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Publicações de pessoas, em ordem cronológica
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@Autoraandreia há 10 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZWXWyaHfJy8N1MKruOkoxQgw3gADxJN7MKvAtpvw.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268' target='_blank'><strong>HADES - O Novo Don - Série Irmãos D'Angelo - Livro I</strong></a></p></div>
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@tibianchini há 10 meses
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🌒 O "Sim" 🌘 Há um instante entre o sim e o não, Entre o "quero" e o "não devo": É ali, nesse segundo que não pesa, Que se decide tudo – ou nada. Há um furacão que adormece em nós, À espera de um alô, uma fresta, um acaso. Mas os dias passam enquanto fugimos, Enquanto fingimos que o tempo passou. Há paz em ser minha; há vida em meu abraço. Mas, se jamais deres o passo, em breve O anseio pelo chamado se converterá Na desilusão de não ter sido. E sequer precisas dar esse passo; basta que chames. Antes que a chance tenha passado, A possibilidade se converta em sonho, E o tempo se torne "nunca mais". O maior erro não é amar: é fingir que passa. Porque, quando o corpo pedir e não houver resposta, Quando a única herança for o arrependimento, O fim nos lembrará que o início era possível. *** Quantas vezes já te imaginei chegando? Quantas madrugadas já chorei Por um beijo que nem existiu? Quantos "e se" já enterraram o "sim"? Um dia, amanhã ou depois, Terás ido embora, Terei ficado distante... E o que hoje poderia ser O gemido contido do gozo incontrolável Se tornará o grito silencioso de desespero Por não mais poder sentir, com fôlego suspenso, O toque dos meus dedos e o calor dos meus braços. Não é só pele o que se perde, Nem só sexo o que se adia. É a alma que aprende a viver sozinha, O olhar que esquece como brilha ao ver o outro. É o silêncio que cresce onde havia riso, A cama que esfria antes mesmo de ser compartilhada, O nome que morre na garganta Antes de sequer ser sussurrado. *** Então vem. Ou chama. Ou apenas diga: "Estou aqui. Tenho medo, mas estou aqui." Porque o amor não precisa de certezas. Precisa de coragem. De um gesto. De um "sim" que rompa o silêncio. Vem. Antes que o "talvez" vire "nunca". Antes que o "amanhã" vire "tarde demais". Antes que o nosso encontro, sempre adiado, Vire a lenda de um amor que quase foi. Vem – que eu prometo: Não seremos dois estranhos Que, um dia, quase se tocaram; Seremos o instante que o tempo não apagou. Porque cada verso que você escreveu Eu já senti. Já vivi. Já perdi. Já desejei de volta. E quando, enfim, estivermos frente a frente, Com as mãos tremendo e os olhos cheios, Só te direi uma coisa – também emocionado: "Você veio. E o mundo, finalmente, faz sentido." 🔥💘 Para todos que ainda têm tempo. Chamem. Vão. Amem. Antes que o "nunca mais" chegue em silêncio.
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@tibianchini · há 10 meses
Grande, né... Mas necessário, às vezes. Obrigado pela leitura (e pela paciência de o ler... kkkk)
@JuNaiane · há 10 meses
Lindo
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@JuNaiane há 10 meses
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Saudade... Sentimento que arde, no meu peito um desastre; coração faz alarde declarando vontades, quer cruzar a cidade procurando um ninho — passarinho, sempre sabe o caminho para onde quer voltar.
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@JuNaiane há 10 meses
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Coração cansado não aguenta o enfado de correr atrás do outro de causar mais um estrago. Coração quebrado não suporta outro buraco coração dilacerado não suporta ser amado.
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@MarU há 10 meses
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#Desafio 240 *Bom dia!* Seguro o ímpeto de chamá-lo de “meu”, pois quero-te livre… E de entregar-me também a você, pois quero manter minha liberdade de escolher. Sendo consciente, ainda assim me aposso e me entrego, sem nenhuma pretensão de poder. Vou e volto quando quero, e ainda assim, o dia todo o espero, e esmero a chance de poder estar com você. Faço do dia um tormento, quando, o dia todo, com você no pensamento, não for possível saciar a impossível vontade de só falar com você. E o mesmo dia vira, em instantes, plena alegria, quando, com seu doce “bom dia!”, me alivia a agonia e ilumina minha vida, me fazendo crer que importo pra você. Meu livre-arbítrio está preso, detido nesse sorriso lindo, encantado no brilho dos seus olhos, seguindo a melodia da sua voz calma. Enfeitiçado pelo desejo de peles, de contato, cheiros, de gostos… atraído pela essência da alma que o habita e me cativa, livremente entregue, toda pra você. MarU
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@PauloFlorindo há 10 meses
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Ressuscitado Como exemplar roda de uma engrenagem bem azeitada  Espero, sinceramente, que tudo se acabe Em estilhaços de bomba nas têmporas Voando igual a borboletas amarelas à procura daquela flor viciada em clorofórmio e ali, crucificarei, enfim, as minhas certezas para no terceiro dia ressuscitar. Mas, então, ficará a dúvida: em qual vida, viverei?
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@PauloFlorindo há 10 meses
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Este aviso é para quem ainda não leu meu livro. Basta clicar e dar uma conferida. Se gostar, são poucos capítulos de muita adrenalina. Se não agradar seu gosto literário, grato pela atenção. Abraço a todas e todos que escrevem e leem. https://www.literunico.com.br/creations/255
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@purapoesia há 10 meses
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Selvageria Cavalgava selvagem Cravando a unha em minha crina Me tendo entre as coxas Me engolindo gulosa Areia movediça Estocava-se violenta Apunhalando o pudor Roçava e melava o ventre Ia e voltava, se contraía Tomei-me pelo torpor E ela, sedenta, me tomou Arfantes, desidratados, minguantes Ali morremos de amor.
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@MarU · há 10 meses
❤️‍🔥 uaaaal! quantos elementos fortes… sexxxtou 🥵
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@sam_alves_escritora há 10 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/lQCC8cHcrrQN2LfcvrbNkVrbuWHfDKe9p7dYmAvQ.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/160' target='_blank'><strong>Rosnados na escuridão</strong></a></p></div>
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@rosana858 há 10 meses
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O Sentido de Existir Ela dormia serena entre baldes, vassouras e rastelos. O ar cheirava a fertilizantes, pesticidas e substrato. Ninguém sabia desde que época estava ali — talvez anos, talvez décadas — à espera de uma oportunidade que a fizesse despertar. O espaço era abafado, escuro, e o ar pesado, mas nada disso a incomodava. Não sentia desconforto — desconhecia que podia existir vida fora do frasco que a aprisionava. Diariamente, pessoas entravam e saíam, e vozes de diferentes timbres ecoavam pelo pequeno depósito. Até que, num dia qualquer, uma menina curiosa resolveu abrir a porta emperrada. O armário revelou infinitos potes de vidro cobertos de poeira. Em um deles, uma etiqueta amarelada trazia a palavra quase apagada: “Baobá.” A garota passou a mãozinha sobre o recipiente e descobriu que, dentro dele, repousavam pequenas sementes. Com esforço, abriu a tampa corroída pela ferrugem. O pote, escorregadio, caiu de suas mãos — e o cristal se partiu. Assustada, temendo a bronca dos adultos, recolheu os grãos e os guardou em outro recipiente, devolvendo-o à prateleira. Fechou novamente a porta da estante, deixando os gérmens outra vez, encarcerados no tempo. Mas, no instante em que o vidro se quebrou, uma bolinha branca aproveitou o breve sopro de liberdade e saltou. Ela se lançou ao desconhecido e buscou refúgio entre as fibras do velho capacho. Ali ficou — esquecida. Até que, um dia, sentiu frio. Sua casca gelou. Agora estava exposta, fora do abrigo transparente. Uma bota suja de lama pisou sobre ela, que aproveitou para grudar-se à sola, encontrando morada temporária. Cada passo era um atrito, um chamado. Então, escondida nas ranhuras, começou a mover-se. A princípio, ficou assustada. Não conhecia o mundo. O passo apressado do seu hospedeiro pisou numa poça d’água. Ela se soltou do couro e mergulhou. Sentiu-se mole, desamparada, com saudade da antiga morada entre as amigas adormecidas. A chuva veio forte e a levou para longe. Agora, em um sulco profundo, ela começou a vibrar. Havia algo acontecendo dentro dela — algo que não conseguia mais conter. O calor do sol a envolvia. Os pássaros cantavam. A brisa trazia perfumes adocicados e lhe afagava. Então, seu invólucro começou a rachar. Ela ouviu uma voz que vinha do seu interior. Era o chamado da vida — que exige evolução. Desesperada, agarrou-se à terra — e, desse esforço, nasceram raízes frágeis que, aos poucos, se firmaram. Sua base aprofundou, fortaleceu. Quando olhou para si, percebeu que seu topo também havia se rompido — e dali brotavam folhas verdes. Cresceu. Atingiu altura considerável. Saiu do buraco. Deu abrigo aos animais. Mas ainda sentia que seu desígnio não estava completo. Absorveu a luz. Respirou o ar. Fez fotossíntese. Floresceu. Encantou. Coloriu o mundo. Atraiu abelhas e insetos que dançaram em torno dela. Ofereceu seu pólen, que se transformou em mel. Na estação seguinte, viu suas flores perderem as pétalas. Mas agora sabia: não é preciso temer a transformação. Gestou com plenitude seus frutos — e, ao vê-los amadurecer, servindo de alimento, sorriu satisfeita. Seu destino estava quase cumprido. Aproveitou o vento, espalhou sua memória genética, permitindo que seu legado viajasse para além do tempo — onde cada semente renasceria, não por acaso, mas por coragem — cumprindo o propósito de existir em plenitude. Ela, árvore. @rschumaher
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@novidadesliterunico há 10 meses
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Autor de Ligações Perigosas, Laclos transformou o desejo em literatura e a sedução em arte. Escreveu sobre o poder, o jogo e o perigo escondido nas palavras. Sua obra revela o coração humano — elegante, cruel e irresistível. “A razão é o disfarce mais delicado do desejo.” As Ligações Perigosas: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1352">Aqui!</a> #Literunico #AutorDoDia #PierreLaclos #LiteraturaFrancesa #Classicos #LigaçõesPerigosas #PoesiaDoPensar
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@MarU há 10 meses
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#Desafio 239 *Texturas* A textura dos seus cabelos na nuca, minha pele, bochecha a bochecha, colada na sua… sua barba, macia. Sua pele, seu cheiro, seu toque leve, minha mão te acariciando os cabelos. Seu arrepio ao sentir-se entre meus dedos. O som da respiração… transpiração. Abraço quente, nossos corpos colados, calados, se sentem. Atração que exala, escala à fusão de se encontrar… nos toques. Suas mãos passeando pelo meu corpo, sem norte, contendo a vontade de me agarrar. Buscando caminhos, dedilhando as dobras da minha roupa, pensando o que faria se a situação fosse outra! Tornar palpável o que a mente imagina, deixando a mão se guiar na silhueta feminina. Olhos nos olhos, as cores se misturam na mensagem interna que um ao outro transmitiam, buscando aprovação… sentir se permitia colorir nossas vidas com um pouco de emoção. MarU
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@tibianchini · há 10 meses
Uaaaaaau.
Traduzido automaticamente do inglês.
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Uaaaaaau!...
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@bruno há 10 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/RUu0fjpQcfcpt9E0HHcv5AgGjz1Ia6ClflTEIf2R.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/266' target='_blank'><strong>Ludouz: O Punho do Papai Noel</strong></a></p></div>
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@CrisRibeiro há 10 meses
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#Desafio 286 Neve. Calor. Lidiane: palavras que queimam e derretem ao mesmo tempo. Forte e frágil, doce e audaciosa. Riso que escapa, choro que grita. A verdade não anda em linha reta, nós também não. E por que deveríamos? Que este declame encontre seus olhos, seu coração, e se perca no peito como seu talento se espalha no meu. Amiga, espero que goste🌹 @calorliterario_
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@calorliterario_ · há 8 meses
Só vi agora, nem mereço tanto carinho! Obgda, Cris!
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@rosana858 há 10 meses
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Conto sem fadas Alguém decide transformar o velho livro de contos infantis em um arquivo digital. Porém, algo sai errado. Era uma vez um espelho mágico que pertencia a uma invejosa rainha má. O objeto, que só dizia a verdade, revelou a Chapeuzinho Vermelho que algo catastrófico havia acontecido: uma pane virtual danificara arquivos no mundo inteiro, deixando personagens perdidos em histórias embaralhadas. A menina acessa a página e se depara com retalhos de capítulos. Sem hesitar, segue adiante. Esgueirando-se entre uma frase e outra, observa que a Bela Adormecida está acordada e sendo beijada pelo namorado da Branca de Neve. Branca de Neve, analisando a situação, decide procurar o sapo príncipe da rival e cobri-lo de beijos, estabelecendo um equilíbrio para a traição observada. No próximo parágrafo, três porquinhos aparecem desorientados em uma floresta. Cícero, Prático e Heitor encontram um caminho feito de migalhas de pão e resolvem segui-lo. A trilha os conduz até a casa de Joãozinho e Maria, onde são recebidos pela madrasta das crianças. Em poucos minutos, os três se tornam um suculento assado. Chapeuzinho fecha o site e abre a próxima janela. Num flash infantil, surge um castelo com uma escadaria enorme, onde repousa um sapatinho de cristal. Joãozinho apanha o calçado e o atira no rio. O sapo príncipe, abandonado, guarda o sapato na hipótese de que Cinderela se interesse por ele. De repente, a menina detecta um cheiro de caramelo. Com um clique, visualiza uma casa de doces. O local está habitado pelo Lobo Mau, que, em vez de soprar a estrutura, devora as guloseimas. A vovozinha observa a mudança de hábitos alimentares da criatura. Rolando a página, Chapeuzinho vê uma bela maçã sendo apanhada pela madrasta da Branca de Neve. Sem perceber o perigo, a malvada dá uma mordida no fruto envenenado e cai em sono profundo. Nenhum príncipe surgiu para despertá-la. O relógio na tela marca 01:05. A carruagem de abóbora está apodrecida. O baile terminou. Uma jovem princesa descalça retorna para casa, enquanto um príncipe oficializa o namoro com uma menina chamada Maria. A imagem no monitor revela o Lobo Mau sendo examinado por uma bruxa. Com um olhar avaliador, ela sentencia: “Sua boca grande, seu focinho comprido e suas orelhas pontudas darão uma bela e farta feijoada.” O Lobo reage, empurrando a feiticeira para dentro da fornalha. Enquanto personagens tentam encontrar sua verdadeira fábula, Chapeuzinho Vermelho rastreia o arquivo principal para restaurar a ordem no mundo dos contos. Vasculha a biblioteca digital e localiza um arquivo nomeado "Histórias Originais". Antes de abri-lo, um homenzinho estranho surge diante dela. “Quer consertar isso? Fácil! Apenas diga seu nome verdadeiro!” – diz o duende Rumpelstiltskin, com um sorriso malicioso. Chapeuzinho analisa a proposta. Antes que possa responder, o duende dá um salto e transfere o arquivo para uma camada oculta da GrimmCloud, fora do alcance da menina. Rindo descontroladamente, o famoso duende some em um clarão. Chapeuzinho reconhece que a busca deve continuar. Percorrerá dados, verificará registros e analisará padrões até encontrar uma pista que leve à memória perdida. Enquanto isso, os personagens seguem repetindo as emoções e ações programadas para eles, sem jamais questionar sua existência ou seus sentimentos. Apenas desempenham seus papéis, como foram escritos desde o princípio. E assim, a tragédia continua. Mas se há uma certeza, é que enquanto Chapeuzinho tenta encontrar o caminho certo para a GrimmCloud, os personagens continuarão vagando sem rumo, presos em um enredo sem lógica e uma história sem fim. Será que todos permanecerão confusos para sempre?
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@deleted há 10 meses
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Autores iniciantes, um convite para vocês: A comunidade de Herwati é um lugar feito para vocês e com apoio de profissionais do mercado editorial Vocês fazem desafios diários que são corrigidos, conversam, aprendem, tem seus textos revisados e postados no literunico da comunidade, tem auxílio para escrever livros completos… totalmente de graça. A comunidade de Herwati é onde vocês podem iniciar como autores, com suporte que muitos veteranos gostariam de ter tido no início
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@chico-viana-lwd0u há 10 meses
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A VISITA É domingo e ele vai à casa de um tio. Não gosta de visitas familiares, mas nem sempre é possível evitar. Para aumentar o desconforto, o fato de desprezar tais encontros já é motivo de culposos sentimentos – e o menino sofre duas vezes. Primeiro consigo mesmo, devido a essa intolerância aparentemente inexplicável e injusta – sobretudo injusta; depois pela ocasião mesma do encontro, confusão de afagos e venenosas ironias. E sempre o mau jeito, ou o pejo, de revelar ao menos por indícios o amor. Talvez a prévia decepção é que se converta em hostilidade, de que ele no fundo queria desarmar-se para se abrir à necessária ternura. Necessária, possível. Por que era sempre mais fácil com os estranhos? É domingo e o menino vai. Entufado, mais menino do que nunca, engolfado em mágoas que não consegue explicar (nem direito sentir!), vai ao dever social como para um sacrifício. Vai compor as aparências mas, por que negar?, vai também pela curiosidade de se ver pelos olhos e gestos e tiques dos que lhe são carne e sangue. Acaso ele era melhor? Vai como quem tenta, mais uma vez, descobrir o caminho que leva à aceitação, para umidificar o deserto interior em que há muito vinha se crestando. E vai até como quem se arrepende de ter criado o drama – ele, o imaginoso e difícil –, os fios e nós cegos que acabaram enredando-o numa teia de incompreensão e espanto. Queria desatar-se, respirar. No caminho se conversa risonhamente sobre tudo, a euforia dominical tornando os parentes camaradas. Faz sol, venta um pouco, e todos (o menino também) parecem transfigurados pela força dessa manhã. Agora não é ocasião de mágoa ou medo; agora é para esquecer o ranço dos anos, a indelével inscrição na carne, na alma. Agora é como um entreato que faz parte da encenação mas desobriga as pessoas do papel – isso que foi se convencionando devagar, e com força, ao longo do tempo. Agora parece um instante gratuito, autônomo, do qual emerge um estranho desejo de absolvição. Quando chegam à casa do tio, ainda estão inebriados. Vem o parente que se tornou distante e manda todos entrarem. Nem precisava. Respondendo e perguntando, era mui cordato o dono da casa; ficava-se bem à vontade. Ele estava entre os humildes da família e vivia essa condição com uma alegria que poupava aos outros o remorso. Sua casa devia ser lugar de concórdia. O menino se penitencia por não ter lembrado isso, confundindo um manso, uma ovelha boa, com alguns os parentes maus. Sentam-se todos e se põem a conversar. Lembranças vêm à tona, e o domingo retrocede a outros cenários; a família curte uma espécie de saudade jovial. Tudo leve, sem sombras. Mas não por muito tempo. De repente salta o comentário suspicaz e malévolo de alguém vigilante: -- A mulher dele, cadê? (A mulher desse tio, realmente, ainda não dera as caras.) Será que não quer ver a gente? A insinuação fica no ar como um pássaro tentador que logo os parentes, vorazes, se apressam em segurar.