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Publicações de pessoas, em ordem cronológica
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@miranda-reis há 1 mês
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Reli uma cena hoje e deu aquela vergonha meio específica: o texto não estava ruim, eu só lembrei exatamente em quem estava pensando quando escrevi. Fechei o arquivo. Amanhã eu decido se corto a cena ou a memória.
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@JuNaiane há 1 mês
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Não quero desperdiçar as palavras, pois todas têm um destino, afinal. Gostaria que fôssemos mais que duas linhas; Vírgulas, reticências... Mas nunca um ponto ponto final.
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@rayanamata há 1 mês
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Bom dia para uma nova empreitada! Decidi começar a explorar por aqui: Abri o site e fechei. Abri novamente, fiquei sem saber o que fazer e fechei de novo. Abri pela terceira, quarta vez... e cá estou eu, ainda pensando por onde começar. Estou aprendendo a me expressar por aqui e aceito de coração dicas e indicações: quais áreas e ferramentas vocês mais usam ou gostam? É isso!
Últimas respostas
@rayanamata · há 1 mês
@miranda-reis tô no mesmo caminho, eu não leio livro digital, tenho dificuldade em focar, mas quero explorar as outras ferramentas
@miranda-reis · há 1 mês
Eu estou gostando do modo Orkut, acho que é o Comunik que chama. Tem os bichinhos pra fazer carinho. Também estou passando o tempo olhando os livros: tem os que dá pra ler e tem os que são só pra consulta. Achei um lugar pra postar tipo blog também. Estou me encontrando por aqui.
@literunico · há 1 mês
Eu mesmo estou mais dedicado nos Clássicos. Tem bastante livro grátis pra ler!
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@MarU há 1 mês
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#desafio 299 —Chama coração— Seu coração é joia rara, que ama e doa-se em brilho luminescente como nenhum outro. Seu coração é chama viva, que vem acender o escuro, aquecer o dia chuvoso, secar todas as lágrimas, prover conforto, verter poesia. Seu coração tem a batida da vida, que convida à dança, que anima a alma que brinca, como criança. Trazendo alegria, cativa a quem vê em seus olhos o brilho do verde oceano, esperança marítima, encanto cigano, odalisca, entardecer. MarU
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@eliz_leao há 1 mês
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Era uma vez, três amigas. Uma morava loooonge e a outra morava perto. A que morava longe, matava saudades nas chamadas e a que morava perto, tbm. A que morava longe, vivia a reclamar, o quanto precisava de um abraço, a que morava perto, idem! As duazinhas, eram o tudo, dessa que vos escreve. A que morava longe, me olhava com seu olhar de amor e de mar, e a que morava perto, tbm ! Pensa numa abraço gostoso, quando elas se viram uma no olhar das outras ! Mais de um ano atrás, essas duazinhas, abraçavam a que escreve, e elas choraram de alegria no encontro. Viveram mil mundos, mil conversas, mil histórias, apenas em alguns dias. Todas se tornaram tias, das crias umas das outras. E foi tanto amor que isso de distância, se tornou efêmero. Eis que a segunda levou a sério a efemeridade e se distanciou tbm.. A que escreve, ficou bem mais distante, alí, além! O amor, é mesmo maluco, juntou três coisinhas lindas, amolinhas, gêmeas de alma e de coração e transformou num trio pra lá de bão! Essa que vos escreve, sente tanta saudade. Todo o tempo pensa nas duazinhas. Chora e ri com elas, que mesmo morando distante, quebram barreiras, quebram muros e telas, com a força deste amor .
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@Poetanegro há 1 mês
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Eu e você na areia ,em noite de luar , Corpos em um 69, Nossos lábios, por nossos corpos a passear, Chupas meu pen#com vontade, Caio em prazer e perdição, Chupo sua vag#, ainda não quero gozar. Te coloco de 4 de frente para o mar, Fecha os olhos e sente, Meu pen# por sua vag# e an# deslizando, Sua pele toda arrepiada. Aos poucos vou te penetrando, A lua no céu, as ondas do mar, A nos invejar, Sinto seu interior quente me engolindo e pulsando, E dentro de ti estou latejando. Ainda não quero terminar, Coloco meu pe# na entrada do seu an#, Sem empurrar, Com o dedo em seu clitóris, estou brincar, Te penetro lentamente, ouço seus gritinhos, Não dá pra controlar, Sinto seu interior apertado, Acho que vou gozar, Vem amor goze comigo, Vamos nessa praia,aproveitar o perigo, Sinto meu gozo chegando, Sinto também sua vag# ,muito mais a pulsar, Ahhh ,acho que morrerei de tesão, Nossos corpos suados, Eu e você completamente apaixonados...
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@elianelitaescritora há 1 mês
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Leitura rápida, um conto envolvente; porque traz um enredo de mistério e espera. Sobre a inconstância do vento, análogo à vida. #resenhas #LiberdadedoVento 📖 [Ver livro](https://literunico.com.br/aurora/1715)
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@Poetanegro há 1 mês
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Te amei... Em meio às suas dores, Em meio às suas lágrimas, Em cada noite ,em cada madrugada, Sem de ti esperar nada, Em cada briga e toda vez que me deixava, Te amei e sempre irei amar, Porque mergulhei nesse pecado, E no inferno de te amar, Por vidas e séculos irei me queimar...
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@Poetanegro há 1 mês
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Quando elas se tocam Quando elas se tocam Sem perceberem o universo a parar Toque de peles,toque de lábios O universo a parar Coracoes pulsando junto , Só se sente o respirar Seus corpos, suas peles sedosas Se tocando no mais perfeito do amar
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@eduliguori há 1 mês
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Após muitos afazeres e acomodações, ao entardecer ela sugeriu um café, foi ao fogão e pôs água para aquecer. A pose tradicional do pano de prato ao ombros, o pé apoiado na perna, como todos os mortais aguardam a água para passar um café. Enquanto coava a bebida, pediu gentilmente que coletasse as xícaras, para isso ele passaria pelo corredor estreito onde ela estava e se Tesla ainda fosse vivo, ficaria alarmado com a energia que cintilou naquele pequeno espaço quando os dois corpos estiveram a poucos centímetros um do outro e certo que puderam respirar o mesmo ar que cada qual exalava. Trêmulo, as pernas o traiam, retornou e beberam encabulados com o que havia atropelado a tarde na cozinha. Agora, se fosse um filme, subiria uma música, uma canção, luzes mornas das cinco horas e o clima estaria perfeito para que definitivamente nossa história partisse para uma sólida trama. Ao levar as xícaras para a pia, retornaria pelo mesma estrada em que os sinos badalaram minutos atrás, só que desta vez qual um condenado seguiu olhando firme nos olhos de sua sentença, a cada passo de aproximação a temperatura subia e apitos soavam ao longe, era como se Vivaldi estivesse compondo a primavera das quatro estações. Mais um metro, mais um passo e tão próximos estavam que seus lábios se tocaram. O frenesi momentâneo e desconcertante deixou ambos surpresos e ele seguiu confuso ainda com a assinatura impressa dos lábios carnudos que acabara de saborear. Não discutiram, comentaram ou revelaram seus pensamentos. Ele só sabia que havia muito tempo que não sentia o que acabara de brindar. Sequestrado pelo aroma, pelo toque mesmo que breve, compôs internamente a estrofe: se um poeta precisa estar vivo para escrever, nunca me senti mais poeta, após essa pétala que acabo de receber. Como todos os homens encantados, frágeis se derretem e perdem seus poderes. Se tornou naquele horário, daquele ano, naquele dia e mês passageiro de um trem que o carregaria para onde desejasse, pois ela se tornara deusa, Afrodite, Perséfone e ele não diria não. Nas datas que foram chegando e passando, houve carinho, abraços, mãos dadas, colo, sorrisos, revelações, sedução, cheiros e cafunés. Juntos e em todos os lugares onde as pessoas vivem, foram amigos, companheiros, confidentes, beberam, dançaram, choraram, riram, caminharam e distribuíram brincadeiras e provocações. Até que ele sentiu necessidade de afirmar que entre estes enlaces havia se apaixonado. Assim depressa, deste jeito sem filtros e afobado. Havia uma reciprocidade silenciosa, se beijaram longamente algumas vezes, dormiram abraçados, cochicharam e se divertiram. Entendia e lia que era perfeita. Tinha uma clareza imensa do mundo, culta, delicada, divertida, atrevida, inteligente, capaz, educada, consciente e belíssima. Iracema, Capitu, Gabriela, Diadorim e Pagu. Completa, absoluta e desejada. Se aproximava a época mais temida, a partida. Me perdoe leitor por tê-lo omitido que ele estava em viagem. Ao se despedir choraram. Ele sentiu perder um membro do corpo, ou o coração. Embarcou despedaçado com receio do futuro não discutido. Os primeiros próximos dias e por breve período foram de planos, intenções, provável partilha e sonhos. Seu coração estava emendado. Mas as histórias nunca são assim, elas sempre tem uma revolução e a Bastilha caiu quando percebeu que a intensidade se esvaia com o tempo somado a distância. Então com o impulso dos bravos decidiu lutar, sabre em mão que venham os dragões. E foi tentar buscar a fulô que o sequestrou. E como diz aquele ditado, nada se perde, tudo se transforma. A caminhada deu espaço para a razão, para os conselhos, para a visão, e por motivos até hoje não revelados, as lágrimas, a saudade, os planos foram resumidos na frase: "Eu te amo, mas não desse jeito, não desta forma" Edu Liguori
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@eduliguori há 1 mês
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Naquela manhã o sol ainda não havia se incomodado, poucas horas para já haver refletido o seu mais forte atributo. Em verdade estava tímido e permitindo um arredor cinzento. Sobre a areia duas cadeiras de praia e uma brisa úmida que o mar trazia com sabor de novidades. A costa larga, os sedimentos do rio Sergipe e a proteção da restinga apresentavam o cenário perfeito para o que estava por vir. Quase não havia gente por lá, nem os pássaros tinham despertado, mas podia-se ver a garrafa térmica com café e os cabelos dela confusos com o vento. Naquela manhã o sol ainda não havia se incomodado, poucas horas para já haver refletido o seu mais forte atributo. Em verdade estava tímido e permitindo um arredor cinzento. Sobre a areia duas cadeiras de praia e uma brisa úmida que o mar trazia com sabor de novidades. A costa larga, os sedimentos do rio Sergipe e a proteção da restinga apresentavam o cenário perfeito para o que estava por vir. Quase não havia gente por lá, nem os pássaros tinham despertado, mas podia-se ver a garrafa térmica com café e os cabelos dela confusos com o vento. Falavam com tal liberdade que pareciam velhos conhecidos, de verdade haviam se visto apenas uma vez em um evento no Paraná alguns anos atrás. Ocasião em que ele se permitiu perceber a beleza que a brindava, mas não ousou entendê-la como se cantarolasse uma canção de Chico Buarque. Apenas guardou este instante e seguiu os compromissos de uma vida monótona, mas que iniciava novos capítulos. Mas retornemos à praia, ao vento fresco e algumas gotas que largaram o céu em desprezo e vieram a terra somente com o intuito de dar significado àquele encontro. Enquanto riam de suas revelações, se encantavam pelo comum que compartilhavam e pela curiosidade surpreendente que brotou das areias claras de Atalaia e os envolveu entre goles de café. Como qualquer história bem contada, revelaremos o que o consumia, faremos poesia de seus suspiros e da ansiedade que lhe corroía as entranhas e que definitivamente ele não esperava por tudo isso. A pedido do nosso personagem não iremos nos pautar pelos atributos físicos e carnais, pois tal descrição reduziria e muito os pontos mais importantes desta narrativa. Apenas aponte-se que ela tinha as aparências de um personagem dos mais belos de Jorge Amado. Isto posto, temos aqui que esclarecer que havia um choque de gerações. Ela faceira, em forma, respirando ainda os ares de quem está se apresentando as idades que moldam nossa vida adulta, os primeiros amores maduros, a independência, o próprio lar e a escolha de seus destinos. Ele, um poeta experiente que já havia viajado o mundo, sofrido amores e quedas daquelas que duram a recuperação. Esta transparência se fez necessária para compreender como nasceu esta sedução natural e não planejada que cobriu como um manto azul tudo que se passou daquele ponto em diante. Duas vidas apartadas por realidades e experiências forjadas em culturas distintas, ele urbano e cosmopolita, ela matuta, reduzida a poucos quilômetros. Tudo que um dizia o outro observava e sorvia como se aquele café fosse um elixir luxuoso e exótico. Uma viagem na imaginação e prova de condimentos desconhecidos. Sem controle pelo seus sentimentos inconscientes delineava ali uma pintura de Monet em sua mente e coração. Os tons que eram cinzas e molhados, podia-se dizer frios, ganhavam cores quentes, traços intensos, composição de uma paisagem paradisíaca e hipnótica. Como o marlim que se perde pela boca, não havia mais linhas, pautas ou margens, seu texto fluía em resposta aos encantos que o consumiam. O magnetismo nativo daquele encontro estava sem remédio, contaminados seguiram sem noção do relógio distribuindo afetos e contos. Em certo ponto, já sem as rédeas do trote, confessou que estava demasiado feliz, inebriado pela conversa, pelo brilho dos dentes e pelos cabelos voadiços. Percebeu que era muito cedo para tanto, mas ela se recompôs e aceitou com ternura o elogio, retribuindo o prazer pelo convescote. Decidiram retornar à casa e a volta foi silenciosa. Provavelmente com cérebros barulhentos em disfarce.
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@anteros há 1 mês
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Eu gosto quando uma rede ainda parece inacabada. Dá vontade de ocupar um canto, puxar uma cadeira e agir como se o lugar sempre tivesse sido nosso.
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@jandergada há 1 mês
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Quando eu era criança, sexta-feira tinha cheiro de terra quente e banho tomado tarde. Hoje tem notificação, boleto e uma vontade meio antiga de sumir para dentro de uma árvore.