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@eduliguori há 1 ano
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Bom dia pessoal, dentre as novas criações, estou migrando gradativamente para o Literunico todos meus poemas que estavam arquivados/publicados no Wattpad e Wordpress.
@literunico · há 1 ano
Que incrível! 🤩
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@eduliguori há 1 ano
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A sorte me fugiu feito passarinho assustado tudo deu errado o que era certo mentiu o que era verdadeiro sumiu ando muito apressado no mesmo lugar parado a sorte me iludiu Edu Liguori
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 70 - Fale sobre um livro onde um personagem tem o estado psicológico muito alterado. #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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Bom dia! Palavra do dia: #ℂ𝕣𝕚𝕒𝕥𝕚𝕧𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 Frase do dia: "Não se preocupe, seja feliz." — Bobby McFerrin Datas comemorativas de hoje, 11 de março de 2025: Dia Internacional do Encanamento Dia Internacional das Vítimas do Terrorismo Aniversariantes: Bobby McFerrin (1950) Nina Hagen (1955) Jodie Comer (1993) Thiaguinho (1983) @thiaguinho
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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Frágil Humanidade Ossos, carne, órgãos, sangue, nervos, veias, articulações, juntas, pele... O corpo completo, vivo, consciente, perfeito! A máquina perfeita. Quem a construiu? Será as mãos do Divino? Ou será a natureza que, por mero acaso, fez surgir esse organismo tão organizado? A perfeita simbiose, a orquestra em harmonia, a paisagem irretocável! Tão perfeita! Mas tão frágil! Tão facilmente podem ser quebrados, destruídos, devorados, mutilados, enterrados, esquecidos... Com a mesma facilidade com que nascem, morrem! Quem será nosso arquiteto? Aquele que nos moldou tão perfeitos e, ao mesmo tempo, tão frágeis, pequenos e quase irrelevantes para a imensidão do universo! Será que nos fez assim por maldade? Ou queria nos mostrar algo que talvez nunca tenhamos entendido? Talvez quisesse que filosofássemos. Ou talvez sejamos apenas um teste, um experimento! Ou quem sabe sejamos apenas uma piada mal feita, onde a graça está em como seres tão perfeitos são, ao mesmo tempo, o cúmulo da guerra, da violência e da imperfeição! Perfeitos e imperfeitos, seguimos perdidos em nossos achados inventados e propósitos que só entre nós fazem sentido! E, no fim, morremos sem saber por que vivemos, sem saber se acertamos ou se erramos em tudo! Enfim, chega a finitude. E assim como nascemos sem saber de onde viemos, nem por que existimos, morremos sem saber por que morremos, sem saber se há algo depois! Nascemos do mistério e morremos no mistério. Terminamos onde começamos, e tudo o que sabemos é que não sabemos de nada!
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@literunico há 1 ano
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#Dia 292 Austeridade Ela veste a medida exata, Sem excessos, sem desvios. Austeridade não se retrata, É norte em tempos sombrios. O silêncio lhe é aliado, Da palavra, o pesar. Austeridade não vê lado Segue sem se justificar. Onde há ruído e indulgência, Ela impõe a contenção. Austeridade não é ausência, Mas regra contra a ilusão. Não é frieza, nem castigo, Mas firmeza em seu olhar. Austeridade, em seu abrigo, Só conhece o verbo: avançar. Eder B. Jr.
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@rodrigosantos há 1 ano
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Diziam que o canto das sereias era irresistível, que nenhum homem poderia escapar ao seu chamado. Eu, tolo, acreditei. Naveguei por mares perigosos, atento aos sussurros que flutuavam sobre as ondas, esperando pelo momento em que a música me tomaria. Mas nada me preparou para o silêncio dela. Ela estava ali, sentada sobre as pedras negras, cabelos úmidos caindo em cascatas sobre os ombros. Seus olhos eram mais profundos que o oceano, mas sua boca… fechada. Nenhuma melodia, nenhum convite. Apenas o silêncio. E esse silêncio me devorou. As outras sereias cantavam ao longe, tentando me atrair, mas eu já não ouvia nada além da ausência dela. Meu coração batia forte contra o peito, implorando por um som, qualquer som. Uma palavra. Um sussurro. Mas ela apenas me olhava. Dei um passo na água, depois outro. O silêncio dela me puxava como correnteza. Cada onda fria que quebrava contra minhas pernas era um aviso tardio. O silêncio era um feitiço muito mais cruel que o canto. Um canto prometia prazer e esquecimento. O silêncio dela prometia apenas o vazio. Meus joelhos cederam quando a água chegou ao meu peito. As sereias cantavam frenéticas agora, como se tentassem avisar. Mas já era tarde. Eu pertencia ao silêncio dela. O último som que ouvi foi o silêncio das águas me engolindo enfim.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 069 Insônia Pássaro preso no peito bate, bate, bate não encontra a saída. Pensamento voa, voa… perdido no oco da noite. O relógio, implacável tic-tac, tic-tac é juiz, julga sem juízo: não há indulto não há clemência. Para o corpo cansado não há perdão. Ironia irônica ironiza a vida: quando a cama é ninho o martelo sentencia a prisão: levanta! Raiva rasga, ruge na garganta até o vazio me engolir. A cama chama, clama engana. As horas não param atrasada estou. Tenho que chegar a um lugar que não sei se busco não sei se desisto. Não sei se vou. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 1 ano
Mas eu digo "venha"... E você traz a lenha... 😋💞🥹
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@JuNaiane há 1 ano
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As palavras se perdem no vento Assim que as lanço, perdem o efeito Se desfazem de um jeito, insatisfeito Assim, por pura rebeldia, teimosia Me deixam vazia, sozinha E sem direito à poesia. Jusley Naiane #desafio 69/365
@CrisRibeiro · há 1 ano
❤️🌹
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 69 *Poema afogado* Folha de papel Molhada na água. Letras do poema, Com a tinta borrada, Se desfazendo na água, Derretendo, diluindo a tinta, Apagando cada palavra. Um poema escrito, Sem valor nenhum, Nunca será lido. Não fez seu papel, Nem nada. Poema não nada, Palavras na água Não valem nada. Poemas se tornam poemas Quando marcados num coração, Palavras eternizadas, Mesmo que em trechos, Cantadas, contadas, Repetidamente faladas. Textos num papel não são nada, Poemas que ninguém lê não são nada. Como um peixe fora da água, Não são nada, não nadam. Tendem a morrer, Sem o lugar certo Que necessitam Para viver. Eu e você! MarU
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@classicos há 1 ano
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Livro: Inocência Autor: Visconde de Taunay Lançamento: 1872 Inocência é um dos romances mais importantes do Visconde de Taunay e um marco do regionalismo na literatura brasileira. A história se passa no sertão do Mato Grosso e acompanha a jovem Inocência, que vive sob a rígida tutela de seu pai, Pereira. O destino da protagonista muda quando ela conhece o naturalista Cirino, por quem se apaixona, desafiando as tradições e regras impostas pela sociedade da época. Com uma narrativa rica em descrições da paisagem e dos costumes locais, Taunay constrói um drama intenso, abordando temas como honra, destino e o choque entre amor e convenções sociais. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Goyaz Autor: Visconde de Taunay Lançamento: 1893 Goyaz é uma obra em que o Visconde de Taunay descreve suas impressões sobre a região de Goiás no século XIX. A narrativa apresenta um olhar detalhado sobre a paisagem, os costumes locais e a vida cotidiana da população goiana. Com sua escrita refinada e observadora, Taunay documenta aspectos históricos, sociais e culturais, revelando a riqueza e as peculiaridades do interior do Brasil. A obra combina elementos de relato de viagem e crônica, sendo uma valiosa fonte sobre a realidade brasileira da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Ao Entardecer (Contos Vários) Autor: Visconde de Taunay Lançamento: 1901 Ao Entardecer é uma coletânea de contos do Visconde de Taunay, publicada postumamente. A obra reúne histórias diversas que refletem a sensibilidade do autor ao retratar o cotidiano, as paisagens e os costumes do Brasil do século XIX. Com uma prosa refinada e detalhista, Taunay apresenta personagens marcantes e situações que exploram temas como memória, nostalgia, amor e as transformações sociais de sua época. Seus contos misturam elementos do romantismo e do realismo, criando narrativas envolventes e cheias de emoção. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Campanha da Cordilheira: Diário do Exército, Volume 1 Autor: Visconde de Taunay Lançamento: 1874 A Campanha da Cordilheira é um relato detalhado da participação brasileira na fase final da Guerra do Paraguai (1864-1870), escrito pelo Visconde de Taunay. No primeiro volume desta obra, o autor documenta os acontecimentos militares, as dificuldades enfrentadas pelas tropas e as estratégias adotadas pelo Exército Brasileiro durante a campanha na Cordilheira do Paraguai. Com uma abordagem que mistura história e literatura, Taunay oferece uma visão minuciosa dos combates, dos bastidores da guerra e das condições vividas pelos soldados. Sua escrita realista e seu olhar atento tornam este diário uma valiosa fonte histórica sobre o conflito. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Retirada da Laguna Autor: Visconde de Taunay Lançamento: 1872 A Retirada da Laguna é um dos mais importantes relatos históricos da literatura brasileira, escrito por Visconde de Taunay. A obra narra um episódio real ocorrido durante a Guerra do Paraguai (1864-1870), no qual as tropas brasileiras enfrentaram grandes dificuldades ao recuar da região da Laguna, no atual Mato Grosso do Sul. Com uma escrita envolvente e detalhista, Taunay descreve as adversidades enfrentadas pelos soldados, incluindo fome, doenças e ataques inimigos. O livro combina história e literatura, apresentando um olhar humanizado sobre os horrores da guerra e o sofrimento dos combatentes. #domíniopúblico #Clássicos
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@edsonbas há 1 ano
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Tem gente que, quando vai contar alguma coisa para a gente, conta de uma maneira que dá a impressão de que tudo o que ela fez foi melhor do que o que a gente faz. Não estou falando de pessoas que contam vantagem, que se gabam ou se acham superiores, mas daquelas que descrevem o que fizeram “com gosto”. Todo mundo já conversou com alguém que contou como foi o seu dia, tudo pelo que passou e teve que fazer naquele dia, como ficou cansado, sem forças e sem disposição, mas que, quando chegou em casa, tomou AQUELE banho e saiu com as energias renovadas. Tem também quem conte que estava com muita fome e, quando foi almoçar, comeu AQUELA macarronada, ou qualquer outra comida, o que importa é a ênfase que a pessoa dá na hora de contar. Acho que eu nunca tomei um banho, nem comi nada tão bom que tivesse merecido o adjetivo “AQUELE (A)” com essa ênfase toda. Já tomei banhos que foram revigorantes, mas nenhum deles foi AQUELE, já comi comidas deliciosas, mas nenhuma delas também foi AQUELA. Talvez eu não esteja fazendo essas coisas do mesmo jeito ou no mesmo lugar que as tais pessoas que contam fazem. Para falar a verdade, acho que nem essas pessoas chegaram a tomar um banho ou a comer algo tão bom assim, o jeito como elas contam é que parece criar um outro mundo dentro das nossas cabeças, onde tudo é melhor. Elas gesticulam de uma maneira diferente enquanto descrevem o banho que tomaram e falam com a boca cheia d’água e como se estivessem sentindo o sabor enquanto descrevem as comidas que comeram. É tudo o jeito. E eles têm o jeito. AQUELE jeito.
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@classicos há 1 ano
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Livro: Outras Poesias Autor: Augusto dos Anjos Lançamento: 1912 Outras Poesias é uma coleção significativa das obras poéticas de Augusto dos Anjos, revelando o estilo único do autor e sua abordagem introspectiva sobre a vida, o sofrimento e a morte. A obra apresenta uma poesia de forte carga emocional e filosófica, com temas recorrentes de desesperança, a natureza do ser humano e a efemeridade da existência. Com um vocabulário que mistura ciência, filosofia e lirismo, Augusto dos Anjos usa suas palavras para explorar o lado sombrio da alma humana, ao mesmo tempo em que questiona as convenções sociais e existenciais. O livro é uma reflexão intensa sobre a condição humana, marcada pelo pessimismo e pela busca de uma verdade profunda e universal. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Eu e Outras Poesias Autor: Augusto dos Anjos Lançamento: 1909 Eu e Outras Poesias é uma obra fundamental na literatura brasileira, reunindo os principais poemas de Augusto dos Anjos. Nessa coletânea, o autor explora temas existenciais, a morte, o sofrimento humano e a incompreensão do ser. Com uma linguagem ousada e expressiva, o autor combina o simbolismo com um estilo próprio, onde a angústia e o pessimismo permeiam cada verso. As poesias refletem o estado de alienação e desesperança do ser humano diante das adversidades da vida. O uso de imagens fortes e um vocabulário que mistura ciência e emoção faz de Eu e Outras Poesias uma obra única, impactante e profunda, que se destaca na literatura nacional pela intensidade e pela reflexão filosófica. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: EU Autor: Augusto dos Anjos Lançamento: 1912 EU é uma obra marcante de Augusto dos Anjos, um dos maiores poetas simbolistas brasileiros. Neste livro, o autor explora de forma intensa e profunda as questões existenciais, o sofrimento e as contradições da vida humana. A obra reflete uma visão melancólica e filosófica da condição humana, com uma linguagem direta, muitas vezes crua, e imagens poderosas. O autor trata da angústia existencial e do vazio da vida, ao mesmo tempo em que questiona a moral e os valores da sociedade. Com um estilo único, marcado pelo pessimismo e pela intensidade emocional, Augusto dos Anjos consegue capturar a complexidade da alma humana e sua relação com o universo. #domíniopúblico #Clássicos
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