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Publicações de pessoas, em ordem cronológica
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@fksilvain há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/73' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A vizinha e o vizinho" completo</a></p></div>
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@fksilvain há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/22' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A gata e o diabo" completo</a></p></div>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Hoje celebramos o nascimento de Alexis de Tocqueville (1805–1859), um dos grandes pensadores políticos da história moderna. Nascido na França, Tocqueville foi muito mais do que um aristocrata e jurista: foi um visionário que compreendeu, com profundidade rara, os caminhos da democracia e seus desafios. Sua obra-prima, A Democracia na América, é até hoje leitura fundamental para entender os valores, os riscos e as contradições dos regimes democráticos. Com olhar crítico e sensível, Tocqueville examinou como a igualdade moldava as sociedades, antecipando debates que ainda repercutem em nosso tempo. A Democracia na América: https://www.literunico.com.br/books/1068
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@lorran94 há 1 ano
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Inexistência No sinal, na rua, na calçada, Um jovem buscava razões para viver. Entre um gole ou outro de cachaça, Quem iria entender? Do papelão, uma casa, Seu quintal era a calçada. Sem porta e janela — como era possível? Dentro de si, era tudo imprevisível. Impotência, inexistência — era tudo o que sentia. Para a sociedade, aquele jovem não existia. Queria viver, brincar e sonhar, Ter um lugar tranquilo para descansar. Mas, entre goles daquela bebida, Aquela existência se desvanece... Em um beco escuro, durante uma madrugada fria.
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@eduliguori há 1 ano
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Chorei já tantas vezes senti tanto o que quis e o que nunca desejei mas neste dia deste sol declarei solene que chega não tenho mais a carne nem a correnteza para ver o que não irá acontecer Edu Liguori
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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O Verme O verme ao chão pertence, o verme no chão rasteja, se embrenha, se suja e imunda Se Ferra, se queima inteiro, merece sofrer no inferno, inferno da mente dele, inferno feito por ele! Se Dana, se quebra inteiro, sua pele, toda rasgada, quem rasga se chama juras e a faca se chama quebra! O Verme pertence ao chão, ao verme só serve o pé! E ao pé resta esmagá-lo.
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@jjr há 1 ano
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* Fleur arome dans les campeões, ventilação passagem de Klaudinha. Vos yeux, un enfant curieux, Câlin, nostalgie et espoir. Embrasser le meilleur lembrança, méfait spontané d'enfants Souire vie nous souvenirs. Goût de couleur de fleur la ferraille à l'afection, Ceux des organices apporter le parfum. * Flor de aroma em campos, ao vento passagemm estradeira. Teus olhos, curiosidade criança, abraço, saudade e esperança. Do beijo a melhor lembrança, espontânea travesti de criança sorria vida a nós letras. Canteiros colorir sabor desfaça-se distribuição o carinho, Que de corpo traga fragrância. * JJr.
Traduzido automaticamente do inglês.
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* Fleur arome dans les champs, vent passage de Klaudinha. Vos yeux, un enfant curieux, câlin, nostalgie et espoir. Embrasser le meilleur souvenir, méfait spontané d'enfants sourire vie nous souvenirs. Goût de couleur de fleur la ferraille à l'affection, Ceux des organes apporter le parfum. * Flor de aroma em campos, ao vento passagem estradeira. Teus olhos, curiosa criança, abraço, saudade e esperança. Do beijo a melhor lembrança, espontânea travessura de criança sorria vida a nós lembranças. Canteiros colorir sabor desfaça-se distância o carinho, Que de corpos traga  fragrância. * JJr.
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@jjr há 1 ano
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-♪- As mulheres de Chico, cruas almas nuas. Suas. Por trás do olhar verde como mar. Carne, pele e osso, sentem-se incondicionalmente. -♪- JJr.
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@jjr há 1 ano
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-*- Sorrisos roubados em momentos inesperados minutos de paz. Surgem de repente sem efeito sonoro, graciosos movimentando lábios vagarosamente. -*- JJr.
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 204 *Ses* Se não me cuido, me entrego. Se me entrego, nem percebo. Se percebo, eu nego… e não nego, ao mesmo tempo. Se me olhas tão perto, desperto. Se desperta eu te ver, esmoreço. Se esmoreço das pernas, me pegas e me entregas, muito além do que prevejo. Se ficarmos assim… assim… não dá certo. Mas se desse, seria tão perfeito! Quem sabe um dia… ou em breve… deixamos de lado esse jogo e nos assumimos aos beijos. MarU
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@tiagoandreatto há 1 ano
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>> Modernidade Andamos cegos ao desfiladeiro, As notas escoando do gordo globo, E as sombras, cada vez mais abaixo As víboras nos abraçam com força, E fartos, seguimos comendo as beiradas Reclusos as gaiolas escancaradas A saída, uma tecla inalcançável, A pomba branca já não aguenta o peso da granada E as mentes insanas dominaram as ruas Um poço, uma piñata, uma batata queimando Triturando as florestas transformando-as em códigos Tão crível que as borboletas se foram Serrados os dedos, mantiveram-se ocupados Amarrando os balões com as cores do arco-íris Sugando o recomeço à espera do fim de todos
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Uau!
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 204 Multiverso do Eu Múltiplos eus em múltiplos versos: versos meus, versos reversos. Eus dispersos… Sou eu, sou outra, sou eco, sou rastro. Me multiplico no verbo, me fragmento no ato. Sou um, sou muitas, sou nenhuma. Cada eu um espasmo. Cada verso um recomeço. Me leio, me verso, me erro. Me Uni-verso. Cr💞s Ribeiro
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@eduliguori há 1 ano
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Agosto tenho que ir pra rua é na rua que vou trombar com a cabocla que me reservou o bem querer a gosto que cada um tem sua fração e até esse humilde poeta merece uma paixão sem pressa e sem temer vem sorrir a cabocla sob o sol ou sob a lua nós dois a receber Edu Liguori
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@GilbertoHSG há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/nwbrAtPqE2Vamj24SARSO8QQk87jcMfBYgx7i5Cy.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/41' target='_blank'><strong>Contos de Centurion - O Nascer da República</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/41/chapters/220' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A Guarda de Camor" completo</a></p></div>
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@tibianchini há 1 ano
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Estou com 10 livros em andamento. Alguns já completamente estruturados, outros em fase de pesquisa, outros em estruturação avançada, um totalmente escrito e em fase de mintagem e dois com os primeiros capítulos escritos. E estou desempregado. Caçando algo pra fazer, tentando estudar e me atualizar para o mercado. Vou ter que deixar tudo para trás, até me reestabelecer... Queria muito continuar o processo, e terminar todos esses livros até o fim do ano, mas... Sinto que vou ter que abandoná-los. E isso vai aumentar o meu problema porque, até lá, eu já terei mais 10 novas ideias de histórias para montar. E, depois de escrevê-los todos, terei que juntar 10x dinheiro, para 10 Leituras Críticas e Revisões, 10 capas, 10 pré-vendas e lançamentos, 10 lotes de impressão... Sinceramente... Às vezes, dá vontade de parar com isso. Vou procurar um trabalho mais fácil, como mergulhador de águas profundas, piloto de nave espacial ou desativador de bombas.
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@jjr há 1 ano
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Viajando & Aprendendo sem sair do lugar.</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/viajando-aprendendo-sem-sair-do-lugar-6887b7987287b'>Clique aqui</a></p>
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@leandro-israel-a6Mdc há 1 ano
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Conto: A Espadada Divina de Enlil Na aurora esquecida do mundo, quando os mares ainda falavam com os céus e as montanhas se moviam como bestas adormecidas, havia um tempo de trevas. Um tempo anterior ao Dilúvio, quando os Neflings — os filhos malditos dos Vigilantes caídos com as filhas dos homens — caminhavam pela Terra, espalhando terror com sua estatura colossal e alma corrompida. No coração das terras proibidas, onde as areias queimavam os pés dos justos e o ar pesava como chumbo sobre os fracos, surgiu um Nefling diferente. Maior que todos os outros. Trinta metros de puro horror, um híbrido bestial, nascido da união de um demônio ancião e uma mulher amaldiçoada. Seu nome era impronunciável, mas os anjos o chamavam de Erek-Thul, o Flagelo de Atlântida. Os reis do mundo antigo, desesperados, clamaram por socorro. E foi então que desceu dos céus Enlil, o Guerreiro Divino, o Portador da Lâmina Celeste, aquele que marchava entre os mundos como mensageiro e juiz. Vestido com armadura forjada nas tempestades do firmamento e empunhando uma espada feita da essência da estrela primordial, Enlil tocou o solo da Terra com passos que faziam os demônios tremerem no abismo. No vale de Obuk-Har, sob o eclipse eterno invocado por Erek-Thul, os dois colossos se enfrentaram. O Nefling gritou, e o som de sua voz rachou as montanhas. Enlil respondeu com silêncio. E então avançou. O monstro golpeou com um tronco de árvore encantada, gritando em línguas perdidas. Enlil desviou, seus pés não tocando o chão. Ele ergueu a espada, uma única vez, com as mãos firmes de quem fora moldado para destruir o mal. A lâmina brilhou como mil relâmpagos. E então... caiu. Com uma espadada divina, de cima para baixo, como se partisse os céus, Enlil cortou Erek-Thul ao meio. Do alto da cabeça até os calcanhares, o Nefling rugeu em desespero enquanto seu corpo era consumido por chamas espirituais, gritando não só de dor, mas de incredulidade. Nenhuma criatura jamais ousara tocá-lo — e ali, em meio às cinzas do orgulho dos caídos, ele foi desfeito. O solo tremeu. As montanhas silenciaram. E até os anjos se curvaram. Enlil limpou a espada e ergueu os olhos para o céu, como quem diz: “Mais um.” E voltou à luz de onde viera. Desde então, nenhum Nefling ousou crescer tanto novamente. Pois todos, até os demônios dos abismos, sussurram com medo: "Enlil é o grande herói que destruiu o Nefling de 30 metros com uma espadada divina." E assim será lembrado.
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@fksilvain há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Umanoitedeinverno</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1106'><strong>Uma noite de inverno</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro em que o amor ultrapasse o tempo e o espaço,<br /> <br /> Flora é um conto sensacional. Com a marca da Sylvvia, aquela delicadeza pra tratar de temas que são um soco no peito. E o amor? Está ali, mais lindo do que nunca. Uma noite de inverno chega para matar a saudade deste casal de mulheres maravilhosas e para finalizar a história delas de uma maneira tão sensível e bonita como foi o resto da narrativa.<br /> <br /> #Desafio365Postagens<br /> Dia 200</p>