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@deivesferraz há 1 ano
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🌕Lua em Chamas🔥 agora está na loja Literunico na versão ebook 😁!! E com precinho especial até a chegada da versão física 🥳🥳 https://www.literunico.com.br/shop/product/170/encruzilhada-lua-em-chamas
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@eduliguori há 1 ano
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Esta semana eu recebi as melhores notícias esta semana eu descobri que aprender a ser uma pessoa melhor vale a pena esta semana o afeto floriu em resposta a tudo que plantei esta semana eu não sou poeta eu sou poesia Edu Liguori
@JuNaiane · há 1 ano
❤️🌻
@eliz_leao · há 1 ano
Que lindooo
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Está no ar a nossa quinta edição do newsletter! Ferramenta nova no ar: https://www.literunico.com.br/creations Na aba Creations, você monta seu livro aos poucos, publica capítulos individuais e ainda define um valor de apoio para o seu projeto Mural de Indicações: @CrisRibeiro: <a href=" https://www.literunico.com.br/CrisRibeiro/post/3761?ref=11">Aqui!</a>
@CrisRibeiro · há 1 ano
Que honra! Obrigada! 🌹
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@MiguelSoares há 1 ano
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Luca B e sua poesia transformadora Em suas poesias, Luca B nos ensina muito sobre o que pode ser o amor e a saudade. O livro “Poemas para respirar debaixo d’água” nos faz mergulhar profundamente nas emoções humanas. Há poesias que tiram o fôlego em momentos de melancolia e alegria, mas para mim, a poesia de Luca B enfatiza os dois ao mesmo tempo. No poema “Mergulho”, Luca B descreve a experiência de se apaixonar como uma imersão no mar. O poema tem uma narrativa metafórica, expressando que, no começo do amor, nos envolvemos gradualmente, mas logo nos surpreendemos pela profundidade e complexidade do amor. Todos os poemas destacam a importância de amar. O desenvolvimento do autor foi genial nesse livro, pois enfatiza o quanto pode ser transformador amar e sentir saudade. Resenha por Miguel Soares #Resenha
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Nuno Júdice (1949–2024). Poeta, ensaísta, ficcionista e professor, Nuno Júdice foi uma das vozes mais marcantes da literatura portuguesa contemporânea. Com uma escrita que aliava erudição e sensibilidade, construiu uma obra vasta, profunda e luminosa, atravessando temas como o tempo, o amor, a memória e a linguagem. 50 Anos de Poesia – Antologia Pessoal: <a href=" https://www.literunico.com.br/books/457">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Osório Duque-Estrada (1870–1927). Mais conhecido por ser o autor da letra do Hino Nacional Brasileiro, cuja versão definitiva foi oficializada em 1922, durante o centenário da Independência. A Arte de Fazer Versos: <a href=" https://www.literunico.com.br/books/458">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 118 *Luz* Nasce o dia, e a correria… Mas minha primeira alegria é ver seu sorriso todos os dias. Sua luz ilumina meu coração, mesmo nos dias em que o sol não brilha. Não preciso de nada além do som da sua alegria. Isso me salva da dureza da vida, renova minhas energias, é minha força vital para não me deixar abater pela apatia. MarU
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@eduliguori há 1 ano
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Somos essa louca história serpentina de repentes contos e loucas crônicas narradas em aconchego do um e também da uma que em suas diferenças fizeram o dia igual o céu que se carrega de estrelas não se sabe antecipadamente se ocorre um raro cometa ou mais uma noite de lua mas há uma certeza firme amor incomum e raro envolve coragem e fé Edu Liguori
@MarU · há 1 ano
Que lindo! 🥹👏👏👏🤌❤️
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 118 - Fale sobre um livro que conte a respeito de um funeral! #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 117 - Fale sobre um livro que conte um aniversário! #Link365TemasLivros
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 118 Solstício dos Corpos ■ ■ ■ ■ ■ Em meio às noites profundas de crepúsculo infinito: uma ausência doída, um colo que se oferece. Picos de luz rompem o frio, rasgam a sombra estendida; fim do solstício sofrido, do inverno sem sentido. No entrelaçar dos opostos, a tênue linha do equilíbrio: luminosidade harmônica em polos que se convergem, vivendo estações de um amor que não se cansa de ser. Dois meses. Três. Seis. O verão anunciado se aproxima, trazendo em si o calor de um desejo indomável: a transição definitiva, o realinhamento dos corpos no espaço-tempo comum onde explode o sentimento. Par de almas destinadas, em urgência aflita, caem de joelhos sem rogar perdão. Clamam por comunhão. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 1 ano
Revolução em comunhão... 💞💞💞
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@edsonbas há 1 ano
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Toda vez que a gente ia beber naquele boteco da esquina, a esposa do dono marcava algumas cervejas a mais na comanda. Ela ficava no caixa porque o marido só confiava nela. Os dois contratavam funcionários apenas para trabalhar na cozinha ou como garçons, eles não podiam nem chegar perto do caixa. De vez em quando, um deles via que ela estava na janelinha passando pedidos para a cozinha e o chefe não estava olhando, parava em frente ao caixa, dava uma reboladinha com as mãos na cintura e saía correndo. A gente morria de rir. As asinhas de frango com o molho especial da casa eram o carro-chefe. Realmente era um tira-gosto delicioso, mas ninguém sabia o que aquele molho levava e a maioria dos frequentadores preferia nem saber. Outros bares até tentavam copiar, mas ninguém conseguia fazer igual, não acertavam o ponto na hora de fritar e muito menos na hora de preparar o molho. Quando chegávamos lá, de cara já sentávamos na mesa de ferro forrada com uma toalha de pano em xadrez vermelho e branco, pedíamos uma cerveja super gelada e uma porção de asinhas. Nossas mãos ficavam todas engorduradas e sujas de molho, assim como a boca e em volta dela, mas não existia nada igual. Depois era só nos lavarmos naquela pia minúscula na qual nossas mãos quase não cabiam direito e ficavam esbarrando no fundo. Para usar a torneira, tínhamos que segurá-la com uma mão e abrir com a outra, senão ela rodava junto e a água ia direto para o chão. Ela ficava acima do mictório e a água que descia pelo ralinho já caía dentro dele, era a "descarga". O banheiro era muito estreito, nem dava para virar lá dentro na hora de sair, tínhamos que ir andando para trás mesmo. Era o típico boteco que nós brasileiros gostamos de frequentar, bem simples, um clássico 100% nacional. O que incomodava era a mania que aquela mulher tinha de "errar" na hora de fechar a conta. Sempre vinham 2 ou 3 cervejas a mais do que a gente tinha consumido. Da primeira vez, ela disse que tínhamos perdido a conta porque bebemos demais. Passamos a guardar as tampinhas das garrafas no bolso para mostrar na hora de pagar, mas ela falava que a gente podia ter jogado algumas fora e que, assim como desconfiávamos dela, ela também tinha o direito de desconfiar da gente. A solução foi impor como condição para continuarmos a frequentar o bar que ela deixasse um engradado debaixo da mesa e as garrafas que fossem esvaziando seriam colocadas nele para conferir no final. Ela nunca mais errou na conta. A gente até poderia ter trocado de boteco, afinal de contas, existiam dezenas de outros no mesmo estilo espalhados pela cidade, mas aquelas asinhas de frango...
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@Albertobusquets há 1 ano
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Navego na enchente que transborda do seu olhar apaixonado. Vislumbro a imensidão de sentimentos sob brisa e calmaria. Navego nesse rio caudaloso razão de ter-te ao meu lado. Vislumbro uma vida de belos momentos sob paz e alegria. Um porto em maré mansa: nosso lar aconchegante. Um porto, pós-navegança: nosso refúgio de cada instante. Navegadores navegamores navegaremos redamaremos em um oceano de flores. Alberto Busquets. #Desafio 117
@CrisRibeiro · há 1 ano
Amo!💞
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@MiguelSoares há 1 ano
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Ao ler o livro de Fred Elboni, me deparei com uma frase que, apesar de simples, ressalta uma profunda solidão. Neste artigo, proponho uma reflexão sobre como pequenos trechos literários podem provocar grandes mudanças em nossa visão de mundo. 'Precisamos perder algo para realmente ter consciência do seu valor.' Essa simples frase pode ser entendida de duas formas importantes: perder alguém e começar a dar valor a essa pessoa; ou, perder alguém e, com isso, começar a se dar valor. Ambos os contextos, com sua brevidade, nos ensinam sobre como valorizar o outro e, acima de tudo, como nos valorizar. Miguel Soares #artigododia
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@tibianchini há 1 ano
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LEITURA COLETIVA!!! ou seria "LOUCURA" Coletiva? 🤔😜 No dia 30/04/25, eu e o pessoal da @nicho.literario vamos realizar uma live falando sobre o meu livro FORA DO TEMPO! Que já leu, está mais do que convidado pra vir surtar com a gente. Vamos detalhar as metáforas do livro, as viradas e explosões de narrativa, o estilo, e tudo mais. Quem ainda não leu... Bem, ainda dá tempo, mas SEJA RÁPIDO. 😜 Estaremos tre esperando. Os links estão todos no meu perfil. 🥰
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@tiagoandreatto há 1 ano
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Hoje não estou a fim De estar aqui ou ali, Ou em qualquer outro lugar Hoje só não quero estar, E já é um bom começo, eu acho Saber o que não se quer Sequer pensei, por um segundo, estar presente Mas parte das obrigações da vida Ter essa fagulha de nada, dividida Com semelhantes, entes pensantes Que provavelmente pensam o mesmo Desejo de não estar a fim de compartilhar Com alguém igual a mim, o nada Que deveria saborear na solitude
@MarU · há 1 ano
É estranho conhecer tão bem este mesmo desejo?! 🙃🥹🫂❤️‍🩹
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 117 *Alerta de tempestade* Os ventos estão mudando, sinto o cheiro da chuva chegando, meus cabelos ao vento, voando, olhos atentos às nuvens se formando. Os ventos estão anunciando que a chuva que vem será bem forte! Na pele, já sinto o frescor do vento norte, me arrepiando dos pés à cabeça. Tenho medo de tempestades! Tenho medo do estrondo dos raios, tenho medo de trovões incendiários… Tenho medo de ser atingida… De um raio ceifar minha vida, atraído por um estranho magnetismo. Me acende o alerta de perigo: Eu tenho medo do que atraio! Quando o tempo ameaça chuva, eu me protejo e não saio, prefiro ficar retraída. MarU
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