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@classicos há 1 ano
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Livro: Lira dos Vinte Anos Autor: Álvares de Azevedo Lançamento: 1853 (póstumo) Lira dos Vinte Anos é uma das obras mais marcantes do romantismo brasileiro, dividida entre a melancolia da "solidão" e a irreverência do "sarcasmo". Álvares de Azevedo expressa angústias da juventude, devaneios amorosos e reflexões sobre a morte, com lirismo sombrio e sensível. #domíniopúblico #Clássicos
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@edsonbas há 1 ano
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Na minha infância, no auge da minha inocência, eu pensava que antigamente tudo era preto e branco, porque é assim que a gente vê tudo nas fotos daquela época. Na verdade, de acordo com o que os mais velhos contam, ao contrário disso, tudo era colorido: as roupas, os carros, as casas e a natureza, que convivia com tudo e todos. Muito mais colorido que nos dias de hoje. Mais gente trabalhava no campo ou em espaços abertos, hoje trabalhamos fechados sem ver nada além de paredes. As poucas cores que vemos chegam pelas telas dos computadores ou celulares. Para qualquer lado que olhamos, tudo é asfalto e concreto, ruas e mais ruas, prédios e mais prédios. As casas foram diminuídas e empilhadas. Carros pretos, brancos e cinza, soltando uma fumaça cinza. Quase não sobrou mais espaço para a natureza. Eram tantas cores… mas as câmeras não conseguiam capturar. Agora temos câmeras capazes de capturar muitas cores, mas a vida não tem mais a mesma cor que tinha antes.
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@classicos há 1 ano
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Livro: Denúncia Involuntária Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Denúncia Involuntária" é um conto que explora as ironias e os mal-entendidos da vida cotidiana. Artur Azevedo usa sua afiada crítica social e humor para revelar como, muitas vezes, a verdade se revela de forma acidental, trazendo à tona segredos e situações inesperadas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: De Cima para Baixo Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "De Cima para Baixo" é um conto de crítica social em que Artur Azevedo explora as desigualdades e a rigidez das classes no Brasil do século XIX. Com sua ironia elegante, ele mostra como o status social influencia as relações humanas — sempre com um toque de humor e perspicácia. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Contos Fora da Moda Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Contos Fora da Moda" é uma coletânea em que Artur Azevedo reúne histórias curtas marcadas por crítica social, humor refinado e observações irônicas sobre os costumes da sociedade brasileira. Mesmo sendo "fora da moda", esses contos seguem atuais por sua inteligência e estilo inconfundível. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Como o Diabo as Arma! Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Como o Diabo as Arma!" é um conto espirituoso em que Artur Azevedo brinca com as reviravoltas inesperadas da vida — aquelas coincidências quase inacreditáveis que parecem obra do acaso... ou do próprio diabo. Com seu humor afiado, o autor transforma pequenas fatalidades em grandes ironias do destino. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Conjugo Vobis Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Conjugo Vobis" é um conto divertido de Artur Azevedo que gira em torno dos bastidores de um casamento e das surpresas da vida conjugal. Com sua típica verve cômica, o autor mistura ironia e crítica social, revelando os costumes e hipocrisias das relações amorosas da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Comes e Bebes Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Comes e Bebes" é um conto espirituoso em que Artur Azevedo ironiza os excessos e as vaidades das reuniões sociais. Com seu estilo leve e crítico, ele usa uma situação aparentemente trivial — um jantar — para revelar disputas de status, hipocrisias e comportamentos típicos da elite urbana da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Chico Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Chico" é um conto comovente em que Artur Azevedo dá voz às camadas mais humildes da sociedade. Com sensibilidade e empatia, o autor constrói a história de um personagem simples, revelando as injustiças e emoções do cotidiano com olhar humano e crítica social velada. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Cavação Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Cavação" é um conto satírico em que Artur Azevedo expõe, com seu humor característico, as artimanhas e bajulações usadas por quem busca favores e posições sociais. Através de diálogos ágeis e personagens caricatos, o autor faz uma crítica mordaz à hipocrisia e ao jogo de interesses presentes nos bastidores do poder. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Barca Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Barca" é um conto breve de atmosfera melancólica, no qual Artur Azevedo explora os encontros e desencontros humanos a partir de uma simples travessia. Com sensibilidade e ironia sutis, o autor transforma um episódio cotidiano em uma reflexão sobre o destino, os sentimentos e o que fica por dizer. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Banhos de Mar Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Banhos de Mar" é um conto leve e bem-humorado em que Artur Azevedo retrata os costumes da sociedade da época, especialmente os verões na cidade e a prática dos famosos "banhos de mar" como evento social. Com sua crítica sutil, o autor revela vaidades, modismos e relações entre as classes, mantendo o tom irônico e cativante que marca sua obra. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Assunto para um Conto Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "Assunto para um Conto" é uma metanarrativa espirituosa na qual Artur Azevedo brinca com o próprio ofício de escritor. Ao narrar a busca por uma boa história, o autor mistura realidade e ficção com leveza e humor, revelando sua habilidade em transformar o cotidiano em literatura envolvente. #domíniopúblico #Clássicos
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@albertobusquets há 1 ano
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Um dia desses o Sol nascerá somente para aquecer seu sorriso E a manhã iluminará somente os tons de sua beleza Um dia desses será tão claro somente para ressaltar sua pele E ao anoitecer o dia se eternizará no encontro dos nossos olhares e perdurará ao longo dos nossos beijos. Alberto Busquets. #Desafio 105
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 105 *Te des (Escrever)* Como escrever sem você, Se meu texto te chama, E a tinta da caneta se inflama, Querendo te descrever? Como será que vai ser, Sem a plenitude da palavra aberta, E escrever-te poemas ardentes, Sabendo que lembrarás nossas conversas? Como poderei não desviar a ponta dileta, Deslizando-a na curva do meu sorriso, Rasgando, propositalmente ao seu viso, a palavra incerta, Em alto tom de paixão que te dedico? Como me farei poeta, Sem aquele que me desperta a poesia? Deixarei de te escrever, serei de palavra vazia, Uma promessa, na imensidão, que jurei manter. Como honrarei minha palavra, Se, em plena consciência ativa, No papel, a palavra me escapa E se rasga, me abrindo pra você? Como resistir à tentação de te escrever, Se nos encontrarmos nas entrelinhas Dos meus poemas é o que nos dá prazer? Se sei que lê o que omito, De você não me escondo ou minto, Mas serei obrigada a esquecer. Como poderei… Mesmo sabendo Que você não mais me lê, Que já não lembra dos nossos planos… Quanto engano, entregar meu coração a você. MarU
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@albertobusquets · há 1 ano
O que é isso
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@eduliguori há 1 ano
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Não quero um átomo a mais do que eu mereço Se não sou digno, não venha Meu mundo é o planeta dos justos não há paz na terra da mentira escolho todos os dias a verdade crua, nua e simples Edu Liguori
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@literunico há 1 ano
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Hoje é o Dia Mundial da Voz. E, ironicamente, também é aniversário de Charlie Chaplin. Enquanto celebramos a importância da voz, essa ferramenta vital para a comunicação, para o afeto, para o trabalho e para a vida, lembramos que ela também precisa de cuidado, atenção e respeito. A voz é ponte, identidade, presença. É com ela que pedimos ajuda, expressamos dor, e também encantamos o mundo. Mas Chaplin nos mostrou outra faceta da expressão: aquela que fala com o corpo, com o olhar, com a alma. Ele, que nasceu no dia 16 de abril de 1889, provou que mesmo em silêncio é possível comover multidões, sem deixar de nos lembrar como a voz é importante,. A coincidência da data nos lembra que toda forma de expressão é valiosa, mas que a voz, quando bem cuidada, pode ser ainda mais poderosa do que imaginamos. Em todos os sentidos! Neste 16 de abril, cuidemos da voz. E celebremos quem nos ensina a ouvir o que não é dito.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 308 Arrebatamento Chegou qual vendaval sem advertência, Trazendo o fôlego em contravenção. Desfez da calma, sua tênue resistência, E impôs-se ao pulso tal exaltação. O olhar perdeu-se em luz vertiginosa, A fala cedeu à combustão do afeto. Arrebatada a mente tumultuosa, Qual lâmina de ardor em peito aberto. Não fora amor, tampouco só delírio, Mas algo entre o excesso e o esplendor. Um êxtase que, sendo quase empírio, Roubou uma alma e a devolveu com cor. E ao fim, jazendo brando, exaurido Restou-lhe apenas sombras da dor. Eder B. Jr.
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@MarU · há 1 ano
Ual! 🤌 Que poema, meus amigos… Ual! 👏👏👏❤️
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 105 Epitáfio do Amor que não Queimou Silêncio. O amor está sendo velado. Tenham respeito, era um nobre sentimento. Tão honrado, não ousou desejá-la como merecia. Tão terno, não a queimou como deveria. Tão respeitoso, não a tocou como carecia. Como verso vazio, matou a poesia. Afogou-se no mar da rotina. Ainda tentou se salvar, é verdade. Mas era tarde. Sem bote. Sem sorte. Sem tempo. Um último suspiro. A luz se apagou. O coração, não mais… Ore por sua alma. Mas, por favor, não sinta saudade. Ele já perecia. Que um sonho novo se faça das cinzas que espalho agora. O solo ainda pulsa, fértil, fecundo a toda afeição desse mundo. Cr💞s Ribeiro
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@albertobusquets · há 1 ano
Maravilhoso... 🥹💞👏🏻
@MarU · há 1 ano
Já tinha lido, mas a força dele é a mesma desde o primeiro impacto. Incrível, Cris! Arrasou. 👏👏👏🥹🫂❤️‍🩹🤌
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