Bem-vindo ao Litverso
Você está vendo a versão pública. Entre para publicar, curtir e comentar.
Publicações de pessoas, em ordem cronológica
avatar
@marcella-albuquerque há 10 meses
Público
PREPARE-SE PARA O DIA 18 de Outubro! LANÇAREI O MEU PRIMEIRO CONTO DE TERROR AQUI NO LITERÚNICO, "A LENDA DO BOCA D'AGUA" Aproveitem o halloween, e lembre-se, "Não olhe nos olhos dele!" 🎃
avatar
@eduliguori há 10 meses
Público
Tu és rio que ousei encontrar um rio em que me atrevi banhar amo tuas curvas sinuosas amo o som do teu passar amo a tua profundeza a beleza de tuas margens amo como levas contigo amo como brilha noturna me perco no teu caminho me convido te seguir ao mar amo teu silêncio oportuno tua destreza em contornar amo tuas quedas e calmarias a correnteza que me arrasta o sabor de teus redemoinhos amo sonhar em te navegar amo em ti me molhar tu és rio és paraíso minha sina e meu desejo te mergulhar Edu Liguori
avatar
@novidadesliterunico há 10 meses
Público
Uma das maiores contistas do século XX, Katherine Mansfield transformou a simplicidade do cotidiano em arte literária. Suas histórias curtas exploram emoções sutis, silêncios e gestos — revelando o invisível da alma humana. Com uma escrita delicada e profunda, ela reinventou o conto moderno, influenciando gerações de autores com sua sensibilidade poética. Aula de Canto e Outros Contos: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1343">Aqui!</a> #literunico #KatherineMansfield #literatura #resistência
avatar
@CrisRibeiro há 10 meses
Público
#Desafio 284
Traduzido automaticamente do inglês.
Ver original
#Desafio 284
avatar
@chico-viana-lwd0u há 10 meses
Público
REVISITANDO ALICE (2) Alice desistiu de procurar a Rainha, mas não estava nada satisfeita com as mudanças de tamanho. Era muito doloroso não saber como ia acordar no dia seguinte. Caminhava pelo bosque com esses pensamentos tristes, quando viu ao lado da trilha um homem sentado diante de uma mesa sobre a qual havia um papel em branco. Era o Escritor. Resolveu lhe falar: - Senhor Escritor... - Vá embora! Não vê que estou me concentrando? A menina se desculpou e ficou em silêncio, observando a expressão do homem. Ele parecia olhar para dentro de si. Depois de uns dois minutos, dirigiu-se a Alice com um ar aborrecido: - Já falei que fosse embora! Preciso de concentração. - Mas eu estou calada... - Está olhando para mim, o que é pior. Não consigo pensar com alguém olhando para mim. Mesmo que seja uma menina como você. Alice não gostou do que ouvira, mas resolveu não se contrariar. Sempre que se contrariava, ficava um pouco menor. O pior não era diminuir de tamanho, era ver que os outros notavam isso. - Por que o senhor escreve? - Ainda não descobri. Na verdade, escrevo para descobrir por que escrevo - respondeu o homem. Ficou tão satisfeito com a resposta, que resolveu usá-la em seu próximo escrito. - E você, já escreveu alguma coisa? - Uma vez tentei escrever uma história, mas era muito triste e acabei chorando. As lágrimas manchavam o papel. - É verdade - concordou o Escritor - Não se pode chorar e escrever ao mesmo tempo. Além de manchar o papel, prejudica o estilo. - Estilo? Engraçado... minha mãe sempre diz que eu preciso ter estilo. E agora o senhor vem com essa. O que é mesmo estilo? - Estilo é o modo de fazer uma coisa. Cada um tem o seu. - Se cada um tem o seu, por que mamãe diz que eu... “preciso” ter um? - Sua mãe se refere a outro tipo de estilo. Quer que você se comporte bem. - Então estilo é bom comportamento? - Pelo contrário... Estilo é rebeldia - disse ele pensativamente. Alice ficou sem entender e resolveu mudar de assunto: - Posso lhe falar um pouquinho dos meus problemas? - Não tenho tempo para ouvir; estou escrevendo. Além disso, que problemas pode ter uma menininha como você? - Na verdade, tenho um problema só - mas enorme. Eu até trocaria esse problemão por muitos problemas menores. - E qual é seu grande problema? - quis saber o Escritor, imaginando se poderia tirar dali uma história. - Mudar de tamanho. Nunca ser muito tempo uma coisa só. - Fique tranquila, você não é a única. Esse é o problema de todo o mundo. - Isso não me faz sofrer menos. Nem todo o mundo aumenta ou diminui do mesmo jeito. Depende do... estilo de cada um. - O que você diz tem sentido, mas não muda as coisas. Você não é diferente dos outros, e nada do que me disser vai ser novidade. Desapontada, a menina resolveu ir embora. Não dava para conversar com alguém que só queria olhar para si mesmo e não tinha tempo de escutar os outros.
avatar
@sam_alves_escritora há 10 meses
Público
<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/lQCC8cHcrrQN2LfcvrbNkVrbuWHfDKe9p7dYmAvQ.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/160' target='_blank'><strong>Rosnados na escuridão</strong></a></p></div>
avatar
@novidadesliterunico há 10 meses
Público
✨ Arna Bontemps (1902–1973) foi poeta, romancista e guardião da memória cultural afro-americana. Integrante do Renascimento do Harlem, retratou em sua obra a resistência, os sonhos e a herança do povo negro nos Estados Unidos. Em Black Thunder (1936), transformou uma revolta de escravizados em literatura de denúncia e dignidade. Também dedicou sua vida a preservar e divulgar a história afro-americana, como bibliotecário e educador. Sua escrita ecoa como poesia e testemunho, lembrando que a palavra é arma contra o esquecimento. 📚✊ Black Thunder: Gabriel's Revolt: Virginia, 1800 <a href="https://www.literunico.com.br/books/1327">Aqui!</a> #literunico #ArnaBontemps #HarlemRenaissance #literatura #resistência
avatar
@fernandafrankka há 10 meses
Público
Conto Quando o coração chama - Parte final — O que está acontecendo, Rafael? — Explico depois, mas preciso encontrá-la. A empregada ensinou o percurso e o cantor saiu em disparada com o coração na mão. Se Clara estava internada a tanto tempo, talvez não acordasse nunca mais. Seu coração ansiava por vê-la mais uma vez antes que fosse tarde. Ao passar pela recepção, dirigiu-se até o quarto 205, abriu a porta lentamente e deparou-se com o tio de cabeça baixa, debruçado sobre a cama numa oração silenciosa. — O que faz aqui, menino? — Eu a vi durante a madrugada quando não conseguia dormir. Eu tinha que vê-la — Já tem quase um ano que ela está em coma após uma queda de bicicleta. Mas sei que ela ainda vai acordar, eu continuo com esperanças. — Angelino enxugou os olhos num lenço, o coração de Rafael ficou um pouco menor. — Por que não vai tomar um café, tio? Eu fico aqui com ela. — O homem assentiu para a oferta e deixou o rapaz a sós com a filha. Rafael tomou o lugar do tio ao pé da cama, tomou uma das mãos da prima na sua e suspirou pensativo diante daquela situação. Uma jovem tão bonita com a vida pela frente, presa numa cama de hospital por conta de uma queda estúpida. Fechou os olhos e sem perceber, começou a recitar a letra da música que o consumia desde que conversara com a garota na noite anterior. Sentiu os olhos marejados ao abri-los, deixando toda a emoção transbordar numa harmonia suave e emotiva. Quando terminou, aproximou seu rosto do dela, plantando um beijo delicado em sua testa. Ameaçou largar a mão da moça, mas os dedos finos timidamente seguraram os seus. — Essa veio da alma. — Clara balbuciou baixinho, abrindo os olhos lentamente. Um sorriso radiante tomou conta da face de Rafael que quase não acreditava no que estava acontecendo. — Ei! Como está se sentindo? — Perguntou, acariciando a bochecha dela com cuidado. — Viva novamente. — Acho que esse vai ser meu novo som, novo estilo. — Bom, vou adorar ouvir todas as melodias depois que sair daqui. — Eu vou amar mostrar todas para você. — Rafael beijou o dorso da mão dela com carinho, em seguida, segurou-a firmemente entre a sua num olhar tenro. Encontrara não somente a si mesmo, mas uma nova esperança de recomeçar e não desperdiçaria por nada nessa vida.
avatar
@novidadesliterunico há 10 meses
Público
✨ Eugenio Montale (1896–1981) foi um dos grandes nomes da poesia do século XX e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1975. Em obras como Ossos de Sépia, trouxe versos densos e enxutos, capazes de transformar a paisagem cotidiana em metáforas existenciais sobre o tempo, o silêncio e a fragilidade humana. Sua escrita é uma resistência à banalidade, uma busca pela essência no meio do caos. 📚✨ Ossos de sépia: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1326">Aqui!</a> #literunico #EugenioMontale #poesia #nobel #literatura
avatar
@Tettrark5094 há 10 meses
Público
<h5><span style='color:#00aaff;'>🔁 </span> O assassino do bosque solidão ~ Escrito por Tettrark</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/o-assassino-do-bosque-solidao-escrito-por-tettrark-68ea7fe7e3891'>Clique aqui</a></p>
avatar
@PauloFlorindo há 10 meses
Público
<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/m4IILwjrqufpuGhZ2zQ9f0bC1yTbLFxFDIz5LaSg.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255' target='_blank'><strong>Deepfake</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255/chapters/919' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "CAPÍTULO 1 - A MORTE SILENCIOSA" completo</a></p></div>
avatar
@PauloFlorindo há 10 meses
Público
<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/m4IILwjrqufpuGhZ2zQ9f0bC1yTbLFxFDIz5LaSg.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255' target='_blank'><strong>Deepfake</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255/chapters/918' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo" completo</a></p></div>
avatar
@novidadesliterunico há 10 meses
Público
✨ François Mauriac (1885–1970), Nobel de Literatura em 1952, foi um dos grandes romancistas franceses do século XX. Em obras como Thérèse Desqueyroux e Beijo no Leproso, explorou com profundidade os dilemas morais, espirituais e afetivos do ser humano. Sua escrita intimista e refinada revela a complexidade das paixões e das culpas que habitam o coração humano. 📚✨ O beijo no leproso:<a href="https://www.literunico.com.br/books/1307">Aqui!</a> #FrancoisMauriac #literunico #literaturaFrancesa
avatar
@rosana858 há 10 meses
Público
A Alma de Carrara Ele exala perfume; e sua pele revela um deus moldado em carne e osso. Onde deveriam estar os olhos, brilham duas gemas — capazes de cegar quem ousa encará-las por muito tempo. Os lábios fartos e úmidos ocultam um sorriso antigo, talvez perigoso. Sua alma habita o passado, seus desejos vagam pelo futuro. A mulher teme a magia e os encantos do presente — o único momento real. Na escuridão da madrugada, ele envolve o quarto em mistério e sedução. Luísa busca o sono que escapa, inquieta sob os lençóis e entre os travesseiros. Ele está ali — ou talvez apenas a ideia dele. Ainda assim, ela se rende à presença invisível. Teme que o sonho desperte junto com as imperfeições da realidade. Teme que a imagem ideal ganhe corpo. Mas, entregue ao êxtase do delírio, deixa que sua alma o alcance no abismo da imaginação. A manhã nasce como um presságio. O sol atravessa a janela e toca o jardim — um convite sutil para dar forma ao que já vive em seu peito. Luísa pega o conjunto de maceta e cinzel e caminha até o quintal. Diante da pedra, ela silencia. Por horas, apenas observa. Depois, começa a preparar o ambiente com a solenidade de um ritual. Dar vida ao pensamento — ela reflete — é como invocar um espírito antigo. É preciso coragem para libertar o que dorme dentro da rocha. Algo que pode coroá-la com glória… ou arrastá-la às chamas. Mas o fogo interno, alimentado pela dopamina, exige mais. Com mãos trêmulas e olhos febris, Luísa ergue a ferramenta e inicia o ato da criação. Toca a pedra com reverência. Sente os veios e as fendas como quem decifra sinais de outra era. Em seus dedos, a firmeza delicada de quem carrega o segredo do mito. A paixão a embriaga, ativando seus instintos. Martela. Esculpe. Invoca. Seu chamado ecoa — e se perde na mata. Os suspiros dissolvem-se no ar, e o suor escorre como oferenda. Diante da obra, o coração dispara — ele parece sorrir, mesmo imóvel, como se lutasse para sair da prisão de mármore. Luísa acaricia a superfície fria da rocha. Concentrada, vai libertando o pensamento. Rasga o mármore com precisão, revelando o bigode que oculta os lábios, que se misturam à barba e aos cabelos, domados por uma coroa de louros. Dá vida aos olhos — até então mergulhados nas trevas — como quem rompe o véu entre mundos. Por fim, ela permite que o amor a invada por completo. Já não há limites entre o que pensa, sente e esculpe — tudo pulsa no mármore, tudo vibra sob sua pele. A imagem, perfeita e ancestral, sempre estivera ali — adormecida em sua alma. Agora, libertada da pedra, ela vive.
avatar
@tibianchini há 10 meses
Público
Na minha mente Teus olhos: Luz e movimento e cor. Teus lábios: Mel de divinal sabor. Teu colo: Picos que minha língua explora. Teu ventre: Vale onde o desejo mora. Meu ápice: Gritos de ardor e orgasmo. Meu êxtase: Coxas em tremor e espasmo. Meu fogo: Jorros de um vulcão em chamas. Meu sonho: Tu, dizendo que me amas.
avatar
@CrisRibeiro há 10 meses
Público
#Desafio 281 #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Fogo Manso Tua presença acende um fogo manso, meu corpo inteiro atento, cada fibra em alerta. Teu olhar me despede o fôlego, a pele recorda o caminho que, sôfrego, percorreste. Teu desejo me chama em silêncio, promessa de toque, febre que não passa. Ocitocina, endorfina, dopamina a química é só desculpa. É o corpo querendo o corpo, até o limite da calma. Até que eu o veja novamente… Cr💞s Ribeiro