Vistas da Diligência Cape Cod · Capítulo 2 de 10
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Vistas da Diligência

Depois de passarmos a noite em Bridgewater e recolhermos ali algumas pontas de flecha pela manhã, tomamos o trem para Sandwich, onde chegamos antes do meio-dia. Era o ponto terminal da “Cape Cod Railroad”, embora fosse apenas o começo do Cabo. Como chovia forte, com névoas impelidas pelo vento, e não havia sinal de que o tempo fosse melhorar, tomamos ali aquele meio de transporte quase obsoleto, a diligência, para “até onde ela fosse naquele dia”, como dissemos ao cocheiro. Tínhamos esquecido até onde uma diligência podia chegar num dia, mas nos disseram que as estradas do Cabo eram muito “pesadas”, embora acrescentassem que, sendo de areia, a chuva as melhoraria. A carruagem era extremamente estreita, mas, como havia um ligeiro excesso esférico de mais de duas pessoas por assento, o cocheiro esperou até que nove passageiros entrassem, sem tirar a medida de nenhum deles, e então fechou a porta depois de duas ou três batidas inúteis, como se toda a culpa fosse das dobradiças ou do trinco, enquanto nós sincronizávamos inspirações e expirações para ajudá-lo.

Estávamos agora de fato no Cabo, que se estende de Sandwich para leste por trinta e cinco milhas e, dali, para norte e noroeste por mais trinta, num total de sessenta e cinco, com uma largura média de cerca de cinco milhas. No interior, ele se eleva a duzentos e, às vezes, talvez trezentos pés acima do nível do mar. Segundo Hitchcock, o geólogo do Estado, compõe-se quase inteiramente de areia, chegando em certos lugares à profundidade de trezentos pés, embora provavelmente haja um núcleo oculto de rocha pouco abaixo da superfície; sua origem é diluviana, exceto uma pequena porção na extremidade e em outros pontos ao longo da costa, que é aluvial. Na primeira metade do Cabo, encontram-se aqui e ali grandes blocos de pedra misturados à areia, mas nas últimas trinta milhas raramente se veem matacões, ou mesmo cascalho. Hitchcock conjectura que o oceano, no decorrer do tempo, escavou o porto de Boston e outras baías do continente, e que os fragmentos diminutos foram depositados pelas correntes a certa distância da costa, formando este banco de areia. Acima da areia, quando a superfície é submetida a provas agrícolas, encontra-se uma fina camada de solo, que diminui gradualmente de Barnstable até Truro, onde desaparece; mas há muitos buracos e rasgões nessa veste castigada pelo tempo, que dificilmente serão remendados a tempo e revelam a carne nua do Cabo, cuja extremidade está completamente despida.

Tirei imediatamente meu livro, o oitavo volume das Collections of the Massachusetts Historical Society, impresso em 1802, que contém algumas breves notícias sobre as cidades do Cabo, e comecei a pôr a leitura em dia com o lugar onde eu estava, pois no trem não conseguia ler tão depressa quanto viajava. Aos que vinham pelo lado de Plymouth, dizia ele: “Depois de atravessar a cavalo uma extensão de bosques de doze milhas, entremeada por poucas casas, o povoado de Sandwich surge aos olhos do viajante com efeito mais agradável.” Outro autor fala dele como uma aldeia bela. Mas penso que nossas aldeias só suportam ser comparadas umas com as outras, não com a Natureza. Não tenho grande respeito pelo gosto do escritor que fala com facilidade de belas aldeias, embelezadas, talvez, por um “pisão”, “uma elegante academia” ou uma casa de reuniões, e por “diversas oficinas das diferentes artes mecânicas”; onde as casas verdes e brancas da gente distinta, alinhadas em fileiras, dão para uma rua da qual seria difícil dizer se mais parece um deserto ou o comprido pátio de uma estrebaria. Lugares assim só podem ser belos para o viajante cansado, para o natural da terra que regressa, ou, talvez, para o misantropo arrependido; não para quem, com os sentidos livres de preconceitos, acaba de sair dos bosques e se aproxima de um deles por uma estrada nua, passando por uma sucessão de propriedades esparsas nas quais não consegue distinguir qual é o asilo dos pobres. Quanto a Sandwich, porém, não posso falar em particular. A nossa foi, no máximo, meia Sandwich, e em algum momento deve ter caído com o lado da manteiga para baixo. Vi apenas que era uma cidade de construções muito próximas para seu pequeno tamanho, com fábricas de vidro para valorizar sua areia, e ruas estreitas nas quais demos tantas voltas que já não sabíamos em que direção seguíamos; a chuva entrava primeiro por este lado, depois por aquele, e percebi que os moradores das casas estavam mais confortáveis do que nós na diligência. Meu livro dizia também sobre a cidade: “Os habitantes, em geral, vivem substancialmente.” Isto é, suponho, não vivem como filósofos; mas, como a diligência não parou tempo suficiente para que jantássemos, não tivemos oportunidade de pôr à prova a veracidade da afirmação. Talvez ela se referisse, contudo, à quantidade “de óleo que renderiam”. Dizia ainda: “Os habitantes de Sandwich manifestam, em geral, uma afeição constante e firme pelos costumes, ocupações e modos de vida que caracterizaram seus pais”; o que me fez pensar que, afinal, eram muito semelhantes a todo o resto do mundo. Acrescentava que essa era “uma semelhança que, nos dias de hoje, não constituirá censura nem à virtude nem ao gosto deles”; observação que me prova que o autor era um deles. Povo algum jamais viveu amaldiçoando seus pais, por maior que fosse a maldição que os pais tivessem representado para ele. Mas é preciso confessar que nossa autoridade era antiga, e provavelmente tudo isso já mudou.

Nosso caminho seguia pelo lado da baía, passando por Barnstable, Yarmouth, Dennis e Brewster, até Orleans, com uma cadeia de colinas baixas à nossa direita, prolongando-se pelo Cabo. O tempo não favorecia as vistas à beira da estrada, mas aproveitamos ao máximo os vislumbres de terra e água que conseguíamos obter através da chuva. A região era, em sua maior parte, descampada, ou conservava apenas um pouco de mata raquítica nas colinas. Observamos em Yarmouth e, se não me engano, em Dennis, grandes extensões onde pinheiros-resinosos haviam sido plantados quatro ou cinco anos antes. Estavam dispostos em fileiras, como pareciam quando passávamos ao lado deles, e, exceto por haver extensos espaços vazios, davam a impressão de se desenvolver extraordinariamente bem. Disseram-nos que esse era o único uso lucrativo que se podia dar àquelas terras. Em cada elevação mais alta havia um mastro erguido, com um velho capote de tempestade ou uma vela amarrada a ele como sinal, para que os moradores do lado sul do Cabo, por exemplo, soubessem quando os paquetes de Boston haviam chegado ao lado norte. Parecia que esse uso devia consumir a maior parte das roupas velhas do Cabo, deixando poucos trapos para os mascates. Os moinhos de vento nas colinas, grandes estruturas octogonais castigadas pelo tempo, e as salinas espalhadas por toda a costa, com suas longas fileiras de tanques apoiados em estacas cravadas na marisma, seus telhados baixos semelhantes a cascos de tartaruga e seus moinhos de vento mais leves, eram objetos novos e interessantes para quem vinha do interior. A areia à beira da estrada estava parcialmente coberta por tufos de uma planta semelhante a musgo, Hudsonia tomentosa, que uma mulher na diligência nos disse chamar-se “capim-da-pobreza”, porque crescia onde nada mais crescia.

Impressionou-me a agradável igualdade que reinava entre os passageiros da diligência, bem como seu bom humor amplo e invulnerável. Eram o que se chama de gente à vontade e sem cerimônia, e encontravam-se em condições de mostrar o melhor de si, como homens que enfim haviam aprendido a viver. Pareciam conhecer-se mesmo quando eram estranhos, tamanha era sua simplicidade e franqueza. Encontravam-se bem, num sentido incomum, isto é, encontravam-se tão bem quanto lhes era possível, e não pareciam perturbados por impedimento algum. Não tinham medo nem vergonha uns dos outros, mas se contentavam em formar exatamente a companhia que aqueles ingredientes permitiam. Era evidente que ali não se exigia pela mera riqueza e posição o mesmo respeito tolo que se exige em muitas partes da Nova Inglaterra; e, no entanto, alguns deles pertenciam às “primeiras famílias”, como se diz, das várias cidades por onde passamos. Capitães do mar aposentados, em situação confortável, que falavam de agricultura como costumam falar os capitães do mar; um homem ereto, respeitável e de aparência confiável, envolto em seu roupão, um pouco do sal da terra, que antes fora o sal do mar; ou um cavalheiro de maneiras mais corteses, que talvez tivesse sido, em seu tempo, representante na Assembleia Geral; ou um homem de Cape Cod, corpulento e de rosto vermelho, que vira tempestades demais para se irritar facilmente; ou a esposa de um pescador, que esperara uma semana que um navio de cabotagem partisse de Boston e, por fim, viera de trem.

O rigoroso respeito pela verdade nos obriga a dizer que as poucas mulheres que vimos naquele dia pareciam excessivamente mirradas. Tinham queixos e narizes proeminentes, pois haviam perdido todos os dentes, e um W agudo representaria seu perfil. Não estavam tão bem conservadas quanto os maridos; ou talvez estivessem bem conservadas como espécimes secos. (Os maridos, contudo, estavam em salmoura.) Mas nem por isso as respeitamos menos; nosso próprio sistema dentário está longe de ser perfeito.

Ainda assim, prosseguimos sob a chuva; ou, quando parávamos, era geralmente numa agência dos correios, e pensávamos que escrever cartas e separá-las à espera de nossa chegada devia ser a principal ocupação dos habitantes do Cabo naquele dia chuvoso. A agência dos correios parecia ali uma instituição singularmente doméstica. De tempos em tempos, a diligência parava diante de alguma loja baixa ou moradia, e um fabricante de rodas ou sapateiro aparecia em mangas de camisa e avental de couro, com os óculos recém-colocados, erguendo para os viajantes a mala do Tio Sam, como se fosse uma fatia de bolo caseiro, enquanto transmitia ao cocheiro alguma novidade, tão indiferente à presença dos primeiros como se fossem simples bagagem. Em certa ocasião, soubemos que uma mulher era a agente dos correios, e diziam que era a melhor de toda a estrada; mas suspeitamos que ali as cartas deviam ser submetidas a um exame muito minucioso. Enquanto parávamos com esse propósito em Dennis, arriscamo-nos a pôr a cabeça para fora das janelas, a fim de ver para onde íamos, e vimos erguerem-se diante de nós, através da névoa, singulares colinas estéreis, todas castigadas pelo capim-da-pobreza, avultando como se estivessem no horizonte, embora estivessem perto de nós; e parecia que havíamos chegado ao fim da terra daquele lado, apesar de os cavalos continuarem voltados naquela direção. De fato, a parte de Dennis que vimos era uma região extraordinariamente estéril e desolada, de um caráter para o qual não encontro nome; talvez uma superfície como a do fundo do mar transformado em terra firme anteontem. Estava coberta de capim-da-pobreza, e quase não se via árvore alguma, mas aqui e ali uma pequena casa de um só andar, castigada pelas intempéries, com telhado vermelho, pois muitas vezes o telhado era pintado, embora o resto da casa não fosse, erguendo-se desabrigada e triste, mas assentada numa base larga sobre a terra, onde todo o conforto devia estar no interior. Contudo, lemos no Gazetteer, pois também o levávamos conosco, que, em 1837, cento e cinquenta capitães de embarcação pertencentes a essa cidade partiam dos diversos portos da União. Deve haver muito mais casas na parte sul da cidade, caso contrário não podemos imaginar onde todos se hospedam quando estão em casa, se é que alguma vez estão; mas a verdade é que suas casas são flutuantes, e seu lar fica no oceano. Quase não havia árvore alguma nessa parte de Dennis, nem pude saber que se falasse em plantar alguma. É verdade que havia uma casa de culto cercada de choupos-da-Lombardia, dispostos num quadrado vazado, com as fileiras tão retas quanto os montantes de uma construção, e os cantos igualmente esquadrados; mas, se não me engano, todos estavam mortos. Não pude deixar de pensar que ali precisavam de um reavivamento. Nosso livro dizia que, em 1795, fora erguida em Dennis “uma elegante casa de culto, com torre”. Talvez fosse aquela; embora eu não me lembre se tinha torre ou se, por solidariedade com os choupos, definhara a tal ponto. Outra casa de culto dessa cidade era descrita como “um edifício asseado”; mas da casa de culto de Chatham, cidade vizinha, pois então havia apenas uma, nada se diz, exceto que “está em bom estado de conservação”, observações que, espero, possam ser entendidas como aplicáveis tanto às igrejas espirituais quanto às materiais. Contudo, “elegantes casas de culto”, desde aquela da Trinity, na Broadway, até esta de Nobscusset, pertencem, a meu ver, à mesma categoria das “belas aldeias”. Nunca cheguei a tempo de ver uma. Belo é quem belo faz. Não sabíamos o que faziam ali para obter sombra no tempo quente, embora tivéssemos lido que “as névoas são mais frequentes em Chatham do que em qualquer outra parte do país; e, no verão, servem, em lugar das árvores, para proteger as casas contra o calor do sol. Para aqueles que se deleitam com uma visão extensa”, será que devemos inferir que os habitantes de Chatham não se deleitam?, “elas são desagradáveis, mas não se constatou que fossem insalubres”. Provavelmente, também, a brisa marítima, sem obstáculos, cumpre a função de um leque. O historiador de Chatham diz ainda que “em muitas famílias não há diferença entre o desjejum e a ceia; queijo, bolos e tortas são tão comuns numa refeição quanto na outra”. Mas isso ainda nos deixa sem saber se eram de fato comuns em alguma das duas.

A estrada, bastante acidentada, corria ali perto da margem da Baía, tendo a Baía de um lado e “a áspera colina de Scargo”, considerada o ponto mais alto do Cabo, do outro. Sobre o amplo panorama da Baía que se descortina do cume dessa colina, diz nosso guia: “A vista não tem muito de belo, mas comunica uma forte emoção do sublime.” É esse o tipo de comunicação que gostamos de receber. Passamos pela aldeia de Suet, em Dennis, nos promontórios de Suet e Quivet, da qual se diz que, “quando comparada a Nobscusset”, tínhamos uma lembrança nebulosa de haver passado por esta última, ou perto dela, “pode ser denominada uma aldeia agradável; mas, em comparação com a aldeia de Sandwich, há nela pouca ou nenhuma beleza”. Ainda assim, gostamos muito de Dennis, mais do que de qualquer cidade que havíamos visto no Cabo; era tão nova para nós e, naquele dia tempestuoso, tão sublimemente desoladora.

O capitão John Sears, de Suet, foi a primeira pessoa neste país a obter sal marinho puro apenas por evaporação solar; embora houvesse muito tempo que ele era produzido de maneira semelhante na costa da França e em outros lugares. Isso ocorreu no ano de 1776, quando, por causa da guerra, o sal era escasso e caro. As Historical Collections contêm um relato interessante de seus experimentos, que lemos quando vimos pela primeira vez os telhados das salinas. O condado de Barnstable é a localidade mais favorável para essas instalações em nossa costa setentrional, pois há aqui muito pouca água doce desaguando no oceano. Até bem recentemente, havia cerca de dois milhões de dólares investidos nesse negócio. Mas agora o Cabo não consegue competir com os importadores de sal e com os fabricantes do Oeste e, por isso, suas salinas estão rapidamente caindo em ruína. Da produção de sal, voltam-se para a pesca mais do que nunca. O Gazetteer lhe dirá invariavelmente, no verbete de cada cidade, quantos saem para pescar e o valor dos peixes e do óleo obtidos, quanto sal é produzido e utilizado, quantos se dedicam à navegação de cabotagem, quantos à fabricação de chapéus de folha de palmeira, couro, botas, sapatos e utensílios de folha de flandres; e então dá o assunto por encerrado, deixando que você imagine as manufaturas mais verdadeiramente domésticas, que são quase as mesmas no mundo inteiro.

Já no fim da tarde, atravessamos Brewster, assim chamada em homenagem ao Ancião Brewster, por medo de que, de outro modo, ele fosse esquecido. Quem nunca ouviu falar do Ancião Brewster? Quem sabe quem ele foi? Esta parecia ser a cidade de construção moderna do Cabo, a residência predileta de capitães do mar aposentados. Diz-se que “há mais capitães e imediatos de embarcações que fazem viagens ao exterior pertencentes a este lugar do que a qualquer outra cidade do país”. Havia ali muitas das modernas casas americanas, como as que produzem em Cambridgeport, plantadas sobre a areia; quase se poderia jurar que haviam descido flutuando pelo rio Charles e derivado através da Baía. Chamo-as americanas porque são pagas por americanos e “levantadas” por carpinteiros americanos; mas pouco se distinguem da madeira bruta, sendo apenas material do Leste disfarçado com tinta branca, para mim a espécie menos interessante de madeira à deriva. Talvez tenhamos razão para nos orgulhar de nossa arquitetura naval e não precisemos recorrer aos gregos, aos godos ou aos italianos em busca de modelos para nossas embarcações. Os capitães do mar não contratam um carpinteiro de Cambridgeport para construir suas casas flutuantes; e, quanto às casas em terra, caso precisem copiar alguma coisa, seria mais agradável à imaginação ver uma de suas embarcações virada de fundo para cima, à moda númida. Lemos que, “em certas estações, o reflexo do sol nas janelas das casas de Wellfleet e Truro (do outro lado da face interna do cotovelo do Cabo) pode ser distinguido a olho nu, a uma distância de dezoito milhas ou mais, da estrada do condado”. Deleitamo-nos em imaginar isso, pois não víamos o sol havia vinte e quatro horas.

O mesmo autor (o reverendo John Simpkins) disse dos habitantes, muito tempo atrás: “Nenhuma gente parece ter maior gosto pelo convívio social e pelos prazeres domésticos. Não costumam frequentar tavernas, salvo em ocasiões públicas. Não conheço no lugar um verdadeiro ocioso ou habitué de taverna.” Isso é mais do que se pode dizer de meus concidadãos.

Por fim, paramos para passar a noite na taverna de Higgins, em Orleans, sentindo-nos como se estivéssemos num banco de areia no oceano e sem saber se veríamos terra ou água à frente quando a névoa se dissipasse. Ali alcançamos dois meninos italianos que tinham avançado até tão longe pelo Cabo, vadeando a areia com seus realejos às costas, e seguiam para Provincetown. Que dura sorte, pensamos, se o povo de Provincetown lhes fechasse as portas! A que quintal iriam depois? Ainda assim, concluímos que haviam escolhido sabiamente vir para cá, onde qualquer música que não fosse a da arrebentação devia ser rara. Assim, o grande civilizador envia seus emissários, cedo ou tarde, a todo cabo arenoso e farol do Novo Mundo visitado pelo recenseador, e intima o selvagem dali a se render.

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