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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros: 25- Fale sobre um livro que tenha um protagonista com caráter duvidoso. Sou uma autora com muitos personagens com caráter duvidoso, mas não estou aqui para falar dos meus livros. O livro em questão, li ano passado: Bad Tristan (PRIMEIRA VEZES #2), autora nacional Kel Costa. O primeiro livro passei tanta raiva com ele, que no segundo livro, sendo ele o protagonista, não sabia se passava pano ou fazia virar cinzas para usar o aspirador de pó. O motivo dele agir de algumas formas, que não vou dar spolier, achei mega errado para a construção dele. Meio clichê no meio da mídia se quer saber, Glee é um bom exemplo. Entretanto, com outras partes podemos dizer que era um cara cheio de camadas e parte delas são duvidosas.
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@carlommarcello há 1 ano
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#Desafio dos 365 dias, dia 25: Roberto passou o polegar no espaço vazio em seu dedo anular. Até ontem, havia uma aliança dourada nesse dedo. Não que o casamento tivesse acabado ontem - na verdade, o casamento tinha acabado mesmo quando as brigas passaram da frustração ao desrespeito - mas ele só conseguiu tirar a aliança quando finalmente assinou os papéis. Ainda assim, acariciou a aliança fantasma. Vão se os anéis, ficam as manias. Roberto desejou ter um dia mais agitado no trabalho, poder esquecer o divórcio lidando com clientes insuportáveis ou reuniões sem fim. Porém o destino é cruel e sua tarefa mais importante do dia era organizar o arquivo. Ele separou e etiquetou caixas e pastas, empilhou da maneira mais satisfatória que conseguiu, e o melhor engenheiro do mundo - ou o inventor do tetris - não teriam feito um trabalho melhor. Mas um brilho prateado capturou seu olhar no canto da sala. Um anel prateado que era leve, apesar de ser largo. Duas linhas se trançavam por toda a volta, criando um padrão quase tribal, que fazia Roberto pensar no infinito. Sem saber quem era o dono, Roberto decidiu guardar para entregar no achados e perdidos. E o teria feito, mas a memória era seu ponto fraco, e o anel viajou no bolso pelo metrô desde o centro de São Paulo até a Zona Leste, para ser encontrado no bolso ao chegar em casa. Roberto o segurou na mão enquanto se jogava no sofá, e ficou surpreso ao contatar que o anel servia no dedo anular. Decidiu deixá-lo ali, assim se lembraria, no dia seguinte, de devolvê-lo. Pelo menos já não acariciava mais um anel fantasma, mas deslizava os dedos pelo padrão serpenteante, quando viu seu gato se espreguiçar lentamente, andar até um pote de comida e miar. — Que vida fácil, queria eu ter uma vida de gato... Ele sentiu o dedo, que acariciava o anel, diminuir e um calor tomou seu corpo. O mundo cresceu - ou ele ficou mais baixo - e tudo se tornou enorme e visto por baixo. Olhou para as mãos e viu pequenas patas cobertas de pêlos acinzentados e pequenas garras nos dedos. O anel caiu lentamente pelo ar, até atingir o chão, quicar duas vezes e, com um brilho prateado, sumir.
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@JuNaiane há 1 ano
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SÓ Dormir e sonhar só para te alcançar Acordar, só para te amar. Sou só, mas só tenho você. O todo e o nada a me pertencer. Jusley Naiane Boa tarde!
@MarU · há 1 ano
Lindo demais, Jujuuuu! Sou fã. Deixa eu retomar meu projeto. Ainda vou declamar você, deixa? 🥹❤️
@tibianchini · há 1 ano
Adoro seus poemas curtos e cheios de significado! 😊👏🏻
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@JuNaiane há 1 ano
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#Desafio - 27 Um vazio me afunda, me puxa pra baixo quase como uma força gravitacional. Me prende, me preenche, me enterra, bem no fundo da minha alma. Onde dormem os meus monstros, e os meus piores pesadelos. Jusley Naiane
@MarU · há 1 ano
Dolorido… 🥺🫂❤️‍🩹
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@carlajaia há 1 ano
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Meu novo conto se chama Restos. Será o primeiro narrado em primeira pessoa e vou precisar me empenhar mais, pois acho esse tipo de narrativa difícil. É fundamental, nesses casos, a gente separar a narradora de quem a gente é. Lorena não pode ser Carla. Conto mais sobre a história depois. E vocês? Como é a experiência de vocês na escolha do narrador? Na imagem, um trechinho!
@tibianchini · há 1 ano
Aaaaa! Coloca aqui, em Epub, pra gente ler, vai!... 🥰
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@josimary184 há 1 ano
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As armadilhas da moda – Arlindo Grund Um livro mais focado em vestimentas femininas que te ajudará a não cair nas armadilhas que a moda possui. Falando um pouco do Arlindo, ele é Pernambucano, Consultor de Imagem, Moda e Stylist. Foi apresentador do programa esquadrão da moda de 2009 a 2021, um programa cujo objetivo é repaginar o visual de seus participantes. Seu primeiro livro: Nada para vestir, foi lançado em 2015. Escolhi esta leitura para adquirir mais conhecimento e poder criar melhores conteúdos para o Poder Criativo Acessórios, a loja virtual que criei com minha irmã. No livro, o autor explica que não existe erro em moda e sim armadilhas. Vai detalhando de uma forma bem simples e divertida o que precisamos fazer para não cair em armadilhas e usar a moda como aliada. O livro trata da moda dos pés à cabeça, falando de numeração, estampas, tipos de calças, blusas, saias e até acessórios. Não deixa de fora os trajes de festas, o vintage, roupas intimas, maiôs e biquinis. Uma parte bem interessante explica a diferença entre ser sexy e ser vulgar. Esse livro é atemporal e super indicado a quem se sente insegura na hora de se vestir ou quer confirmar se não está caindo em armadilhas sem nem perceber.
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@Albertobusquets há 1 ano
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Trago em mim a pobreza das palavras sozinhas. E, por plena consciência da inexistência de seus valores, deito-as em leito de flores vermelho-carmim. Tenho em mim a riqueza dos sentidos compostos. E, perpassando a aparência da falta de profundidade, afundo o delicado leito com palavras banais em camadas abissais de negrume sem fim. À superfície de mim, outrora palavras sem valor agora tomam forma e cor fugidias em fluidez e reflexos. A beleza floral as decora, espectros à distância sonora caleidoscópio de sentidos complexos. Mas seu correto valor sempre dependerá de quem for o leitor. E esta sempre será minha maior alegria. E minha dor. Alberto Busquets. #Desafio 027
@CrisRibeiro · há 1 ano
🥹💞🌹
@MarU · há 1 ano
🥹❤️‍🩹🫂 Entendo tanto isso, amigo! Bateu fundo aqui. 🙃
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@CaDantasAutora há 1 ano
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#Desafio 27 Brasil, o País do Futuro Será mesmo que o futuro mora aqui, Ou estamos aprisionados ao passado, Acorrentados à história rasa que nos contaram, Lá no início, nas salas do fundamental? Como ser o país do amanhã, Se tantos clamam pelos braços De seus antigos algozes, De um passado que nos feriu e nunca curou? Igualdade, uma palavra vazia. Ainda nos veem como tupiniquins, Enquanto voltamos os olhos ansiosos Para o que acontece lá fora, E ignoramos o que sangra aqui dentro. Saúde... Educação maltratada, má educação. O meio ambiente sufocado, Nossas florestas choram, Nossos rios clamam, Enquanto o trabalho vira subemprego, O desemprego vira abandono, E o abandono... quase escravidão. Corrupção, roubo, Assassinatos sem justiça. Mães choram por seus filhos, Negros, brancos, pobres, Todos vítimas de um país que esqueceu de si. Brasil, o país do futuro? Que futuro? O que deixaremos, Além de escombros e mágoas? Se continuarmos prisioneiros Do passado que nos fere, E do futuro dos outros, Que sequer nos enxergam, Que futuro será o nosso se até nossa bandeira nos foi roubada?
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@berthamachadoo há 1 ano
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Este é exatamente o lugar onde o corpo de Jennifer foi encontrado em Memento Mori. Abaixo do elevado Presidente João Goulart, em frente ao número 401 da rua Amaral Gurgel. Por quê? Porque aqui viviam (e vivem até hoje) pessoas em situação de rua, que são ignoradas e esquecidas pelos moradores de classe média que ali circulam. Uma pessoa deitada enrolada em um lençol seria só mais um indivíduo ignorado.
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 27 - Fale sobre um livro em que ocorre transformação de caráter de um personagem. #Link365TemasLivros
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@eduliguori há 1 ano
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Afundou em meio a seca do planalto no asfalto negro a cinquenta e cinco graus mergulhou a face na aspereza do piche entre pedras sentiu a carne rasgar e o ranger dos ossos A dor do tombo que leva todos ao martírio dos sentimentos feridos e vilipendiados um precipício próximo e nada incomum era mais um a se ver vítima do concreto Sem mais perspectivas ou ilusões chorou na miragem da vida urbana e cívica um dia sonhou com uma realidade possível acreditou que entre os veículos havia um caminho Morreu sozinho no tráfego dos corpos e almas que se digladiam egoísmos e incompreensões não há amor na metrópole cinza dos homens e mulheres que são incapazes de aceitar, permitir e perdoar Edu Liguori
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! Palavra do dia: #𝕄𝔼𝕄Óℝ𝕀𝔸 Frase do dia: "Por ser exato, o amor não cabe em si. Por ser encantado, o amor revela-se. Por ser amor, invade. E fim." — Djavan Datas comemorativas de hoje, 27 de janeiro de 2025: Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto — Uma data para lembrar e honrar as vítimas do Holocausto, promovendo a educação e a conscientização sobre esse período histórico. Aniversariantes: Wolfgang Amadeus Mozart (1756) — Compositor austríaco, considerado um dos maiores gênios da música clássica. Lewis Carroll (1832) — Escritor britânico, autor de "Alice no País das Maravilhas". Djavan (1949) — Cantor e compositor brasileiro, conhecido por suas letras poéticas e melodias envolventes.
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@brunob612 há 1 ano
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Confissão Eu amo ser poeta, mas procrastino tudo quebro minha alma em cacos surto pelo patético medo de trabalho nascido pra criar nunca pra servir melancólico trágico que só gosta da paz mas ama a arte
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias dia 26 - Poética da Existência Foi por um segundo que existiu. Num tom ainda lívido, não de medo, mas de inexperiência, maravilhada. E existiu, assim, inexata, entre lençóis e pensamentos, e habitava a palavra. Nada ainda havia eclodido; nada ainda havia de suspeito. Era toda em forma de som, os quais eu me repetia até adormecer, sozinha. Foi só por um segundo, mas eu a tive, corporificada. Estava um tanto fria, um tanto doce e molhada, porque era uma manhã aquosa e os tons cinza de agosto se dissolviam na chuva. Um segundo meu de inércia, não por espanto, mas por zelo. Era toda de poesia feita e a mim eu a recitava até me desfazer em lama. A existência do segundo demorado, em que ela, paixão sensata, sabia-se viva e, então, à mercê da morte. Foi no fim desse instante que ela se pôs de ponta de pés à beirada da cama, e eu tinha olhos de paralisia, não por covardia, mas por destino. Ela era toda suicídio e já se vestia de mortalhas quando, finalmente, o segundo passou.
@JuNaiane · há 1 ano
Sem palavras...
@MarU · há 1 ano
Uaaal…
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@tibianchini há 1 ano
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ME AJUDEM A ESCOLHER UM NOME PARA ESTE POEMA #Desafio 365 Dias (026 de 365) Havia um amor miúdo no passeio; Eu abaixei e o peguei, e o guardei, Porque, talvez pudesse ser de proveito mais pra logo. Não; não volto mais pra casa. Cansei de estar sempre no ponto de partida. Como podemos jogar fora, dia após dia, Todos os passos que demos? Hoje vou em frente. Vou seguir adiante sem seguir ninguém. Hoje vou andar devagar Vou vagar deandar Vou devoar. Quando foi que nossas vidas viraram moscas? Onde ficaram perdidos os bateres de asas de borboletas, Tão calmos e de pouca ligeireza? Em que esquina a vida passou a ser rasante veloz de varejeira? Ah! Hoje eu reparei num amor miúdo Esquecido no canto da calçada, Sem raízes nem frutos; Atravessei seus sonhos como um espectro, Sem saber que lhe fazia mal. Nosso olhar só sabe olhar pra fora. Hoje havia um amor miúdo Pedindo esmolas de raios de sol em plena chuva. Não tinha medo dos predadores que o cercavam, Mas sabia que iria arder em febre até perecer. Mas hoje pode ter sido ontem ou na vida passada, não sei; A vida parou de andar como o ponteiro grande. O ponteiro pequeno agora dá voltas como uma hélice de helicóptero. E o ponteiro grande já virou digital, como a vida. Na vida passada havia um amor miúdo Em ruas que já não existem mais Soletrando com dificuldade os pios das aves. Melodia em andante Cantabile, para a qual Não há pressa nem banda larga. Quando foi que deixamos de piscar Entre um sorriso e outro? Quando foi Que as árvores pararam de dar sombras, Que as estrelas pararam de nos dar desejos, Que a vida parou de nos dar chances? Ainda estou esperando, Na curva, na chuva, na calçada. Amor miúdo que sou, vejo outros eus passarem Atravessando meu passado como espectros de alegria. A toda velocidade.
@MarU · há 1 ano
Se eu, como leitora, for te perguntar sobre este poema, perguntarei sobre o poema do “Amor miúdo”. Adorei, by the way! 🥰👏👏👏
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@CaDantasAutora há 1 ano
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#Desafio 26 ● Mediocridade ● A cada segundo que passa, sou corrente do meu próprio vazio, presa à sombra pálida da mediocridade. As horas deslizam como areia nos dedos, e ainda me encontro aprisionada, envolta no peso do que não fui capaz de ser. Os dias me atravessam como ventos frios, cortantes, e eu permaneço, inerte, amarrada à ilusão do que não vivi. Os meses se desdobram em anos, e a vida se despede em silêncio, como uma chama que se apaga sem protesto. Ainda estou aqui, prisioneira de mim mesma, acorrentada ao que poderia ter sido. Uma vida passou, como um rio que secou, sem deixar rastros de brilho ou cor. Já não há tempo para recomeços, somente o eco amargo do que perdi. O que me resta é chorar, deixar que as lágrimas lavem os vestígios de uma existência murmurada, esperando que, no pranto, encontre o consolo de uma liberdade tardia.
@fksilvain · há 1 ano
Incrível como a poesia pode bater fundo na gente! Essa bateu em mim.
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@CaDantasAutora há 1 ano
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#Desafio 25 Trecho do livro: À Segunda Vista "— Essa é Elisa, minha namorada. A mulher ao meu lado me olha, surpresa. — Não me use para causar ciúmes em outra mulher. Não sou a namorada dele, querida. A gente apenas transa às vezes, e ele me livra de algumas enrascadas, como agora. — Muito prazer, Elisa. Gostei de você. — Obrigada. Me diz, ele sempre foi babaca assim? — Não. Na época, a babaca era eu. Rafael sempre foi um garoto legal. — Ele ainda é, mas fica babaca às vezes. — Entendo. — Quer jantar, Elisa, ou vai ficar fofocando sobre mim na minha frente? — Quero jantar. Amo a comida da sua mãe. E não estamos fofocando. Se fosse isso, você nem estaria aqui. — Ela pisca para Bárbara, que sorri, dessa vez um sorriso verdadeiro. Eu começo a odiar essa união das duas. — O que vai querer? — O mesmo que ela. Está muito cheiroso. — E está delicioso. Pego mais um pote com strogonoff e o aqueço no micro-ondas. Bárbara é a primeira a terminar. Pede licença, lava sua louça, bebe seu vinho e lava a taça. — Muito obrigada pelo jantar e pela hospedagem, mas eu preciso descansar. — A roupa de cama está limpa. Pode ficar à vontade. Pela manhã, suas roupas estarão limpas e secas. — Obrigada, mais uma vez. — Ela acena, vai até Elisa e a beija no rosto. — Boa noite, Bárbara. Foi um prazer te conhecer. — O prazer foi meu. — Ela se retira, e Elisa me olha. — O que foi? — Paixão de adolescente? — Não, ela costumava fazer bullying comigo na escola. — Essa garota magrela?"
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