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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 118 Solstício dos Corpos ■ ■ ■ ■ ■ Em meio às noites profundas de crepúsculo infinito: uma ausência doída, um colo que se oferece. Picos de luz rompem o frio, rasgam a sombra estendida; fim do solstício sofrido, do inverno sem sentido. No entrelaçar dos opostos, a tênue linha do equilíbrio: luminosidade harmônica em polos que se convergem, vivendo estações de um amor que não se cansa de ser. Dois meses. Três. Seis. O verão anunciado se aproxima, trazendo em si o calor de um desejo indomável: a transição definitiva, o realinhamento dos corpos no espaço-tempo comum onde explode o sentimento. Par de almas destinadas, em urgência aflita, caem de joelhos sem rogar perdão. Clamam por comunhão. Cr💞s Ribeiro
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@albertobusquets · há 1 ano
Revolução em comunhão... 💞💞💞
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@edsonbas há 1 ano
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Toda vez que a gente ia beber naquele boteco da esquina, a esposa do dono marcava algumas cervejas a mais na comanda. Ela ficava no caixa porque o marido só confiava nela. Os dois contratavam funcionários apenas para trabalhar na cozinha ou como garçons, eles não podiam nem chegar perto do caixa. De vez em quando, um deles via que ela estava na janelinha passando pedidos para a cozinha e o chefe não estava olhando, parava em frente ao caixa, dava uma reboladinha com as mãos na cintura e saía correndo. A gente morria de rir. As asinhas de frango com o molho especial da casa eram o carro-chefe. Realmente era um tira-gosto delicioso, mas ninguém sabia o que aquele molho levava e a maioria dos frequentadores preferia nem saber. Outros bares até tentavam copiar, mas ninguém conseguia fazer igual, não acertavam o ponto na hora de fritar e muito menos na hora de preparar o molho. Quando chegávamos lá, de cara já sentávamos na mesa de ferro forrada com uma toalha de pano em xadrez vermelho e branco, pedíamos uma cerveja super gelada e uma porção de asinhas. Nossas mãos ficavam todas engorduradas e sujas de molho, assim como a boca e em volta dela, mas não existia nada igual. Depois era só nos lavarmos naquela pia minúscula na qual nossas mãos quase não cabiam direito e ficavam esbarrando no fundo. Para usar a torneira, tínhamos que segurá-la com uma mão e abrir com a outra, senão ela rodava junto e a água ia direto para o chão. Ela ficava acima do mictório e a água que descia pelo ralinho já caía dentro dele, era a "descarga". O banheiro era muito estreito, nem dava para virar lá dentro na hora de sair, tínhamos que ir andando para trás mesmo. Era o típico boteco que nós brasileiros gostamos de frequentar, bem simples, um clássico 100% nacional. O que incomodava era a mania que aquela mulher tinha de "errar" na hora de fechar a conta. Sempre vinham 2 ou 3 cervejas a mais do que a gente tinha consumido. Da primeira vez, ela disse que tínhamos perdido a conta porque bebemos demais. Passamos a guardar as tampinhas das garrafas no bolso para mostrar na hora de pagar, mas ela falava que a gente podia ter jogado algumas fora e que, assim como desconfiávamos dela, ela também tinha o direito de desconfiar da gente. A solução foi impor como condição para continuarmos a frequentar o bar que ela deixasse um engradado debaixo da mesa e as garrafas que fossem esvaziando seriam colocadas nele para conferir no final. Ela nunca mais errou na conta. A gente até poderia ter trocado de boteco, afinal de contas, existiam dezenas de outros no mesmo estilo espalhados pela cidade, mas aquelas asinhas de frango...
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@albertobusquets há 1 ano
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Navego na enchente que transborda do seu olhar apaixonado. Vislumbro a imensidão de sentimentos sob brisa e calmaria. Navego nesse rio caudaloso razão de ter-te ao meu lado. Vislumbro uma vida de belos momentos sob paz e alegria. Um porto em maré mansa: nosso lar aconchegante. Um porto, pós-navegança: nosso refúgio de cada instante. Navegadores navegamores navegaremos redamaremos em um oceano de flores. Alberto Busquets. #Desafio 117
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Amo!💞
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@MiguelSoares há 1 ano
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Ao ler o livro de Fred Elboni, me deparei com uma frase que, apesar de simples, ressalta uma profunda solidão. Neste artigo, proponho uma reflexão sobre como pequenos trechos literários podem provocar grandes mudanças em nossa visão de mundo. 'Precisamos perder algo para realmente ter consciência do seu valor.' Essa simples frase pode ser entendida de duas formas importantes: perder alguém e começar a dar valor a essa pessoa; ou, perder alguém e, com isso, começar a se dar valor. Ambos os contextos, com sua brevidade, nos ensinam sobre como valorizar o outro e, acima de tudo, como nos valorizar. Miguel Soares #artigododia
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@tibianchini há 1 ano
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LEITURA COLETIVA!!! ou seria "LOUCURA" Coletiva? 🤔😜 No dia 30/04/25, eu e o pessoal da @nicho.literario vamos realizar uma live falando sobre o meu livro FORA DO TEMPO! Que já leu, está mais do que convidado pra vir surtar com a gente. Vamos detalhar as metáforas do livro, as viradas e explosões de narrativa, o estilo, e tudo mais. Quem ainda não leu... Bem, ainda dá tempo, mas SEJA RÁPIDO. 😜 Estaremos tre esperando. Os links estão todos no meu perfil. 🥰
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@tiagoandreatto há 1 ano
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Hoje não estou a fim De estar aqui ou ali, Ou em qualquer outro lugar Hoje só não quero estar, E já é um bom começo, eu acho Saber o que não se quer Sequer pensei, por um segundo, estar presente Mas parte das obrigações da vida Ter essa fagulha de nada, dividida Com semelhantes, entes pensantes Que provavelmente pensam o mesmo Desejo de não estar a fim de compartilhar Com alguém igual a mim, o nada Que deveria saborear na solitude
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@MarU · há 1 ano
É estranho conhecer tão bem este mesmo desejo?! 🙃🥹🫂❤️‍🩹
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 117 *Alerta de tempestade* Os ventos estão mudando, sinto o cheiro da chuva chegando, meus cabelos ao vento, voando, olhos atentos às nuvens se formando. Os ventos estão anunciando que a chuva que vem será bem forte! Na pele, já sinto o frescor do vento norte, me arrepiando dos pés à cabeça. Tenho medo de tempestades! Tenho medo do estrondo dos raios, tenho medo de trovões incendiários… Tenho medo de ser atingida… De um raio ceifar minha vida, atraído por um estranho magnetismo. Me acende o alerta de perigo: Eu tenho medo do que atraio! Quando o tempo ameaça chuva, eu me protejo e não saio, prefiro ficar retraída. MarU
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Alberto de Oliveira (1857–1937) No rigor da forma e na pureza dos versos, Alberto de Oliveira eternizou a beleza da arte poética. Hoje, celebramos 168 anos do nascimento de um dos grandes mestres do Parnasianismo brasileiro. Trecho de seu poema "Vaso Grego": “Têm os poetas a alma dos escultores: Fazem na sombra o que eles na pedra fria.” Melhores Poemas Alberto de Oliveira: https://www.literunico.com.br/books/456 #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 117 Danço contigo sem pressa, sem passo delineado, a liberdade do corpo é nossa única lei. Somos dois e, ao mesmo tempo, somos um, no horizonte que não limita, no porto que é sempre o mesmo refeito em cada toque em cada olhar. Crescemos sem medir, sem contar. Somos pedaços e somos inteiros; não pelo que possuímos, mas pelo que ousamos explorar. O amor é constelação, brilha porque a gente vê, porque a gente se vê e se deixa ver. Não precisa de mais nada, só a voraz entrega. A confiança é corda, uma rede que nos prende e também liberta. Não quer explicações: quer a alma, a carne, o instante. Quer agora. Cr💞s Ribeiro
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@albertobusquets · há 1 ano
😍😍💞💞💞
Traduzido automaticamente do inglês.
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😍😍💞💞💞
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@eduliguori há 1 ano
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Nesse lugar me vejo só pergunto o que que está se passando sem resposta nem o pó nem mesmo a pá resolvem o mesmo enigma de um homem que sonha com uma vida em que apanha diz a voz surda e certa amiga desista se desgosta de Eros não há lugar para mais erros a rima perdida e o café puro são apenas líquidos escuros Edu Liguori
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Uau!
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 116 *Abraço* Às vezes… Eu só quero ficar deitada. Quieta… Calada. Mas espero, profundamente, que você permaneça ao meu lado… Não desista de mim! Sem dizer nada, se aproxime, me abrace, assim… Apenas me abrace! Com vontade! Sem dizer nada. Sem me apressar, nem ter pressa… Esteja comigo, abraçado, até haver me curado com seu abraço, colando peça por peça… Apenas sinta meu coração, com o seu, em sintonia… Sinta comigo, Batidas rítmicas, enquanto eu me sinto “querida”. Você virá a ser o curandeiro da minha vida, através desse abraço, estancando as feridas com seus próprios braços. Entrarei em convalescença de uma dor dolorida, da doença maldita na minha cabeça. No calor do seu abraço, eu acho que saro. Me abrace! Permaneça! MarU
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Uau!
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@eliz_leao há 1 ano
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A despedida que ninguém quer na vida. Tivemos risos, alegria, comemoração de uma vida que se iniciará. Hoje vimos momentos alegres. Uma família linda, trazendo outra vidinha, que será o motivo de mais risos e felicidade. Mas meu coração transborda, mesmo na felicidade de vê-los felizes, de alegria mas também na tristeza pela constatação dura, que se avizinha. Alguém que não se sente mais bem, que já cansou de estar entre nós. Que pede descanso e que a deixem ir. Chega de sofrimento e dores. Ela já lutou todas as suas batalhas. Mas ela segurou minhas mãos ao aprender os primeiros passos na vida. Acolheu meus choros, nem sempre com tanta paciência, pois foi ensinada a calar e não a acolher. Ontem segurei sua pequena mão. Que foi para mim há muitos anos, motivo de alegria, choros... E eu sinto tanto a falta dela, pois sei que ela já se retira aos poucos. Sua mente, já não se lembra de muito. É duro começar a se despedir de alguém que ainda vive. Eu queria ainda, aquela mulher forte que andava pra onde fosse, quando tinha vontade. A minha companheira de caminhada. Tenho tanto do que ela me ensinou em mim. Só sinto muito por ela sofrer tanto assim. A vida poderia ser mais suave. Guardaria meu coração no bolso, pra que ela não sofresse mais. E agora no findar do dia, eu choro, pois talvez não terei seus olhos verdes/mel a me fitar um dia. Eliz Leão
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@JuNaiane · há 1 ano
Traduzido automaticamente do inglês.
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🥺🫂
@CrisRibeiro · há 1 ano
Eliz, sinto muito! Como está ela? Achei que estava tudo bem…🥲🥺
@albertobusquets · há 1 ano
Não sei
Traduzido automaticamente do inglês.
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🥺🥺❤️‍🩹🫂
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@albertobusquets há 1 ano
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Sobre Voos e Flores Sara gostava de criar Ditados pouco convencionais Que refletissem, pensava, Sua forma liberta E humorada De saborear a vida. Sentia-se muito bem Com isso: "Sobre engolir sapos: Focar menos o aperto De gargalo, E mais a abertura Da gargalhada", dizia. Gostava, ainda, De tornar mais leve A vida dos outros: "Mais belo que Um voo solitário, É uma revoada De felicidades". Um dia, porém, Emudeceu. O amor bateu tão forte O desejo gritou tão alto Que Sara, de repente, Não se ouvia mais... E o coração, antes leve, Afundou-se inquieto, Transbordando (Receoso) Das mais loucas Vontades... Mas seu amor, Percebendo aquele medo Que a impedia de voar, Pousou ao seu lado. E a presenteou Inusitadamente Com uma flor de plástico. Silêncio. Com o coração pesado, Não houve espaço Para a compreensão... E ele a tomou pela mão, E, pássaro, Gorgeou em seu ouvido: "Para viver seus sonhos, Dê lírios..." O riso pulverizou Seus grilhões O beijo A afastou Da prisão Seu coração-gaiola Se abriu E os amantes Levantaram voo De mãos dadas, Em meio à nova Revoada Dos mais leves e densos (Floridos ao vento) Desejos. Alberto Busquets. #Desafio 116
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@JuNaiane · há 1 ano
Amei ❤️
@CrisRibeiro · há 1 ano
Amei, moço.
@MarU · há 1 ano
"Para viver seus sonhos, Dê lírios..."🤌❤️👏👏👏😅 Adorei isso!
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@rafaelaraujoescritor há 1 ano
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Comunidade A Padaria bomSimilar. Se existe, não sei, mas os sonhos de lá são gostoso e nos transportam para outra realidade. O mercadinho do seuMIÚDO, tudo é bem organizado e cheio de variedades, só não tem o que não tem. Na banquinha do Seuzé tem sorvete e bala de goma, pois os jornais em papel deixaram de dar lucrar. Na hortelaria da Maganeira tem muito abacaxi, o resto são verduras que não existem no seuMIÚDO. Todos vivem em harmonia, até o shopping aparecer e destruir o verde da praça. Rafael Araujo
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@MarU · há 1 ano
Amei seu texto. Com ele viajei em memórias antigas, da minha própria infância. Dá saudades de ser criança nos tempos que todo mundo brincava na rua, não havia perigo! Todo mundo conhecia todo mundo e você era conhecido por ser filho/neto de alguém. Bons tempos, passaram… Substituídos por tempos modernos.
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