúvel, Mas de arcana centelha que destila Um desejo firme, quase indissolúvel. Sua mente, é ordem que se revela, Seu choro, é olhar que não fraqueja. Volição não se curva à cautela, É a batalha esquecida de toda peleja. Quem a escuta, marcha ao destino, Não por sorte, ou rota imposta. Mas por um ímpeto puro, genuíno A escolha que a si mesma aposta. Eder B. Jr.
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@fernandopaz há 1 ano
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O menino e o buraco Era uma vez, um menino. Nasceu como todos os outros, mas tinha uma peculiaridade: um pequeno buraco no peito. No início, era um buraco muito pequeno, quase imperceptível. Os pais tentaram fechá-lo assim que o perceberam, mas o buraco era tão pequeno que nem uma agulha passou. Conforme crescia, o buraco crescia com ele. Era uma criança comum e se divertia com esse pequeno detalhe, como quando a luz passava através dele e formava um arco-íris do outro lado ou quando a brisa o transpassava e ele se arrepiava com cócegas, caindo em seguida na gargalhada. A vida parecia simples e o buraco, um pequeno espaço para muitas brincadeiras. Até que chegou o tempo de frequentar a escola e lá, o que antes era imperceptível se tornou evidente. As outras crianças apontavam, riam dele e embora não entendesse o que acontecia, começou a se perceber diferente. Ainda tentou se aproximar, mas as respostas eram sempre incisivas: “Aqui só há lugar para pessoas inteiras”. Mesmo sem querer, gradualmente, o menino começou a se afastar e tentar, desesperadamente, esconder o seu buraco, do qual passou a se envergonhar. Descobriu que tinha habilidade para desenhar e sua primeira ideia foi desenhar um coração por cima. Isso, porque, nem os médicos sabiam como ele vivia, já que o buraco estava posicionado exatamente no lado esquerdo do peito. Embora sem comprovação, acredita-se que seu corpo todo pulsava como um coração e era o que o mantinha vivo. Essa tentativa despertou alguma curiosidade alheia, mas não durou muito - o papel era muito fino e bastava um vento mais forte para que seu buraco fosse revelado. Um dia, descobriu o violão. Nele, havia um buraco igual ao seu e ficou surpreso quando percebeu que as cordas faziam ressoar melodias que o acalmavam. Decidiu imitar e amarrou algumas cordas na sua pele e foi uma grande felicidade sentir seu corpo todo vibrar. E isso funcionou por um tempo. As pessoas paravam para ouvi-lo, mesmo que nunca escutassem o que tinha a dizer. Seu corpo continuou a crescer e com ele, o buraco. As cordas de tão esticadas, não resistiram e se romperam. O menino se deparava, novamente, com o silêncio. Algumas lágrimas escorreram e, por um breve momento, quase soube o que era compaixão. Alguém se aproximou e tentou abraça-lo, mas os braços o transpassaram, fazendo com que a pessoa caísse do outro lado. Em momentos assim, gostava de olhar o céu. Admirando a lua, como um buraco na noite por onde a luz passava. Sentia que eram feitos do mesmo mistério: ausências que traziam claridade. Tentou se reinventar muitas vezes, buscando utilidades e formas de usar o buraco. E assim, se forçou a caber em lugares que não pertencia. E o que antes era um buraco, agora parecia um vazio. Gradualmente, ninguém mais o enxergava (nem ele próprio), o buraco havia se tornado tão grande, que as pessoas viam através dele. O menino com um buraco agora era um buraco com um menino. Sem saber mais o que fazer, se dirigiu a um abismo. Era um grande buraco também e imaginou que ali houvesse entendimento. Sozinho, gritou e ouviu o abismo responder com um eco. Estranhamente, ao se ouvir em uma resposta, se lembrou o que há muito havia esquecido: quem era. E algo inesperado aconteceu: naquele instante, o buraco se retraiu. Ele gritou mais uma vez e a cada retorno, o buraco diminuía o suficiente para devolver sua humanidade e assim, decidiu percorrer todo o caminho de volta e a cada passo, seu buraco reduzia relembrando os dias felizes em que a luz formava arco-íris. Até que em determinado ponto da estrada, uma luz, repentinamente, o ofuscou, fazendo que caísse no chão. Conforme seus olhos iam se adaptando, viu uma silhueta de alguém pela qual a luz transpassava. Nela, para sua surpresa, havia um buraco como o seu. Ela estendeu as mãos e o levantou dizendo que estava em busca do mesmo abismo, que ele acabava de retornar. Com tantas semelhanças, seus buracos pareceram pequenos e sentaram lado a lado. Riram juntos daquilo que até então os tinha feito chorar. Se entendiam, mesmo em seus eventuais silêncios até que se abraçaram e seus buracos ficaram sobrepostos como um eclipse, luz e sombra se encontraram naquele lugar. Decidiram voltar juntos. Não haviam encontrado um ao outro; encontraram a si mesmos naquela surpreendente verdade: um buraco era apenas um lugar de preenchimento.
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Seu texto me emociona! São tantos buracos expostos e tão poucos dispostos a preenchê-los. Tão mais fácil e triste estranhar o do outro fingindo não sofrer de erosão semelhante… Parabéns!
@eliz_leao · há 1 ano
Encontraram a si mesmos 🥹
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@tiagoandreatto há 1 ano
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Dentre todos os textos da série "12 Textos p/ Teatro", com certeza este é um dos mais desafiadores. Recorrer à poesia para contar uma história tão dolorida a tantos é, talvez, o desejo interno de suavizar o que não pode ser suavizado, mas que nunca pode ser esquecido. >> E CONTINUAMOS CONTANDO... Abri os olhos, Mil corpos, deitados à minha direita, mil corpos à minha esquerda. Aos poucos eles se levantaram. E fomos seguindo, caminhando, feito uma criação que nasce, cresce e se alimenta, até que chega o dia do abate. Ian - Já vou! Mas você tem mesmo certeza que é seguro lá fora? Edwiges - Tenho sim! Não precisa se preocupar! Eu já falei com o Vladimir e também com o Hans e eles prometeram te deixar em paz. Aliás, também disseram que não vão mais brigar. Ian - E você acreditou neles? Edwiges - Eles pareceram sinceros. Pareceu-me um acordo sério… De cavalheiros! Ian - Tá bem! Eu vou com você, mas pra onde vamos? Edwiges - Vamos brincar de esconde nos campos de trigo? Eu adoro e dá pra gente chamar todo mundo. Como era lindo brincar nos campos de trigo. O Sol iluminava os cabelos ruivos da Edwiges e eles brilhavam… feitos estrelas. O Hans e o Vladmir, sempre brigando, com todos e às vezes entre eles. E quando isso acontecia, todo mundo se envolvia e não tinha como ficar de fora. Estava feito no mundo o estrago. Hans - Ei Ian! Nós fizemos um trato! Vladmir - Isso mesmo! E chegamos a uma conclusão. Hans - Nós prometemos a Edwiges que te deixaremos em paz! Vladmir - E que não vamos mais brigar entre a gente! Ian - Nossa! Fiquei surpreso, com tal decisão. Tão adulta. Hans - O que você quis dizer com isso!? Está zombando da gente, seu… Vladmir - Calma Hans! Olha a promessa! E a Edwiges tá olhando. Hans - Você tem razão! E quer saber!? Nós estamos nos tornando adultos sim e não podemos perder tempo com essas bobagens. Vladmir - Isso mesmo! Chega de perder tempo com bobagens. Edwiges - Vocês vão se esconder ou não vão!? Faz meia hora que estou contando aqui! Hans - Tinha até esquecido! Hans / Vladmir - Vamos!!! Ian - Eu vou também! CONTINUA EM BREVE...
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@eliz_leao há 1 ano
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Quero te sentir deslizando em minha língua. O salgado e grosso, escorrendo pela garganta. Teu cheiro me assanha, Teu gosto me inflama. Quero olhar os teus olhos, com a boca ocupada, esticada, melada. Ver sair de seus lábios o som do prazer. Deslizar os meus dedos e delicias lamber. Sentir o teu corpo esticar, seu pesco pra trás, seus olhos apertados, o suor escorrer. O entrecortar da tua respiração. Suas mãos resvalando meus cabelos. Agonia, prazer e gozo. Eliz Leão 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@robsonmachado · há 1 ano
Uauuuuuuuu!!!! Só uauuuuuuuuuuuuu
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Uauuuuuuu!!! Só uauuuuuuuuuuuu ❤️‍🔥👏🏾👏🏾👏🏾
@literunico · há 1 ano
A ansiedade para o Sexxxtar nunca acaba
@CrisRibeiro · há 1 ano
Eita, amiga! E a fama quem leva sou eu! SEXXXTOU!!! Lindo.
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@JuNaiane há 1 ano
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Meu coração sangra Sempre que te vejo dizendo palavras que precisa ouvir; as quais eu não consigo dizer, pois sou tão quebrada quanto você. Sinto medo de reviver todas as dores que acumulo debaixo do tapete. Eu te olho e vejo um lembrete de que a vida não é tão fácil, não é como eu gostaria que fosse. #desafio 365/124
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@CrisRibeiro · há 1 ano
🥹🌹
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🥹🌹
@eliz_leao · há 1 ano
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🫂🫂🫂
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@JuNaiane há 1 ano
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Seguimos Nos alimentando de sonhos Movidos Por um amanhã melhor que não chega Pela semana seguinte; Pelo mês subsequente; Pelo ano novo, novamente. E assim a roda vai girando Enquanto caminhamos, E ainda chamamos Isso de vida. #desafio 365/121
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem à Nélida Piñon (1937-2022) Nélida Piñon foi mais do que uma das maiores vozes da literatura brasileira — foi uma guardiã da palavra, uma artífice da memória e da imaginação. Filha de imigrantes galegos, nasceu no Rio de Janeiro em 1937 e, desde muito jovem, compreendeu o poder das histórias para eternizar culturas, sentimentos e existências. Os rostos que tenho: <a href=" https://www.literunico.com.br/books/464">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 122 *Distante* Mais uma vez, te sinto distante! Como alma penada, uma perturbação vagante. Recusa meu abraço, me expulsa do contato, atormenta minha inocência, inflama minha paciência… Às vezes, canso de tentar. Busco compreender, mas não mais ficar. Há horas para deixar fluir… Seguir vibrando em sintonia com o que ressona simpatia, que acolhe minha energia, que se entrega em sinergia. É hora de deixar ir! MarU
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Nicolau Maquíavel (1469-1527) Nicolau Maquiavel (Niccolò Machiavelli) foi um pensador, diplomata, historiador e escritor italiano, nascido em Florença em 1469 e falecido em 1527. Ele é amplamente considerado um dos fundadores do pensamento político moderno, especialmente por seu olhar realista — e por vezes cínico — sobre o poder e a política. O Príncipe: <a href=" https://www.literunico.com.br/books/133">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@literunico há 1 ano
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#Dia 321 Peregrinidade É do passo, não do chão, É da estrada que se desfaz. Peregrinidade, contradição: Raiz que brota no que jaz. Não busca pátria, nem abrigo, Mas o risco que deixa ao partir. Fluxo do tempo em desabrigo, Toda certeza de prosseguir. Na bagagem, memórias líquidas, Na alma, uma geografia viva. Não pertence às moradas obtidas, Seu destino é o movimento que cativa. É quem crê na travessia, Mesmo sem saber onde termina. Peregrinidade é ponte da poesia De quem viaja pra longe... na esquina. Eder B. Jr. #Neologismo
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@eliz_leao · há 1 ano
Crer na travessia, mesmo sem saber onde termina. 🥹🩷
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 121 *Linhas abertas* Escrevo de alma nua, completamente exposta, desnuda de amarras, sem borrachas, desmunida de respostas, aberta em linhas e rimas. Escrevo palavras honestas, verdades floreadas para se tornarem digestas. Escrevo o que a boca não fala, o que a alma cala… Escrevo porque sinto, até mesmo o vazio do nada! Escrevo como quem se lê, e, lendo a mim mesma, sei que também escrevo você. Escrevo tudo isso, e sei que não escrevi nada. É ínfimo o que tenho produzido. Mesmo escrevendo bonito, ainda tenho muito que escrever… Traduzindo meu caminho em letras, fluindo no papel o caminho que a caneta quiser escrever. MarU
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@eliz_leao · há 1 ano
O caminho que a caneta quiser escrever 🩷
@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo. Sempre!
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@MarU há 1 ano
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*Palavras cruzadas* Tenho palavras cruzadas borbulhando dentro da boca, descendo pela garganta, rodeando o meu umbigo e se alastrando entre minha pena. Aqueço um texto em fogo alto… Quase me queimo, fervendo um poema. Escrevo sorvendo o texto na ponta da minha língua, lambendo página por página, salivando nas letras maiúsculas, em pulsares dentro das rimas. Alinho meu corpo num trecho, montando forte no parágrafo. Encaixo entre poemas e mexo, subindo e descendo a caneta num papel improvisado. MarU #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Delícia é redundância nesse perfil! 😍😍😍
@eliz_leao · há 1 ano
Maravilhosa todo dia
@JuNaiane · há 1 ano
Delícia de escrita
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Delícia de escrita ❤️‍🔥
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@eduliguori há 1 ano
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A composição de um cálice que brinde nossas lutas o caminho entre as dunas que protege nossos corpos a lenta percepção da luz que aquece nossos sonhos o ritmo da leve brisa azul que nos guia pelo desejo a coragem dos pássaros que enfrentam temores o mar com suas ondas que embalam a dança do nosso próprio poema que está sendo escrito Edu Liguori