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@richard-augusto-WFqxN há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/JtxlFWg8eNF7XuoWf07pPCkg97gEALdrpOYEaOwa.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/154' target='_blank'><strong>O Sol do Amanhã</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/154/chapters/683' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "À margem do esquecimento" completo</a></p></div>
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@richard-augusto-WFqxN há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/JtxlFWg8eNF7XuoWf07pPCkg97gEALdrpOYEaOwa.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/154' target='_blank'><strong>O Sol do Amanhã</strong></a></p></div>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Natália Correia foi uma das vozes mais marcantes da literatura e da cultura portuguesa do século XX. Poeta, romancista e ensaísta, destacou-se também pelo ativismo político e pela defesa intransigente da liberdade. Ler Natália é entrar em contato com uma escrita vibrante, crítica e apaixonada. Correia, A Irreverente (1923 - 1993): https://www.literunico.com.br/books/1257
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@iuri-piragibe há 1 ano
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<style> /* Efeito no botão ao passar o mouse (sem elevação) */ .cta-button:hover { background: #e74c3c; /* Vermelho um pouco mais claro */ } </style> </head> <body> <div class="book-post-card"> <img src="https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/9EKK5t0OKn95YoZZm0nKccnXEvW4f1NhiNh07YRi.png" alt="Capa do livro Arquiteta da Ruína" class="book-cover"> <h2 class="book-title">Arquiteta da Ruína</h2> <h3 class="book-subtitle">Livro I: Deusa da Discórdia</h3> <hr class="separator"> <p class="synopsis-heading">Sinopse</p> <p class="synopsis-text"> No ano de 2125, onde a humanidade é um peão no tabuleiro de megacorporações em guerra, um sádico exame psicológico conhecido como a "Dança dos Ratos" reúne as mentes mais brilhantes do planeta. Mas o que começa como uma competição brutal se torna o estopim de um evento sem precedentes. Uma anomalia quântica estilhaça a realidade, entrelaçando a consciência de oito estranhos: um astrofísico-oráculo exilado nos confins do sistema solar, um repórter cínico transformado em bode expiatório e os geniais, porém torturados, participantes do exame. Forçados a compartilhar uma realidade extradimensional conhecida como "O Palácio", eles se tornam peças-chave numa guerra silenciosa pelo controle da própria estrutura do universo. Entre espionagem corporativa, manipulação mental e uma conspiração que desafia as leis da física, eles precisam desvendar quem é a verdadeira Arquiteta da Ruína antes que tudo colapse. </p> <a href="https://www.literunico.com.br/creations/155" target="_blank" class="cta-button"> Ler a Obra Completa </a> </div> </body> </html>
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@JuNaiane há 1 ano
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Você faz eu me sentir como se eu estivesse falhando o tempo todo, em um ciclo interminável de culpa e inadequação. Talvez eu não seja assim tão estranha e desmedidamente incapaz; talvez eu só estivesse plantada no lugar errado. Em um solo mal adubado, até a flor mais simples de cultivar se torna frágil e insuficiente. Eu não sou o bastante pra amar ou é você que não entende? O meu jeito é diferente, mas é tarde pra você enxergar. #desafio 365/237
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@rosana858 há 1 ano
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Esta crônica é um retrato do trânsito que atravessamos todos os dias — caótico, intenso, mas cheio de detalhes que muitas vezes passam despercebidos. Um convite a enxergar a rotina urbana com novos olhos. Entre Buzinas e Semáforos As cortinas do dia se abrem: 06h30. Saio apressada, mas a manhã ainda sussurra. O perfume das flores invade o carro, a brisa fresca dança entre as folhas, e os passarinhos orquestram uma sinfonia delicada. Pelo retrovisor, a natureza se despede devagar. Um casal caminha com sorrisos largos, alheio ao mundo que me espera. Meu trajeto é um desfile secreto, visível apenas para olhos atentos. Cada gesto, cada sombra, parece carregar histórias que ninguém percebe. Subo os vidros. A cidade me engole. Ligo o som: a melodia da natureza se cala. O tráfego explode em buzinas e roncos de motor. Ônibus lotados passam apressados; passageiros exaustos encaram a vida com olhares vazios. Todos em alerta, protegendo-se de desconhecidos, navegando por espaços que parecem invisíveis uns aos outros. Carros avançam, motos deslizam entre frestas como se desafiassem a gravidade, e o grito de uma ambulância corta o ar, exigindo passagem — talvez levando segundos de vida que ninguém mais pode medir. À direita, uma vitrine exibe manequins imóveis, vestindo roupas de uma estação que ainda não chegou. Uma loja anuncia liquidação de móveis; outra promete um carro 0 km com parcelas que “cabem no bolso”. Outdoors piscam promessas: pizzarias, academias, desejos que meus olhos já não alcançam. Um ciclista arrisca-se na avenida sem pista própria. A luz amarela treme. Um pedinte ergue um papelão: o PIX também serve como esmola. Jovens bocejando atravessam a faixa, hipnotizados pelas telas dos celulares, revelando preguiça e desalento diante da jornada que ainda nem começou. Os carros param. Um flanelinha corre e, sem meu consentimento, joga água no vidro — mais suja do que limpa. Mais à frente, bolinhas coloridas flutuam no ar, girando em mãos habilidosas: um show de malabarismo improvisado. O sinal verde me chama. Pacotes de balas pendem dos retrovisores como um varal; um moço os recolhe com precisão, recebendo moedas rápidas de mãos apressadas. Ninguém vê ninguém. Todos enclausurados em mundos particulares que fingem ser globais, mas se fecham a cada toque. A cidade pulsa — ensurdecedora, intensa, viva — e, por um instante, sinto que cada buzina, cada freada, cada sorriso distraído, é uma nota na sinfonia caótica de infinitos personagens. @rschumaher
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@rafaelaraujoescritor há 1 ano
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O VELHO IPÊ AMARELO No alto da velha árvore, o ipê brilha à luz do sol. De repente, uma folha se solta. Gira pelo ar, lentamente. Rodopia. Sussurra nos ouvidos do vento. Desce, deslizando… em silêncio. Quase toca o chão, mas cai na vasilha de margarina onde os pássaros e o cão bebem. Outra folha cai. Treme, hesita, curva-se, rola leve. Seu desespero pelo novo é ouvido apenas pelo vento, que a acaricia. Ela beija a relva úmida. Mais uma se desprende. Brilhando ao sol, dourada. Essa, o vento guarda. Como quem busca perdão. A folha voa, roda, gira, e então encosta no musgo. E outra, ainda. Velha, mas também nova. Cai lentamente, saboreando cada instante. Se curva. Em silêncio. Descansa no chão entre tantas outras. O ipê as observa. Nu. Mas ainda resplandece. Mais uma missão cumprida: as folhas caídas, ouro espalhado, felicidade que o tempo jamais levará. Da esquina, surge um menino, o mesmo da capa amarela, saltitando. Pisoteia as folhas secas. Elas voam, rodopiam, tremem, e parecem rir com ele. Sua mãe o observa, não tão longe. O vento brinca em seus cabelos. As folhas giram, cintilam, abraçam a capa amarela e o menino, radiante. A mãe, com o sorriso no rosto, retira do bolso um objeto azul. Brilha. Estranho. Fascinante. Ela sorri para o menino, encantada. E ele sorri de volta. E parece que ela captura esse sorriso no estranho objeto. Ao fim, as folhas dançam entre os pés dele, entre o sol e o musgo. O ipê, nu, resplandece ainda. O instante é ouro. O instante é voo. O instante escorrega entre os dedos. Rafael Araújo
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@jjr há 1 ano
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Meu Yin Nesta vida A Lua É como você Assim A brisa e o mar Revolta Do Sol A sombra Amar A união nos faz Um universo dos espíritos Um jogo de paz Contrários e juntos Seu Yang Calmo O Sol A iluminar Teu mar A chuva e marquises Molhado Estar Ao Teu lado A união nos faz Um universo dos espíritos Um jogo de paz Contrários e juntos ~*~ JJr.
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@jjr há 1 ano
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Temporada de vida É assim Quero nosso amor Aproveitar Passar dias e noites Brincar Nos parques do tempo Saciar Esta sede incontida Tempo De um amanhã sonhado Viver Viver E ver As coisas acontecerem ~*~ JJr.
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@GilbertoHSG há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/nwbrAtPqE2Vamj24SARSO8QQk87jcMfBYgx7i5Cy.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/41' target='_blank'><strong>Contos de Centurion - O Nascer da República</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/41/chapters/668' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "O Mercador de Entron" completo</a></p></div>
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@MarU há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/FJT7PZrZV24YBwuWGMNYNNCuQ3gax0cGQM7BveTi.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/105' target='_blank'><strong>Conto com você</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/105/chapters/667' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Encontro" completo</a></p></div>
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@MarU há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/FJT7PZrZV24YBwuWGMNYNNCuQ3gax0cGQM7BveTi.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/105' target='_blank'><strong>Conto com você</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/105/chapters/666' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Sinopse - Encontro" completo</a></p></div>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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✨ Elsa Triolet foi uma escritora e tradutora franco-russa que marcou a literatura do século XX. Com estilo sensível e engajado, explorou temas como amor, memória e resistência, tornando-se a primeira mulher a receber o prestigioso Prêmio Goncourt. Ler Triolet é descobrir uma voz feminina forte e profundamente humana. Le cheval blanc: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1249">Aqui!</a> #elsatriolet #literunico
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@tibianchini há 1 ano
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Lembranças do Futuro (Minha volta ao Sexxxtou...)
EPUB
Publicação Literunico
991757657875lxgenohhxwlymvsps4rd.epub
Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 85 Comente na Biblioteca em um livro onde os animais falam com voz humana, e suas histórias refletem nossas próprias dores, resistências e esperanças diante do destino. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 223 Vozes da Terra Entre patas e asas, ouve-se a voz do mundo. Não é apenas o rugido, nem apenas o canto, mas a confissão de um destino partilhado com o humano. Um "bicho" é um espelho, mostrando-nos frágeis, expostos ao mesmo vento, à mesma morte, à mesma esperança de permanecer. E se ouvirmos com cuidado, veremos que no uivo, no mugido, no bater de asas, há também poesia: a da vida que insiste em existir e não desistir. Indicação: Bichos — Miguel Torga @literunico #resenhas #Bichos 📖 <a href="https://www.literunico.com.br/books/1083">Ver livro</a>
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@eduliguori há 1 ano
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Ela é assim como eu imagino atrevida tipo espoleta de São João culta porque sabe que a vida é dura se posiciona porque existem muitas cores ela é da noite como se fosse o sol queima ela é do dia como se fosse uma flor perfuma posso ver com os olhos fechados a pele canela o cravo no pescoço posso sentir os passos inseguros que não temem areia nem rochas ela é menina porque como mulher não largou a inocência nem a curiosidade ela é um oceano porque suas pernas provocam ondas dentre os cachos escuros uvas maduras e seios na estrada as curvas e os devaneios ela é minha porque sou poeta e a poesia permite tudo Edu Liguori
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@JuNaiane há 1 ano
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Qualquer felicidade é um pouco de anestesia. Um pouquinho de alegria e eu seria capaz de suportar essas dores da vida. #desafio 365/236
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@JuNaiane há 1 ano
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Transformar um amor em amizade não é tão ruim assim; pois a amizade também é amor, só que sem expectativas. É amar de forma genuína, apesar dos pesares da vida. #desafio 365/235
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@JuNaiane há 1 ano
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Este impulso de te mandar mensagem do bom dia ao boa noite; de te contar algo bobo, de te enviar uma música ou qualquer vídeo fofo. Este impulso de querer te encontrar de novo, mesmo depois do fim; este impulso é o amor que ainda existe em mim. Como uma presença que insiste em se fazer notada, o dia inteiro me encara, às vezes até me esbarra. Este impulso que guarda o que o coração não fala, me persegue e sequestrou até a minha palavra. Por isso, me perdoe por ela, (essa poesia feita às pressas) pois o impulso me obrigou a escrever um poema de amor. #desafio 365/234

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